Chuva forte no município Sud Mennucci e evapotranspiração alta em Pereira Barreto

Nesta semana o Noroeste Paulista voltou a receber chuvas maiores que 10 mm. A informação é da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira, que opera a Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista na região. 
O município de Sud Mennucci registrou um volume de chuva de 56,6 milímetros no dia 05 de novembro, ou seja, choveram 56 litros de água em uma área de um metro quadrado. No ano a chuva neste município já soma 685 mm, sendo que o histórico de 1275 mm para este município. 
No mês de novembro eram esperados 174 mm, mas já acumulou 67,8 mm com a chuva desta primeira semana de novembro, praticamente 40% do esperado para o mês. Também registrou chuva nos municípios de Marinópolis, Pereira Barreto e Paranapuã. Valores altos de temperatura do ar, condicionado com uma alta radiação e com uma umidade do ar média baixa, trazem o valor da evapotranspiração para valores superiores aos esperados de 4 a 6 mm/dia. 
A evapotranspiração no mês de novembro está na média de 5,2 mm/dia. No dia 3 de novembro, a evapotranspiração chegou a registrar 7,6 mm em Pereira Barreto, na estação Santa Adélia seguida por 7,4 mm/dia em Itapura no dia 1 de novembro. Esse mês está sendo marcado por elevadas taxas de evapotranspiração, que associadas ao inicio das chuvas em alguns municípios como Sud Mennucci e Marinópolis  exigem o funcionamento pleno dos sistemas de irrigação para a garantir o suprimento de água ao solo e plantas e as produtividades desejadas. 

SERVIÇO:
- Informações sobre agricultura irrigada e agroclimatologia no noroeste paulista são publicadas regularmente BLOG da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira em http://irrigacao.blogspot.com
- Números e gráficos das estações agrometeorológicas no noroeste paulista estão em http://clima.feis.unesp.br
- Canal da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira: www.agr.feis.unesp.br/irrigacao.php
- Canal CLIMA da UNESP Ilha Solteira: http://clima.feis.unesp.br
- Pod IRRIGAR - O Pod Cast da Agricultura Irrigada: http://podcast.unesp.br/podirrigar
- Informações também em (018) 3743-1959

Ventos fortes e chuva são registrados nessa tarde no Noroeste Paulista

Nessa tarde do dia 21 de outubro de 2019, a Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista registrou eventos extremos oriundos de um grande temporal.
Ventos muito fortes no sentido Sudoeste por volta das 14h foram registrados, tendo início em Itapura-SP a 50,9 km/h às 13:47, chegando em seguida na Santa Adélia a 65,3 km/h às 14:14 e paralelo com Ilha Solteira, onde registrou-se 42 km/h às 14:19. Continuando sentido Sudoeste, o vento bateu o recorde na Estação de Bonança, registrando incríveis 78,5 km/h às 14:23. Após, ele dispersou para as demais estações, ainda no mesmo sentido, em Marinópolis chegou aos 59,6 km/h as 14:46 e em Paranapuã aos 45 km/h às 15:20.
Registro minutos antes ao extremo na Estação Santa Adélia


Consequentemente, os ventos trouxeram consigo estragos registrados dentro da própria UNESP Campus 2, onde a Equipe da Área de Hidráulica e Irrigação obtiveram registros desse vendaval.
Forro do teto dos corredores da UNESP desabaram com fortes ventos. 


Cobertura entre setores danificada.
Com o vento, a chuva foi direcionada também para Sudoeste, tendo início lá em Itapura com 32,3 mm acumulados até ao fim da tarde e o maior volume em Paranapuã, com 53,3 mm, sendo que só no pequeno intervalo entre 15 e 16h precipitou 38,1mm.

Mapa da distribuição de chuva acumulada até às 20:50h do dia 21/10/2019
 Essas e demais informações sobre eventos climáticos você pode obter no Canal Clima e ir acompanhando on-line. Se preferir, acompanhe nossas páginas e ficará por dentro das notícias sobre agroclimatologia e temas correlacionados.
 

SERVIÇOS:

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Notas da disciplina de Irrigação e Drenagem do segundo semestre de 2019

As notas da disciplina de Irrigação e Drenagem já estão disponíveis.
Fizemos as correções e tiramos as dúvidas da Primeira Prova e agora resta-nos desejar-lhes bons estudos e ótima compreensão e aprendizado!

UNESP ainda melhor entre as Universidades brasileiras


No PodIrrigar - o podcast da agricultura irrigada - de 03 de outubro de 2019 explicamos a importância e função da Outorga do uso da água, como funciona o pedido dessa autorização e ainda fala da necessidade de um bom planejamento dos recursos hídricos antes de fazer investimento em sistema de irrigação.


Na edição de 26 de setembro de 2019 do PodIrrigar - o podcast da agricultura irrigada - explicamos como caracterizar um bom sistema de irrigação. Você sabe dizer quais seriam estes fatores? Também falamos sobre importância da análise econômica na hora de investir em agricultura irrigada. Só três minutos, mas de muita informação. Vamos escutar e aprender um pouco mais? 
Prefere escutar direto com o link em MP3? Aperte AQUI

[Pod Irrigar]
O [PodIrrigar] é o podcast da agricultura irrigada. Produzido pelo Jornalista Renato Coelho da ACI UNESP tem como coordenação técnica o Professor Dr. Fernando Braz Tangerino Hernandez da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira que, semanalmente, utiliza apenas três minutos para levar informações sobre a agricultura irrigada e agroclimatologia, em mais uma das ações para democratizar o conhecimento e a informação. Com frequência recebe convidados para abrilhantar as edições.  Se interessou? Acesse todas as edições a partir de https://podcast.unesp.br/canal/13/pod-irrigar
A Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira utiliza além do [PodIrrigar], outros cinco canais de comunicação distintos para democratizar o conhecimento e a informação ligada à agricultura irrigada integrando atividades de ensino, pesquisa e extensão, com acesso a partir do Canal da Irrigação da UNESP e também do Blog da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP
Há também o Canal da Irrigação no YouTube e o monitoramento climático do Noroeste Paulista pode ser acompanhado com atualização à cada 5 minutos a partir do Canal CLIMA da UNESP.

UNESP no topo do ranking

Apresentação de novo integrante da AHI - João Fauvel

Olá, meu nome é João Murilo Palone Fauvel, sou natural de Sorocaba-SP e no momento graduando em Engenharia Agronômica, 6° semestre.
Apesar de sempre ser interessado pela área em que a engenharia agronômica atua, sempre me interessei pela área de computação, dificultando muito minha escolha de curso de graduação. Tendo escolhido engenharia agronômica, meu objetivo agora é conjugar ambas as áreas. Para tanto, tenho o privilégio de ser orientado do Prof. Dr. Fernando Braz Tangerino e poder trabalhar e aprender sobre a área de hidráulica e irrigação, onde terei grandes oportunidades para realizar o meu objetivo e absorver o máximo de conhecimento com o restante do time.
Por fim, agradeço ao Professor Tangerino, por possibilitar essa oportunidade, e a Equipe da Área de Hidráulica e Irrigação UNESP Ilha Solteira, por terem me acolhido tão bem e me ensinado tanto em tão pouco tempo.


Abraço a todos!

Turma de agrometeorologia da AEMS fazem visita á Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira

Neste sábado (05), a turma de agronomia que faz a disciplina de agrometeorologia na AEMS - Faculdades Integradas de Três Lagoas - MS, vieram visitar a Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira.

Turma de agrometeorologia da AEMS fazem visita a AHI

Para o inicio da visita, estiveram sob as boas vindas do Professor Tangerino, que trouxe a turma que ainda não tem conhecimento sobre a necessidade de saber o que evapotranspiração e para que serve. Conceitos importantíssimos para posteriormente a equipe chegar com todo o material que foi preparado para essa visita.

Boas vindas do Professor Tangerino

Boas vindas do Professor Tangerino

Iniciou-se as apresentações com o Projeto de Extensão - Planejamento e Gerenciamento Hidroagrícola e Ambiental feita por Julia, aluna de mestrado do Programa de Pós Graduação de UNESP Ilha Solteira.

Apresentação do Projeto de extensão

Apresentação do Projeto de extensão

Seguida pela apresentação do Canal CLIMA da UNESP Ilha Solteira, onde a aluna de mestrado do programa de Pós Graduação da UNESP Ilha Solteira Daniela Araújo veio trazendo tudo que é possível se extrair de informação desse nosso site, inclusive ensinando aos visitantes como fazer um cadastro para ter acesso completo aos nossos dados disponibilizados gratuitamente no site. 

Apresentação do Canal CLIMA

Além também de iniciar o assunto quanto ao software SMAI, muito bem explanado pelo aluno do programa de mestrado da Pós Graduação da UNESP Ilha Solteira, Joaquim Souto. ele ensinou os alunos a fazerem o download do software, instalar e também utilizar em suas duas modalidades - em lote e individual.

Apresentação do SMAI

Ainda no NACI - Núcleo de Apoio Computacional a Irrigação, tivemos a apresentação da Regiane Bispo, aluna de doutorado do Programa de Pós Graduação da UNESP Botucatu. Ela trouxe aos visitantes, uma verdadeira aula dos conceitos de evapotranspiração. Para os alunos foi bastante interessante para posteriormente dar uma visão melhor para a aula de agrometeorologia.

Apresentação dos conceitos de evapotranspiração

Turma de agrometeorologia da AEMS fazem visita a AHI

Ao final da Visita, estivemos da estação agrometeorológica de Ilha Solteira, localizada no Pomar da UNESP Ilha Solteira. Diego Feitosa, aluno do programa de doutorado da Pós Graduação da UNESP Ilha Solteira, explicou o que é cada sensor, como é transmitidos os dados e quais são os padrões estabelecidos para se ter uma estação agrometeorológica. 

Apresentação da estação agrometeorológica

Apresentação da estação agrometeorológica

Os alunos mostraram bastante interesse durante toda a visita - especialmente no momento da explicação sobre o sistema de irrigação por gotejamento que é instalado no momento da implantação da estação, e finalizaram a visita com muitas fotos.

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Ventos fortes chegam com uma chuva de baixo volume e causa estragos em Ilha Solteira

Na tarde desta sexta feira em Ilha Solteira e em parte do Noroeste Paulista uma chuva de baixo volume chegou acompanhada com ventos fortes, que causaram estragos em parte da cidade, e a Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista, monitorada pela Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira, registrou tudo.

A velocidade do vento chegou a 32,3km/h direção Noroeste as 13h:23 em Ilha Solteira e trouxe estragos em algumas localidades. As estações de Santa Adélia (Pereira Barreto), Paranapuã também registraram velocidade do vento chegando aos 30km/h, porém até o momento nenhum dano foi informado. Todos estes ventos que ocorreram são classificados como "Muito Forte".

Nossa equipe registrou algumas imagens do estrago em Ilha Solteira, defesa civil, corpo de bombeiros e guarda civil está nas ruas, e alguns locais estão interditados.


Segundo o IPMET (Instituto de Pesquisas Meteorológicas) da UNESP Bauru, existe uma massa de nuvens se deslocando de Três Lagoas-MS para a região Noroeste Paulista.


O volume de chuva não chegou a bater os 10 milímetros até o momento, que é o considerado ideal para agricultura.



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Noroeste Paulista: Umidade Relativa do Ar abaixo dos 20%

Com até 42 dias sem chuva em algumas localidades do Noroeste Paulista, a Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista operada pela Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira vem registrando os menores valores de umidade relativa do ar, além das temperaturas altas na região
A umidade relativa do ar é a relação entre a quantidade de água existente no ar e a quantidade máxima que poderia haver na mesma temperatura (ponto de saturação).
Os níveis ideais de umidade relativa do ar tanto para os seres humanos quanto para a agricultura adequados são valores superiores a 50%. A baixa umidade do ar causa diversas consequências: aumento no número de focos de incêndio, complicações alérgicas e respiratórias, como rinite, asma, irritação dos olhos, irritação no nariz, gargante seca e sensível, ressecamento da pele, entre outras..

Nessa semana, a umidade relativa do ar na região caiu para menos de 20% em todas as estações do Canal CLIMA da UNESP Ilha Solteira em determinado horário do dia caracterizando estado de alerta. Ontem (17/09/2019) as umidades relativas do ar mínimas foram de: 18,4% na estação Bonança (município de Pereira Barreto), 18,1% em Ilha Solteira, 17,1% em Marinópolis, 17,1% em Paranapuã, 18,4% na estação Santa Adélia (Pereira Barreto), 16,7% em Santa Adélia Pioneiros (Sud Mennucci),  chegando a até 11,6% em Itapura - estado de emergência.
Umidade relativa do ar média das 14h do dia 17/09 às 13h do dia 18/09.
Na figura, observa-se a umidade relativa do ar média por hora das 14h de ontem (17/09) até às 13h de hoje (18/09). Nota-se  que os menores valores são registrados no período da tarde, entre as 14h e 17h. É importante tomar alguns cuidados para abrandar os efeitos negativos da baixa umidade relativa do ar, como: beber bastante água, lavar o nariz e olhos com soro fisiológico, usar hidratante para a pele, usar protetor solar e evitar fazer exercícios físicos entre as 10h e 16h.

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Visita do Curso Técnico de Meio Ambiente da ETEC Ilha Solteira à AHI UNESP Ilha Solteira

Na tarde do dia 14 de setembro de 2019 a Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira recebeu 25 alunos do Curso Técnico de Meio Ambiente da ETEC Ilha Solteira, coordenados pelos Professores Diogo Tiago da Silva, Daniela Cintra de Araújo Queiroz e
Liliane Guimarães.
As atividades foram iniciadas às 14:00 com a recepção dos visitantes e apresentação da equipe.

A tarde iniciada com a apresentação Laboratório de Hidráulica e Irrigação pela Doutoranda em Irrigação e Drenagem Regiane de Carvalho Bispo. Após a turma conhecer a infraestrutura do laboratório, Pedro Henrique Fontes, aluno de graduação em Agronomia na UNESP, apresentou o contexto histórico das Redes Agrometeorológicas, os trabalhos de extensões, os Canais de Comunicação da AHI, explicando a funcionalidades e a acessibilidade das ferramentas para toda população.


A visita seguiu com a apresentação do Engenheiro Agrônomo e Doutorando Victor Rocha Araújo, que mostrou aos alunos o Canal Clima, a Redes Agrometeorológicas, os mapas e gráficos emitidos nas telas, tabelas de dados e a maneira como realizamos o acompanhamento da coleta dos dados e disponibilizamos para a sociedade, de forma gratuita.





Em seguida, Regiane de Carvalho Bispo explicou o uso do software SMAI (Sistema para Manejo da Agricultura Irrigada), software desenvolvido por nossa equipe da AHI, no qual foi detalhada a entrada dos dados e destacado a funcionalidade e a agilidade para trabalhar com os dados agrometeorológicos na plataforma.



Após concluirmos a parte teórica, todos foram para a área externa e o Engenheiro Agrônomo e Doutorando Diego Feitosa explicou alguns detalhes sobre Sistemas de Irrigação, Estação Agrometeorológica Compacta, Manejo da Irrigação.


Depois da explicação na área externa do NACI (Núcleo de Apoio Computacional à Irrigação), seguimos para a Estação Agrometeorológica da UNESP Ilha Solteira. Na estação, Diego Feitosa explicou cada sensor e suas funcionalidades, detalhes sobre gramatura na área, altura dos sensores, a telemetria utilizada nas Estações para comunicação, como é feita as leituras no pluviometro e heliógrafo.


Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira é formada por alunos dos cursos em graduação, mestrado e doutorado em Agronomia, Coordenados pelo Professor Dr. Fernando Braz  Tangerino Hernandez, e desenvolve trabalhos relacionados com o tema Agricultura Irrigada. Em nome de nosso Coordenador e Integrantes, agradecemos aos visitantes e aos Professores Diogo Tiago da Silva, Daniela Cintra de Araujo Queiroz e Liliane Guimarães pelo interesse em conhecer nosso trabalho e oferecer aos integrantes da Equipe AHI da UNESP a oportunidade de se desenvolverem e aperfeiçoar seus conhecimentos a cada nova apresentação realizada.



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Altas taxas de evapotranspiração e o manejo da irrigação

Com as altas temperaturas no Noroeste Paulista, onde ontem a Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista registou 40,6°C em Ilha Solteira, as taxas de evapotranspiração também se apresentaram altas na região, com uma média de 5,5 mm/dia nas estações monitoras, chegando até à 7,2 mm/dia, como foi o caso de Santa Adélia (município de Pereira Barreto).
A evapotranspiração é a forma pela qual a água da superfície terrestre passa para a atmosfera em forma de vapor, esse processo envolve tanto a evaporação da água do solo quanto a transpiração das plantas.
Esse fenômeno interfere diretamente no manejo da irrigação, visto que para manter um bom armazenamento de água no solo para máxima produtividade das culturas, o Irrigante deve considerar as perdas por evapotranspiração e assim definir a lâmina a ser aplicada e o intervalo entre uma irrigação e outra.
A Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista é um serviço de assessoramento prestado pela Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira. Com oito estações distribuídas na região que registram dados em tempo real, o Irrigante pode escolher a mais próxima da sua propriedade para considerar os dados de evapotranspiração.
Apesar das estações se localizarem a poucos quilômetros de distância, a evapotranspiração no dia de ontem (10/09/2019), foi de 4,6 mm/dia (Bonança) a 7,2 mm/dia (Santa Adélia), em termos de irrigação essa diferença de 2,6 mm/dia, representa uma aplicação de 26.000 litros de água a mais ou a menos em um hectare.
Um outro exemplo é a diferença entre Bonança (Pereira Barreto) e Santa Adélia Pioneiros (Sud Mennucci), que apesar de próximas registraram valores de evapotranspiração de 0,6 mm/dia de diferença. Dentre os fatores que interferem na evapotranspiração, a velocidade do vento nas estações foi o diferencial para a distinção dos valores.
Este monitoramento realizado permite à sociedade acompanhar as variações do tempo e conhecer e entender os transtornos causados pelos eventos climáticos extremos, como perda de produtividade de culturas em razão de uma seca prolongada.
Hoje, as estações monitoradas voltaram a bater recordes de temperatura. Em Ilha Solteira com os 41,6ºC de hoje, estamos muito próximos de bater o recorde histórico de 42,0ºC registrados em 3/01/1993. Lembramos que a medição é feira à sombra e hoje ficou muito fácil explicar o efeito do fluxo de calor sensível, que é a energia utilizada para aquecer e todos sentiram no corpo e principalmente no rosto, essa energia refletida do concreto e do asfalto, daí a importância do verde, dos protetores solares e de beber muita água.


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Dia mais quente do ano no Noroeste Paulista

As temperaturas no Noroeste Paulista subiram nessa tarde de terça-feira, 10 de setembro de 2019, superando as máximas do ano em algumas localidades. Enquanto as temperaturas aumentaram, a Umidade Relativa diminuiu e, também, refletiu na Evapotranspiração. 

Nessa tarde, Ilha Solteira atingiu incríveis 40,6°C às 14h15, com umidade relativa de 22,2%, enquanto que a maior temperatura registrada esse ano havia sido de 39,8°C no dia 22 de janeiro. As estações agrometereológicas operadas pela Área de Hidráulica e Irrigação UNESP Ilha Solteira que também superaram suas máximas foram Bonança, Pereira Barreto - SP, com 39,9°C, Itapura com 39,2°C, Santa Adelia, Pereira Barreto - SP, com 38,9°C e, Santa Adelia Pioneiros, Sud Mennucci - SP, com 39,7°C.


Com mais de 10 dias sem chuvas que superaram 10 mm e a temperatura atingindo grandes máximas, as umidades relativas diminuíram, tendo uma variação de 17,8% em Itapura, a 23,9% na Bonança - Pereira - SP. 


Isso reflete na evapotranspiração, visto que junto do calor, essa também tem aumentado nos últimos dias, tendo sido registrada uma máxima de 5,8 mm/dia em Marinópolis e Sud Mennucci, Pereira barreto com 5,7 mm/dia e Ilha Solteira com 5,5 mm/dia. Com isso, é importante que o irrigante fique atento para realizar a irrigação na hora certa e na quantidade ideal, buscando obter assim, uma produtividade máxima com a reposição da evapotranspiração, mantendo a capacidade de água disponível no solo (CAD) e, assim, dando condições favoráveis no desenvolvimento da cultura, atingindo o seu potencial máximo. 

A partir do Canal Clima é possível obter todos esses dados, de forma livre e gratuita. Acesse, faça o login a confira os dados registrados e atualizados a cada cinco minutos e a cada hora, disponibilizados em mapas, gráficos e tabelas. 


Seminários em Irrigação e Drenagem - 2o Semestre 2019

Como divulgado em sala de aula - Irrigação e Drenagem -, teremos os temas e líderes para os Seminários do semestre. Os Grupos de trabalho para estes Seminários devem ser formados com até 5 elementos, tendo como Coordenadores os alunos identificados abaixo. Se eventualmente o Líder já estiver em algum grupo, a troca de liderança é permitida desde que comunicada ao Professor antecipadamente. Cabe ao Coordenador organizar e dar as diretrizes para que o grupo faça um excelente seminário. 

Todos os seminários devem ser acompanhados de monografias que devem ser entregues no momento da apresentação, não havendo limitação no número de páginas, ficando todos à vontade para aproveitar o trabalho para estudar o tema a fundo. Os seminários acontecerão nas manhãs que antecedem as provas. As apresentações devem sempre durar aproximadamente 15 minutos (10-20 minutos). Os seminários devem enfocar temas não abordados nas aulas e devem ser ministrados com foco no aluno.

A nota da apresentação é feita em função da média de três critérios: APRESENTAÇÃO, MÍDIA e CONTEÚDO, já a Monografia tem como critérios a APRESENTAÇÃO (forma), o CONTEÚDO e os RECURSOS utilizados para preparar o documento.

TODOS os alunos até o final do curso deverão apresentar ao menos um seminário e a monografia irá compor outra Nota e as apresentações seguirão esta sequência:
1. Desenvolvimento com agricultura irrigada: o exemplo do Goiás. Daniel Shigueru Miyahara
2. Desenvolvimento com agricultura irrigada: o exemplo de Minas Gerais. Diogo Monteiro Gomes
3. Desenvolvimento com agricultura irrigada: o exemplo da região Nordeste. Fábia Eduarda Mantovani
4. A agricultura irrigada no Estado de São Paulo. Felipe de Mattos Lacerda
5. SAI - Serviço de Assessoramento ao Irrigante: quem são são e como atual as empresas privadas e órgãos públicos. Fernando Arias Damas de Barros
6. Outorga do direito do uso da água. Guilherme de Freitas Gaspar
7. Reservação de água: vantagens e limitações. Guilherme Fernando Xavier Gerlach
8. Apoio ao irrigante: Laboratório Móvel de Irrigação (MIL), o que é, como atuam, onde e sua importância. Guilherme Mattoso Benassi
9. Fabricantes de equipamentos de irrigação localizada no Brasil e sua atuação no mercado. Gustavo de Oliveira Manacero
10. Fabricantes de sistemas pivô central no Brasil e sua atuação técnica e comercial. Helena Maryko Fujii
11. Revendas de projetos de irrigação no Estado de São Paulo: quem são, onde e como atuam? Isabelli Cristini dos Santos
12. Comitês das Bacias Hidrográficas: caracterização e sua importância. José Victor Paro

* Os Grupos devem estar preparados para a apresentação e também devem se encarregar de fazer os ajustes nos equipamentos multimídia e arquivos antes da chegada do Professor.
** As datas detalhadas e demais informações estão disponíveis no arquivo "Introdução à agricultura irrigada" que é a base das nossas aulas e pode ser acessado a partir da aba Atividades Acadêmicas no Canal da Irrigação da UNESP Ilha Solteira.
*** Exemplos do exterior são também bem vindos

O marcador Seminários neste Blog permite aos Internautas obterem informações das atividades desenvolvidas nos semestres anteriores, sendo uma ótima fonte de consulta, e também recomendamos os vídeos constantes no Canal da Área de Hidráulica e Irrigação no YouTube

Algumas dicas para uma apresentação em público...
- Apresentação ideal: 20% do tempo para a introdução, 70% para o desenvolvimento e 10% para a conclusão
- Powerpoint com efeitos MUITOS especiais? Melhor não, a não ser que seja absolutamente necessário
- Escreva frases-chave no Powerpoint (ou outro software de apresentação utilizado). E por favor, ao falar, não repita o que está escrito. A platéia agradece!
- Para conter um ataque de riso (ou de choro) por causa do nervosismo, contraia os dedos dos pés como se estivesse agarrando o chão.
- Não comece a apresentação se desculpando ou dizendo que vai dar uma "pincelada" no assunto.
- Em geral, recuar um pouco acalma, pois faz você ver as coisas mais de longe.
- Quando parar alguns instantes de andar, evite ficar com os pés paralelos. É melhor manter um pé um pouquinho à frente do outro. Deixe sua postura mais descontraída que facilita quando você for andar novamente.
- Ande pelo palco/sala, pois a movimentação mostra segurança e disposição de comunicar. Só tome cuidado para não parecer um pêndulo e fazer todo mundo cair no sono.
- Divida a platéia mentalmente em quatro partes e passeie o olhar nelas à medida que for falando.
- Se der branco, pergunte o que o pessoal entendeu até o momento.
- Imagine as perguntas que podem ser feitas e estude além disso. Prepare também slides extras com as respostas para mostrar no final. Sua eficiência vai causar uma ótima impressão.