Capacitação, a profissão do futuro, grãos, recursos hídricos e muito mais... até inglês de graça



O Professor Elias Pereira Lima coordenou esta iniciativa pioneira para o município de Selvíria, no Estado do Mato Grosso do Sul que esclareceu que "mais que um Feira, executamos um projeto amplo com grande envolvimento na organização, com o objetivo de esclarecer dúvidas, medos, anseios, incertezas e conflitos para que os alunos encontrem o caminho para o futuro. Também, como objetivo ainda maior foi de fomentar, incentivar e instigar os estudantes a ingressarem na faculdade, fazendo com que reflitam sobre qual profissão escolher." E ainda acrescentou que "o desafio é manter a chama acesa, é fazer todos os dias, todos acreditarem que o desafio é grande e que somos capazes de enfrentar tudo apesar das dificuldades".


A UNESP Ilha Solteira esteve presente com quatro profissionais. O Engenheiro Mecânico Bruno Crepaldi Alves falou no dia 28 sobre os desafios da profissão escolhida, a Zootecnista Rosemeire da Silva Filardi conversou com os estudantes sobre este profissional que cuida dos animais, enquanto que o Engenheiro Civil Jairo Salim Pinheiro Silva explicou com é o dia a dia e as áreas de atuação deste profissional e no dia 30 de novembro de 2017 aproveitamos a nossa palestra com o tema "Engenheiro agrônomo: o que faz e seus desafios” para parabenizar o Professor Elias Pereira Lima pela sua iniciativa, lembrando a todos com exemplos de atuação em outras oportunidades da capacidade empreendedora deste Professor que deve ser aproveitada e valorizada por todos, para em seguida entrar na profissão de Engenheiro Agrônomo propriamente dita.

Iniciamos desmistificando o estereótipo que ainda predomina sobre o Engenheiro Agrônomo para explanar as competências da profissão, mostrando o quanto o curso é eclético, e sua importância social e econômica e também os desafios e alegrias provenientes da profissão, por fim ainda esclareceu as dúvidas dos estudantes.




As Orientadas Emanoele Amendola e Regiane Carvalho Bispo também estiveram à I Feira de Profissões de Selvíria. Ficamos muito contentes pelo convite e por participar desta iniciativa que pode abrir nossas oportunidades e incentivos aos estudantes que agora estão no Ensino Médio. Muito obrigado Prof. Elias e Parabéns!


E como não havíamos jantado, como saco vazio não pára em pé, lá fomos nós para o Trembão Food Truck, do amigo Gabriel Spini.

Agricultura irrigada

Uma empresa que ensina a colocar água no momento e na quantidade certa às plantas conseguiria ter seu Diretor, como uma das 100 personalidades mais influentes do agronegócio? Sim, água é fonte de vida e de recursos e oportunidades e a CEO e fundadora da Agrosmart, Mariana Vasconcelos foi assim reconhecida. Confira a matéria da revista Dinheiro Rural. Receba aquele abraço e os parabéns de todos da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira.

Barragens e recursos hídricos


"Qualidade da água do rio Setúbal em Jenipapo de Minas - MG após construção de barragem" (MARTINS et al, 2017), "O conceito de bacia hidrográfica e a importância da caracterização morfométrica para o entendimento da dinâmica ambiental local" (TEODORO et al, 2007), "Caracterização morfométrica da microbacia do Córrego do Coqueiro no Noroeste Paulista" (ANDRADE et al, 2009), "Análise morfométrica da sub-bacia hidrográfica do córrego Horizonte, Alegre, ES" (FERRARI et al, 2013) e "Caracterização morfométrica da microbacia Água do Paredão - Jataizinho, PR" (RIBEIRO et al, 2015) são exemplos de artigos que ilustram muito bem grande parte do conteúdo desenvolvido na disciplina de Recursos Hídricos neste semestre, cuja bibliografia completa e material didático está disponível no Canal da Irrigação da UNESP Ilha Solteira.

"A garantia para assegurar o controle quantitativo e qualitativo destes recursos perpassa a necessidade de se alterar a política de governança para encarar o desafio de forma multifacetada, interdisciplinar e
sistêmica, para que a gestão ocorra de forma integrada e indissociável. A complexidade e as especificidades do tema requerem a modernização e dinamização dos sistemas de gestão, para garantir o controle, a produção e a proteção para o uso sustentável dos recursos hídricos." Assim é apresentado pela CATI o Projeto Água Viva, que vale a pena ser consultado e assimilado. Parabéns a toda a Equipe.

Treinamento - Capacitação



Outra foram de se melhor se capacitar é através das aulas presenciais e sob a Coordenação do Professor Dr. Everardo Chartuni Mantovani, a IRRIPLUS - empresa estabelecida em Viçosa - já treinou mais de 650 alunos, os cursos são teóricos e práticos, com avaliação e demonstração dos sistemas de irrigação (Pivô Central, Aspersão, Gotejamento, Microaspersão), aplicando na prática a teoria vista em sala. Os alunos recebem todo material didático ministrado nas aulas, além de material de apoio, softwares de manejo e projeto de irrigação, catálogos de produtos, dentre outros.


E a nossa apresentação no Inovagri / CONIRD 2017 "WEATHER NETWORKS AND REMOTE SENSING: FOR WHAT AND TO WHOM? - THE NORTHWESTERN SÃO PAULO STATE WEATHER NETWORK CASE”, está disponível.

Armazenamento - Silos - Grãos - Cana


Inglês para todos

AHI da UNESP de Ilha Solteira participa da 1ª Feira de Profissões em Selvíria-MS

Nesta última quinta-feira (30), a Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP de Ilha Solteira participou da 1ª Feira de Profissões da Escola Estadual Ana Maria de Souza em Selvíria -MS. O Professor Dr. Fernando Braz Tangerino Hernandez foi convidado a ministrar uma palestra com o tema "Engenheiro agrônomo: o que faz e seus desafios”, onde foram explanadas as competências da profissão, mostrando o quanto o curso é eclético, sua importância social e econômica e também os desafios e alegrias provenientes da profissão, por fim ainda esclareceu as dúvidas dos estudantes.



O aluno de graduação em Engenharia Agronômica Pedro Henrique Fontes, participou explicando a importância do trabalho realizado pela equipe da AHI que opera a Rede Agrometeorológica da UNESP Ilha Solteira, e mostrou a influência e relevância do monitoramento climático na agronomia, bem como, em outras profissões.




Participaram da palestra, professores e mais de 70 alunos do ensino médio. Ao final, a organização e os alunos presentearam e dedicaram  música ao palestrante.






Nós da Equipe da AHI parabenizamos e agradecemos o convite, a Escola Estadual Ana Maria de Souza e ao coordenador geral da Feira de Profissões, professor Elias Pereira Lima.


SERVIÇO:
- Informações sobre agricultura irrigada e agroclimatologia no noroeste paulista são publicadas regularmente BLOG da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira em http://irrigacao.blogspot.com
- Números e gráficos das estações agrometeorológicas no noroeste paulista estão em http://clima.feis.unesp.br
- Canal da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira: www.agr.feis.unesp.br/irrigacao.php
- Canal CLIMA da UNESP Ilha Solteira: http://clima.feis.unesp.br
- Pod IRRIGAR - O Pod Cast da Agricultura Irrigada: http://podcast.unesp.br/podirrigar
- Informações também em (018) 3743-1959

Chuva aperta no noroeste paulista

Nesta quinta feira o noroeste paulista voltou a receber chuvas maiores que 10 mm. A informação é da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira, que opera a Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista na região. O município de Ilha Solteira registrou um volume de chuva de  56 milímetros, ou seja, choveram 56 litros de água em uma área de um metro quadrado, a intensidade chegou a 101 mm/h, causando alagamentos na cidade. No ano a chuva neste município já soma 1.348 mm, sendo o esperado em 2017 de 1286 mm para este município. No mês de novembro eram esperados 146 mm, mas já acumulou-se 296 mm com a chuva desta tarde, praticamente o dobro. Também registrou-se chuva nos municípios de Populina, Pereira Barreto (estações Santa Adélia e Bonança), Itapura, Sud Mennucci (estação santa Adélia Pioneiros) e Marinópolis.
As chuvas ocorridas nesta tarde podem ser classificadas como chuvas convectivas, caracterizadas pela ascensão do ar quente durante o dia, que se condensam e caem na forma de chuva. Popularmente chamadas como chuvas de verão, normalmente são de alta intensidade, localizadas e de baixa duração. Tais chuvas "mostram alguns sinais" que aconteceram em breve, como mostrado no gráfico, a temperatura tem uma grande queda, com rápida elevação da umidade relativa do ar, além de ventos com constantes alterações de velocidade e direção.


SERVIÇO:
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A Internet como ferramenta de redução de custos e otimização de receitas na irrigação

Alunos das disciplinas de Hidráulica, Hidrologia e Agrometeorologia da Faculdade AEMS de Três Lagoas visitam o Laboratório de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira em 25/11/2017. 

[Pod Irrigar] - O controle à distância do sistema de irrigação e a Internet das Coisas
Em outra edição do PodIrrigar dissemos que vivemos em uma sociedade em mudança, sendo dinâmica, instável e evolutiva, cuja adaptação a essa realidade será, cada vez mais, uma questão de sobrevivência. 
Nesta condição devemos ficar atentos às novas tecnologias e como elas podem e devem resultar em benefícios ao nosso dia a dia, seja na produtividade e eficiência dos nossos negócios, seja, liberando tempo para outras atividades.
Neste sentido, com frequência escutamos IoT, acrônimo de Internet das Coisas. Mas o que seria isso?


Significa que não precisamos estar no local exato onde as coisas acontecem, para fazer com que elas aconteçam. Complicou? Não! Por exemplo, posso estar no meu escritório e daqui mesmo acionar ou desligar um sistema de irrigação. Posso também determinar qual a quantidade total de água que desejo aplicar sobre um solo.
Isso é possível pela combinação de hardware e software interligados pela Internet.
E para que eu faria isso? Apenas para dizer que sou um Irrigante conectado, moderno? De maneira alguma!
Mais do que ligar, desligar, fiscalizar, o uso de ferramentas que permitem o controle dos sistemas de irrigação à distância permitem otimizar o uso da água, reduzir custos operacionais e mais ainda, possibilita um planejamento rigoroso do uso da água, que se bem alicerçado em conhecimento técnico aumentará a produtividade e reduzirá custos de produção, além de fazer bem ao meio ambiente, pelo menor uso da água e energia.


Hoje há no mercado e possíveis de interligação com a Internet, desde sensores que nos dizem qual a umidade no solo e a evapotranspiração das culturas até sistemas - desde os mais simples até os mais complexos - que permitem o planejamento e o uso da água na agricultura.
Procure um Engenheiro Agrônomo ou Agrícola, converse com uma empresa especializada em irrigação, tente saber mais sobre como a Internet das Coisas pode ser útil para o seu negócio.
Este foi o tema da última semana do [Pod Irrigar], mas o Internauta também pode ouvir as outras dicas que estão disponíveis semanalmente a partir de http://podcast.unesp.br/podirrigar.








IRRIGO - Excelente iniciativa
Parabéns pela iniciativa! A IRRIGO tem desempenhado um importante papel de representatividade e valorização da agricultura irrigada. 

Chuva e evapotranspiração no Noroeste Paulista
Fim de semana de muita chuva na região Noroeste Paulista e neste domingo em Ilha Solteira a chuva leve, daquelas "que molham o solo" começou pouco mais das 14 horas e se manteve até o momento que escrevemos esta resenha e na média acumulada da região já são 178 mm em novembro. 
A Barranca do rio Grande lidera em volume de chuvas no mês com 260 mm em Paranapuã e 208 mm em Populina. Marinópolis no centro da região tem o menor volume com 124 mm. às margens do rio Tietê os volumes registrados no mês foram de 144 mm em Sud Mennucci, 147 mm em Pereira Barreto - Estação Bonança e 183 mm em Itapura. Ilha Solteira às margens do rio Paraná registrou 204 mm e Pereira Barreto em seu lado Noroeste - Estação Santa Adélia a registrou 151 mm. Dracena na região da Nova Alta Paulista acumulou 212 mm este mês.


Já em relação à evapotranspiração, a média da região ficou em 4,3 mm/dia, variando entre 4,1 mm/dia em Populina e 4,6 mm/dia em Itapura.


Extensão Rural
A Extensão Rural nos Estado de São Paulo contou a importante liderança do Engenheiro Agrônomo José Carlos Rossetti que foi o Coordenador da CATI em várias gestões, além de exercer outros cargos. Relembre parte da sua palestra "Perspectives from Extension Service on the use of Internet capabilities for agrometeorology advisory services and products" proferida em 7 de maio de 2012 no Workshop "Strengthening Weather and Climate Services in a Sustainable Agriculture and  Climate Change Perspective through Communication and Dissemination" em Campinas.



A Extensão Rural tem um papel muito importante na transferência de conhecimento e tecnologia. Em relação à irrigação, a decisão de quando e quanto irrigar, mesmo com técnicas e sensores modernos, como citados na edição desta semana do [Pod Irrigar] muitas vezes não é de fácil compreensão e aumenta a importância do extensionista para que tenhamos o uso cada vez mais racional da água na agricultura. O video abaixo traz um Irrigante que tem tido sucesso, mas pela sua simples fala, percebe-se que há muito à evoluir e aprender, o que aumenta a dificuldade e responsabilidade para os profissionais que os assistem.


Entretenimento

Domingo chuvoso no Noroeste Paulista

A chuva chegou em quase todo o Noroeste Paulista neste domingo.


A Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista, monitorada pela Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira, já registrou chuva em quase todo Noroeste Paulista.

A estação de Paranapuã e Itapura registraram os maior volumes do dia, chegando à 27.2 mm e 34.5 mm respectivamente. Nas outra estações monitoradas a chuva ainda não chegou a 10 mm, que é considerado o volume ideal de chuva para agricultura.



Em Itapura foi registrado uma intensidade de 112 mm/h às 13:55, e foi diminuindo com o passar do tempo. 
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Produção agrícola, armazenamento, infra estrutura e segurança alimentar



A apresentação utilizada nas aulas é um ótimo roteiro para os estudos e aprofundamento do aprendizado, pois contém muitos links externos utilizados para a formulação dos argumentos apresentados. Por decisão do Professor, informações dos anos anteriores, incluindo as safras, foram mantidas como forma de preservar e sistematizar os fatos que caracterizaram estas safras, sem prejuízo da bibliografia indicada para a disciplina de Armazenamento e Beneficiamento de Grãos. Também os marcadores ArmazenamentoLogísticaGrãosSegurança alimentar, além de Aulas, são opções indicadas para o entendimento dos temas abordados. Nesta postagem, em ordem cronológica, estão alguns fatos que ganharam a imprensa desde o semestre anterior e completam os temas compilados também nas postagens do dia 8 de maio de 2016, de 10 de dezembro de 2016 (com videos) e ainda de 13 de junho de 2017.  A CONAB realiza o seu Levantamento da Safra muito alicerçado em geotecnologia (imagens, GLAM Project, SIGABrasil), o IBGE desde 1972 opera o LSPA - Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (acesse o de agosto de 2017),  com publicações que devem ser adequadamente consultadas.

Importância do agronegócio paulista
Em 2016, o agronegócio no Estado de São Paulo registrou um superávit de US$ 13,40 bilhões, representando um aumento de 23,4% em relação ao resultado da Balança Comercial de 2015, quando houve um superávit de R$ US$ 10,86 bilhões.  As exportações do agronegócio paulista tiveram um crescimento de 12,8%, atingindo US$ 17,92 bilhões, enquanto as importações setoriais caíram 10%, somando US$ 4,52 bilhões. Em 2015, as exportações e importações setoriais chegaram a US$ 15,88 bilhões e US$ 5,02 bilhões, respectivamente.
Grupos de produtos agropecuários representando 80,7% das vendas externas do segmento: (1)  Complexo sucroalcooleiro (US$ 7,78 bilhões, com as exportações de álcool representando 11,0% desse total); (2) Carnes (US$ 2,01 bilhões, em que a carne bovina respondeu por 79,4%); (3) Sucos (US$ 1,81 bilhão, dos quais 98,1% referentes a suco de laranja); (4)  Produtos florestais (US$ 1,52 bilhão) e (5) Complexo soja (US$ 1,34 bilhão). Apesar da classificação de grupos se manter a mesma do ano anterior, eles passaram a ser 3,6% mais representativos no total do comércio externo do agronegócio paulista  do que em 2015.

30/08/2017: Argentina deve sofrer com excessos hídricos no início da safra de verão 17/18, mas situação tende a melhorar. As inundações na região do Pampa úmido, que, como antecipou o La Nación, comprometem quase um terço da produção agropecuária da Argentina, poderiam se agravar nos próximos dias em decorrência de novas chuvas, segundo alertaram especialistas em climatologia. Segundo Pablo Mercuri, diretor do Centro de Recursos Naturais do Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária (INTA) do país, esta é a quinta safra consecutiva que apresenta a situação de fortes excessos hídricos ao final do inverno. O fenômeno ocorre desde 1978, mas agora vem com maior intensidade. Das províncias afetadas, Mercuri aponta que Buenos Aires é a que está em condições mais difíceis, já que são de 5 a 6 milhões de hectares afetados.
24/11/2017: Brasil já embarcou, até outubro, 50 mi de t de soja para China. Safra 2017/18: a avaliação da Abiove da safra 2017/18 do Brasil, até este momento, é positiva, com as lavouras se desenvolvendo bem em quase todas as áreas produtoras do país. "Tivemos um atraso, mas nada que prejudique muito. Acredito que possa prejudicar mais o milho safrinha esse atraso", explica o presidente da associação. "Claro que não teremos a produtividade de 2016 - porque o ano passado foi um ponto fora da curva, mas são condições boas (sobre a soja)", completa. Assim, Trigueirinho acredita ainda que este deva ser um momento de preços estáveis, com o mercando se reequilibrando e buscando manter os US$ 10,00 por bushel na Bolsa de Chicago.

MANEJO DE IRRIGAÇÃO EM GRAMADOS

A água é um componente necessário para a manutenção e o ótimo estado dos gramados, sendo um elemento vital, uma vez que se torna parte de processos importantes como a nutrição, regulação térmica ou transporte de substâncias. Quando o consumo da água é maior que a chuva recebida, isso torna a irrigação essencial para a manutenção correta dos gramados.

Imagem do Google
Para o manejo da água a ser aplicada pela irrigação sempre temos as questões : “Qual a quantidade de água que devemos aplicar na grama?” e, “Com que frequência e quanto tempo o sistema necessita funcionar?” estes são os dois fatores determinantes para um bom manejo de irrigação de gramados.
O clima local é uma das principais fatores que deve influenciar a quantidade de água necessária para ser aplicada para manter um bom desenvolvimento da planta. O requerimento de água pela planta inclui a água perdida por evaporação no solo e pela transpiração, que é a água efetivamente utilizada pela planta. A combinação destes fatores é chamada de evapotranspiração. 

A Evapotranspiração pode ser determinada por meio de Estações Agrometeorológicas (Rede agrometeorológica do Noroeste Paulista) obtendo-se o valor da evapotranspiração de referencia que ao ser multiplicado por um coeficiente "Kc", que depende da fase de desenvolvimento da planta, no caso da grama temos que considerar pelo menos dois modelos de estádio de desenvolvimento dependendo da maneira em que a grama é plantada. Se for com sementes teremos um estádio inicial (Estádio I) que é do plantio até o nascimento da terceira folha, e um (estadio II) que seria quando a grama já tenha coberto totalmente o solo. 
o resultado da Evapotranspiração de referencia multiplicado pelo Kc vai representar o valor da evapotranspiração da cultura.



Modelo para determinar a Evapotranspiração da Cultura   Fonte: Boletim 56.
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Notas de Irrigação e das Listas de Exercícios divulgadas - 2017


A revisão da Segunda Prova com esclarecimentos de dúvidas da matéria e das questões acontecerá no dia 23 de novembro de 2017 às 18 horas, na sala S-4.

Para a terceira prova o aluno poderá trazer livros, cadernos e notebook, para consulta. Também deverá entregar o trabalho de Hidrometria.


Chuvas já superam o esperado no Noroeste Paulista

A noite foi de chuva para os moradores do Noroeste Paulista, segundo a Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira, que opera a Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista, desde ontem ás 20:00 horas até o momento fora registrado chuvas com grande variabilidade espacial. Os índices variaram de 5,6 mm na barranca do Rio Tietê até 73,4 mm em Populina . Em Ilha Solteira, nestes dois dias foram registrados 17,8 mm. Podemos dizer que a chuva desta noite foi concentrada nos municípios localizados na barranca do rio Grande, pois desde a meia noite de hoje foram registrados 51,8 e 32,5 mm em Populina e Paranapuã respectivamente. Em Populina a chuva atingiu 61,2 mm/h ás 01:05 horas de hoje, e não era registrado uma precipitação maior que 50 mm no mês de Novembro desde o dia 26/11/2014, quando choveu 51,8 mm.
Chuva registrada da 00:00 ás 10:00 de hoje, 22/11/2017.
Com a chuva das últimas horas as estações Paranapuã, Populina e Ilha Solteira já superam as médias históricas para o mês de novembro, enquanto Itapura e Bonança ainda estão longe de superar a média. Em Paranapuã a chuva em novembro de 2017 já registra 201,4 mm enquanto o esperado era de 145 mm, superando em 56 mm, porém na estação Bonança (Pereira Barreto) o índice em 2017 foi de 113,7 mm até o momento, enquanto o esperado é de 175 mm, será que os 62 mm "faltantes" ainda vem? Ficamos na torcida.
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Após uma semana quente, sábado é marcado por chuvas

A quarta-feira desta semana foi marcada por valores altos de temperatura, umidade relativa do ar e evapotranspiração.

A Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista, operada pela Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira, apresenta o Mapa da Evapotranspiração de Referência, que nos mostra que o menor valor desta variável foi registrado pela estação de Ilha Solteira, com 5.2 mm/dia, enquanto o valor mais alto foi registrado pela estação de Dracena, com 7.0 mm/dia. 


Mapa referente ao dia 15/11/2017 - Canal Clima

Começo das chuvas

A chuva começou de leve no início do fim de semana, onde o volume máximo de chuva registrado pelas estações foi de 7.9 mm, pela Estação Dracena. 



Já no dia 18 de novembro (sábado) a chuva veio com mais força em todo o Noroeste Paulista.
Na Estação Bonança (Pereira Barreto) foi registrado um volume de 47 mm, com uma intensidade de 57.6 mm/h às 18:25, e na estação de Santa Adelia Pioneiros (Sud Mennucci) um volume de 37.3 mm, com uma intensidade de 63.6 mm/h  às 18:45.


Confira algumas imagens e vídeos da chuva na região

Registro da chuva nas estradas do Noroeste Paulista.


Registro da chuva nas estradas do Noroeste Paulista.


Time-lapse feita por Jean Quaresma Mariano, da chuva de ontem em Piracicaba. Representa um período 40 minutos 

Chuva hoje

Hoje (19/11/2017) a chuva ainda não chegou de forma expressiva no Noroeste Paulista.




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