Frio continua no Noroeste Paulista

Na manhã de hoje, nossas estações da Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista, registraram a menor temperatura do ano em algumas localidades.


A temperatura mais baixa foi registrada em  Populina com 4,2ºC às 06:36, seguida pela estação de Paranapuã com 5,2ºC, Marinópolis com 6,2ºC, Itapura e S.A Pioneiros (Sud Mennucci) com 7,1ºC e por fim, a estação Bonança (Pereira Barreto) com 8,2ºC.


Em Ilha Solteira e em Pereira Barreto (Estação Santa Adélia) também foram registradas baixas temperaturas, com 9,3ºC e 11ºC, respectivamente, mas não chegaram à menor temperatura do ano registrada ontem (20/5/18).

Neste momento, a temperatura continua amena em todo o Noroeste Paulista.


SERVIÇO: 

- Informações sobre agricultura irrigada e agroclimatologia no noroeste paulista são publicadas regularmente BLOG da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira em http://irrigacao.blogspot.com
- Números e gráficos das estações agrometeorológicas no noroeste paulista estão em http://clima.feis.unesp.br
- Canal da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira: http://www.feis.unesp.br/irrigacao/
- Canal CLIMA da UNESP Ilha Solteira: http://clima.feis.unesp.br
- Pod IRRIGAR - O Pod Cast da Agricultura Irrigada: http://podcast.unesp.br/podirrigar
- Informações também em (018) 3743-1959 

Baixas Temperaturas no Noroeste Paulista

Segundo o monitoramento da Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista, operada pela Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira, no sábado (19) em toda região do Noroeste Paulista foram registradas temperaturas amenas e garoa. No município de Marinópolis foi registrado o maior volume de chuva, com 12,4 mm. Contudo, a contagem dos dias sem chuva continuam abertas para os municípios Pereira Barreto (Estação Bonança e Santa Adélia), Ilha Solteira, Itapura e Populina que totalizam 48 dias e Paranapuã 35 dias, sem chuvas acima de 10 mm, essa considerada significativa para agricultura irrigada.

Mapa de chuva registrada no dia 19/05/2018
Temperaturas Baixas

Na manhã do dia de hoje (20) tivemos as menores temperaturas registradas no ano, a menor temperatura na região Noroeste Paulista chegou a 8,7 ºC às 06:42 horas em Pereira Barreto (Estação Santa Adélia). Os municípios de Sud Mennucci e Pereira Barreto (Estação Bonança) registram a mais alta temperatura mínima na região, com apenas 12,0 ºC, seguidos de Itapura com 10,1 ºC; Populina 9,5 ºC; Marinópolis 9,0 ºC e 8,8 ºC em Paranapuã.
O município de Ilha Solteira também registrou temperaturas muito baixas para a região chegando a 8,8 ºC na manhã de hoje (06:01 h), a menor desde 18 de julho de 2017 (8.3 ºC). Temperaturas iguais ou inferiores à 8,8 ºC ocorreram em apenas 1,07% dos dias e a menor temperatura já registrada pela Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira no município foi de 0,4ºC em 10 de julho de 1994.

Análise da temperatura mínima de 01/05/2018 a 20/05/2018
Ventos fortes

Ontem (19) ventou forte em todo o Noroeste Paulista com maiores velocidades registradas no município Marinópolis 38,5 km/hora às 21:27:40 horas e hoje foi registrado às 11:23:50 horas, vento de 24,8 km/h. Em Pereira Barreto que conta com duas estações em localizações opostas e fazem parte da Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista, a operada pela UNESP Ilha Solteira. A consulta ao Canal Clima daUNESP Ilha Solteira (http://clima.feis.unesp.br) mostra que na parte Sudeste do município, às margens do rio Tietê - Estação Bonança – também apresentaram ventos fortes no dia de ontem, sendo estes vindos de Sudoeste de até 32,6 km/hora às 21:22:00 horas e hoje a velocidade máxima, até o momento registrada, foi de 25,8 km/h, enquanto que em sua parte Noroeste - Estação Santa Adélia - ontem  registrou-se os  ventos Sudoeste de até 32,8 km/hora às 06:54:30 horas e hoje a velocidade chegou a 24,8 km/h.

Análise da velocidade máxima do vento de 01/05/2018 a 20/05/2018.

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Manhã de domingo fria no Noroeste Paulista


Nesta madrugada de domingo, varias estações da Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista, Monitorada pela Área de Hidráulica e Irrigação, registrou baixas temperatura.
No gráfico de temperatura média do ar podemos observar que as menores médias ocorreram entre 4:00 e 8:00 da manhã de domingo (13/05/2018).


A estação de Ilha Solteira registrou a menor temperatura do ano de 2018, chegando a 16.5ºC às 6:36 da manhã. Já menor temperatura registrada entre todas as estações monitoradas pela nossa equipe foi a estação de Dracena, que registrou 13.6ºC às 5:53 da manhã.

Neste momento as temperaturas estão normalizadas.



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Serviço de Assessoramento ao Irrigante - O que é isso?


Pod Irrigar - Serviço de Assessoramento ao Irrigante - O que é isso?
Realizamos os primeiros seminários da Disciplina de Irrigação e Drenagem, quando pedimos para nossos alunos trazerem novidades não contempladas no conteúdo programático. É a oportunidade de fazerem pesquisas, perguntarem, e em grupo discutirem o que está acontecendo no mundo da agricultura irrigada.
Foram três seminários, os dois primeiros abordaram os SAIs, ou, os Serviços de Assessoramento ao Irrigante: o que são, quem são e como atuam? Foram divididos em iniciativas públicas e privadas. Os alunos descobriram também que há serviços ativos e passivos! Em 1998 estivemos pela primeira vez na California, estivemos lá para aprender sobre duas iniciativas se que se tornaram referências no trabalho desenvolvido pela Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira. O manejo da irrigação e gestão da água em bacias hidrográficas, através das Outorgas.
Na Universidade da California em Davis, nos encontramos com Richard Snyder, um dos gigantes mundiais quando se fala de manejo da irrigação. Lá aprendemos sobre sua iniciativa nascida dentro do programa de pós-graduação que viria ser o CIMIS - California Irrigation Management Information System, uma rede composta de mais de 200 estações agrometeorológicas automáticas com o objetivo de estimar a evapotranspiração das culturas e assim gratuitamente subsidiar a correta aplicação de água na agricultura. O Irrigante ao se cadastra, informa detalhes do seu cultivo, solo, localização e assim, recebe informações diárias que possibilitam decidir se irrigarão ou não e com qual tempo e assim, é o maior exemplo de Sistema de Assessoramento ao Irrigante, classificado como ativo, havendo interação dialética explícita entre os stakehoders.
Em 1998 o CIMIS contava com 2.354 usuários e hoje são mais de 50 mil, proporcionando economia mensurável no uso da água entre 10-20%, 23% no aumento da produtividade das culturas, 28% na qualidade da produção, tudo ao custo de US$ 850 mil ao ano, mas garantindo rendimentos superiores à US$ 64,2 milhões, o que faz com que o CIMIS seja um serviço gratuito e hoje operado pelo DWR - Departamento de Recursos Hídricos da California (videos, Facebook, Wikipedia).
Snyder segue buscando com suas pesquisas melhorar os coeficientes utilizados na precisa estimativa das necessidades de água das culturas e principalmente, treinando e inspirando profissionais do mundo todo - muitos deles tivemos o prazer de conhecer -, o que inclui a Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira, que opera o Canal CLIMA da UNESP, inspirado no CIMIS, monitorando as conduções ambientais, estimando a evapotranspiração e subsidiando o uso racional da água na agricultura em 60 municípios com área total estimada em 16.130 km2.


Este importante trabalho público de assoreamento ao irrigante acontecem também na Espanha e no Ceará com destaque para o realizado pelo Instituto Inovagri, enquanto que há quatro empresas que se destacam no serviço privado. O terceiro seminário versou sobre os laboratórios móveis de irrigação, importante ferramenta em vários Estados americanos, que ainda não acontecem sistematicamente no Brasil, e que serão objetos de oportuna edição do PodIrrigar.
Este foi o tema da edição de 23 de abril de 2018 do [Pod Irrigar] - o Podcast da Agricultura Irrigada -, mas o Internauta também pode ouvir as outras dicas que estão disponíveis semanalmente a partir de http://podcast.unesp.br/podirrigar.

Pod Irrigar - Irrigation Advisory Service - What is it?
The first seminars of the course Irrigation and Drainage took place, when we asked our students to discuss news that are not included in the program syllabus. This is an opportunity to research, ask questions and discuss what is happening in the world of irrigated agriculture.
There were three seminars; two debated the SAIs, or the Irrigation Advisory Services: what are they, who are they and how do they act. They were divided into public and private initiatives. Students also found out there are active and passive services! In 1998 we were for the first time in California, when we learned about two initiatives that became references in the work developed by the Area of Hydraulics and Irrigation of UNESP Ilha Solteira. The irrigation management and the water management in watersheds, through water rights.
At the University of California - Davis, we met with Dr. Richard Snyder, one of the world's giants when it comes to irrigation management worldwide. There we learned about his initiative born within their Graduate Program and that ultimately would become the California Irrigation Management Information System (CIMIS). This is a network composed of more than 200 automatic weather stations with the aim of estimating crop evapotranspiration and thus subsidize the correct application of water in agriculture, free of charge. Farmers that use irrigation would register, provide details of their crops, soil and location, and would in return receive daily information that would help deciding whether and when to irrigate. This is the largest example of Irrigation-user Advisory System, classified as active - because there is an explicit dialectic interaction between the stakeholders.
In 1998, CIMIS had 2,354 users and today there are more than 50 thousand, providing measurable savings in water use between 10-20%, 23% increase in crop productivity, 28% in quality of production, at the grand cost of US$ 850,000 per year, allowing an income of more than US$ 64.2 million, which turns CIMIS a free service and today operated by the DWR - Department of Water Resources of Califonia (videosFacebookWikipedia).
Snyder still seeks to improve the coefficients used to accurately estimate water crop requirements and, above all, to train and inspire professionals from all over the world - many of whom we were pleased to meet. This includes the Area of  Hydraulics and Irrigation of UNESP Ilha Solteira, which operates UNESP CLIMA Channel, which was inspired by CIMIS. CLIMATE monitors environmental management, estimates evapotranspiration and subsidizes the rational use of water in agriculture in 60 cities, with a total estimated area of 16,130 km2.
This important public work of irrigation advisory happens also in Spain and Ceará, especially through the Inovagri Institute. There are also four companies that stand out in the private service in Brazil. The third seminar focused on Mobile Irrigation Labs, an important tool used in several American states, but that are not widespread in Brazil. This will be addressed opportunely in a future edition of PodIrrigar, the podcast of irrigated agriculture.
This was the theme of the April 23, 2018 issue of [PodIrrigar] - the Podcast of Irrigated Agriculture - but the Internauta can also listen to the other tips that are available weekly from http://podcast.unesp.br/podirrigar

Agricultura irrigada em discussão
Irrigação e agricultura irrigada em um papo prá lá de legal com Rodrigo Franco e Tobias Ferraz, no TerraViva Sustentável. Confira o Primeiro Bloco.


No Segundo Bloco a conversa é sobre os sistemas de irrigação no semiárido brasileiro, as preocupações com o manejo da água e a aplicação em diferentes culturas e temos até a referência ao trabalho realizado pela Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira, enquanto que no Terceiro Bloco - Importância das bacias hidrográficas e para fechar, no Último Bloco - Tratamento de Esgoto entra na conversa e se destaca toda a sua importância.

Agenda - Capacitação
Está chegando a 40ª Semana da Citricultura, 44ª Expocitros (4 a 7 de junho de 2018) e o Simpósio Irrigação GTACC (8 de junho de 2018). Será no Centro de Citricultura/IAC, em Cordeirópolis - SP. A irrigação em citros tem mais destaque no dia 8 de junho, inclusive com a premiação do Citricultor Irrigante Destaque no Biênio 2016-2017.  A Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira tem trabalho na avaliação dos desempenho dos diferentes sistemas de irrigação em citros, incluindo a influência na temperatura do dossel das plantas e também no monitoramento climático como base para o uso racional da água nas diferentes culturas. O último trabalho publicado avaliou a temperatura de superfície em pomares irrigados e teve como autores, Amendola, Hernandez e Teixeira.

Outro evento interessante é o Hackathon Agrotech, que acontecerá nos dias 11 e 12 de maio de 2018 na FATEC Rio Preto. Mas o que é Hackathon? Segundo os organizadores, Hackathon significa maratona de programação. O termo resulta de uma combinação das palavras inglesas “hack” (programar de forma excepcional) e “marathon” (maratona). O Hackathon é um evento que reúne programadores, designers e outros profissionais ligados ao desenvolvimento de software para uma maratona de programação, cujo objetivo é desenvolver um software que atenda a um fim específico ou projetos livres que sejam inovadores e utilizáveis. A maratona pode durar entre um dia. Nesses eventos, os participantes têm a oportunidade de concorrer a prêmios, conhecer outros profissionais da área, fazer networking, participar de um projeto colaborativo em um ambiente específico de programação.
Na Faculdade de Tecnologia de São José do Rio Preto - Fatec Rio Preto será o segundo Hackathon com o tema: AGROTECH - Agronegócio e Tecnologias  e o evento tem como objetivo desafiar os participantes a desenvolverem idéias para solucionar problemas do agronegócio em propriedades rurais e empresas da cadeia do agronegócio da região de São José do Rio Preto. Para isso, contarão com a mentoria de profissionais das áreas de Agronegócio, Tecnologias de Informação e Automação, bem como Gestão e Marketing, que auxiliarão os participantes durante a criação das soluções. Os organizadores definem também como objetivos, a integração de Instituições de Ensino/Comunidade, estimular o desenvolvimento de ideias que gerem soluções tecnológicas para o Agronegócio e a possibilidade de criação de startups nas áreas. O evento é um excelente momento para os alunos serem observados pelas empresas que apoiam e patrocinam, pois todas estão ligadas às áreas de conhecimento dos cursos técnicos e tecnológicos de graduação envolvidos. Além disso, o contato com profissionais trará novas perspectivas aos que participam do evento.

AGENDA DE EVENTOS

Confira na nossa agenda semanal os principais eventos relacionados a Água e Agricultura Irrigada no Brasil e no mundo confirmados para este ano.

23 a 25 de maio de 2018 - Workshop Internacional de Inovações Tecnológicas na Irrigação – WINOTEC - "O Semiárido Brasileiro".Local: Sobral - CE

5 a 7 de Junho de 2018 - 16º Treinamento sobre pastagens sob irrigação. 
Local: Centro de Treinamento de Recursos Humanos do Departamento de Zootecnia, da ESALQ/USP, na Av.Pádua Dias, 11, em Piracicaba, SP

4 a 7 de junho de 2018 - 40ª Semana da Citricultura, 44ª Expocitros e 49º Dia do Citricultor e Simpósio Irrigação GTACC -  8 de junho de 2018
Local: Centro de Citricultura/IAC, Cordeirópolis/SP

09 a 13 de julho de 2018 - II Workshop para Monitoramento de Bacias Hidrográficas.
Local: Sala α Centro de Energia Nuclear na Agricultura da Universidade de São Paulo – CENA/USP, na Av. Centenário, 303, em Piracicaba, SP

05 e 06 de setembro de 2018 - Irrigashow 2018
Local: Campos de Holambra, Paranapanema - SP.

19 a 21 de setembro de 2018 - Feira Internacional da Irrigação Brasil 2018
Local: Expo D. Pedro, Campinas - SP.

25 a 28 de setembro de 2018 - Congresso Nacional de Meio Ambiente
Local: Poços de Caldas - MG.

Local: Campinas - SP.

04 a 07 de dezembro de 2018 - 10º IPWE - 10TH International Perspective on Water Resources and the Enviroment
Local: Cartagena, Colômbia.


 de março de

- SEMINÁRIOS SEMANAIS DA ÁREA DE HIDRÁULICA E IRRIGAÇÃO
Foram realizados seminários pelos integrantes da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira, das 18 às 19 horas na Sala de Reuniões do LHI e aberto aos interessados em geral. Conheça a programação!

OUTROS EVENTOS
O sítio do The Consortium of Universities for the Advancement of Hydrologic Science, Incorporated (CUAHSI) apresenta uma agenda de eventos. Confira: http://www.cuahsi.org

Trabalho prático: HIDROMETRIA, VAZÃO REGIONALIZADA E OUTORGA DO USO DA ÁGUA

Os Seminário e Monografias já estão acontecendo e agora a preocupação se volta para o trabalho de Hidrometria e uso da água. Recentemente a disputa pela água ganhou projeção nacional com um grande ato de vandalismo. É preciso entender sobre os recursos hídricos para atuar com conhecimento de causa e coerência, espacialmente considerando a real necessidade de se produzir alimentos.
Os Grupos serão de no máximo 4 participantes e o trabalho Hidrometria e Outorga do Uso da Água será escrito em linguagem técnica, envolvendo a revisão da literatura em consonância com a atividade prática, que pode ser um dos serviços a serem prestados pelo Engenheiro Agrônomo. Portanto, atenção para esta observação, sejam efetivamente práticos. Em grupo, o roteiro abaixo é bem legal para a delimitação de atividades!


Hidrometria
Já divulgamos informações e imagens da nossa aula prática no Cinturão Verde. Os resultados anteriores podem ser vistos em AULAS PRÁTICAS no nosso canal GALERIA e também em http://www.agr.feis.unesp.br/aulas_praticas.php.

Todos os Grupos, com cinco elementos no máximo, deverão escolher um manancial diferente do que fizemos a aula prática da disciplina para medir a vazão, deverão preparar a lista de equipamentos e materiais necessários ao trabalho, agendar com a Orientada a data para a retirada do material no Laboratório de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira e partirem para o campo. Assumir na medição de vazão que estaríamos numa estação seca.

Os Grupos deverão estimar/medir a vazão e calcular os parâmetros hidrológicos (Q7,10 e outros parâmetros) de uma microbacia de interesse. Esta parte chamamos de regionalização de vazão e a literatura base está toda relacionada na Bibliografia da disciplina no Canal da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira.

O desafio é confrontar os valores medidos e calculados e depois definir a área máxima possível de ser irrigada tendo como referência a retirada de 5,0 mm/dia (LÂMINA BRUTA de projeto) e a legislação em vigente. Assumam a retirada de 50% da Q7,10. A ideia é interpretar o resultado e fazer a recomendação de como devemos agir, ou seja, aprender a solicitar a Outorga do Uso da Água.

Outorga do Uso da Água
A Outorga de Direito de Uso de recursos hídricos é um dos seis instrumentos da Política Nacional de Recursos Hídricos, estabelecidos no Inciso III, do Art. 5º da Lei Federal nº 9.433, de 08 de janeiro de 1997. Esse instrumento tem como objetivo assegurar o controle quantitativo e qualitativo dos usos da água e o efetivo exercício dos direitos de acesso aos recursos hídricos.

De acordo com o Inciso IV, do Art. 4º da Lei Federal nº 9.984, de 17 de junho de 2000, compete à Agência Nacional de Águas (ANA) outorgar, por intermédio de autorização, o direito de uso de recursos hídricos em corpos de água de domínio da União, bem como emitir outorga preventiva. Também é competência da ANA a emissão da reserva de disponibilidade hídrica para fins de aproveitamentos hidrelétricos e sua conseqüente conversão em outorga de direito de uso de recursos hídricos.

Outorga do Uso da Água deverá ser preenchida e anexada em formulários próprios e padronizados pela Agência de controle. No caso do Estado de São Paulo, o DAEE e no âmbito federal, a ANA (FAQsPedidosManual de Procedimentos). Caso queiram avançar nos estudos e acreditarem que a área possível de ser irrigada seja muito pequena em relação ao desejado, o Grupo pode avançar em medidas que levem à maior oferta de água, e, neste caso, a Legislação deve ser atendida por completo.
Quanto ao texto da Monografia não há limitação de páginas, fiquem a vontade para aproveitar o trabalho para estudar o tema a fundo. Use os recursos computacionais e gráficos disponíveis da melhor forma possível e criatividade.


Lembramos que o trabalho relativo à esta aula prática deverá ser finalizados com o relatório que deverá ser escrito contendo os seguintes itens:
INTRODUÇÃO (Contextuação do problema), REVISÃO BIBLIOGRÁFICA (o que já foi feito sobre o tema e a sua relevância), MATERIAL E MÉTODOS (como, onde e quando foram feitas as atividades), RESULTADOS E DISCUSSÃO (os resultados observados, calculados e o que eles significam, ou seja, a discussão propriamente dita), CONCLUSÃO, BIBLIOGRAFIA consultada e os Anexos (Formulários de Outorga) do DAEE, que é agência oficial do Estado de São Paulo para esta finalidade.

Reforçamos que deverá haver a preocupação com o planejamento e a consulta à bibliografia existente e os trabalhos são uma excelente oportunidade para consolidar conhecimento e se preparar para as avaliações.

A entrega da Monografia deverá ser no dia da Segunda Prova, momentos antes dela começar.

Alguns dos assuntos abordados foram:
OUTORGA DO USO DA ÁGUA E REGULARIZAÇÃO DE VAZÃO: Você têm o site do DAEE (http://www.daee.sp.gov.br) como referência, consulta e uso, mas também na Biblioteca há disponível os CDs, SIGRH - Plano Estadual de Recursos Hídricos 2000-2003 e Banco de Dados e Regionalização Hidrológica do Estado de São Paulo (DAEE).


No canal DOWNLOADS no Canal da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira pode ser encontrado também os softwares Hidro (Sistema de Informações Hidrológicas)  e Glossário de Termos Hidrológicos. É uma boa dica também os sites: www.ana.gov.br (Agência Nacional de Águas. Legislação, softwares, etc) e www.sigrh.sp.gov.br (Sistema de Informações para Gerenciamento de Recursos Hídricos do Estado de São Paulo). Três reportagens do Globo Rural sobre como a cidade de Nova York faz para ter água de qualidade para abastecer sua população é uma ótima ideia a ser seguida. Podem ser assistidas a partir da Aba Downloads - Videos do Canal da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira. Recomendamos que assistam!

Dicas de leitura
Sugerimos a leitura do artigo "O conceito de bacia hidrográfica e a importância da caracterização morfométrica para o entendimento da dinâmica ambiental local", interessante para conhecer em detalhes os elementos que compõe uma bacia hidrográfica. Sobre a gestão dos recursos hídricos, outro artigo interessante é "O processo de criação e consolidação dos comitês de bacias hidrográficas para gestão dos recursos hídricos" e a Dissertação "A trajetória do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Mogi Guaçu e suas contribuições para a gestão dos recursos hídricos". Um pouco mais perto de nós, dos trabalhos executados pela Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira destacamos "Ocorrência de macrófitas  aquáticas no córrego do Boi" e "Avaliação química da água do córrego do Boi para fins de irrigação". Como exemplo comparativo, em Pernambuco as instruções para a Outorga estão disponíveis no sítio da Secretaria de Infraestrutura

A revista ITEM - Irrigação e Tecnologia Moderna, disponível na Biblioteca, é fonte obrigatória de consulta para este tema de agora e também quando eu entrar em armazenamento de água com represas e mananciais. Também a revista IRRIGAZINE é uma ótima fonte de consulta.

Bom trabalho!

UMIDADE RELATIVA DO AR BAIXA E ESCASSEZ DE CHUVAS

A umidade do ar ajuda a refrigerar e filtrar o ar que os seres vivos respiram, para que ele chegue no pulmão o mais puro possível, então quanto mais seco estiver o ar mais contaminado e sujo o ar vai chegar ao pulmão. 

Os níveis ideais de umidade relativa do ar tanto para os seres humanos quanto para a agricultura adequados são valores superiores a 50%. A baixa umidade do ar causa diversas consequências: aumento no número de focos de incêndio, complicações alérgicas e respiratórias, irritação dos olhos. 

Algumas dicas para evitar essas consequências são: evitar exposição e exercícios físicos ao ar livre nos horários mais quentes (entre 10 horas e 15 horas), evitar lugares fechados com aglomeração e beber bastante água. 
Níveis de críticos de umidade relativa 

Nos primeiros dias do mês de maio (01/05 a 08/05) os níveis de umidade relativa do ar ficaram com uma média de 36,4 %, com destaque para a Estação Bonança, em Pereira Barreto, que registrou umidade relativa mínima de 35,4%, sendo a menor dos últimos 7 anos. Outra estação que merece destaque é a localizada no município de Itapura que obteve UR de 31% chegando quase no estado de atenção a dados críticos a saúde. 

Série histórica de umidade relativa mínima no período de 01/05 a 08/05 dos últimos 7 anos 

A baixa umidade relativa está relacionada ao grande período sem chuvas superiores que 10 mm que não atingiram a região Noroeste Paulista, porém na média para o início do mês de maio o ano que obteve a menor UR foi o de 2016 com média de 34% entre as Estações Ilha Solteira, Marinópolis, Paranapuã, Populina, Santa Adélia e S.A. Pioneiros. 

Número de dias sem chuvas superior a 10 mm nas Estações Agrometeorológicas 

Conforme esperado, o volume de chuvas vem diminuindo em relação aos primeiros meses do ano, já ficando abaixo da média histórica nos meses de março e abril. No mês de março a média histórica esperada era de 158 mm enquanto o volume registrado médio no ano de 2018 para esse mês foi de 72 mm. No mês de abril a média histórica esperada para todo o Noroeste Paulista era de 73 mm e choveu somente 41 mm. Já alcançando quase um terço do mês de maio com um esperado de chuva de 70 mm e obtendo somente 2 mm na média em toda a Região Noroeste do Estado de São Paulo será que vamos atingir a chuva histórica esperada esse mês? 

Distribuição de volume de chuva mensal e histórico de 2018 

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Armazenamento - logistica de trasporte


Hidrovia Tietê-Paraná e o uso múltiplo da água
A maior Hidrovia do país, a Hidrovia Tietê-Paraná (A), depois de ter suas atividades interrompidas durante a crise hídrica de 2013-2015 volta à discussão exatamente em relação à qual seria a cota mínima de água para a perfeita operação. O uso da água pressupõe o uso múltiplo para as diferentes atividades e neste caso específico os rios Paranaíba junto com o Grande formam em Rubinéia o rio Paraná, que é interligado ao rio Tietê através do Canal de Pereira Barreto (detalhes construtivos), uma obra conhecida como o maior canal artificial da América do Sul e o segundo maior do mundo, com 9.600 metros de extensão, ao interligar o lago da barragem da Usina Hidrelétrica de Três Irmãos, no rio Tietê, ao rio São José dos Dourados, afluente da margem esquerda do rio Paraná e ao reservatório de Ilha Solteira, propiciou a redução do tempo de navegação das barcaças na Hidrovia Tietê-Paraná pela menor distância e eliminação de duas eclusagens (B) e a ainda operação de geração de energia elétrica integrada pela transposição de água entre as bacias do rio Paraná e Tietê.

Geração de energia e navegação devem compartilhar o uso da água com os sistemas de irrigação e ainda o lazer neste grande bacia hidrográfica que se inicia na Usina de São Simão no rio Paranaíba e Usina de Água Vermelha no rio Grande, passando pela Usina de Ilha Solteira já no rio Paraná e chegando à Usina de Avanhandava no rio Tietê, quando uma eclusa garantirá a navegação por uma distância ainda maior.


Com a crise hídrica houve interrupção da passagem de embarcações no km 99,5 km da Hidrovia de maio de 2014 à 26 de janeiro de 2016 em decorrência do baixo nível dos reservatórios de Três Irmãos e Ilha Solteira, que chegou à cota 318,74 metros em 05 de março de 2015 no rio Tietê e 318,62 metros em 05 de agosto de 2015 no rio Paraná. O volume morto (abaixo da cota 323 metros) foi atingido no rio Tietê em 01 de julho de 2015 e no rio Paraná em 19 de junho de 2015 permanecendo por 551 dias (03 de janeiro de 2016) e 576 dias (15 de janeiro de 2016), respectivamente, quando o rio Tietê chegou a transpor até 1.149 m3/s para o rio Paraná com velocidade de 2,44 m/s, mostrando pela primeira vez a importância da interligação de bacias hidrográficas para a segurança hídrica.

Havia a expectativa pela saída do volume morto no reservatório de Ilha Solteira - a terceira maior do Brasil - menos pela geração de energia e mais pelo retorno das operações da Hidrovia Tietê-Paraná (B), o que o se confirmou na sexta-feira (15 de janeiro de janeiro de 2016) quando o lago rompeu a cota 323 metros, muita chuva no Estado inteiro e muitos prejuízos, além do espetáculo que envolve a abertura de vertedores de usina hidrelétricas, o que não se via há anos.





Planejamento - ou a sua falta
O triste desta história é que os cronogramas não se cumpre, desde o atraso de anos na obra da ponte rodoferroviária após o seu início, até a não execução do projeto completo que inclui o terminal intermodal, que ainda não iniciou a construção. A seguir algumas notícias antigas resgatadas com o duplo propósito, incentivar a responsabilidade dos nossos governantes no sentido de entregar o que prometeram e por outro lado, informar, qual a seria a infra estrutura prevista para a região Noroeste Paulista.
02/05/2018: Empresas buscam alternativas a BNDES para financiar projetos em infraestrutura

Conheça no workshop "Jornalismo Agropecuário - Entendendo o mercado da soja" alguns princípios da produção e comercialização deste grão e também o artigo "Logística de transportes no agronegócio" que objetivou determinar (em 2007) a distribuição dos modais de transporte mais viáveis para escoar a produção, que seriam o rodoviário, ferroviário, hidroviário e o intermodal. No entanto, serão apresentadas as dificuldades de cada setor e as necessidades de investimento nesses segmentos, apontando as potencialidades e funcionalidades de cada modal, enfatizando, porém a utilização das ferrovias, pois oferecem muitas vantagens devido a grande extensão territorial do Brasil, e das hidrovias por existirem muitos rios que oferecem boa navegabilidade e, em contra partida, a diminuição do transporte rodoviário, para assim, poder aumentar a competitividade dos produtos.


Na lanterna do crescimento do PIB está o Sudeste, região industrializada que perde espaço na agropecuária. Em 2017, o Maranhão foi o destaque entre os Estados. Região Sul, na média lidera o crescimento. Enquanto isso, o Brasil ficou mais injusto e viver com até R$ 47 por mês obriga a escolher entre comida e higiene, condição vivida por cerca de 4,5 milhões de pessoas na base da pirâmide.



As ilustrações utilizadas nas aulas estão disponíveis AQUI!

Chuva e temperatura no mês de abril no Noroeste Paulista


O mês de abril está chegando ao fim com chuvas abaixo do esperado pela média histórica em toda a região Noroeste Paulista - que compreende a região entre a margem direita do rio Tietê e a margem esquerda do rio Grande, tendo o rio Paraná como limite oeste. Já caracterizada como a região de maior déficit hídrico do Estado de São Paulo.
Os registros da Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista operada pela Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira mostram que, até o momento, todas as estações registraram índices pluviométricos inferiores ao esperado. A estação que mais se aproxima da média histórica para o mês de abril é Ilha Solteira, com 80 mm, 7 mm a menos do esperado. Em seguida, destacam-se a estação Bonança (localizada no município de Pereira Barreto) e Marinópolis, ambas com 14 mm a menos da média histórica.
Gráfico: Chuva histórica e em abril de 2018.
Em relação à temperatura todas as estações se aproximam do esperado para o mês de Abril, sobressaindo Marinópolis que registrou uma temperatura média de 0,4°C acima do previsto.

Gráfico: Temperatura média histórica e em abril de 2018.
A menor temperatura registrada nesse mês foi no município de Populina, 13,3°C. Desde 2016 essa ou menor temperatura não ocorria no mês de abril.
A estação Santa Adélia Pioneiros, no município de Sud Mennucci, registrou a temperatura mais alta nesse período, 35°C.


SERVIÇO:
- Informações sobre agricultura irrigada e agroclimatologia no noroeste paulista são publicadas regularmente BLOG da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira em http://irrigacao.blogspot.com
- Números e gráficos das estações agrometeorológicas no noroeste paulista estão em http://clima.feis.unesp.br
- Canal da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira: http://www.feis.unesp.br/irrigacao/irrigacao.php 
- Canal CLIMA da UNESP Ilha Solteira: http://clima.feis.unesp.br
- Pod IRRIGAR - O Pod Cast da Agricultura Irrigada: http://podcast.unesp.br/podirrigar
- Informações também em (018) 3743-1959

Domingo chuvoso no Noroeste Paulista

Neste Domingo (01/04/2018), foi registrado um grande volume de chuva nas estações da Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista operada pela Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira. 
Além de altos volumes, a chuva veio com forte intensidade na região. Em Ilha Solteira, foram registrados 75,7 mm, com intensidade máxima de 156 mm/h. Desde 1990 só choveu mais que esse volume em um único dia na cidade, apenas 6 vezes.
A estação Bonança, no município de Pereira Barreto, marcou 56,6 mm com sua maior intensidade de 91,2 mm/h. Também em Pereira Barreto (estação Santa Adélia) foram registrados 45,2 mm, com maior intensidade de 67,2 mm/h. Em Sud Mennucci, estação Santa Adélia Pioneiros, foram mensurados  28,2 mm, com intensidade máxima de 49,2 mm/h.
As outras estações do Noroeste Paulista também registraram precipitações maiores que 10 mm. Totalizando uma média de precipitação na região de 35,08 mm.

Canal Clima

Acompanhe as variáveis do tempo na região Noroeste Paulista clicando aqui.

SERVIÇO:
- Informações sobre agricultura irrigada e agroclimatologia no noroeste paulista são publicadas regularmente BLOG da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira em http://irrigacao.blogspot.com
- Números e gráficos das estações agrometeorológicas no noroeste paulista estão em http://clima.feis.unesp.br
- Canal da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira: http://www.feis.unesp.br/irrigacao/irrigacao.php 
- Canal CLIMA da UNESP Ilha Solteira: http://clima.feis.unesp.br
- Pod IRRIGAR - O Pod Cast da Agricultura Irrigada: http://podcast.unesp.br/podirrigar
- Informações também em (018) 3743-1959

Seminários em Irrigação e Drenagem - 1o Semestre 2018

Como divulgado em sala de aula - Irrigação e Drenagem -, teremos os temas e líderes para os Seminários do semestre. Os Grupos de trabalho para estes Seminários devem ser formados com até 4 elementos, tendo como Coordenadores os alunos identificados abaixo. Se eventualmente o Líder já estiver em algum grupo, a troca de liderança é permitida desde que comunicada ao Professor antecipadamente. Cabe ao Coordenador organizar e dar as diretrizes para que o grupo faça um excelente seminário. 

Todos os seminários devem ser acompanhados de monografias que devem ser entregues no momento da apresentação, não havendo limitação no número de páginas, ficando todos à vontade para aproveitar o trabalho para estudar o tema a fundo. Os três primeiros seminários acontecerão na manhã do dia da 1a. Prova, os quatro subsequentes na 2a. Prova e os seminários 8 a 10 na manhã da 3a. Prova. As apresentações devem sempre durar aproximadamente 15 minutos (10-20 minutos).

A nota da apresentação é feita em função da média de três critérios: APRESENTAÇÃO, MÍDIA e CONTEÚDO, já a Monografia tem como critérios a APRESENTAÇÃO (forma), o CONTEÚDO e os RECURSOS utilizados para preparar o documento.

TODOS os alunos até o final do curso deverão apresentar ao menos um seminário e a monografia irá compor outra Nota e as apresentações seguirão esta sequência:
1. SAI - Serviços Públicos de Assessoramento ao Irrigante: o que são, quem são e como atuam?***  Eder Nunes de Lima Milhossi
2. SAI - Serviço de Assessoramento ao Irrigante Privado: o que é, quem são e como atuam? Eduardo Augusto Pontes Pechoto
3. Apoio ao irrigante: Laboratório Móvel de Irrigação (MIL), o que é, como atuam e onde? Eduardo de Lima Felix
4. Revendas de projetos de irrigação no Estado de São Paulo: quem são, onde e como atuam? Fábio Gomes Assis Júnior
5. Como funciona e viabilidade técnica-econômica de um Perímetro ou Distrito de Irrigação.Felipe Moreira Pereira
6. Irrigação na cultura do citros: sistemas e manejo. Fernando Pavanin Martins
7. Irrigação de cana: luxo ou necessidade? Gabriel Paiola
8. Fabricantes de pivô central no Brasil: quem são e como atuam? Gabriela Valério Leardine
9. Fabricantes de sistemas de irrigação localizada no Brasil: quem são e como atuam? Bruno Henrique Zampar
10. Aspersores, fabricantes e suas aplicações para sistemas convencionais e mecanizados. Isabela Borges Cardoso

* Os Grupos devem estar preparados para a apresentação e também devem se encarregar de fazer os ajustes nos equipamentos multimídia e arquivos antes da chegada do Professor.
** As datas detalhadas e demais informações estão disponíveis no arquivo "Introdução à agricultura irrigada" que é a base das nossas aulas e pode ser acessado a partir da aba Atividades Acadêmicas no Canal da Irrigação da UNESP Ilha Solteira.
*** Exemplos do exterior são também bem vindos

Algumas dicas para uma apresentação em público...
- Apresentação ideal: 20% do tempo para a introdução, 70% para o desenvolvimento e 10% para a conclusão
- Powerpoint com efeitos MUITOS especiais? Melhor não, a não ser que seja absolutamente necessário
- Escreva frases-chave no Powerpoint. E por favor, ao falar, não repita o que está escrito. A platéia agradece!
- Para conter um ataque de riso (ou de choro) por causa do nervosismo, contraia os dedos dos pés como se estivesse agarrando o chão.
- Não comece a apresentação se desculpando ou dizendo que vai dar uma "pincelada" no assunto.
- Em geral, recuar um pouco acalma, pois faz você ver as coisas mais de longe.
- Quando parar alguns instantes de andar, evite ficar com os pés paralelos. É melhor manter um pé um pouquinho à frente do outro. Deixe sua postura mais descontraida e facilita quando você for andar novamente.
- Ande pelo palco/sala, pois a movimentação mostra segurança e disposição de comunicar. Só tome cuidado para não parecer um pêndulo e fazer todo mundo cair no sono.
- Divida a platéia mentalmente em quatro partes e passeie o olhar nelas à medida que for falando.
- Se der branco, pergunte o que o pessoal entendeu até o momento.
- Imagine as perguntas que podem ser feitas e estude além disso. Prepare também slides extras com as respostas para mostrar no final. Sua eficiência vai causar uma ótima impressão.