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Rio de 6.000 km é descoberto embaixo do rio Amazonas

Pesquisadores do Observatório Nacional (ON) encontraram evidências de um rio subterrâneo de 6.000 quilômetros de extensão que corre embaixo do rio Amazonas, a uma profundidade de 4.000 metros. Os dois cursos d'água têm o mesmo sentido de fluxo - de oeste para leste -, mas se comportam de forma diferente. A descoberta foi possível graças aos dados de temperatura de 241 poços profundos perfurados pela Petrobras nas décadas de 1970 e 1980, na região amazônica. A estatal procurava petróleo. Fluidos que se movimentam por meios porosos - como a água que corre por dentro dos sedimentos sob a Bacia Amazônica - costumam produzir sutis variações de temperatura. Com a informação térmica fornecida pela Petrobras, os cientistas Valiya Hamza, da Coordenação de Geofísica do Observatório Nacional, e a professora Elizabeth Tavares Pimentel, da Universidade Federal do Amazonas, identificaram a movimentação de águas subterrâneas em profundidades de até 4 mil metros. O dados do doutorado de Eliza...

MINISTÉRIO ACRESCENTA 7 CIDADES À LISTA DOS MAIORES DESMATADORES

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Municípios do Pará, Maranhão, Mato Grosso e Amazonas foram incluídos. Fiscalização será reforçada para combater devastação da Amazônia. 28/05/2011 07h30 - Atualizado em 28/05/2011 08h46 Eduardo Carvalho Do Globo Natureza, em São Paulo Decreto do Ministério do Meio Ambiente incluiu nesta semana mais sete cidades à lista das localidades que mais devastaram o bioma Amazônia. Passaram a integrar o grupo, que já contabilizava 41 cidades, os municípios de Moju (PA) , Grajaú (MA) , Boca do Acre (AM) , Alto Boa Vista (MT) , Tapurah (MT) , Claudia (MT) e Santa Carmem (MT) . De acordo com o governo federal, que publicou portaria a respeito na última quarta-feira (25), elas terão prioridade na fiscalização de crimes ambientais e em programas de criação de alternativas para a população que vive da exploração ilegal da floresta. Desmatamento em MT (Foto: Reprodução/TV Globo) Para definir a lista, criada em dezembro de 2007, a União utilizou as taxas de devastação da floresta nos últimos três anos ...

Fiscalização e tecnologia combatem desmatamento na floresta amazônica

Em 2009, o Brasil assumiu um compromisso na conferência da Onu sobre o clima: reduzir o desmatamento ilegal em 80%, até 2020. Uma outra arma para combater o desmatamento está no espaço: o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e a Ong Imazon utilizam satélites para observar toda a floresta. Eles não estão ao alcance dos olhos de quem destrói a mata, mas revelam onde estão os desmatamentos, que aparecem nas imagens gravadas pelos computadores. Os principais alvos são Pará, Mato Grosso e Rondônia, onde há mais destruição da floresta. O Governo Federal fez um levantamento dos principais desmatadores, e o Ministério do Meio Ambiente ajuda os municípios que desejam sair da "lista suja", “8% do PIB brasileiro é gerado na Amazônia e 35 a 50% do problema ambiental é gerado na Amazônia, então esse modelo é claramente reprovado e prejudica os interesses do próprio Brasil”, diz pesquisador da ONG Imazon, Beto Veríssimo. O primeiro município que saiu da lista foi Paragominas, n...

S.O.S. AMAZÔNIA LEGAL

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Novo Código Florestal provocará corrida ao Desmatamento na Amazônia Legal Aqui para nós: nunca houve interesse sério em usar a floresta como "Moeda de Troca" para o Desenvolvimento Sustentável Mundial, que é muito mais rentável que desmatar. Agora falar que autoridades irão atuar na criação de uma Lei do Zoneamento Socioeconômico e Ecológico (ZSEE) "quando não há mais florestas", é típico dos mandatários do quanto pior melhor! Basta usar várias Imagens de Satélites para ver que se há alguma floresta nos “Estados Recordistas” em Desmatamento, estão nas reservas Indígenas apenas, e por enquanto! Vamos dar nomes aos bois: MT e PA. Vale salientar e lembrar que os mesmos devastadores são aqueles que estão liderando as “procissões” em defesa da mudança do Código Florestal. Não é coincidência demais? Se o problema fosse só o desmatamento, mas não é, depois que desmatam colocam bois e mais bois ou plantam soja e outros(as) nas Terras da União, que com esse Novo Código Flore...

Artigo: Um caminho para as águas amazônicas

Por Washington Novaes no O Estado de S.Paulo É espantoso que não causem surpresa e reação notícias como as de poucas semanas atrás, dando conta de que a seca deixara sem água parcela considerável da população de Manaus, cidade cercada por rios como o Negro e o Amazonas. Ou a de que boa parte da população urbana ali tem de se servir de água subterrânea e três quartos dessa água são contaminados por resíduos oriundos de fossas sépticas (apenas 8% das casas de Manaus são servidas por rede de coleta de esgotos). E Manaus não é o único caso - vide Parintins e outras. Numa região onde se investem dezenas de bilhões de reais para implantar hidrelétricas - com energia destinada em grande parte à produção de bens exportáveis ou suprir outras partes do País -, é inevitável a pergunta: por que não se invertem as prioridades? Por outro ângulo, fica uma questão ainda mais angustiante: por que não se tem uma política competente para as águas da Amazônia? Felizmente, chega uma informação alentadora:...

Aquífero na Amazônia pode ser o maior do mundo, dizem geólogos

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Reserva Alter do Chão tem volume de 86 mil km³ de água potável. Quantidade permitiria abastecer população mundial por 100 vezes. Um grupo de pesquisadores da Universidade Federal do Pará (UFPA) apresentou um estudo, na sexta-feira (16), que aponta o Aquífero Alter do Chão como o de maior volume de água potável do mundo. A reserva subterrânea está localizada sob os estados do Amazonas, Pará e Amapá e tem volume de 86 mil km³ de água doce, o que seria suficiente para abastecer a população mundial em cerca de 100 vezes, ainda de acordo com a pesquisa. Um novo levantamento, de campo, deve ser feito na região para avaliar a possibilidade de o aquífero ser ainda maior do que o calculado inicialmente pelos geólogos. Em termos comparativos, a reserva Alter do Chão tem quase o dobro do volume de água potável que o Aquífero Guarani - com 45 mil km³ de volume -, até então considerado o maior do país e que passa pela Argentina, Paraguai e Uruguai. "Os estudos que temos são preliminares, mas h...