Após uma semana quente, sábado é marcado por chuvas

A quarta-feira desta semana foi marcada por valores altos de temperatura, umidade relativa do ar e evapotranspiração.

A Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista, operada pela Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira, apresenta o Mapa da Evapotranspiração de Referência, que nos mostra que o menor valor desta variável foi registrado pela estação de Ilha Solteira, com 5.2 mm/dia, enquanto o valor mais alto foi registrado pela estação de Dracena, com 7.0 mm/dia. 


Mapa referente ao dia 15/11/2017 - Canal Clima

Começo das chuvas

A chuva começou de leve no início do fim de semana, onde o volume máximo de chuva registrado pelas estações foi de 7.9 mm, pela Estação Dracena. 



Já no dia 18 de novembro (sábado) a chuva veio com mais força em todo o Noroeste Paulista.
Na Estação Bonança (Pereira Barreto) foi registrado um volume de 47 mm, com uma intensidade de 57.6 mm/h às 18:25, e na estação de Santa Adelia Pioneiros (Sud Mennucci) um volume de 37.3 mm, com uma intensidade de 63.6 mm/h  às 18:45.


Confira algumas imagens e vídeos da chuva na região

Registro da chuva nas estradas do Noroeste Paulista.


Registro da chuva nas estradas do Noroeste Paulista.


Time-lapse feita por Jean Quaresma Mariano, da chuva de ontem em Piracicaba. Representa um período 40 minutos 

Chuva hoje

Hoje (19/11/2017) a chuva ainda não chegou de forma expressiva no Noroeste Paulista.




SERVIÇO:
- Informações sobre agricultura irrigada e agroclimatologia no noroeste paulista são publicadas regularmente BLOG da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira em http://irrigacao.blogspot.com
- Números e gráficos das estações agrometeorológicas no noroeste paulista estão em http://clima.feis.unesp.br
- Canal da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira: www.agr.feis.unesp.br/irrigacao.php
- Canal CLIMA da UNESP Ilha Solteira: http://clima.feis.unesp.br
- Pod IRRIGAR - O Pod Cast da Agricultura Irrigada: http://podcast.unesp.br/podirrigar

- Informações também em (018) 3743-1959

Chuvas atingem todo Noroeste Paulista

Chove em todo Noroeste Paulista, segundo a Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira que opera a Rede de Estações Agrometeorológicas do Noroeste Paulista, até o momento, no município de Pereira Barreto (Estação Bonança) foram registrados 47 mm de chuva com intensidade de até 57,6 mm por hora às 18:25. No município de Sud Mennucci neste momento são registrados 37,3 mm,  com intensidade de até 63,6 mm por hora às 18:45

Chuva a cada hora.

Nas Estações localizadas nos municípios de Marinópolis, Itapura, Pereira Barreto (Estação Santa Adélia) e Ilha Solteira, até então marcam valores de chuva de 17 mm; 15,7 mm; 11,9 mm e 11,2 mm; respectivamente. Nos municípios de Dracena e Paranapuã, ainda registram valores de precipitação menores que 10 mm, não sendo significativos para a agricultura.


Mapa de chuva acumulada diária.


SERVIÇO:
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Trabalho prático: HIDROMETRIA, VAZÃO REGIONALIZADA E OUTORGA DO USO DA ÁGUA

Os Seminário e Monografias já estão acontecendo e agora a preocupação se volta para o trabalho de Hidrometria e uso da água. Recentemente a disputa pela água ganhou projeção nacional com um grande ato de vandalismo. É preciso entender sobre os recursos hídricos para atuar com conhecimento de causa e coerência, espacialmente considerando a real necessidade de se produzir alimentos.
Os Grupos serão de no máximo 5 participantes e o trabalho Hidrometria e Outorga do Uso da Água será escrito em linguagem técnica, envolvendo a revisão da literatura em consonância com a atividade prática, que pode ser um dos serviços a serem prestados pelo Engenheiro Agrônomo. Portanto, atenção para esta observação, sejam efetivamente práticos. Em grupo, o roteiro abaixo é bem legal para a delimitação de atividades!


Hidrometria
Já divulgamos informações e imagens da nossa aula prática no Cinturão Verde. Os resultados anteriores podem ser vistos em AULAS PRÁTICAS no nosso canal GALERIA e também em http://www.agr.feis.unesp.br/aulas_praticas.php.

Todos os Grupos, com cinco elementos no máximo, deverão escolher um manancial diferente do que fizemos a aula prática da disciplina para medir a vazão, deverão preparar a lista de equipamentos e materiais necessários ao trabalho, agendar com a Orientada a data para a retirada do material no Laboratório de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira e partirem para o campo. Assumir na medição de vazão que estaríamos numa estação seca.

Os Grupos deverão estimar/medir a vazão e calcular os parâmetros hidrológicos (Q7,10 e outros parâmetros) de uma microbacia de interesse. Esta parte chamamos de regionalização de vazão e a literatura base está toda relacionada na Bibliografia da disciplina no Canal da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira.

O desafio é confrontar os valores medidos e calculados e depois definir a área máxima possível de ser irrigada tendo como referência a retirada de 5,0 mm/dia (LÂMINA BRUTA de projeto) e a legislação em vigente. Assumam a retirada de 50% da Q7,10. A ideia é interpretar o resultado e fazer a recomendação de como devemos agir, ou seja, aprender a solicitar a Outorga do Uso da Água.

Outorga do Uso da Água
A Outorga de Direito de Uso de recursos hídricos é um dos seis instrumentos da Política Nacional de Recursos Hídricos, estabelecidos no Inciso III, do Art. 5º da Lei Federal nº 9.433, de 08 de janeiro de 1997. Esse instrumento tem como objetivo assegurar o controle quantitativo e qualitativo dos usos da água e o efetivo exercício dos direitos de acesso aos recursos hídricos.

De acordo com o Inciso IV, do Art. 4º da Lei Federal nº 9.984, de 17 de junho de 2000, compete à Agência Nacional de Águas (ANA) outorgar, por intermédio de autorização, o direito de uso de recursos hídricos em corpos de água de domínio da União, bem como emitir outorga preventiva. Também é competência da ANA a emissão da reserva de disponibilidade hídrica para fins de aproveitamentos hidrelétricos e sua conseqüente conversão em outorga de direito de uso de recursos hídricos.

Outorga do Uso da Água deverá ser preenchida e anexada em formulários próprios e padronizados pela Agência de controle. No caso do Estado de São Paulo, o DAEE e no âmbito federal, a ANA (FAQsPedidosManual de Procedimentos). Caso queiram avançar nos estudos e acreditarem que a área possível de ser irrigada seja muito pequena em relação ao desejado, o Grupo pode avançar em medidas que levem à maior oferta de água, e, neste caso, a Legislação deve ser atendida por completo.
Quanto ao texto da Monografia não há limitação de páginas, fiquem a vontade para aproveitar o trabalho para estudar o tema a fundo. Use os recursos computacionais e gráficos disponíveis da melhor forma possível e criatividade.


Lembramos que o trabalho relativo à esta aula prática deverá ser finalizados com o relatório que deverá ser escrito contendo os seguintes itens:
INTRODUÇÃO (Contextuação do problema), REVISÃO BIBLIOGRÁFICA (o que já foi feito sobre o tema e a sua relevância), MATERIAL E MÉTODOS (como, onde e quando foram feitas as atividades), RESULTADOS E DISCUSSÃO (os resultados observados, calculados e o que eles significam, ou seja, a discussão propriamente dita), CONCLUSÃO, BIBLIOGRAFIA consultada e os Anexos (Formulários de Outorga) do DAEE, que é agência oficial do Estado de São Paulo para esta finalidade.

Reforçamos que deverá haver a preocupação com o planejamento e a consulta à bibliografia existente e os trabalhos são uma excelente oportunidade para consolidar conhecimento e se preparar para as avaliações.

A entrega da Monografia deverá ser no dia da Terceira Prova, momentos antes dela começar.

Alguns dos assuntos abordados foram:
OUTORGA DO USO DA ÁGUA E REGULARIZAÇÃO DE VAZÃO: Você têm o site do DAEE (http://www.daee.sp.gov.br) como referência, consulta e uso, mas também na Biblioteca há disponível os CDs, SIGRH - Plano Estadual de Recursos Hídricos 2000-2003 e Banco de Dados e Regionalização Hidrológica do Estado de São Paulo (DAEE).


No canal DOWNLOADS no Canal da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira pode ser encontrado também os softwares Hidro (Sistema de Informações Hidrológicas)  e Glossário de Termos Hidrológicos. É uma boa dica também os sites: www.ana.gov.br (Agência Nacional de Águas. Legislação, softwares, etc) e www.sigrh.sp.gov.br (Sistema de Informações para Gerenciamento de Recursos Hídricos do Estado de São Paulo). Três reportagens do Globo Rural sobre como a cidade de Nova York faz para ter água de qualidade para abastecer sua população é uma ótima ideia a ser seguida. Podem ser assistidas a partir da Aba Downloads - Videos do Canal da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira. Recomendamos que assistam!

Dicas de leitura
Sugerimos a leitura do artigo "O conceito de bacia hidrográfica e a importância da caracterização morfométrica para o entendimento da dinâmica ambiental local", interessante para conhecer em detalhes os elementos que compõe uma bacia hidrográfica. Sobre a gestão dos recursos hídricos, outro artigo interessante é "O processo de criação e consolidação dos comitês de bacias hidrográficas para gestão dos recursos hídricos" e a Dissertação "A trajetória do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Mogi Guaçu e suas contribuições para a gestão dos recursos hídricos". Um pouco mais perto de nós, dos trabalhos executados pela Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira destacamos "Ocorrência de macrófitas  aquáticas no córrego do Boi" e "Avaliação química da água do córrego do Boi para fins de irrigação". Como exemplo comparativo, em Pernambuco as instruções para a Outorga estão disponíveis no sítio da Secretaria de Infraestrutura

A revista ITEM - Irrigação e Tecnologia Moderna, disponível na Biblioteca, é fonte obrigatória de consulta para este tema de agora e também quando eu entrar em armazenamento de água com represas e mananciais.

Bom trabalho!

Tempo quente predomina no Noroeste Paulista

O Noroeste Paulista vem registrando altas temperaturas e baixa umidade relativa do ar. Segundo a Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira, que opera a Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista, a Temperatura Máxima média registrada nos primeiros 15 dias de outubro foi de 34°C e a Umidade Relativa mínima de 37% na região.
Altas temperaturas marcaram os meses de outubro e novembro de 2017.
Nas primeiras duas semanas de Novembro a situação não foi diferente, o tempo continuou quente e seco. Em média, os dias tiveram temperaturas de 25°C e chegavam á 32°C , enquanto a umidade relativa do ar ficou próxima dos 79%, porém com minímas de 54%, com exceção apenas da estação Dracena, que registrava mínimas de 44%,em praticamente todos os dias deste mês.
Temperatura e UR médias no Noroeste Paulista de 01 á 12 de Novembro de 2017.
As chuvas até o dia 15 deste mês acumulavam em média 81 mm, destacando-se a estação Ilha Solteira, que registrou 132,8 mm, como o maior índice de chuva, porém ainda não atingiu o esperado para o mês que era de 146 mm. No ano são esperados 1.244 mm para a região e até aqui foram registrados 1.112 mm, o que representa 89% do total. Em geral, até o dia 15/11/2017 todos os municípios nas barrancas dos rios Grande e Tietê receberam um volume de chuva menor que o esperado pela histórico desde 2011.
Volume de chuva histórico esperado e acumulado até 15 de Novembro de 2017.
Vale lembrar que as últimas grandes chuvas na região aconteceram no dia 4, onde os índices variaram de 21,1 á 67,1, nas estações Itapura e Santa Adélia Pioneiros (Sud Mennucci). Desde então, a evapotranspiração de referência, que mensura a soma da evaporação de água do solo e a transpiração das plantas, teve média de 4,5 milímetros/dia, atingindo até 8,1 mm/dia em 14/11/2017, na estação Dracena, ou seja, para suprir a demanda de um gramado irrigado neste dia, foi necessário colocar 8,1 litros de água nestes dias em cada metro quadrado.

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ALTAS TAXAS DE EVAPOTRANSPIRAÇÃO, TEMPERATURA E BAIXA UMIDADE DO AR ATINGEM A REGIÃO

Os índices de evapotranspiração alcançaram níveis de destaque no dia de hoje sendo superior a 5 mm/dia em todas as Estações e chegando a 6 mm/dia em outras Estações Agrometeorológicas. A Evapotranspiração é a perda de água do solo por evaporação e a perda de água da planta por transpiração, as duas perdas juntas denomina-se evapotranspiração. Os irrigantes para repor essa água que estava armazenada no solo terão que utilizar seus equipamentos de irrigação com uma maior frequência. Com as taxas de evapotranspiração nesses níveis chegando até perder mais de 6 litros de água para atmosfera por dia a frequência de reposição de água no solo deve ser maior. 

Evapotranspiração de referência do dia 15/11/2017

Dando também um enfoque para a temperatura que não afetam somente a agricultura e sim a todos os seres humanos que sofrem com as altas temperaturas. As temperaturas atingindo a casa dos 36 °C á 37 °C, a sensação de calor é demasiada. Fazendo todas s pessoas procurarem lugares que tenham sombra, ventiladores e ambientes com ar condicionados.

Temperatura máxima do dia 15/11/2017

A baixa umidade relativa do ar também gera uma sensação de desconforto, e no inverno, é comum a umidade relativa do ar cair até abaixo dos 30%. Algo preocupante, quando se sabe que o ideal, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), é que ela varie entre 50% e 80%. É por isso que, quando os níveis estão entre 20% e 30%, a Região Noroeste Paulista tem que entram em estado de atenção.
Gráfico do porcentual de umidade relativa no ar


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ACUMULADO DE CHUVAS DE OUTUBRO E NOVEMBRO ALCANÇAM NÍVEIS HISTÓRICOS

Após um outubro chuvoso a Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista, mantida e operada pela Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira, registrou chuvas acima da média histórica em todas as Estações Agrometeorológicas, porém, mesmo com as chuvas acima da média histórica, ficaram más distribuídas ao longo do mês, se intensificando no início no mês de outubro e no final no mês. Tendo uma média entre todas as estações de monitoramento climático de 52,6% a mais no total de chuvas esperadas para o mês de outubro.
Figura: chuvas históricas x outubro de 2017
Mesmo com o grande acumulado de chuvas no mês de outubro, os irrigantes não deixaram de utilizar seus equipamentos de irrigação, devido à má distribuição de chuva ao longo do mês. Com altas concentrações nos primeiros dias e nos últimos cinco dias do mês. Assim até mesmo atrasando a colheita de alguns produtores de feijão que ficaram impossibilitados de entrarem na área com as colhedeiras devido ao excesso das chuvas. 
Figura: chuvas do mês de outubro de 25/10 á 31/10
Todos os fatores estão indicando que o mês de novembro poderá vim a ter chuvas acima da média histórica, sendo que nos seis primeiros dias do mês já choveu mais de um terço do esperado para o mês de novembro inteiro. Totalizando na média das estações 53,23% de toda a chuva esperada no Noroeste Paulista para o mês de novembro.

Figura: chuvas históricas x novembro de 2017
As chuvas do mês de novembro não vieram com calmaria, e sim com grandes intensidades e volumes. Causando diversos estragos como alagamentos de ruas, queda de árvores, destelhamentos e inundações de casas, ocasionando transtorno e desconforto a população. Para muitos agricultores irrigantes e não irrigantes que estão semeando soja, a alta intensidade e volume das chuvas podem vim a promover falhas na germinação e emergência das plântulas.

Avenida principal de Ilha Solteira totalmente alagada

Figura: árvore caída devido a forte intensidade e volume das chuvas
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Início de Novembro com Chuvas


Zona Norte do município de Ilha Solteira durante a chuva.
Hoje (03) chove em todo Noroeste Paulista, segundo a Área de Hidráulica e Irrigação que monitora a Rede de Estações Agrometeorológicas do Noroeste Paulista. No município de Ilha Solteira até o início desta noite foram registrados 52,1 milímetros de chuva que iniciou por volta das 17 horas da tarde, com intensidade de até 106,8 mm por hora às 17:55. No município de Marinópolis neste momento são registrados 14,2 mm. 
Nas Estações localizadas nos municípios de Itapura, Populina, Paranapuã, Pereira Barreto (Estação Santa Adélia e Bonança), Dracena e Sud Mennucci (Estação Santa Adélia Pioneiros) até o momento registram valores de chuva menores que 10 mm, não sendo significativos para a agricultura.   

Chuva a cada 5 minutos

Mapa de chuva acumulada diária
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Notas da Primeira Prova e Listas de Exercícios divulgadas


Para a Segunda Prova que acontecerá no dia 30 de outubro de 2017 às 16 horas, o aluno poderá trazer livros, cadernos e notebook, para consulta.


CHUVAS NO MÊS DE OUTUBRO SUPERA MÉDIA HISTÓRICA

Depois de atingir as mais altas temperaturas do ano, o mês de outubro já supera a chuva esperada, de acordo com a Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira que opera a Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista, composta por estações agrometeorológicas automáticas padronizadas e que tem seus dados disponibilizados de forma livre e gratuita no Canal CLIMA da UNESP Ilha Solteira e que pode ser assim visualizado por todos. Nos municípios monitorados, choveu mais que o esperado para o mês, com exceção de Ilha Solteira, que totaliza até o momento 84,1 milímetros e a média histórica esperada é de 110 milímetros.


Chuva registrada no dia 27/10/2017

Os municípios posicionados na barranca do rio Grande, Paranapuã e Populina, juntamente com o município de Marinópolis,  foram os recordistas em chuva nesta última sexta-feira. Em Paranapuã, choveu  54,1 milímetros totalizando 150 milímetros no mês de outubro, superando em 50% a média histórica do mês de 100 milímetros. No município de Marinópolis a chuva registrada foi de 49,8 milímetros, com o total de 164 milímetros de chuva, sendo 118% a mais do esperado para outubro. Populina, com chuva de 42,7 milímetros, na soma do mês acumulou uma precipitação de 128 milímetros, superando em 32% a média histórica.
Os municípios de Ilha Solteira, Itapura e Pereira Barreto (Estação Bonança e Santa Adélia), continuam com a contagem aberta de dias sem chuvas maior que 10 mm.


Chuva histórica e chuva em outubro de 2017 

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Dia chuvoso no Noroeste Paulista

Ilha Solteira, 26/10/2017.
Apesar dos raios e trovões, a chuva em Ilha Solteira não chegou aos 10 mm, e até o momento registrou apenas em 2,3 mm. A informação é da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira, que monitora o tempo na região, através da Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista.

Apenas os municípios Itapura, Marinópolis e Paranapuã registraram chuva maior que 10 mm, significativa para a agricultura, com índices 15,5 , 11,7 e 13,2 mm.

As chuvas de hoje podem ser caracterizada como convectivas, popularmente conhecidas como chuvas de verão, que são marcadas por alterações bruscas em temperatura do ar, umidade relativa, velocidade e direção do vento ocorrendo em pouco tempo. Como vemos nos gráficos abaixo, na estação Agrometeorológica Itapura em apenas 35 minutos,a temperatura caiu 5°C, a Umidade Relativa 30% e o vento registrou uma alta instabilidade na sua velocidade, e então a chuva começou a cair.

Temperatura Média em 26 de outubro de 2017 no Noroeste Paulista.
Chuva em 26 de outubro de 2017 no Noroeste Paulista.
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Chuva no Noroeste Paulista marca fim de semana


Nesse sábado (21), a chuva chegou de forma leve ao Noroeste Paulista para alívio do irrigante.
A estação de Dracena foi a que registrou o maior volume de chuva entre as estações monitoradas pela Área de Hidráulica e Irrigação, marcando 28,7 mm no domingo (22/10).


                                      Canal Clima                                        

A chuva não chegou a 10 mm na maioria das estações, com exceção da estação Dracena, Bonança e Santa Adelia Pioneiros, mas mesmo assim amenizou a temperatura na região aliviando o calor dos últimos dias.


Comparado com a média histórica, nas estações de Bonança, Itapura, Marinópolis, Santa Adélia Pioneiros, a média histórica do mês de Outubro foi superada.
Nas estações de Bonança, Itapura e Marinópolis a chuva foi cerca de 30% maior do que a média esperada para o mês, e na estação de Santa Adélia Pioneiros foi cerca de 20% maior.


Hoje, segunda-feira (23/10), a chuva ainda não teve um início expressivo.





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