Domingo de chuva forte na região Noroeste Paulista

O Noroeste Paulista acordou sob chuva forte neste domingo (18). Segundo a Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira, que opera a Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista, os municípios de Pereira Barreto (Estação Santa Adélia), Marinópolis e Ilha Solteira registraram 59, 34 e 23 mm de chuva desde á 00:00 de hoje. No mês de fevereiro as estações Populina e Paranapuã, ambas na barranca do Rio Grande, foram as estações que apresentaram maior volume precipitado desde o início do mês com 136 e 125 mm registrados. Vale lembrar que grande parte dos municípios do Noroeste Paulista não atingiram o volume esperado para o mês de fevereiro este ano.
Chuva em fevereiro de 01 á 18 de fevereiro no Noroeste Paulista.

Em Pereira Barreto, na estação Santa Adélia, desde as 00:00 horas foi registrado um volume de chuva de 58,9 mm, ou seja, choveram aproximadamente 59 litros a cada metro quadrado nas redondezas. Entretanto o que mais preocupou agricultores e a população residente próximo foi a intensidade da chuva, que corresponde basicamente á velocidade que a chuva está caindo. Entre 3:10 e 3:20 a intensidade média da chuva foi de 89,6 mm/ hora com um pico de 109,2 mm/h. O vento também se destacou na madrugada entre as 3:00 e 3:50 ficou classificado como Forte. No ano esta estação já registrou 400 mm e seguida por Marinópolis e Paranapuã com 383 e 367 mm, são os três municípios com os maiores índices pluviométricos de 2018. A estação Dracena foi a que registrou a menos marca até aqui com 181 mm.

SERVIÇO:
- Informações sobre agricultura irrigada e agroclimatologia no noroeste paulista são publicadas regularmente BLOG da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira em http://irrigacao.blogspot.com
- Números e gráficos das estações agrometeorológicas no noroeste paulista estão em http://clima.feis.unesp.br
- Canal da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira: www.agr.feis.unesp.br/irrigacao.php
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Termina Hoje o horário Brasileiro de Verão

O horário de verão no Brasil foi criado em 2008 com o intuito dos moradores dos estados vigentes economizarem energia durante os meses do verão, onde a duração do dia é mais longa, e assim,  para reduzir os gastos do governo com a geração de energia elétrica.

Estamos utilizando o horário de verão desde o dia 15 de outubro de 2017 e ele se finda hoje, 17 de fevereiro de 2018, quando as 00:00 os moradores de todo o estado de São Paulo - e também de outros 9 estados e o Distrito Federal - deverão voltar o ponteiro do relógio para as 23:00 horas.

Quais são os estados que adotam o horário brasileiro de verão?
São eles: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, Espirito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul, além do Distrito Federal.

Os estados em verde adotam o horário de verão.
Vale lembrar aos usuários do Canal Clima  da UNESP Ilha Solteira, que não utilizamos o horário de verão no canal, sendo assim, nossos serviços continuarão a serem prestados normalmente e sem transtornos.

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Chuvas com grandes variações em fevereiro

A chuva encerrou Janeiro com muitos estragos na região Noroeste Paulista. Em fevereiro houveram relatos de alagamentos e árvores caídas em alguns dos municípios monitorados pela Área de Hidráulica e Irrigação da Unesp Ilha Solteira, que opera a Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista.

Fato é que a chuva apresentou grande variação no seu volume em cada município, enquanto Populina já recebeu um volume de 16% maior que o esperado, Ilha Solteira recebeu apenas 18 mm desde o dia 1 de fevereiro de 2018, o que representa apenas 11% do esperado para o mês.

A explicação para isto está ligada á ocorrências de chuvas convectivas, ou chuvas de verão - ou ainda chuvas de manga - que se formam, ao final de um dia quente e com elevada taxa de evapotranspiração. Normalmente estas chuvas possuem grande intensidade e baixo volume total, sendo assim elas costumam ser de pouca duração e muito localizadas.
Chuva variou muito na região noroeste paulista nesta quinzena de fevereiro.
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AGENDA DE EVENTOS

13 a 15 15 de março de 2018 - FENICAFÉ e XX SIMPÓSIO BRASILEIRO DE PESQUISA EM CAFEICULTURA IRRIGADA
O XX SIMPÓSIO BRASILEIRO DE PESQUISA EM CAFEICULTURA IRRIGADA, que será realizado na cidade de Araguari - MG. O simpósio tem o apoio da Associação dos Cafeicultores de Araguari - ACA, da Universidade de Uberaba - UNIUBE, do Consórcio de Pesquisa Café – Embrapa Café, da Associação Brasileira de Engenharia Agrícola - SBEA e da Associação Brasileira de Irrigação e  Drenagem - ABID, e será realizado no dia 14/03/2018.
O evento tem por objetivos a discussão e a divulgação de técnicas e pesquisas relacionadas à cafeicultura irrigada e será realizado em conjunto com o XXIII Encontro Nacional de Irrigação da Cafeicultura no Cerrado - FENICAFÉ 2018 e a XXI Feira de Irrigação em Café do Brasil, no período de 13 a 15 de março de 2018. Estes eventos são tradicionais e têm grande participação de técnicos, produtores, autoridades, fabricantes e revendedores de equipamentos e demais interessados no agronegócio café.
Os artigos deverão ser inseridos na home-page do simpósio (www.fenicafe.com.br) a partir de 20/01 até o dia 18/02/2018. As normas para envio dos trabalhos também estarão disponíveis neste site, além do envio via correio eletrônico para todos os pesquisadores. O Comitê Científico do Simpósio emitirá o primeiro parecer a respeito dos trabalhos até o dia 28/02/2018, devendo as correções finais serem feitas no site até o dia 07/03/2018. Os trabalhos aprovados serão publicados nos Anais do evento, ISSN 2358-9973.

13 a 16 de março de 2018 - "III Seminário Solo e Água no Contexto de Desenvolvimento em Bacias Hidrográficas" e V Workshop Internacional de Irrigação
Promovido pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba (Codevasf) em parceria com o Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário (SINPAF) que acontecerá na sede da Codevasf em Brasília e é destinado a técnicos que estejam atuando na área de solo e água em desenvolvimento regional. Além de estudantes de graduação e pós-graduação, professores, empresários, consultores ambientais, gestores, representantes de organismos nacionais, internacionais, governamentais e não governamentais. Os interessados devem se inscrever no link http://www2.codevasf.gov.br/programas_acoes/seminario-solo-e-agua e acompanhar o calendário.


18 a 23 de março de 2018 - 8o. Fórum Mundial da Água
Brasília - DF. http://www.worldwaterforum8.org    E no Facebook também.

23 a 25 de maio de 2018 - Sobral - CE



 de março de

- SEMINÁRIOS SEMANAIS DA ÁREA DE HIDRÁULICA E IRRIGAÇÃO
Foram realizados seminários pelos integrantes da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira, das 18 às 19 horas na Sala de Reuniões do LHI e aberto aos interessados em geral. Conheça a programação!

OUTROS EVENTOS
O sítio do The Consortium of Universities for the Advancement of Hydrologic Science, Incorporated (CUAHSI) apresenta uma agenda de eventos. Confira: http://www.cuahsi.org

FORTES CHUVAS CAUSAM ESTRAGOS NA REGIÃO NOROESTE PAULISTA

Na madruga da quarta feira tendo início por volta de uma dá manhã e se estendendo até o amanhecer do dia, grandes volumes e intensidades de chuvas foram registrados em toda a Região Noroeste Paulista.
Gráfico de 5 minutos CANAL CLIMA

Ilha Solteira registrou um volume de 93,2 mm com uma intensidade de 94,8 mm/hora, sendo a maior intensidade de chuvas registrada em toda a região. A estação Bonança registrou um volume de 67,8 mm com uma intensidade de 39,6 mm/hora. A estação localizada no município de Marinópolis marcou 57,4 mm com uma magnitude de 57,6 mm/hora. A estação Santa Adélia onde mais choveu registrou 97,3 mm com uma intensidade de 67,2 mm/hora. Populina marcou 24,6 mm com uma intensidade de 30 mm/hora. Paranapuã também registrou uma intensidade de 30 mm/hora com um volume de chuva de 15,5 mm. As demais Estações Agrometeorológicas, Pioneiros e Itapura registraram chuvas inferiores a 20 mm.
Mapa de chuva diário CANAL CLIMA

Santa Adélia desde o ano de 2012 teve somente duas chuvas com volumes superiores ao registrado nessa madrugada sendo, 130 mm no dia 14/04/2014 e 107 mm no dia 28/12/2012.

Ilha Solteira desde o ano de 2000 obteve somente cinco chuvas com volume maior dos registrados hoje, sendo, 132 mm no dia 12/01/2013; 93,5 no dia 22/12/2012; 93,5 no dia 20/03/2008; 119,6 mm no dia 13/01/2008 e 118,6 mm no dia 25/01/2004.

Com a forte intensidade e o volume a chuva causou diversos estragos. Em Ilha Solteira a rotatória (Balão) sentindo ao município de Itapura está interditado na Rodovia SP 595

Rotatória Saindo de Ilha Solteira sentindo Itapura 

Rotatória Saindo de Ilha Solteira sentindo Itapura 

Entrada de Ilha Solteira

Na Rodovia dos Barrageiros sentido Ilha Solteira a Santa Fé do Sul no km 37 a água passou por cima da ponte e a pista encontra-se interditada no momento.
A entrada da Usina Vale do Paraná também se encontra interditada devido a quantidade de água na pista.

Entrada da Usina Vale do Paraná

Entrada da Usina Vale do Paraná

 As chuvas de janeiro ficaram acima da média histórica esperada para o ano de 2018, em quase todas as Estações Agrometeorológicas, com exceção das estações localizadas nos municípios de Paranapuã e Populina.
Janeiro de 2018 a Estação Bonança e Santa Adélia ficou acima da média histórica e acima do acumulado de chuvas de janeiro de 2017. Bonança choveu em janeiro desse ano 308 mm, tendo uma diferença a mais de chuva de 57 mm em relação ao ano de 2017 e 125 mm a mais comparado com a média histórica. No mês de janeiro de 2018 em Santa Adélia choveu 318 mm, um total de 113 mm  a mais que no ano de 2017 e 131 mm acima da média histórica, sendo que em janeiro de 2017 fechou acima da média histórica de chuvas, demonstrando que foi um ano que choveu muito em toda a Região Noroeste Paulista.

Chuvas históricas, chuvas de janeiro de 2017 e chuvas de janeiro de 2018 
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Com a chegada da chuva, a temperatura diminui no Noroeste Paulista

As estações, Ilha Solteira, Santa Adélia, Marinópolis, Populina e Paranapuã registraram volume de chuva superior a 10 mm durante a madrugada do dia de hoje, o maior valor de chuva foi registrado pela estação Marinópolis, 35.3 mm e o menor pela estação Populina, 10.4 mm. A chuva ocorrida na região do Noroeste Paulista veio junto com uma leve diminuição da temperatura, sendo que durante esta semana a temperatura veio aumentando gradativamente, registrando valores máximos da média em toda a região de 36.4 °C, e com uma máxima temperatura de 37.2 °C registrada pela estação Santa Adélia no dia 23/01/2018.

Mapa da chuva acumulada do 25/01/2018

Gráfico da temperatura máxima no mês de janeiro 
Hoje a temperatura máxima registrada na região foi nas estações de Ilha Solteira e Dracena com o mesmo valor de 33.1 °C. Na região também foi registrada hoje uma temperatura média máxima de 28.5 °C, sendo está a menor registrada durante a semana.


Mapa da temperatura do ar em 25/01/2018
Quanto a evapotranspiração, ontem tivemos elevadas taxas em toda a Região Noroeste Paulista, sendo a maior registrada na estação localizada no município de Marinópolis 6.1 mm/dia, ficando acima da média da região do mês de janeiro que é 4.1 mm/dia. 
As altas taxas de evapotranspiração registradas ontem foram repostas com a chuva ocorrida nesta madrugada que atingiu quase toda a região. Assim deixando os irrigantes tranquilos, que não precisaram utilizar seus equipamentos de irrigação nos próximos dias, considerando um bom armazenamento de água no solo, e desta forma diminuíram seus gastos no custo de produção final.

Mapa da Evapotranspiração de referência do 24/01/2018

Valores médios e totais da evapotranspiração de referência e chuva durante o mês de janeiro 
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Novidades da agricultura irrigada, carreira, atualidade, mudança de hábitos e entretenimento

Situação muito comum e sub-estimados os problemas decorrentes desta ação. Fonte: Engenharia Ambiental, Engenharia da vida.

[Pod Irrigar] - Segurança hídrica é conversa séria e exige muito mais discussão e conscientização
Parece simples e de fácil entendimento esta afirmação, mas não o é! Entender os recursos hídricos e garantir a segurança hídrica ou desenvolver a resiliência à falta ou excesso de água exige planejamento, conhecimento técnico, conscientização e investimentos, não sendo portanto, uma tarefa fácil de ser executada por gestores em diferentes níveis de decisão, seja pela dificuldade técnica em entender os problemas, seja pela priorização de investimentos, uma vez que recursos financeiros nem sempre estão totalmente disponíveis. Mesmo tendo os fenômenos climáticos adversos ocupado mais espaço na imprensa, é fundamental informar a sociedade de forma clara e objetiva sobre o tema. 
É por esta razão que a Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira tem como um dos seus fundamentos democratizar o conhecimento e a informação praticando transparência de ações. 
Chuva e sol se sucedem ano a ano e em 2017, não foi diferente. Por aqui, foram em média 92 dias sem chuvas no Noroeste Paulista e um volume de chuvas médio de 23% acima do esperado. O recorde de seca ficou com Populina com 132 dias sem chuvas e paradoxalmente, foi o segundo município em volume de chuva anual e janeiro, abril, novembro e dezembro foram meses de recorde de chuva, e em Ilha Solteira, maio e novembro também foram os meses mais chuvosos da história do monitoramento climático da região, estabelecendo o contraste que exige investimentos e mudança de hábitos e novamente se torna pauta para a imprensa. 
No caso do excesso das chuvas, um dos grandes erros é sub-estimar as vazões máximas e a sua capacidade de produzir danos e transtornos, e estes quando captados, geram imagens impressionantes, como as registradas em Goiânia na semana passada com a onda de cheia se deslocando. Volto ao artigo da Pollyana destacando que a manutenção da água na bacia hidrográfica por mais tempo é fundamental, lista práticas desejáveis e exemplos como o do Projeto Produtor de Água e suas variações, que precisam ser expandidos
Este foi o tema da edição de 18 de janeiro de 2018 do [Pod Irrigar] - o Podcast da Agricultura Irrigada -, mas o Internauta também pode ouvir as outras dicas que estão disponíveis semanalmente a partir de http://podcast.unesp.br/podirrigar.

Evapotranspiração em alta
Chuva dá uma trégua e a evapotranspiração elevada entra em cena nos último dias. Ontem rompeu a casa dos 6,0 mm/dia e para variar, no sábado também e já estamos com entre 4 e 11 dias na região Noroeste Paulista, como se pode acompanhar no Canal CLIMA da UNESP. Em Ilha Solteira hoje incríveis 36,7ºC às 16:02 horas, menos que ontem, com 36,8ºC à sombra. Hoje, Marinópolis lidera em temperatura, tendo registra 37,6ºC às 16:52 horas.


Agropecuária - Agricultura irrigada - Recordando notícias importantes que a sociedade precisa saber
Investimento de R$ 47 milhões garante abastecimento humano e produção irrigada com a captação de água sobre flutuantes e desassoreamento de canais de chamada no rio São Francisco que asseguram 150 mil empregos em projetos públicos de irrigação.

Segundo maior produtor de coco do Brasil, o Ceará responde por 15% de toda produção nacional. Em 2016, foram mais de 260 milhões de cocos colhidos no Estado, em uma área de 40,3 mil hectares, segundo dados do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No Estado, a cultura mostra-se atrativa e os produtores podem obter uma rentabilidade anual de aproximadamente R$ 2 milhões com uma área plantada de 160 hectares. No Brasil, o Ceará é superado apenas pela Bahia, responsável por um terço da produção do País e no RN cresce a produção de melão e puxa as exportações.

Codesp suspendeu a operações de cargas vivas no Porto de Santos. O veto ao transporte de cargas vivas no Porto de Santos, anunciado pela Companhia de Docas do Estado de São Paulo (Codesp) segue repercutindo no setor. Em nota divulgada à imprensa, a Associação Nacional da Pecuária Intensiva (Assocon), criticou a decisão alegando que a Codesp não fez nenhuma consulta técnica ao setor pecuário e cita trabalho do Grupo de Estudos e Pesquisas em Etologia e Ecologia Animal (ETCO) da UNESP Jaboticabal, Coordenado Professor Mateus José Rodrigues Paranhos da Costa, da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias.

Irrigação ou chuva na hora errada
Quase metade das lavouras de feijão estão em fase de maturação no Paraná, mas chuvas não dão trégua e colheita segue atrasada, enquanto isso, uma obrigatoriedade para campos oficiais, o que acontece quando o sistema de irrigação falha no meio do jogo?

Água - Entrevista - Recursos hídricos
Roda Viva promoveu debate internacional inédito sobre a escassez de água no dia 8 de janeiro de 2018 com o advogado norte-americano Seth Siegel. Nascido em Nova York, Siegel graduou-se em Direito e, mais tarde, especializou-se em assuntos relacionados à exploração da água, na Universidade de Wisconsin. Defensor de soluções diplomáticas e da colaboração entre países para conflitos internacionais relacionados com o assunto, tornou-se palestrante em universidades como Harvard, Yale e Princeton. Sua tese também tem sido tema de artigos escritos para o The New York Times, Washington Post e The Wall Street Journal. No livro Faça-se Água, lançado recentemente no Brasil, ele indica diretrizes para regiões que sofrem com a escassez e alerta para os riscos existentes para o abastecimento, em escala global. A bancada de comentaristas é composta pelo secretário-executivo da rede Observatório do Clima, Carlos Rittl; pelo diretor-geral da Editora Horizonte, Peter Milko; pelo repórter do jornal O Estado de S. Paulo, Edison Veiga; pelo presidente da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, Roberval Tavares de Souza; e pelo coordenador do Projeto Observando os Rios, da Fundação SOS Mata Atlântica, Gustavo Veronesi. O programa conta também com a participação fixa do cartunista Paulo Caruso.

E a ANA - Agência Nacional de Águas lançou o Relatório Conjuntura dos Recursos Hídricos 2017. Vamos conferir a situação dos recursos hídricos no Brasil?

Muita vezes olhamos para a água que passa debaixo da ponte, apreciamos a sua beleza, ou o excesso, ou ainda o estrago que a força das águas provoca, mas às vezes nem nos damos conta de como ela veio parar ali. O conceito de microbacia hidrográfica é cada vez mais utilizado com unidade de gerenciamento dos recursos hídricos. Assista o vídeo com imagens da Microbacia Hidrográfica do Córrego sem Nome.

E por falar em excesso de água, após chuva, a cidade de São Paulo amanhece com árvores caídas e semáforos com problemas. A Vila Madalena teve grande destaque na mídia. Mais uma vez o artigo da Pollyana Fernandes ganha importância ao reforçar a necessidade de planejamento em relação aos recursos hídricos.

Carreira - Negócios - Capacitação
Dois dos nossos Orientados no Programa de Pós-Graduação em Gestão e Regulação em Recursos Hídricos na UNESP estarão realizando em 23 de janeiro de 2018 seus Exames de Qualificação no Anfiteatro do LH2 no Prédio Central da UNESP Ilha Solteira. Às 09:30 h, Artur Bonini do Prado discutirá o "Monitoramento ambiental para boas práticas agrícolas", enquanto que as 14:00 h, Eliana  Cristina Mariano Nogarini discutirá o "Potencial de expansão da agricultura irrigada na Bacia Hidrográfica do Rio São José dos Dourados". A entrada é livre e os interessados estão convidados!

Preste atenção, manchete da Folha de São Paulo ontem: "Tecnologia afetará 16 milhões de de empregos  até 2013, diz estudo". 2030 está longe? Acredito que não! E sim a automação vai mudar as carreira e você, como está se preparando para vencer junto com a tecnologia? Saiba mais sobre quem sai e quem entra, flexibilidade, desegualdade e muito mais nesta extensa e interessante matéria.

Mudanças de rumo e a entrada em cena das fake news faz com que o Facebook tenta se reinventar -
Estratégia de manter seus usuários em conflito parou de trazer lucros. Confira!

E você, já conferiu a agenda de eventos de 2018? Sim, oportunidade para a capacitação profissional!

Entretenimento
Você saberia dizer quais foram eleitos os 10 maiores guitarristas de todos os tempos? Que tal conferir as dicas do "Pipocando Música"?

Fim de semana com altas taxas de evapotranspiração no Noroeste Paulista


A Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira, que monitora a Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista, vem registrando valores altos para a evapotranspiração em quase toda a região, juntamento com elevadas temperaturas.

Os altos valores começaram a aparecer no dia 20 de janeiro (sábado). A estação que registrou o maior valor foi Itapura, com 6.1 mm/dia.

 

Já ontem, dia 21 de janeiro (domingo), também foram registrados altas taxas de evapotranspiração, mas em contrapartida ao dia 20, tivemos chuva registrada em algumas estações. 
A estação de Santa Adélia Pioneiros (Sud Mennucci) foi a que registrou o maior volume de chuva, o que reduziu o valor de evapotranspiração de 6.1 mm/dia para 4 mm/dia.
Em Itapura foi registrado o valor mais alto de evapotranspiração, com 6.3 mm/dia.


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Temperaturas vem aumentando no Noroeste Paulista para 2018

A região do Noroeste Paulista é considerada a mais quente, e a que apresenta os máximos valores de temperatura no estado de São Paulo. Os registros de temperatura obtidos pelas estações agrometeorológicas monitoradas pela Rede Agrometeorológica do Noroeste da UNESP - Ilha Solteira  vem tendo um leve aumento nos últimos dias,  Ontem 18/01/2018 foram registrados ate agora os valores máximos de temperatura na região em media aos 35 °C.      
Quadro das temperaturas máximas registradas em 2018 no Noroeste Paulista
O Máximo valor foi registrado pela estação Santa Adélia Pioneiros localizada no município Sud Mennucci, 36,6°C e o minimo pela estação Dracena com valor de 34 °C.

Gráfico de Temperatura Máxima no período 01/01/2018 ate 18/01/2018 
Hoje 19/01/2018 a temperatura se manteve em media aos 34 °C na região, e já as estações Santa Adélia Pioneiros e Paranapuã registraram temperatura máxima de 35,5 °C.  
Mapa de Temperatura 19/01/2018
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Turvo-Grande tem a maior área irrigada do Noroeste Paulista, mas Baixo-Tietê tem o maior número de pivôs centrais

"A  produção de alimentos irrigados tem, em geral, sido vista com grande preconceito pelo cidadão urbano. Em um pensamento basicamente semelhante à visão de Monteiro Lobato, ele imagina o rural como atrasado, o que não deu certo, e o urbano como o avançado, o bem-sucedido.
Só quem quer ouvir pode largar este preconceito, por isso peço: ouçam o produtor rural! Deixe-o falar sobre o quão a água é importante para a existência de qualquer propriedade rural, ouse ouvir aquele que já cruzou os limites das urbes.
As crises hídricas estão batendo à porta cada vez mais amiúde, mas qual a solução? Cortar a irrigação! É claro! Este setor atrasado, dispendioso no uso da água, poluidor, degradante. Assim o pensamento leigo do cidadão urbano aponta. Vamos acabar com esta visão, essa sim atrasada, de que crises se resolvem de véspera. Não! Crises se resolvem com planejamento, com antecipação, com o uso dos instrumentos constantes na Política Nacional de Recursos Hídricos desde 1997." (Bento de Godoy Neto, em "O cidadão urbano e a água", 2 de janeiro de 2018).


[Pod irrigar] - UNESP conclui levantamento da área irrigada no Noroeste Paulista
Os números da área irrigada por pivô central no Noroeste Paulista já são conhecidos desde 4 de janeiro de 2018 com a defesa do Trabalho de Conclusão de Curso em Engenharia Agronômica por Mariele Squizato com o título "Evolução e identificação da agricultura irrigada por pivô central no Noroeste Paulista". Como Bolsista de Iniciação Científica da FAPESP entre 1 de dezembro de 2016 a 31 de julho de 2017 no projeto "Evapotranspiração e agricultura irrigada por pivô central no Noroeste Paulista" (Processo: 16/19209-5) Mariele realizou um importante trabalho constituindo o banco de dados relacional, base para novos desafios em pesquisa, principalmente os relativos à evapotranspiração incremental em nível de microbacia, município, bacia hidrográfica ou região e recebe os nossos parabéns pelo aprendizado e trabalho realizado. A ANA - Agência Nacional de Águas publicou o levantamento das áreas irrigadas por pivô central em 2014 e recentemente publicou o Atlas da Irrigação no Brasil e este trabalho traz o refinamento das áreas irrigadas na região Noroeste Paulista que apresenta o maior déficit hídrico do Estado.


Com a conclusão deste trabalho agora sabemos mais sobre a irrigação por pivô central no Noroeste Paulista, como por exemplo:
-  Entre julho de 2015 e dezembro de 2016, 22 novos sistemas pivô central foram instalados com um acréscimo de 764 hectares irrigados na região Noroeste Paulista, sendo que a UGRHI do Baixo Tietê teve o maior crescimento em área irrigada e em número de equipamentos, com 509 hectares e 11 equipamentos novos instalados.
- Neste período constatou-se também, que houveram perdas de 3 equipamentos e 57 hectares irrigados na UGRHI Turvo Grande.
- Equipamentos: 47% na Bacia do Baixo Tietê (BT), 8% no São José dos Dourados (SJD) e 45% no Turvo Grande (TG)
- Área irrigada: 28% no BT, 5% no SJD e 67% no TG;
- Pereira Barreto, Sud Mennucci e Riolândia são os municípios com as maiores áreas irrigadas.
Assim, conclui-se que a área irrigada total e de equipamentos  no final de 2016 foi de 16.501 hectares e 344 pivôs centrais instalados em 1.349 microbacias que compõem a região Noroeste Paulista, sendo que apenas 134 possuem área irrigada por sistema pivô central e que 48% são classificadas pela ANA (2013) como “Excelente” com relação ao balanço entre a vazão e a demanda de água, portanto há muito o que se trabalhar pelo incremento da área irrigada na região e aproveitar os efeitos multiplicadores da agricultura irrigada. 
Parabéns Mariele Squizato por este trabalho e agradecemos os Doutorandos Gustavo Gerlach e Regiane Bispo por participarem da Banca Examinadora e pela contribuição para o aprimoramento do trabalho!
Este também foi o tema da edição de 11 de janeiro de 2018 do [Pod Irrigar] - o Podcast da Agricultura Irrigada -, mas o Internauta também pode ouvir as outras dicas que estão disponíveis semanalmente a partir de http://podcast.unesp.br/podirrigar.


Artigo - Agricultura irrigada
Bento de Godoy Neto - Mestrando no ProfÁgua na UNESP Ilha Solteira - publica mais este artigo esclarecedor sobre o uso da água. Em "O cidadão urbano e a água" Bento lembra que é necessário acabar com visão atrasada, de que crises se resolvem de véspera. "Crises se resolvem com planejamento, com antecipação", e conclui Bento "... É tempo de encontrarmos razões no efetivo planejamento e na efetiva gestão dos recursos naturais, não só de forma cartorária, em forma de licenciamento ambiental ou outorgas de uso da água. Queremos gestão compartilhada e participativa, queremos todos um meio ambiente equilibrado e sadio para as atuais e futuras gerações..." Parabéns!

Aproveitamos para relembra seu outro artigo "Irrigar não é crime" que começa assim "Ser agricultor em Goiás não está fácil! A produção agrícola goiana é uma das mais expressivas de nosso País, com grande expertise na condução das lavouras já estamos entre os maiores estados em produção de soja (3º), sorgo (1º), milho (3º), feijão (3º), cana-de-açúcar (3º) e algodão (3º). Muito se deve à agricultura irrigada, Goiás conta hoje com mais de 250 mil hectares de área irrigada e muito ainda se tem para crescer em seus mais de 2,6 milhões de áreas plantadas, o potencial é enorme!" e termina assim "... Basta! Não deve ser crime produzir em Goiás, a regularização ambiental deve ser possibilitada pelo Estado através da desburocratização e padronização de prazos e procedimentos e não do caminho largo e fácil das multas e embargos."

Chuva na mídia
Seca e chuva em excesso: conviver com os extremos climáticos é o grande desafio da atualidade, tanto para os Profissionais como para a sociedade como um todo. Chamamos isso de desenvolver a resiliência. E é fundamental informar a sociedade de forma clara e objetiva. E a Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira tem como um dos seus fundamentos democratizar o conhecimento e a informação praticando transparência de ações. Em 2017, foram em média 92 dias sem chuvas no Noroeste Paulista e um volume de chuvas médio de 23% acima do esperado. Recorde de seca ficou com Populina com 132 dias sem chuvas e paradoxalmente, foi o segundo município em volume de chuva anual e quatro meses com recorde de chuva para os meses e foi tema da entrevista em 9 de janeiro de 2018 para a TV Tem, com os Jornalistas Eduardo Monteiro e Eduardo Andreu.



E excesso de chuva foi destaque na imprensa local, como o HojeMais e o Ilha de Noticias.

Um dos grandes erros que ao invés de diminuir a frequência com que acontecem, aumentam, é sub-estimar as vazões máximas e a sua capacidade de produzir danos e transtornos. Aqui, em Goiânia um exemplo. Daí, a necessidade não somente ter uma boa capacitação técnica em recursos hídricos, mas também um grande trabalho de conscientização.  Situações como esta, não tem soluções baratas e nem de curto prazo, pois exigem muito investimento, então, planejamento, e antecipação de processos são absolutamente necessários. Veja aqui o vídeo postado pelo Professor Fernando Coutinho de Oliveira da onda cheia que aconteceu em Goiânia este ano.

Evento - Capacitação

Cana
Mesmo variedades de cana campeãs da Ridesa ainda têm potencial de melhoramento por até 10 gerações. Cada geração de cana dura entre 12-15 anos. De 15 a 20 variedades novas da rede interuniversitária chegarão ao mercado em 2018 e o desafio atual, são as variedades cada vez melhores para solos fracos e um desafio quase impossível, é a cana resistente à geada é o que aponta a entrevista dp Coordenador de Melhoramento Genético da Rede Interuniversitária para o Desenvolvimento do Setor Sucroenergético (Ridesa), Hermann Hoffmann, ao Notícias Agrícolas.

Dicas de alimentos saudáveis

Entretenimento - Curiosidade - Música
Você sabia que Joe Satriani (no Programa do Jô) já foi Professor de guitarra de hoje de Steve Vai e Kirk Hammett (Metallica)? Se gosta de música que tal saber com foi isso?