Notas da disciplina de Irrigação e Drenagem estão disponíveis

A revisão já foi feita e assim, as notas da disciplina de Irrigação e Drenagem já estão disponíveis. Desejamos estudos consistentes e um intenso aprendizado, o que inclui a preparação de ótimos seminários com os temas já elencados.



Desempenho histórico na disciplina

Planejando a agricultura irrigada e a UNESP na liderança do ensino e pesquisa


[Pod Irrigar] - Com planejamento da expansão da agricultura irrigada, o sucesso é garantido
Estivemos com nossos alunos do Programa de Pós-Graduação em Irrigação e Drenagem da UNESP na Fazenda Olhos d´Água, em Itaí, região Sudoeste do Estado de São Paulo, quando fomos muito bem recebido pelo Engenheiro Agrônomo Abel Simões, Gerente da propriedade há 20 anos.
O objetivo principal da visita seria desenvolver na prática o tema avaliação dos sistemas de irrigação por pivô central e localizada. Escolhemos a Olhos d´água pois teríamos a oportunidade de avaliar um pivô central equipado com os principais emissores dos três principais fabricantes de emissores de alta performance que utiliza uma água com elevada concentração de ferro. Também, a fazenda utiliza o gotejamento em sub-superfície para a irrigação de três variedades citrícolas, além de ser gerenciada por um reconhecido Técnico que sempre estabeleceu parceria com as universidades.
Contudo choveu, e para nossa surpresa, isso em momento algum diminuiu a qualidade e quantidade de temas abordados durante a visita.
Pela manhã pudemos ainda no Escritório conhecer todo o planejamento desde o primeiro pivô central até completar os 660 hectares irrigados, ocupando toda a área de produção da fazenda.
Não dispondo de água suficiente para irrigar toda a área e com o córrego apresentando uma grande variação de vazão entre a estação seca e chuvosa, a solução encontrada foi construir um grande reservatório no ponto mais alto da fazenda, abastecido no verão, de onde se faz o bombeamento morro abaixo para os 500 hectares irrigados por pivô central para produção de grãos e algodão e outros 160 hectares de citros.
Aprendemos sobre gestão administrativa da fazenda utilizando BI - Business Inteligence, sobre gestão dos dados climáticos e do uso da água na propriedade registrado em um grande e longo banco de dados, sobre manejo da irrigação sob restrição hídrica, solos, captação de água, bombeamento, segurança das instalações, filtragem, fertirrigação (tipos de adubos e parcelamento), uso de chaves de partida e inversores de frequência, investimentos e manutenção dos sistemas de irrigação e ainda o planejamento da produção e da comercialização. Claro, como passamos a tarde no campo, além de muito barro, também nos molhamos e até um pouco de frio sentimos. Mas foi muito esclarecedor, muito aprendizado mesmo.
Mas ao final, a principal lição, foi a de que o grande sucesso da fazenda é terem ocupado todo o espaço produtivo com sistemas de irrigação em etapas, a partir de um estruturado planejamento dos recursos hídricos, de solo, clima e financeiros.
Muito obrigado Abel e Gal pela receptividade e altruísmo em relação ao conhecimento compartilhado!
Este foi o tema da edição de 31 de outubro de 2018 do [Pod Irrigar] - o Podcast da Agricultura Irrigada -, mas o Internauta também pode ouvir as outras dicas que estão disponíveis semanalmente a partir de http://podcast.unesp.br/podirrigar.

UNESP entre as melhores

AGENDA DE EVENTOS

Confira na nossa agenda semanal os principais eventos relacionados a Água e Agricultura Irrigada no Brasil e no mundo confirmados para este ano.

28 a 30 de novembro de 2018 - III Simpósio Manejo Sustentável De Pastagens em Rondônia - SIMSPRO”
JI-Paraná - Rondônia, no Centro de Treinamento da EMATER
29/11/2018 - 14:00 horas: Perspectivas e desafios da irrigação de pastagens para bovinocultura de leite - Prof. Dr. Fernando Braz Tangerino Hernandez - UNESP Ilha Solteira

8 a 11 de outubro de 2018 - ESALQSHOW - Fórum de Inovação para o Agronegócio Sustentável
O ESALQSHOW é um fórum dedicado a estimular inovações e empreendedorismo na agricultura, frente a produtos, serviços, últimas tendências do mercado, futuros desafios e novas ideias. Os eventos são realizados pela USP ESALQ e contam com a colaboração e presença de profissionais de diferentes setores, de acadêmicos e pesquisadores consagrados, líderes de empresas renomadas e de startups, e estudantes, vindos de diferentes partes do Brasil e do exterior.

Local: Campinas - SP.

Local: Ilha Solteira


04 a 07 de dezembro de 2018 - 10º IPWE - 10TH International Perspective on Water Resources and the Enviroment
Local: Cartagena, Colômbia.



 de março de

- SEMINÁRIOS SEMANAIS DA ÁREA DE HIDRÁULICA E IRRIGAÇÃO
Foram realizados seminários pelos integrantes da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira, das 18 às 19 horas na Sala de Reuniões do LHI e aberto aos interessados em geral. Conheça a programação!

- A Seção VIDEOS da fan page da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira no FACEBOOK exibe vários eventos em que a AHI UNESP foi protagonista. Confira!  Aqui, também neste Blog há vários videos interessantes, assim, como no Canal da AHI UNESP no YouTube. Visite-nos!

OUTROS EVENTOS
O sítio do The Consortium of Universities for the Advancement of Hydrologic Science, Incorporated (CUAHSI) apresenta uma agenda de eventos. Confira: http://www.cuahsi.org

Trabalho prático: HIDROMETRIA, VAZÃO REGIONALIZADA E OUTORGA DO USO DA ÁGUA

Os Seminários e Monografias já estão acontecendo e agora a preocupação se volta para o trabalho de Hidrometria e uso da água. Recentemente a disputa pela água ganhou projeção nacional com um grande ato de vandalismo. É preciso entender sobre os recursos hídricos para atuar com conhecimento de causa e coerência, espacialmente considerando a real necessidade de se produzir alimentos.
Os Grupos serão de no máximo 5 participantes e o trabalho Hidrometria e Outorga do Uso da Água será escrito em linguagem técnica, envolvendo a revisão da literatura em consonância com a atividade prática, que pode ser um dos serviços a serem prestados pelo Engenheiro Agrônomo. Portanto, atenção para esta observação, sejam efetivamente práticos. Em grupo, o roteiro abaixo é bem legal para a delimitação de atividades!


Hidrometria
Já divulgamos informações e imagens da nossa aula prática no Cinturão Verde. Os resultados anteriores podem ser vistos em AULAS PRÁTICAS no nosso canal GALERIA e também em http://www.agr.feis.unesp.br/aulas_praticas.php.

Todos os Grupos, com cinco elementos no máximo, deverão escolher um manancial diferente do que fizemos a aula prática da disciplina para medir a vazão, deverão preparar a lista de equipamentos e materiais necessários ao trabalho, agendar com a Orientada a data para a retirada do material no Laboratório de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira e partirem para o campo. Assumir na medição de vazão que estaríamos numa estação seca.


Os Grupos deverão estimar/medir a vazão e calcular os parâmetros hidrológicos (Q7,10 e outros parâmetros) de uma microbacia de interesse. Esta parte chamamos de regionalização de vazão e a literatura base está toda relacionada na Bibliografia da disciplina no Canal da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira.

O desafio é confrontar os valores medidos e calculados e depois definir a área máxima possível de ser irrigada tendo como referência a retirada de 5,0 mm/dia (LÂMINA BRUTA de projeto) e a legislação em vigente. Assumam a retirada de 50% da Q7,10. A ideia é interpretar o resultado e fazer a recomendação de como devemos agir, ou seja, aprender a solicitar a Outorga do Uso da Água.

Outorga do Uso da Água
A Outorga de Direito de Uso de recursos hídricos é um dos seis instrumentos da Política Nacional de Recursos Hídricos, estabelecidos no Inciso III, do Art. 5º da Lei Federal nº 9.433, de 08 de janeiro de 1997. Esse instrumento tem como objetivo assegurar o controle quantitativo e qualitativo dos usos da água e o efetivo exercício dos direitos de acesso aos recursos hídricos.

De acordo com o Inciso IV, do Art. 4º da Lei Federal nº 9.984, de 17 de junho de 2000, compete à Agência Nacional de Águas (ANA) outorgar, por intermédio de autorização, o direito de uso de recursos hídricos em corpos de água de domínio da União, bem como emitir outorga preventiva. Também é competência da ANA a emissão da reserva de disponibilidade hídrica para fins de aproveitamentos hidrelétricos e sua conseqüente conversão em outorga de direito de uso de recursos hídricos.

Outorga do Uso da Água deverá ser preenchida e anexada em formulários próprios e padronizados pela Agência de controle. No caso do Estado de São Paulo, o DAEE e no âmbito federal, a ANA (FAQsPedidosManual de Procedimentos). Caso queiram avançar nos estudos e acreditarem que a área possível de ser irrigada seja muito pequena em relação ao desejado, o Grupo pode avançar em medidas que levem à maior oferta de água, e, neste caso, a Legislação deve ser atendida por completo.
Quanto ao texto da Monografia não há limitação de páginas, fiquem a vontade para aproveitar o trabalho para estudar o tema a fundo. Use os recursos computacionais e gráficos disponíveis da melhor forma possível e criatividade.


Lembramos que o trabalho relativo à esta aula prática deverá ser finalizados com o relatório que deverá ser escrito contendo os seguintes itens:
INTRODUÇÃO (Contextuação do problema), REVISÃO BIBLIOGRÁFICA (o que já foi feito sobre o tema e a sua relevância), MATERIAL E MÉTODOS (como, onde e quando foram feitas as atividades), RESULTADOS E DISCUSSÃO (os resultados observados, calculados e o que eles significam, ou seja, a discussão propriamente dita), CONCLUSÃO, BIBLIOGRAFIA consultada e os Anexos (Formulários de Outorga) do DAEE, que é agência oficial do Estado de São Paulo para esta finalidade.

Reforçamos que deverá haver a preocupação com o planejamento e a consulta à bibliografia existente e os trabalhos são uma excelente oportunidade para consolidar conhecimento e se preparar para as avaliações.

A entrega da Monografia deverá ser no dia da Terceira Prova, momentos antes dela começar.

Alguns dos assuntos abordados foram:
OUTORGA DO USO DA ÁGUA E REGULARIZAÇÃO DE VAZÃO: Você têm o site do DAEE (http://www.daee.sp.gov.br) como referência, consulta e uso, mas também na Biblioteca há disponível os CDs, SIGRH - Plano Estadual de Recursos Hídricos 2000-2003 e Banco de Dados e Regionalização Hidrológica do Estado de São Paulo (DAEE).


No canal DOWNLOADS no Canal da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira pode ser encontrado também os softwares Hidro (Sistema de Informações Hidrológicas)  e Glossário de Termos Hidrológicos. É uma boa dica também os sites: www.ana.gov.br (Agência Nacional de Águas. Legislação, softwares, etc) e www.sigrh.sp.gov.br (Sistema de Informações para Gerenciamento de Recursos Hídricos do Estado de São Paulo). Três reportagens do Globo Rural sobre como a cidade de Nova York faz para ter água de qualidade para abastecer sua população é uma ótima ideia a ser seguida. Podem ser assistidas a partir da Aba Downloads - Videos do Canal da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira. Recomendamos que assistam!

Dicas de leitura
Sugerimos a leitura do artigo "O conceito de bacia hidrográfica e a importância da caracterização morfométrica para o entendimento da dinâmica ambiental local", interessante para conhecer em detalhes os elementos que compõe uma bacia hidrográfica. Sobre a gestão dos recursos hídricos, outro artigo interessante é "O processo de criação e consolidação dos comitês de bacias hidrográficas para gestão dos recursos hídricos" e a Dissertação "A trajetória do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Mogi Guaçu e suas contribuições para a gestão dos recursos hídricos". Um pouco mais perto de nós, dos trabalhos executados pela Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira destacamos "Ocorrência de macrófitas  aquáticas no córrego do Boi" e "Avaliação química da água do córrego do Boi para fins de irrigação". Como exemplo comparativo, em Pernambuco as instruções para a Outorga estão disponíveis no sítio da Secretaria de Infraestrutura

A revista ITEM - Irrigação e Tecnologia Moderna, disponível na Biblioteca, é fonte obrigatória de consulta para este tema de agora e também quando eu entrar em armazenamento de água com represas e mananciais. Também a revista IRRIGAZINE é uma ótima fonte de consulta.

Bom trabalho!

Seminários em Irrigação e Drenagem - 2o Semestre 2018

Como divulgado em sala de aula - Irrigação e Drenagem -, teremos os temas e líderes para os Seminários do semestre. Os Grupos de trabalho para estes Seminários devem ser formados com até 5 elementos, tendo como Coordenadores os alunos identificados abaixo. Se eventualmente o Líder já estiver em algum grupo, a troca de liderança é permitida desde que comunicada ao Professor antecipadamente. Cabe ao Coordenador organizar e dar as diretrizes para que o grupo faça um excelente seminário. 

Todos os seminários devem ser acompanhados de monografias que devem ser entregues no momento da apresentação, não havendo limitação no número de páginas, ficando todos à vontade para aproveitar o trabalho para estudar o tema a fundo. Os quatro primeiros seminários acontecerão na manhã do dia da 2a. Prova, os quatro subsequentes na 3a. Prova. As apresentações devem sempre durar aproximadamente 15 minutos (10-20 minutos). Os seminários devem enfocar temas não abordados nas aulas.

A nota da apresentação é feita em função da média de três critérios: APRESENTAÇÃO, MÍDIA e CONTEÚDO, já a Monografia tem como critérios a APRESENTAÇÃO (forma), o CONTEÚDO e os RECURSOS utilizados para preparar o documento.

TODOS os alunos até o final do curso deverão apresentar ao menos um seminário e a monografia irá compor outra Nota e as apresentações seguirão esta sequência:
1. Aspersores, fabricantes e suas aplicações para sistemas convencionais e mecanizados. Jairo Cândido de Matos Junior
2. Gotejadores e microaspersores disponíveis no mercado brasileiro: características e aplicações. Joana Aparecida Ribeiro
3. Apoio ao irrigante: Laboratório Móvel de Irrigação (MIL), o que é, como atuam, onde e sua importância. João Carlos de Melo Alves
4. Fabricantes de pivô central no Brasil: quem são e como atuam? João Marcos Giamattei Secches
5. Fabricantes de sistemas de irrigação localizada no Brasil: quem são e como atuam? João Paulo Paiva do Amaral
6. Revendas de projetos de irrigação no Estado de São Paulo: quem são, onde e como atuam? João Pedro Milan
7. Outorga do direito do uso da água e as diferenças nas concessões no âmbito Federal e Estadual. João Vitor Maestrello Leal
8. O desenvolvimento com agricultura irrigada nos Estados Unidos e a sua importância. José Luís Arakaki Júnior

* Os Grupos devem estar preparados para a apresentação e também devem se encarregar de fazer os ajustes nos equipamentos multimídia e arquivos antes da chegada do Professor.
** As datas detalhadas e demais informações estão disponíveis no arquivo "Introdução à agricultura irrigada" que é a base das nossas aulas e pode ser acessado a partir da aba Atividades Acadêmicas no Canal da Irrigação da UNESP Ilha Solteira.
*** Exemplos do exterior são também bem vindos

Algumas dicas para uma apresentação em público...
- Apresentação ideal: 20% do tempo para a introdução, 70% para o desenvolvimento e 10% para a conclusão
- Powerpoint com efeitos MUITOS especiais? Melhor não, a não ser que seja absolutamente necessário
- Escreva frases-chave no Powerpoint (ou outro software de apresentação utilizado). E por favor, ao falar, não repita o que está escrito. A platéia agradece!
- Para conter um ataque de riso (ou de choro) por causa do nervosismo, contraia os dedos dos pés como se estivesse agarrando o chão.
- Não comece a apresentação se desculpando ou dizendo que vai dar uma "pincelada" no assunto.
- Em geral, recuar um pouco acalma, pois faz você ver as coisas mais de longe.
- Quando parar alguns instantes de andar, evite ficar com os pés paralelos. É melhor manter um pé um pouquinho à frente do outro. Deixe sua postura mais descontraída que facilita quando você for andar novamente.
- Ande pelo palco/sala, pois a movimentação mostra segurança e disposição de comunicar. Só tome cuidado para não parecer um pêndulo e fazer todo mundo cair no sono.
- Divida a platéia mentalmente em quatro partes e passeie o olhar nelas à medida que for falando.
- Se der branco, pergunte o que o pessoal entendeu até o momento.
- Imagine as perguntas que podem ser feitas e estude além disso. Prepare também slides extras com as respostas para mostrar no final. Sua eficiência vai causar uma ótima impressão.

NECESSIDADE HÍDRICA DA CANA-DE-AÇÚCAR NO NOROESTE PAULISTA

Na região do Noroeste Paulista uma das principais culturas é a Cana-de-açúcar. Esta cultura possui alto valor econômico e seus principais derivados são o açúcar (alimento) e o álcool (hidratado e anidro), imprescindíveis para o mercado mundial.

Para o uso corretamente da água  pela cana-de-açúcar, é fundamental identificar a necessidade hídrica durante todo o ciclo produtivo da cultura, desta forma, pode-se obter máximas produtividades. Diante disto, a Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira realizou um trabalho na região no qual determinou-se a evapotranspiração máxima da cultura da cana-de-açúcar, por meio da estimativa da evapotranspiração de referência e de coeficientes de cultivo, a fim de obter-se a necessidade hídrica total por safra, no Noroeste Paulista.

Figura 1. Localização das áreas de estudo
Neste trabalho foi estimada a necessidade hídrica da cana-de-açúcar em duas fazendas comerciais – uma no município de Rubineia e a outra no município de Andradina, conforme observa-se na figura acima.

Os valores médios de ETo e ETc obtidos para as duas fazendas comerciais são apresentados na Figura 1 e 2. No município de Andradina, as safras apresentaram valores médios de ETc que variaram entre 3,8 e 4,3 mm dia-1; já no município de Rubineia, os valores variaram entre 3,3 e 3,6 mm dia-1. Em função dessa variação, obtiveram-se valores médios entre áreas – 3,5 mm dia-1 para o município de Rubineia e 4,1 mm dia-1 para o município de Andradina. 


Figura 2. Valores médios de ETo e ETc nas fazendas comerciais em Andradina 


Figura 3. Valores médios de ETo e ETc nas fazendas comerciais em Rubineia
A necessidade hídrica da cana de açúcar, por safra, apresentou valores um pouco distintos entre os municípios analisados - 1095 mm/safra para Rubineia e 1595 mm/safra Andradina. 
Tal variação ocorreu devido, principalmente, à duração do ciclo da cultura, aos dias necessários para atingir a data de corte e aos valores de ETo.

Este trabalho è de grande importancia e relevante para a região, uma vez que apartir destes destes valores médios, torna-se possível realizar bons manejos de irrigação e o correto dimensionamento de sistemas de irrigação na região. Dessa forma, pode-se utilizar os recursos hídricos na agricultura irrigada de maneira sustentável. Acesse ao trabalho completo através do link: http://www.feis.unesp.br/irrigacao/pdf/necessidade_hidrica_cana_np.pdf


SERVIÇO:

- Informações sobre agricultura irrigada e agroclimatologia no noroeste paulista são publicadas regularmente BLOG da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira em http://irrigacao.blogspot.com
- Números e gráficos das estações agrometeorológicas no noroeste paulista estão em http://clima.feis.unesp.br
- Canal da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira: http://www.feis.unesp.br/irrigacao 
- Canal CLIMA da UNESP Ilha Solteira: http://clima.feis.unesp.br
- Pod IRRIGAR - O Pod Cast da Agricultura Irrigada: http://podcast.unesp.br/podirrigar
- Informações também em (018) 3743-1959


Vento forte no Noroeste Paulista

O início da noite de ontem foi marcado pela presença de ventos fortes na região. A Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista operada pela Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira registrou as seguintes velocidades do vento: 68 Km/h em Marinópolis, 55 Km/h em Itapura, 49,9 Km/h em Sud Mennucci (estação Santa Adélia Pioneiros), 46,1 Km/h em Populina, 37,4 Km/h em Ilha Solteira e 36,4 Km/h em Paranapuã, todos considerados de caráter Muito Forte.
Em Ilha Solteira o vento danificou parte da estrutura montada na praça dos Paiaguás onde nesta sexta feira está acontecendo a XV EXPOSIÇÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA evento realizado pela UNESP Ilha Solteira.
Parte da estrutura danificada pelo vento.


Parte da estrutura danificada pelo vento.

Felizmente a comissão organizadora cuidou de tudo para que o evento ocorresse normalmente e nós da Área de Hidráulica e Irrigação juntamente com outras áreas da UNESP Ilha Solteira estamos lá para receber os visitantes.
Os ventos fortes vieram acompanhados de chuva maior que 10 mm em Ilha Solteira e em Paranapuã, onde tivemos 14 mm e 24,1 mm registrados, respectivamente.

Total de chuva.
SERVIÇO:
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Chove em todo Noroeste Paulista

Após um longo período de seca, com estações registrando até 165 dias sem chuva (Ilha Solteira e Itapura), volta a chover em todo Noroeste Paulista.
A sexta-feira (15/09/2018) começou com temperaturas mais amenas e com previsão de chuva em toda região. O longo da semana ficou marcado por baixa umidade relativa do ar e algumas estações registraram o dia mais quente do ano.
Canal CLIMA da UNESP Ilha Solteira
Pois bem, todas as estações presentes no Noroeste Paulista monitoradas pela Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira  registraram volume de chuva superior a 10 mm. Os maiores volumes registrados foram nas estações Bonança (localizada no município de Pereira Barreto) e Itapura, ambas com precipitação de 23,6 mm, seguidas por Paranapuã e Santa Adélia Pioneiros (localizada em Sud Mennucci) com 18,8 mm e 17,5 mm, respectivamente.
A chuva caiu ao longo de todo o dia, sem grandes intensidades.
Canal CLIMA da UNESP Ilha Solteira
Neste sábado também tivemos precipitação e até o momento temos registrados 10,9 mm em Ilha Solteira, única estação com chuva superior à 10 mm.
Em relação a temperatura, todas as estações estão marcando neste momento temperaturas entre 22,6°C e 24°C.

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ILHA SOLTEIRA SUPERA DIA MAIS QUENTE DE 2018

Hoje, dia 13 de setembro de 2018, algumas estações da Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista monitorada pela Área de Hidráulica e Irrigação da Unesp Ilha Solteira registraram as maiores temperaturas do ano.

Abaixo está uma tabela comparando as temperaturas máximas de hoje, que superaram as maiores de 2018.


Com o período seco que já completa 164 dias se chuvas maiores que 10mm afetam a produção das culturas e pastagens, trazendo diversos prejuízos para diversos produtores, e ligado a essa falta de chuva temos valores baixos de umidade relativa e altos valores de temperatura que intensificam o processo de evapotranspiração, que deve ter a atenção redobrada do irrigante que possui uma cultura instalada com essas condições em campo.

É importante ressaltar que além de prejuízos a agricultura, essas condições climáticas podem trazer prejuízos para saúde da população e dos animais. Portanto algumas medidas devem ser adotadas para se manter confortável e saudável.


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BAIXA UMIDADE RELATIVA DO AR E ALTAS TAXAS DE EVAPOTRANSPIRAÇÃO NA REGIÃO NOROESTE PAULISTA

Na região Noroeste Paulista, alguns municípios chegaram a 162 dias sem chuvas, conforme registra a Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista operada pela Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira.
Nas cidades, a população sente também os efeitos da seca, com o registro de baixos valores da umidade relativa do ar durante o dia. Narinas, olhos e boca sentem mais o efeito da baixa umidade relativa do ar com valores abaixo dos 30%. 
A umidade relativa mínima do ar ontem (10) de acordo com as estações operadas pela Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira, esteve entre 12,4 e 17,7%, o que representa grande risco a população, indicando estado de alerta aos moradores. Recomendam-se alguns cuidados a serem tomados como evitar exercícios físicos no período das 10 às 16h, beber bastante água, pelo menos 2 litros por dia, entre outros.


Umidade média do ar atualizada a cada 1 hora.


O município de Itapura ontem (10) registrou o menor valor de umidade do ar 12,4%, com temperatura média de 37,1 °C às 13:47h, direção média dos ventos 147,7°, sendo assim vindos do Sudeste (rosas dos ventos é representada no mapa abaixo), com velocidade máxima considerada forte de 22,1 km/h, informações como essas, sobre a velocidade e direção são importantes na produção agrícola, pois o vento pode causar alguns efeitos, como transporte da umidade do ar e de calor na atmosfera, que vai influenciar diretamente nas taxas de evapotranspiração.
Ontem também foram registradas altas taxas de evapotranspiração em toda Região Noroeste Paulista. O município de Pereira Barreto (Estação Santa Adélia) registrou evapotranspiração de 6,5 mm/dia, com temperatura máxima de 36,7°C, velocidade do vento máxima de 25,0 km/h e umidade mínima de 15,4%. Sabendo-se que, a umidade do ar influência diretamente na demanda evaporativa da atmosfera, pode-se dizer que quando muito baixa pode torna-se prejudicial para plantas aumentando a taxa de transpiração.

Evapotranspiração de referência do dia 10/09.

Na irrigação, quando utilizamos métodos por aspersão, altas temperaturas e baixa umidade relativa têm efeito direto sobre as perdas de água por evaporação. Estas perdas podem ser consideradas altas quando ultrapassam 15%. As perdas de água por evaporação em irrigação por gotejamento são pequenas e desprezíveis, já na irrigação por microaspersão podem ser significativas. Sendo assim, nessas condições climáticas, irrigações realizadas no período diurno terá menor eficiência devido ao efeito da evaporação, muitas vezes, antes mesmo da água chegar ao solo.
Hoje (11) a umidade do ar continua baixa, valores mínimos entre 14,8 e 23,0% e temperatura máxima entre 35,0 e 37,4°C, conforme se observa nos dados disponíveis no Canal CLIMA da UNESP Ilha Solteira hospedado em http://clima.feis.unesp.br, com atualização a cada cinco minutos.


SERVIÇO:

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- Canal CLIMA da UNESP Ilha Solteira: http://clima.feis.unesp.br
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Setembro inicia com temperaturas elevadas e 153 dias sem chuvas

Chegamos ao fim do mês de agosto, que teve baixo índice de pluviosidade, sendo 6 mm acima da média histórica do mês. Contudo, é importante enfatizar que em alguns municípios da Região Noroeste Paulista, o déficit hídrico continua, chegando a 153 dias sem chuvas segundo o "placar" disponibilizado pelo Canal CLIMA da UNESP Ilha Solteira, que explica que na agricultura é considerado dia de chuva quando chove 10 mm ou mais em um mesmo dia. Nesse cenário de tantos dias sem chuva, a agropecuária sofre e não produz, dessa forma a utilização de sistemas de irrigação fazem a diferença.


Gráfico comparando a chuva histórica e  em de agosto de 2018
As chuvas que chegaram a região Noroeste Paulista foram de forma desigual, alguns municípios reiniciaram a contagem do número de dias sem chuvas, sendo eles Pereira Barreto (Estações Bonança e Santa Adélia), Sud Mennucci, Populina e Paranapuã. 
Ainda de acordo com as medições climáticas feitas pela UNESP Ilha Solteira a partir da Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista, quando analisamos o mês de agosto em outros anos notamos que, em 2017 foram 93 dias sem chuvas em média e já em 2016 foram 76 dias, sendo os déficit hídricos iniciados em junho. Este ano, cana-de-açúcar esta sendo uma das culturas que mais sentiram a seca, segundo Professor Dr. Fernando Braz Tangerino Hernandez “o setor canavieiro deve apresentar uma queda na produtividade e ainda sofrer consequências no próximo ano, devido a impossibilidade na renovação dos canaviais”.

Temperatura, evapotranspiração e vento.

Setembro iniciou com tudo, ontem (1) a temperatura média em toda região Noroeste Paulista chegou a 28 ºC, com o município de Ilha Solteira registrando a maior temperatura de 38,4 ºC as 14:07h, hoje (2) a temperatura máxima registrada pela Rede Agrometeorologia do Noroeste Paulista foi de 36 ºC em Populina às 12:59h. 
Conforme dados disponibilizados pelo Canal Clima da UNESP Ilha Solteira ontem foi registrado altas taxas de evaporotranspiração, com valores superiores a 5 mm/dia em toda região, com exceção dos municípios de Populina e Paranapuã. O Município de Pereira Barreto (Estação Santa Adélia) registrou a maior evapotranspiração de 7,0 mm/dia com a velocidade do vento atingindo 36,4 km/h e radiação de 18,6 MJ/m².dia. 

Evapotranspiração de referência de ontem (01/09)
Agora (17:20 horas - http://clima.feis.unesp.br/sobrepor/temp_umr.php) não há chuvas no Noroeste Paulista e a temperatura varia entre 22,5 ºC em Itapura em 24,4ºC em Sud Mennucci e a umidade relativa variando entre 68% e 72% e com tempo fechado.


SERVIÇO:
- Informações sobre agricultura irrigada e agroclimatologia no noroeste paulista são publicadas regularmente BLOG da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira em http://irrigacao.blogspot.com
- Números e gráficos das estações agrometeorológicas no noroeste paulista estão em http://clima.feis.unesp.br
- Canal da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira: http://www.feis.unesp.br/irrigacao 
- Canal CLIMA da UNESP Ilha Solteira: http://clima.feis.unesp.br
- Pod IRRIGAR - O Pod Cast da Agricultura Irrigada: http://podcast.unesp.br/podirrigar
- Informações também em (018) 3743-1959

Política Nacional de Agricultura Irrigada sofre alteração para facilitar o crédito ao Produtor de Alimentos Irrigante


Pod Irrigar - Política Nacional de Agricultura Irrigada é alterada e pode facilitar a tomada de crético para a produção de alimentos sob irrigação
O Brasil é um país continental de vocação agrícola histórica e assim o será sempre, mas em comum entre as diferentes culturas, seja perene, como o café, a laranja, as pastagens, a cana, ou anuais, como os grãos está a água, e a dependência do comportamento das chuvas leva à uma insegurança na missão de produzir alimentos que pode e deve ser mitigada pelos investimentos em sistemas de irrigação. O Congresso Nacional precisou de 17 anos para decidir que o uso de sistemas de irrigação é uma questão de Estado, e assim, a Lei 12.787 foi aprovada em 11 de janeiro de 2013 e instituiu a Política Nacional de Irrigação, ainda não implementada pelo Governo, que perde tempo em não focar e entender melhor o papel da nossa agricultura irrigada. Isso em todos os níveis, seja federal, estadual e municipal.
"A nova Política Nacional de Irrigação sob o paradigma do Estado subsidiário" foi tema da análise de Lívia Maria Oliveira Maier, em que destaca o reconhecimento da primazia da iniciativa privada, e consequente limitação da intervenção estatal, além da ampliação dos instrumentos de parceria entre público e privado. Em 2014 o Governo comemorava a aprovação da "Política Nacional de Irrigação como fator impulsionador da emissão de outorgas, que assegura o controle da quantidade e da qualidade dos usos e o acesso às águas nas bacias hidrográficas" e no dia 7 de agosto foi sancionada a Lei 13.702/18, que visa facilitar a liberação de crédito para produtores participantes de projetos públicos de irrigação, excluindo a possibilidade de lotes nessa situação serem retomados pelo governo, dando mais segurança aos bancos para liberar o crédito, tendo o terreno como garantia real hipotecária. O texto é originário da Medida Provisória 824/18, aprovada na Câmara dos deputados no mês passado.
A legislação estabelece obrigações para os produtores que participam dos cerca de 100 projetos públicos de irrigação - operados por aproximadamente 26 mil irrigantes - como adotar práticas de conservação dos recursos ambientais e pagar as tarifas pelos serviços de irrigação, uma vez que ao ingressar em um lote de um PPl ele dispõe de praticamente toda a infraestrutura de irrigação de uso comum para praticar a irrigação, incluindo o sistema de irrigação "on farm". Se o produtor não cumprir essas obrigações, o poder público poderia retomar o lote. A nova lei proíbe essa retomada quando o terreno estiver hipotecado junto a banco oficial em razão de financiamento para plantação irrigada. 
O presidente da República vetou a parte que previa que toda obra de infraestrutura de irrigação fosse considerada como de utilidade pública para fins de licenciamento ambiental - o governo argumenta que essa alteração poderia causar a supressão dessas áreas sem a necessária avaliação de alternativa locacional ou tecnológica e com isso, poderia haver “graves impactos ambientais e comprometer a qualidade e disponibilidade de água nos corpos hídricos, justamente nos recursos naturais imprescindíveis para os projetos públicos de irrigação” e ainda ampliou os limites de atuação da CODEVASF (A, B).
Com menos restrição de acesso ao crédito por parte do Produtor de Alimentos, a expectativa é que os efeitos multiplicadores da agricultura irrigada sejam ainda mais pronunciados.
Este foi o tema da edição de 31 de agosto de 2018 do [Pod Irrigar] - o Podcast da Agricultura Irrigada -, mas o Internauta também pode ouvir as outras dicas que estão disponíveis semanalmente a partir de http://podcast.unesp.br/podirrigar.

FIIB 2018


Estaremos presentes na FIIB 2018. Confira a programação e faça a sua inscrição antecipada. 


Aulas - Pós-Graduação - Botucatu
Na disciplina de "Manejo e operação de sistemas de irrigação" no Programa de Pós-Graduação em Irrigação e Drenagem, esta semana tivemos vários seminários, desde os conceitos iniciais da evapotranspiração real em função do armazenamento de água no solo, que viraram clássicos e utilizados até hoje até os mais recentes artigos sobre o tema, cegando aos Serviços de Assessoramento ao Irrigante, como o Servicio Integral de Asesoramiento al Regante de Castilla-La Mancha.
 
 
 Na região Noroeste Paulista, temos como apoio ao Irrigante o Canal CLIMA da UNESP, a parte visível da Rede Agrometeorológica, que fornece o valor da evapotranspiração de referência atualizado a cada hora e compõe um dos canais de comunicação operados pela Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira.

De maneira introdutória falamos de como medir a evapotranspiração atual e abordamos rapidamente os diferentes métodos baseados em micrometeorologia e sensoriamento remoto, em que o SSEBop, adotado pelo USGS, e aqui no Brasil, pela ANA, é um deles. Em postagem anterior, falamos de outros métodos.
A satisfação de encontrar também o Professor Carlos Alexandre Costa Crusciol, hoje uma referência em pesquisa e aplicação prática em várias culturas, entre elas cana. Crusciol, atualmente Professor da UNESP Botucatu é formado em Engenharia Agronômica na UNESP Ilha Solteira, assim como sua Orientada de Doutorado Miriam Büchler Tarumoto, que teve recentemente a pesquisa intitulada "Use of basalt rock dust as mineral fertilizer to sustain sugarcane production" premiada durante conferência científica realizada por uma universidade da Inglaterra.


Mais água para o Ceará, mas com custo maior
Nova tarifa de água pode ser estipulada após transposição. O projeto Malha D'água prevê a construção de mais de 4.300 quilômetros de adutoras no Estado. Abrir a torneira para encher um balde com água pode parecer um ato simples. Barragens, adutoras e canais são construídos para abastecer residências e as indústrias. O custo para criar esse ciclo é alto e pode aumentar até o próximo ano. Em entrevista ao Diário do Nordeste, o titular da Secretaria dos Recursos Hídricos (SRH), Francisco Teixeira, revelou que a Pasta estuda com a Companhia de Água e Esgoto do Estado do Ceará (Cagece), um outro tipo tarifário de cobrança. Inicialmente, os órgãos aguardam a chegada das águas da transposição do Rio São Francisco para analisar um modelo que afete com menor custo possível o bolso do consumidor. Veja mais com mapas ilustrativos...

Brasil que queremos no futuro passa pelo negócio de produzir alimentos

População de Ilha Solteira