BOLETIM DO CLIMA: 04 DE FEVEREIRO DE 2012
Bom Dia !!!
Neste momento (10:05 h.) a Estação Agrometeorológica Automática de ILHA SOLTEIRA operada pela Área de Hidráulica e Irrigação (AHI) da UNESP Ilha Solteira, registrou às 08:50 h., temperatura média do ar de 29,0°C, umidade relativa média do ar de 67,9% e velocidade do vento média de 11,2 km/h. a 54º sentido Nordeste.
Ontem, a temperatura média do dia foi de 28,5°C, sendo a mínima de 23,3°C (06:08 h.) e máxima de 34,1°C (15:53 h.). A umidade relativa média do ar foi de 68,3%, sendo a mínima de 45,4% (16:46 h.).
A evapotranspiração de referência em Ilha Solteira (ETo PN-M) ontem foi de 6,2 mm/dia.
Fazem sete (7) dias que não chove mais que 10 mm na Estação de ILHA SOLTEIRA. A última chuva 13,2 mm em 27/01/2012. Durante todo ano de 2012 choveu 250,9 mm.
Confira mais dados climáticos em TEMPO REAL no portal http://clima.feis.unesp.br.
Essas informações fazem parte da Rede de Estações Agrometeorológicas Automáticas do Noroeste Paulista, como parte fundamental para a execução do projeto “MODELAGEM DA PRODUTIVIDADE DA ÁGUA EM BACIAS HIDROGRÁFICAS COM MUDANÇAS DE USO DA TERRA”, financiado pela FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), e tendo como Coordenador paulista, o Professor Titular da UNESP Ilha Solteira, Dr. FERNANDO BRAZ TANGERINO HERNANDEZ.
Confira AQUI a ENTREVISTA PARA O PORTAL DIA DE CAMPO, na integra, do Analista de Sistemas Jean Carlos Quaresma Mariano, sobre o Software gratuito que calcula a evapotranspiração de referência. O Sistema para Manejo da Agricultura Irrigada (SMAI) estima a perda de água do solo por evaporação e da planta por transpiração de forma rápida e fácil.
Diante do cenário de disponibilidade e competição pelos recursos hídricos pelos diferentes setores da sociedade, a gestão do uso da água pela irrigação racional, econômica e ecologicamente sustentável é fundamental. Para tanto, todas as etapas envolvidas no processo têm importância, dentre elas: planejamento, projeto, seleção do método, instalação, operação e manutenção dos equipamentos no campo e o manejo da água. Apesar da grande quantidade de água demandada pela agricultura irrigada, há que se considerar que mais de 90% retorna ao ciclo hidrológico por transpiração. O uso da água pelas plantas se faz necessário para que estas realizem metabolismo para resultar em produção. A grande dependência dos processos fisiológicos e produtivos da planta da disponibilidade de água, aliada ao dinamismo na movimentação da água no sistema solo-planta-atmosfera, associados ao caráter incerto de chuvas e de perda de água para a atmosfera fazem com que seja necessário um monitoramento diário das condições de disponibilidade hídrica. O uso da água na irrigação deve atender à demanda das culturas de forma sustentável e, nas regiões onde ocorrem chuvas significativas, estas devem ser consideradas no processo de planejamento, gestão e manejo da água (Pires et al., 2008).
Diante do cenário de disponibilidade e competição pelos recursos hídricos pelos diferentes setores da sociedade, a gestão do uso da água pela irrigação racional, econômica e ecologicamente sustentável é fundamental. Para tanto, todas as etapas envolvidas no processo têm importância, dentre elas: planejamento, projeto, seleção do método, instalação, operação e manutenção dos equipamentos no campo e o manejo da água. Apesar da grande quantidade de água demandada pela agricultura irrigada, há que se considerar que mais de 90% retorna ao ciclo hidrológico por transpiração. O uso da água pelas plantas se faz necessário para que estas realizem metabolismo para resultar em produção. A grande dependência dos processos fisiológicos e produtivos da planta da disponibilidade de água, aliada ao dinamismo na movimentação da água no sistema solo-planta-atmosfera, associados ao caráter incerto de chuvas e de perda de água para a atmosfera fazem com que seja necessário um monitoramento diário das condições de disponibilidade hídrica. O uso da água na irrigação deve atender à demanda das culturas de forma sustentável e, nas regiões onde ocorrem chuvas significativas, estas devem ser consideradas no processo de planejamento, gestão e manejo da água (Pires et al., 2008).
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