Laboratório de Hidráulica e Irrigação da UNESP recebe visita de alunos da UNORP

Nesta manhã (16) a Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira recebeu 23 alunos do terceiro ano de Agronomia, coordenados pelas Professoras Marta Cecília Mallasen Nemoto e Luciana Teixeira de Paula. As atividades foram iniciadas ás 9:00 com a recepção dos visitantes e apresentação da equipe.

A manhã foi iniciada com a apresentação Laboratório de Hidráulica e Irrigação pelo Prof. Dr. Fernando Braz Tangerino HernandezPedro Henrique Fontes, que cursa graduação em Agronomia na UNESP, continuou falando um pouco sobre o tema Redes Agrometeorológicas: para quem? Que abordou parte do trabalho de extensão realizado pela AHI direcionado para irrigantes e também para o público de forma geral.


A visita seguiu com a apresentação do Engenheiro Agrônomo e Doutorando Diego Feitosa, que mostrou aos alunos um conteúdo mais voltado para área de hidráulica.
Diego explicou um pouco sobre o Número de Reynolds e sobre associações de bombas (em série e paralelo)



A visita seguiu com a apresentação das Engenheiras Agrônomas e Mestrandas em Sistemas de produção Vegetal Emanoele Amendola e Daniela Araujo sobre o sistema de filtragem de água para irrigação e um sistema de bombeamento.


Finalizando a visita, a Engenheira Agrônoma e Mestranda Larissa Farinassi falou um pouco sobre o manejo da irrigação via solo, com enfoque na tensiometria. A Doutoranda Regiane Carvalho Bispo encerrou com o manejo da irrigação via clima, através de métodos de estimativa da evapotranspiração de referência e uso da fórmula de Penman-Monteith FAO.



Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira é formada por alunos dos cursos em graduação, mestrado e doutorado em Agronomia, Coordenados pelo Professor Dr. Fernando Braz  Tangerino Hernandez, e desenvolve trabalhos relacionados com o tema Agricultura Irrigada. Em nome de nosso Coordenador e Integrantes, agradecemos aos visitantes e as Professoras Marta e Luciana pelo interesse em conhecer nosso trabalho e oferecer aos integrantes da Equipe AHI da UNESP a oportunidade de se desenvolverem e aperfeiçoar seus conhecimentos a cada nova apresentação realizada.


SERVIÇO:
- Informações sobre agricultura irrigada e agroclimatologia no noroeste paulista são publicadas regularmente BLOG da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira em http://irrigacao.blogspot.com
- Números e gráficos das estações agrometeorológicas no noroeste paulista estão em http://clima.feis.unesp.br
- Canal da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira: http://www.feis.unesp.br/irrigacao 
- Canal CLIMA da UNESP Ilha Solteira: http://clima.feis.unesp.br
- Pod IRRIGAR - O Pod Cast da Agricultura Irrigada: http://podcast.unesp.br/podirrigar
- Informações também em (018) 3743-1959

Lá Vai Água F. C. Tetra campeão da CopaAgro

A Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira parabeniza as meninas que formaram a equipe  LÁ VAI ÁGUA F.C. pela conquista do Tetra Campeonato da Copa Agro de Futsal Feminino. Na última quarta-feira ocorreu a final do evento realizado pelo Centro Acadêmico da Agronomia UNESP Ilha Solteira.

A equipe composta pelas meninas da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira, que desenvolvem seus trabalhos de pesquisa no Laboratório de Hidráulica e Irrigação (LHI) e no Núcleo de Apoio Computacional à Irrigação (NACI), e por suas amigas de outros grupos e cursos, fizeram mais um campeonato invicto desde a sua primeira formação no início de 2014.

Nessa última quarta-feira (dia 13 de junho de 2018) o LÁ VAI ÁGUA F.C. disputou a final contra a boa equipe da República Puleiro das Anjas. Foi um jogo emocionante que finalizou em 2 a 2, levando a disputa para as penalidades.

O Lá Vai Água Venceu a disputa nos penaltis por 2 gols (Viviane e Adrielle) contra apenas 1 da equipe Puleiro das Anjas (Aleja).


Confira abaixo algumas fotos do jogo:





VOCÊ CONHECE A ROSA DO DESERTO?

Você conhece a rosa do deserto? Não! 

Que tal passar no Laboratório de Hidráulica e Irrigação e conhecer?

Com 72 dias sem chuva, com a paisagem amarelada e seca, essa semana o Laboratório de Hidráulica e Irrigação está mais colorido, a rosa do deserto cultivada no vaso da entrada floriu.

A (Adenium obesum) rosa do deserto ou lírio-impala é uma planta domesticada como é conhecida, desembarcou há poucos anos no Brasil, mas desde que chegou, vem reunindo um grande número de adoradores e a Área de Hidráulica e Irrigação é mais uma. 
Rosa do Deserto cor de rosa da LHI

Nativa da África e de vários países da Península Arábica, essa arvoreta que pode chegar até a 4 metros de altura na natureza, mas variedades anãs são largamente vendidas no mundo todo, especialmente por quem cultiva bonsais. Esta planta precisa de num local exposto ao sol por pelo menos 4 horas, caso contrário, não floresce. Suas flores têm formato de sino e belas cores, que variam do branco ao violeta, passando por várias tonalidades de rosa e vermelho. 

Rosa do Deserto
Ao contrário do que muitos admiradores pensam, as rosas do deserto toleram bem a água. O que essa planta não tolera é a solo encharcado. Por essa razão, é altamente recomendado que os cultivadores de Adenium cultivem a mesma em terra com alto nível de drenagem. A rosa do deserto não tolera temperaturas inferiores a 14°C, mas é uma espécie resistente e não exige grandes cuidados.
Rosa do Deserto
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72 dias sem chuva no Noroeste Paulista

Em média já são 72 dias sem chuvas no Noroeste Paulista, com início do período seco em abril. Em 2017, de acordo com os registros da Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista operada pela Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira, em média foram 86 dias sem chuvas maiores que 10 milímetros e o ciclo de seca começou em maio, em 2016 o início foi em junho com 76 dias. Se voltarmos um pouco mais no tempo, em 2010 o recorde ficou para Marinópolis, com 177 dias sem chuvas, com o período de seca iniciando em abril.
Do início de 2018 até hoje (13) a Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista registrou 4158 milímetros de chuva, contudo o mesmo período no ano de 2017 foram registrados 6344 milímetros, aproximadamente 35% a mais. 
Consulta ao Canal CLIMA da UNESP, onde são divulgados os registros feitos pelo monitoramento climático do Noroeste Paulista, mostra que as chuvas no mês de maio foram de 8 milímetros em média na região, sendo apenas 11% dos 71 mm previsto. Já no mês de junho, a média esperada é de 43 mm, entretanto até o momento os registros mostram valores médios de chuva de apenas de 6 mm, sendo a estação Santa Adélia, localizada no município de Pereira Barreto com maior volume total, equivalente a 12,4 milímetros.


Distribuição do volume de chuva mensal histórico e em 2018 até o mês de junho no Noroeste Paulista.

Devido à estiagem que ocorre na região Noroeste Paulista, é possível observar as pastagens secas, o que aumenta os riscos de incêndios consideravelmente. O período de longos dias sem chuva já é conhecido da região, o que acontece são apenas mudanças na intensidade e os meses de ocorrência. Também é sabido que a região Noroeste Paulista apresenta as maiores taxas de evapotranspiração do Estado de São Paulo, contudo muitas vezes esquecemos que há déficit hídrico em todos os anos. 
Com base no período seco notório até o momento, segundo Professor Dr. Fernando Braz Tangerino Hernandez da UNESP Ilha Solteira em entrevista na TV TEM “o setor canavieiro deve apresentar uma queda na produtividade e ainda sofrer consequências no próximo ano, devido a impossibilidade na renovação dos canaviais”, aproveite e confira a entrevista na integra a partir dos 03:51 min.

Imagem da entrevista para TV TEM.
Imagem da entrevista para TV TEM.
Evapotranspiração

Nos últimos dias os registros da Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista mostram aumento das temperaturas e também da evapotranspiração na região, neste mês a média até o momento é de 2,5 mm/dia, contudo ontem (12) a estação Santa Adélia (Pereira Barretos) apresentou evapotranspiração igual a 4,7 mm/dia. Neste cenário de aumento de evapotranspiração somado ao déficit hídrico os sistemas de irrigação devem trabalhar a plena carga, de acordo o Professor Dr. Fernando Braz Tangerino Hernandez “lavouras, como por exemplo de feijão e milho, não tem condições de suportar produtividades econômicas com um déficit hídrico grande no solo". Sendo assim, a solução para os agricultores nesse período de seca é a Irrigação.


Dados de evapotranspiração de 01/06 a 12/06.
Dados de temperatura média de 01/06 a 12/06.
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Novas oportunidades de capacitação em Pós-Graduação

Capacitação - Oportunidades em Pós-Graduação Stricto Senso


Estão abertas as inscrições para o Mestrado Profissional em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos (PROFÁGUA) com 272 vagas distribuídas nos 14 polos espalhados por todo o Pais. As aulas acontecem às sextas-feiras e sábados e são duas as linhas de pesquisas: Instrumentos de Política de Recursos Hídricos e Regulação e Governança de Recursos Hídricos. 
As inscrições podem ser feitas até o dia 14 de junho de 2018. Pressione AQUI para conhecer as condições e exigências para a efetivação da inscrição no curso.

Entretenimento
Um pouco de história da música mundial e dos grandes gênios. E ainda dá até para verificar como está a nossa compreensão do inglês. "Farewell Concert" é a gravação ao vivo do último concerto do Cream no Royal Albert Hall em 26 de novembro de 1968. Dirigido por Tony Palmer, o filme incorpora peças de seis performances com narração do apresentador da BBC Patrick Allen, juntamente com entrevistas com os próprios membros da banda, mostrando suas habilidades de tocar. Sugerimos começar assistir pela parte 1 de 11 com Sunshine Of Your Love, que segue com milhares de comentários. Aqui uma play list do Farewell Concert!

Análise do tempo em maio

O mês de maio de 2018 terminou e foi marcado por baixas temperaturas e umidade relativa do ar. A região Noroeste Paulista obteve média de temperatura diária do ar de 22,9°C, segundo dados da Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista, operada pela Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira. Ainda segundo o grupo, maio registrou as menores temperaturas do ano entre os dias 20 e 22 nas 9 estações agrometeorológicas operadas. Em Ilha Solteira a temperatura mínima registrada no ano foi de 8,8°C no dia 21, porém os municípios de Populina e Paranapuã, na barranca do Rio Grande, registraram as menores temperatura do ano na região com 4,2°C e 5,2°C respectivamente.

A umidade relativa do ar também foi destaque na região e em maio o índice médio no noroeste paulista foi de 39,7 %, sendo a menor registrada na estação Santa Adélia (Pereira Barreto - SP) com 24,6%.

A chuva também não apareceu no mês de maio, tendo média na região de 8 mm, apenas 11% dos 71 mm esperados. O município de Marinópolis registrou o maior volume no mês com 24 mm porém os outros 8 municípios monitorados seguiram com valores próximos de 6 mm ou no caso da estação Santa Adélia que registrou apenas 2 mm de chuva neste mês. No ano, a região já recebeu, em média, 521 mm que representa 24%  a menos do volume esperado de janeiro a maio (-163 mm) e 42% do esperado no ano.
Chuva espera e a de maio de 2018 no noroeste paulista.
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IoT a serviço da Irrigação

Há algum tempo nós vivemos conectados por meio da internet, mas agora começamos a ouvir falar em objetos conectados, que interagem e cooperam entre eles, criando novas aplicações ou serviços, e isso é possível devido a IoT, do inglês Internet of Things, para nós Internet das Coisas. O mercado da IoT tem despontado bastante na indústria, segurança, saúde e encontra-se em expansão nos centros agrícolas do mundo, incluindo no Brasil. Na agricultura, a Internet das Coisas pode ser empregada em toda cadeia de produção desde do plantio até a entrega dos alimentos, com isso otimizando as atividades agrícolas e diminuindo as perdas e desperdícios de alimentos.

Internet das coisas. Fonte: Google.
Em vista os cenários futuros, que mostram que o setor agrícola irá enfrentar enormes desafios, onde a previsão da FAO é que o planeta em 2050 necessitará de um aumento na produção de alimentos de 70% para alimentar 9 bilhões de pessoas, e que apesar da limitação de água, existe a necessidade de aumento da irrigação, já que 40% da produção mundial é resultante de áreas irrigadas que representam apenas 16% da área cultivada no mundo. Diante deste panorama, muitos países enfrentam o desafio de como manter todas as suas áreas irrigadas, e o Brasil segue na contramão, pois temos capacidade e precisamos aumentar nossas áreas irrigadas, sendo assim, seremos grandes responsáveis pelo aumento da produção mundial necessária até 2050.
Desta forma, ferramentas utilizando IoT serão indispensáveis para aprimorar a irrigação fazendo com que possamos receber e enviar informações conectando ferramentas, como por exemplo, sensores para manejo da água indicando quando e quanto se deve irrigar, sistemas de irrigação e bombas, estações agrometeorológicas, sensores que auxiliam no gerenciamento da energia, integração de dispositivos como  drones, VANTs (Veículo Aéreo Não Tripulado) e também imagens de satélites,  enfim uma infinidade de formas e benefícios, tudo de forma conectada permitindo guardar os dados na nuvem e automatizar as soluções ligadas a irrigação, fazendo assim com  que o produtor possa realizar uma “irrigação inteligente”.

Internet das coisas a serviço da agricultura. Fonte: Google.
O Pajaro Valley na Califórnia, é um exemplo que pode ser citado no âmbito da busca de soluções na IoT. Ao longo de uma década do uso intensivo da água os produtores viram seus poços secarem e a solução encontrada foi ferramentas na IoT, onde foram desenvolvidos sensores para medir em tempo real a tensão de água no solo, funcionando em rede de comunicação sem fio que através da internet permitiu aos produtores as tomadas  de decisão. Utilizando essa solução, a redução no consumo de água foi de 15 a 30%. Entretanto, um fator limitante encontrado, foi e é a relutância de muitos produtores na divulgação dos seus dados, sendo um dos maiores desafios a ser superado pelas soluções de tecnologia de informação na agricultura, pois isso limita a afirmação dessas novas ferramentas no mercado.
Por outro lado, no Brasil existem outros agravantes, a falta de preparo para uso dessas ferramentas e a infraestrutura dos nossos ambientes agrícolas, sendo desta forma, primordial políticas públicas que levem melhorias ao campo e também a difusão e capacitação dos agricultores para utilização dessas soluções.

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Frio continua no Noroeste Paulista

Na manhã de hoje, nossas estações da Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista, registraram a menor temperatura do ano em algumas localidades.


A temperatura mais baixa foi registrada em  Populina com 4,2ºC às 06:36, seguida pela estação de Paranapuã com 5,2ºC, Marinópolis com 6,2ºC, Itapura e S.A Pioneiros (Sud Mennucci) com 7,1ºC e por fim, a estação Bonança (Pereira Barreto) com 8,2ºC.


Em Ilha Solteira e em Pereira Barreto (Estação Santa Adélia) também foram registradas baixas temperaturas, com 9,3ºC e 11ºC, respectivamente, mas não chegaram à menor temperatura do ano registrada ontem (20/5/18).

Neste momento, a temperatura continua amena em todo o Noroeste Paulista.


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Baixas Temperaturas no Noroeste Paulista

Segundo o monitoramento da Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista, operada pela Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira, no sábado (19) em toda região do Noroeste Paulista foram registradas temperaturas amenas e garoa. No município de Marinópolis foi registrado o maior volume de chuva, com 12,4 mm. Contudo, a contagem dos dias sem chuva continuam abertas para os municípios Pereira Barreto (Estação Bonança e Santa Adélia), Ilha Solteira, Itapura e Populina que totalizam 48 dias e Paranapuã 35 dias, sem chuvas acima de 10 mm, essa considerada significativa para agricultura irrigada.

Mapa de chuva registrada no dia 19/05/2018
Temperaturas Baixas

Na manhã do dia de hoje (20) tivemos as menores temperaturas registradas no ano, a menor temperatura na região Noroeste Paulista chegou a 8,7 ºC às 06:42 horas em Pereira Barreto (Estação Santa Adélia). Os municípios de Sud Mennucci e Pereira Barreto (Estação Bonança) registram a mais alta temperatura mínima na região, com apenas 12,0 ºC, seguidos de Itapura com 10,1 ºC; Populina 9,5 ºC; Marinópolis 9,0 ºC e 8,8 ºC em Paranapuã.
O município de Ilha Solteira também registrou temperaturas muito baixas para a região chegando a 8,8 ºC na manhã de hoje (06:01 h), a menor desde 18 de julho de 2017 (8.3 ºC). Temperaturas iguais ou inferiores à 8,8 ºC ocorreram em apenas 1,07% dos dias e a menor temperatura já registrada pela Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira no município foi de 0,4ºC em 10 de julho de 1994.

Análise da temperatura mínima de 01/05/2018 a 20/05/2018
Ventos fortes

Ontem (19) ventou forte em todo o Noroeste Paulista com maiores velocidades registradas no município Marinópolis 38,5 km/hora às 21:27:40 horas e hoje foi registrado às 11:23:50 horas, vento de 24,8 km/h. Em Pereira Barreto que conta com duas estações em localizações opostas e fazem parte da Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista, a operada pela UNESP Ilha Solteira. A consulta ao Canal Clima daUNESP Ilha Solteira (http://clima.feis.unesp.br) mostra que na parte Sudeste do município, às margens do rio Tietê - Estação Bonança – também apresentaram ventos fortes no dia de ontem, sendo estes vindos de Sudoeste de até 32,6 km/hora às 21:22:00 horas e hoje a velocidade máxima, até o momento registrada, foi de 25,8 km/h, enquanto que em sua parte Noroeste - Estação Santa Adélia - ontem  registrou-se os  ventos Sudoeste de até 32,8 km/hora às 06:54:30 horas e hoje a velocidade chegou a 24,8 km/h.

Análise da velocidade máxima do vento de 01/05/2018 a 20/05/2018.

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Manhã de domingo fria no Noroeste Paulista


Nesta madrugada de domingo, varias estações da Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista, Monitorada pela Área de Hidráulica e Irrigação, registrou baixas temperatura.
No gráfico de temperatura média do ar podemos observar que as menores médias ocorreram entre 4:00 e 8:00 da manhã de domingo (13/05/2018).


A estação de Ilha Solteira registrou a menor temperatura do ano de 2018, chegando a 16.5ºC às 6:36 da manhã. Já menor temperatura registrada entre todas as estações monitoradas pela nossa equipe foi a estação de Dracena, que registrou 13.6ºC às 5:53 da manhã.

Neste momento as temperaturas estão normalizadas.



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Serviço de Assessoramento ao Irrigante - O que é isso?


Pod Irrigar - Serviço de Assessoramento ao Irrigante - O que é isso?
Realizamos os primeiros seminários da Disciplina de Irrigação e Drenagem, quando pedimos para nossos alunos trazerem novidades não contempladas no conteúdo programático. É a oportunidade de fazerem pesquisas, perguntarem, e em grupo discutirem o que está acontecendo no mundo da agricultura irrigada.
Foram três seminários, os dois primeiros abordaram os SAIs, ou, os Serviços de Assessoramento ao Irrigante: o que são, quem são e como atuam? Foram divididos em iniciativas públicas e privadas. Os alunos descobriram também que há serviços ativos e passivos! Em 1998 estivemos pela primeira vez na California, estivemos lá para aprender sobre duas iniciativas se que se tornaram referências no trabalho desenvolvido pela Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira. O manejo da irrigação e gestão da água em bacias hidrográficas, através das Outorgas.
Na Universidade da California em Davis, nos encontramos com Richard Snyder, um dos gigantes mundiais quando se fala de manejo da irrigação. Lá aprendemos sobre sua iniciativa nascida dentro do programa de pós-graduação que viria ser o CIMIS - California Irrigation Management Information System, uma rede composta de mais de 200 estações agrometeorológicas automáticas com o objetivo de estimar a evapotranspiração das culturas e assim gratuitamente subsidiar a correta aplicação de água na agricultura. O Irrigante ao se cadastra, informa detalhes do seu cultivo, solo, localização e assim, recebe informações diárias que possibilitam decidir se irrigarão ou não e com qual tempo e assim, é o maior exemplo de Sistema de Assessoramento ao Irrigante, classificado como ativo, havendo interação dialética explícita entre os stakehoders.
Em 1998 o CIMIS contava com 2.354 usuários e hoje são mais de 50 mil, proporcionando economia mensurável no uso da água entre 10-20%, 23% no aumento da produtividade das culturas, 28% na qualidade da produção, tudo ao custo de US$ 850 mil ao ano, mas garantindo rendimentos superiores à US$ 64,2 milhões, o que faz com que o CIMIS seja um serviço gratuito e hoje operado pelo DWR - Departamento de Recursos Hídricos da California (videos, Facebook, Wikipedia).
Snyder segue buscando com suas pesquisas melhorar os coeficientes utilizados na precisa estimativa das necessidades de água das culturas e principalmente, treinando e inspirando profissionais do mundo todo - muitos deles tivemos o prazer de conhecer -, o que inclui a Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira, que opera o Canal CLIMA da UNESP, inspirado no CIMIS, monitorando as conduções ambientais, estimando a evapotranspiração e subsidiando o uso racional da água na agricultura em 60 municípios com área total estimada em 16.130 km2.


Este importante trabalho público de assoreamento ao irrigante acontecem também na Espanha e no Ceará com destaque para o realizado pelo Instituto Inovagri, enquanto que há quatro empresas que se destacam no serviço privado. O terceiro seminário versou sobre os laboratórios móveis de irrigação, importante ferramenta em vários Estados americanos, que ainda não acontecem sistematicamente no Brasil, e que serão objetos de oportuna edição do PodIrrigar.
Este foi o tema da edição de 23 de abril de 2018 do [Pod Irrigar] - o Podcast da Agricultura Irrigada -, mas o Internauta também pode ouvir as outras dicas que estão disponíveis semanalmente a partir de http://podcast.unesp.br/podirrigar.

Pod Irrigar - Irrigation Advisory Service - What is it?
The first seminars of the course Irrigation and Drainage took place, when we asked our students to discuss news that are not included in the program syllabus. This is an opportunity to research, ask questions and discuss what is happening in the world of irrigated agriculture.
There were three seminars; two debated the SAIs, or the Irrigation Advisory Services: what are they, who are they and how do they act. They were divided into public and private initiatives. Students also found out there are active and passive services! In 1998 we were for the first time in California, when we learned about two initiatives that became references in the work developed by the Area of Hydraulics and Irrigation of UNESP Ilha Solteira. The irrigation management and the water management in watersheds, through water rights.
At the University of California - Davis, we met with Dr. Richard Snyder, one of the world's giants when it comes to irrigation management worldwide. There we learned about his initiative born within their Graduate Program and that ultimately would become the California Irrigation Management Information System (CIMIS). This is a network composed of more than 200 automatic weather stations with the aim of estimating crop evapotranspiration and thus subsidize the correct application of water in agriculture, free of charge. Farmers that use irrigation would register, provide details of their crops, soil and location, and would in return receive daily information that would help deciding whether and when to irrigate. This is the largest example of Irrigation-user Advisory System, classified as active - because there is an explicit dialectic interaction between the stakeholders.
In 1998, CIMIS had 2,354 users and today there are more than 50 thousand, providing measurable savings in water use between 10-20%, 23% increase in crop productivity, 28% in quality of production, at the grand cost of US$ 850,000 per year, allowing an income of more than US$ 64.2 million, which turns CIMIS a free service and today operated by the DWR - Department of Water Resources of Califonia (videosFacebookWikipedia).
Snyder still seeks to improve the coefficients used to accurately estimate water crop requirements and, above all, to train and inspire professionals from all over the world - many of whom we were pleased to meet. This includes the Area of  Hydraulics and Irrigation of UNESP Ilha Solteira, which operates UNESP CLIMA Channel, which was inspired by CIMIS. CLIMATE monitors environmental management, estimates evapotranspiration and subsidizes the rational use of water in agriculture in 60 cities, with a total estimated area of 16,130 km2.
This important public work of irrigation advisory happens also in Spain and Ceará, especially through the Inovagri Institute. There are also four companies that stand out in the private service in Brazil. The third seminar focused on Mobile Irrigation Labs, an important tool used in several American states, but that are not widespread in Brazil. This will be addressed opportunely in a future edition of PodIrrigar, the podcast of irrigated agriculture.
This was the theme of the April 23, 2018 issue of [PodIrrigar] - the Podcast of Irrigated Agriculture - but the Internauta can also listen to the other tips that are available weekly from http://podcast.unesp.br/podirrigar

Agricultura irrigada em discussão
Irrigação e agricultura irrigada em um papo prá lá de legal com Rodrigo Franco e Tobias Ferraz, no TerraViva Sustentável. Confira o Primeiro Bloco.


No Segundo Bloco a conversa é sobre os sistemas de irrigação no semiárido brasileiro, as preocupações com o manejo da água e a aplicação em diferentes culturas e temos até a referência ao trabalho realizado pela Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira, enquanto que no Terceiro Bloco - Importância das bacias hidrográficas e para fechar, no Último Bloco - Tratamento de Esgoto entra na conversa e se destaca toda a sua importância.

Agenda - Capacitação
Está chegando a 40ª Semana da Citricultura, 44ª Expocitros (4 a 7 de junho de 2018) e o Simpósio Irrigação GTACC (8 de junho de 2018). Será no Centro de Citricultura/IAC, em Cordeirópolis - SP. A irrigação em citros tem mais destaque no dia 8 de junho, inclusive com a premiação do Citricultor Irrigante Destaque no Biênio 2016-2017.  A Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira tem trabalho na avaliação dos desempenho dos diferentes sistemas de irrigação em citros, incluindo a influência na temperatura do dossel das plantas e também no monitoramento climático como base para o uso racional da água nas diferentes culturas. O último trabalho publicado avaliou a temperatura de superfície em pomares irrigados e teve como autores, Amendola, Hernandez e Teixeira.

Outro evento interessante é o Hackathon Agrotech, que acontecerá nos dias 11 e 12 de maio de 2018 na FATEC Rio Preto. Mas o que é Hackathon? Segundo os organizadores, Hackathon significa maratona de programação. O termo resulta de uma combinação das palavras inglesas “hack” (programar de forma excepcional) e “marathon” (maratona). O Hackathon é um evento que reúne programadores, designers e outros profissionais ligados ao desenvolvimento de software para uma maratona de programação, cujo objetivo é desenvolver um software que atenda a um fim específico ou projetos livres que sejam inovadores e utilizáveis. A maratona pode durar entre um dia. Nesses eventos, os participantes têm a oportunidade de concorrer a prêmios, conhecer outros profissionais da área, fazer networking, participar de um projeto colaborativo em um ambiente específico de programação.
Na Faculdade de Tecnologia de São José do Rio Preto - Fatec Rio Preto será o segundo Hackathon com o tema: AGROTECH - Agronegócio e Tecnologias  e o evento tem como objetivo desafiar os participantes a desenvolverem idéias para solucionar problemas do agronegócio em propriedades rurais e empresas da cadeia do agronegócio da região de São José do Rio Preto. Para isso, contarão com a mentoria de profissionais das áreas de Agronegócio, Tecnologias de Informação e Automação, bem como Gestão e Marketing, que auxiliarão os participantes durante a criação das soluções. Os organizadores definem também como objetivos, a integração de Instituições de Ensino/Comunidade, estimular o desenvolvimento de ideias que gerem soluções tecnológicas para o Agronegócio e a possibilidade de criação de startups nas áreas. O evento é um excelente momento para os alunos serem observados pelas empresas que apoiam e patrocinam, pois todas estão ligadas às áreas de conhecimento dos cursos técnicos e tecnológicos de graduação envolvidos. Além disso, o contato com profissionais trará novas perspectivas aos que participam do evento.