Alterações no tempo podem prejudicar as culturas do milho e feijão na região Noroeste Paulista

A frente fria que chegou ao Centro Sul do final de semana pode prejudicar as culturas do milho e do feijão que estão em campo nessa época do ano. Especificamente no Noroeste Paulista, a partir de segunda feira as temperaturas começaram a cair, a partir do aumento na velocidade dos ventos e consequentemente ocorreu aumento na umidade relativa do ar.

Fonte: Canal Clima
Fonte: Canal Clima
Fonte: Canal Clima


A maioria das lavouras de milho na região estão em ponto de colheita, portanto já escaparam do risco de geadas. No entanto, o principal dano causado pela mudança no clima, além do risco de incêndio que se torna maior devido aos fortes ventos e ao fato das plantas já estarem secas, está relacionado à doenças fúngicas que podem comprometer a qualidade dos grãos.
O aumento na umidade relativa do ar mantêm a umidade dos grãos , o que favorece doenças como a Podridão das espigas e a formação de grãos ardidos causadas por fungos dos gêneros Stenocarpela e Fusarium.
Lavoura de milho irrigado em período pré colheita.
Fonte: Canal Clima

Ao tempo em que boa parte das lavouras de feijão de sequeiro já foram colhidas, ainda há feijão em fase de desenvolvimento final no campo sob irrigação. Algumas lavouras estão iniciando o estádio reprodutivo.
Dessa maneira, as baixas temperaturas podem influenciar negativamente no feijoeiro retardando a floração e aumentando o ciclo da cultura. Ao mesmo ponto que doenças fúngicas que atacam a parte aérea podem prejudicar o ciclo final do feijoeiro, são elas: Mancha angular causada por Pseudocercospora sp., Antracnose causada Colletotrichum sp., Ferrugem causada por Uromyces.
Oídio causado por Oidium sp e o Mofo branco causado por Sclerotinia sp. , sendo esta a doença mais destrutiva dos cultivos de feijão irrigado no outono-inverno.
Essas doenças se beneficiam das condições climáticas descritas, baixas temperaturas, ventos moderados e alta umidade do ar.

Feijão caupi  irrigado com sintomas de Oídio.
Lavoura de feijão caupi com sintomas de Oídio.
Essas alterações no clima também ocasionaram em uma diminuição nos valores de Evapotranspiração média diária, isso se deve ao fato da diminuição do fotoperíodo, característica no inverno. Além disso a região se aproxima de 60 dias sem chuvas maiores que 10 mm em todas as localidades monitoradas pela Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista.


Fonte: Canal Clima


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- Informações sobre agricultura irrigada e agroclimatologia no noroeste paulista são publicadas regularmente BLOG da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira em http://irrigacao.blogspot.com
- Números e gráficos das estações agrometeorológicas no noroeste paulista estão em http://clima.feis.unesp.br
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O Noroeste Paulista amanheceu gelado

O Noroeste Paulista amanheceu gelado nesta segunda-feira (13). 

A maioria das cidades da região registrou temperatura abaixo de 10ºC. No municipio de Dracena (SP), os termômetros registraram 6ºC, às 5h59, de acordo com a Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista, operada pela Área de Hidráulica e Irrigação da Unesp Ilha Solteira.

Em Pereira Barreto (SP) a temperatura registrada às 7h37,desta segunda-feira foi 7,7ºC, conforme informação da Estação Bonança e na cidade de Marinópolis, a temperatura as 4h foi de 7,3ºC. Em llha Solteira, Itapura e Sud Mennucci a temperatura mais baixa ficou em torno de 8ºC, nesta manhã. 

A alta umidade relativa do ar na região contribuiu para que a sensação térmica fosse ainda menor do que as temperaturas registradas e, assim, recomenda- se um bom agasalho.

Já são 57 dias sem chuvas, com precipitação maior que 10 milímetros na região. Ontem os ventos registrados foram de moderados a fortes o dia todo e nas cidades hoje é dia de recolher muitas folhas. 

E você acompanha tudo sobre o tempo na região a partir de: http://clima.feis.unesp.br


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Uniformidade da irrigação em Pivô Central é o tema de trabalho de graduação que será apresentado nessa sexta feira

Nessa Sexta-feira, 14 de julho de 2017, o graduando em Engenharia Agronômica pela UNESP Ilha Solteira e integrante da Área de Hidráulica e Irrigação, Iuri da Nóbrega dos Santos defende seu trabalho de conclusão de curso intitulado " Desempenho de Sistemas Pivô Central" como parte dos requisitos para obtenção do grau de Engenheiro Agrônomo.

O trabalho tenta elucidar ao irrigante que, mesmo mantendo produtividades e margens de lucro satisfatórias com baixas uniformidades, altos coeficientes de uniformidade podem aumentar a produtividade, rentabilidade e o lucro na agricultura irrigada.

Fonte: Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira 


Fonte: Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira
O trabalho e a apresentação a ser realizada podem ser acessados aqui

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Notas divulgadas

As notas finais da disciplina de Irrigação e Drenagem estão disponíveis.
Como combinando, a Prova de Recuperação acontecerá as 15 horas do dia 10 de julho de 2017, na Sala 2 da Central de Aulas do Campus II da UNESP Ilha Solteira. Também no mesmo horário e local será realizada a prova de Armazenamento.
Conforme NOVA instrução divulgada ontem, a Recuperação NÃO É OBRIGATÓRIA!


A probabilidade do teste T na correlação entre média das listas de exercícios e a média final foi de 0,2%, comprovando mais uma vez as vantagens de investirem parte do tempo de estudos ao longo do semestre fazendo as listas propostas.


A todos, obrigado pela dedicação, PARABÉNS e ótimas férias!




Temperaturas amenas em junho, sem chuvas e com colheita de feijão


Pod Irrigar - Temperaturas amenas e falta de chuva marcam o junho de 2017
O mês de junho se foi e com ele a percepção de que tivemos um mês mais frio que o normal, ou o que esperávamos. Natural isso, em uma região quente como o é o Noroeste Paulista, de grande aptidão para uma agricultura irrigada de alto nível, mas detentora das maiores taxas de evapotranspiração do Estado de São Paulo e com irregularidades das chuvas, apresenta tradicionalmente 8 meses de déficit hídrico e seria temerário fazer agricultura sem se alicerçar nos sistemas de irrigação.


Mas nós que trabalhamos com a agropecuária, nos preocupamos com a relação entre as chuvas e a evapotranspiração e assim determinar quando irrigar e com qual quantidade de água para conseguirmos a maior produção com menor custo é fundamental, e assim, estamos neste junho de 2017 com 2,5 mm de média de evapotranspiração de referência, exatamente igual a média histórica do Noroeste Paulista, mas uma pouco acima dos 2,3 mm/dia registrados em junho de 2016, muito influenciada pelos 39 dias sem chuva maiores que 10 mm na região, e de fato, a Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista, operada pela UNESP, aponta para apenas 5,6 mm de média de chuva neste mês. No mesmo período de 2016 foram registrados 58 mm, muito próximos dos 60 mm historicamente esperados.


E assim, o que temos hoje na região é a situação em que as chuvas de abril e maio favoreceram quem se arriscou e plantou feijão na primeira quinzena de abril e a colheita neste momento aos 72-75 dias está acontecendo com produtividades consideradas satisfatórias, enquanto plantios tardios, exigem que os sistemas de irrigação operem a plena carga.

 Feijão de sequeiro sendo colhido em junho de 2017. Fotos: Carlos Missiaglia.


O importante é destacar que os investimentos em sistemas de irrigação são necessários quando há o registro e análise histórica de déficit hídricos, mas o balanço hídrico só é possível ser realizado quando há dados de chuva e evapotranspiração disponíveis e assim, a UNESP Ilha Solteira cumpre um papel muito importante perante a sociedade, que é o de fazer o monitoramento climático do Noroeste Paulista e permitir que profissionais de diferentes formações se apropriem gratuitamente dos dados registrados e divulgados para fazer uma região ainda melhor.


E por falar nisso, o Engenheiro Agrícola Alberto Avilez acaba de concluir um estudo que mostra que do ponto de vista econômico a melhor época de plantio de feijão na região é exatamente a primeira quinzena de abril!
Bingo! Se seguir a tradição e chover, mantenham os equipamentos de irrigação desligados, mas se for um ano atípico, é só ligá-lo e garantir a segurança hídrica que levará à altas produtividades!


Este foi o tema do [Pod Irrigar] em 9 de junho de 2017, e o Internauta também pode ouvir as outras dicas que estão disponíveis semanalmente a partir de http://podcast.unesp.br/podirrigar.


Inovagri Meeting - CONIRD - Simpósio Brasileiro de Salinidade
Foi oportuna a decisão da Comissão Organizadora do Inovagri Meeting, CONIRD e Simpósio de Salinidade de adiar a entrega dos artigos completos para o dia 14 de julho. Avaliamos oportuna porque sabemos que não está sendo nada fácil coordenar as atividades destes eventos, em uma otimização de recursos nunca acontecida no Brasil. Decisão que merece também elogios!
Um balanço prévio mostra a excelente representação dos Estados brasileiros liderados pelo Ceará, seguido pelo Rio Grande do Norte.


Quando olhamos para as instituições, entre os 453 artigos completos recebidos, a liderança fica com a Universidade Federal do Ceará e a Universidade Federal do Semi-Árido. Nossa UNESP estará presente com até o momento 5% dos trabalhos enviados e vem daí acharmos também oportuna a prorrogação do prazo de envio. Estamos em final de semestre, e assim, poderemos com a prorrogação melhorar a qualidade e ampliar o número de trabalhos a ser enviados. Aqui mesmo, da UNESP Ilha Solteira, submeteremos mais 5 artigos e assim, poderemos nos fazer presentes de forma mais efetiva.
Muito obrigado Comissão Organizadora por esta decisão! Estaremos juntos com vocês em Fortaleza entre os dias 2 e 5 de outubro de 2017.   

Planejamento
Acima fizemos uma análise climática de nossa região - o Noroeste Paulista -, mas será que estamos nos preparando adequadamente para os desafios impostos pelas mudanças do tempo? O brasileiro e Diretor Geral da FAO, José Graziano da Silva em entrevista fala sobre a preparação dos agricultores, como chave para afrontar a seca


Ramo da Terra em ação na FIIB


Parabéns por mais esta iniciativa. É fundamental a sociedade saber que nossos futuros profissionais estão antenados com o que acontece de mais moderno na nossa agropecuária, o que inclui sem dúvida alguma os sistemas de irrigação.

Entretenimento
Quem nos acompanha em nossos textos, fotos, opiniões, áudios, nos diferentes canais de comunicação que utilizo, sabe que aprecio e valorizo o passado, ou melhor, a história. Sim, conhecer a história é a melhor ferramenta para alicerçar decisões corretas no presente que garantirá um bom futuro. E assim, fica a dica aqui para conhecer o Memorial dos Municípios.
Logo na abertura o Jornalista / Memorialista José Luiz Moraes avisa: "Preservar o passado é tarefa de todos nós" e acrescenta que “A destruição do passado - ou melhor, dos mecanismos sociais que vinculam nossa experiência pessoal à das grandes gerações passadas - é um dos fenômenos mais característicos e lúgubres do final do século XX. Quase todos os jovens de hoje crescem numa espécie de presente contínuo sem qualquer relação orgânica com o passado público da época em que vivem. Por isso os historiadores, cujo ofício é lembrar o que os outros esquecem, tornam-se mais importantes que nunca, no início deste milênio.”

Um verdadeiro acervo fotográfico e da história das cidades do interior do Estado de São Paulo, dividido por região, onde o Internauta tem a oportunidade de conhecer a história dos municípios paulistas. Minha Junqueirópolis, onde nasci, está lá. Começa assim a sua história: "Apesar de a lavoura cafeeira estar em crescente fase de expansão, em busca de terras agricultáveis ao Oeste do Estado de São Paulo, no início do século XX, uma deficiência de conhecimento varria os órgãos oficiais com relação ao que chamavam de Sertão Paulista. Entendendo por sertão, todas as terras localizadas a oeste das últimas habitações feitas por pioneiros em direção ao Estado do Mato Grosso, o povoamento do que já denominavam de interior se restringia a recém-formados patrimônios e cidades que serviam de entrepostos para a promoção do desbravamento das terras nativas em direção às barrancas do rio Paraná. Tendo estas cidades como referência inúmeras expedições, sejam de caráter particular ou do governo, foram organizadas para reconhecerem os principais cursos d´água do Estado e consequentemente verificar outros quesitos que constituíam o extremo Oeste."

Mas a Admirável Ilha Solteira que nos acolheu com tanto carinho, também está no Acervo e a sua origem é contada assim: "A cidade de Ilha Solteira começou a receber seus primeiros moradores, no dia 15 de outubro de 1968, surgindo em razão do enorme contingente de mão de obra necessária a construção da Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira. Em reunião realizada no dia 09 de outubro de 1968 a Diretoria da CESP - Centrais Elétricas de São Paulo S/A, criou uma administração especial para Ilha Solteira, à AEIS, a quem caberia planejar, coordenar, executar, controlar e avaliar as atividades necessárias à implantação e administração da cidade, de acordo com as diretrizes da Diretoria da CESP. Em 03 de fevereiro de 1969, o então Governador Dr. Abreu Sodré, oficializou a decisão da Diretoria da CESP, assinando o Decreto Lei Estadual nº. 51352, com base na Lei Orgânica dos Municípios, instituindo o regime de administração especial para a cidade. Em 17 de fevereiro de 1970, através da Lei Municipal nº. 812, o município de Pereira Barreto, celebra convênio, que delega a AEIS, o exercício das atribuições constantes dos artigos três e quatro da Lei Orgânica Municipal, dentro da área de propriedade da CESP, e estabelece ainda os procedimentos relativos à tributação, retorno do ICMS, cobrança de taxas e serviços, plano urbano, normas de edificação, expedição de atos e alvarás. O planejamento urbano e sua estrutura física ficaram a cargo do escritório técnico Carvalho Monge E Ariak Kato. Construída pela CESP, a cidade foi resultado de um planejamento urbano e manteve seu traçado pouco modificado, enquanto permaneceu sob a administração da referida empresa. Em outubro de 1970, a nomenclatura das vias e logradouros da cidade foi estabelecida de acordo com o mapa do Brasil, onde cada alameda corresponde ao nome de um Estado, e cada quadra, chamada de “Passeio”, recebeu o nome de uma cidade do Estado à que se refere à alameda. Em 30 de dezembro de 1971, a sede do Distrito de Bela Floresta, foi transferida para Ilha Solteira, pois desde 1968, o núcleo urbano pertencia ao Aglomerado Rural de Bela Floresta, localizado no município de Pereira Barreto."

Parabéns pela iniciativa e boas lembranças a todos!

Apresentação de novo integrante da AHI - Pedro Henrique

Boa noite!

Me chamo Pedro Henrique, natural de Uberlândia-MG e estou em Ilha Solteira há mais ou menos um ano e meio.

No meu primeiro ano do ensino médio, quando comecei a ter meus primeiros contatos mais “específicos” com o campo, até que um dia resolvi que era isso que eu realmente queria para minha vida.

Atualmente estou no 3º semestre de Agronomia na UNESP Ilha Solteira, e apesar de nunca ter feito a disciplina do Professor Fernando Tangerino, de Irrigação e Drenagem, sempre tive uma vontade a mais de conhecer sobre a Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira

Através de amigos de dentro da equipe fui (muito) incentivado a participar do processo seletivo e fui selecionado. Todos os Estagiários, juntamente com o Professor Dr. Fernando Braz Tangerino Hernandez me receberam muito bem, estou me sentindo em casa!

Após alguns dias do resultado do processo seletivo, cá estou eu escrevendo esta apresentação. Estou fascinado com os trabalhos realizados pelo professor e pela equipe, feliz com a minha escolha de ter feito o processo seletivo e mais ainda por ser aprovado. Tenho certeza que será um período de muito trabalho, mas ao mesmo tempo será um período de muito aprendizado, desenvolvimento e retorno, tanto pessoal quanto profissional que irei levar por toda minha vida.


Artigo: Estudo de impactos do uso e ocupação do solo na qualidade da água de Bacias Hidrográficas

O artigo do Prof. Dr. Gilmar Oliveira Santos, ex-orientado pelo Prof. Dr. Fernando Braz Tangerino Hernandez no programa de Pós Graduação em Agronomia – Produção Vegetal- UNESP Ilha Solteira, foi publicado pela revista Engenharia Agrícola na edição de maio/junho de 2017.

O objetivo do trabalho trata-se da compreensão dos processos que influenciam as propriedades físicas, químicas e biológicas da água devido ao uso e ocupação do solo na Bacia do Rio Ipê, no município de Ilha Solteira.

Três fatores importantes no uso e ocupação da terra e na qualidade da água foram identificados na bacia estudada. Os elementos correspondem à ação inversa da temperatura para as cargas orgânicas e o ferro total na água, relacionando os sais minerais em água e sólidos dissolvidos. Além disso, foram considerados os elementos físicos da água que atuam inversamente ao pH e ao oxigênio dissolvido.

O conhecimento do uso da terra na Bacia do rio Ipê favoreceu a identificação de impactos ambientais, possibilitando estabelecer às diretrizes para o planejamento hidro agrícola e ambiental da área.

O artigo é fruto da tese de mestrado do Prof. Dr. Gilmar. Você pode acessar o texto completo, clicando aqui.


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Resultado do Processo Seletivo para o Projeto "PLANEJAMENTO E GERENCIAMENTO HIDROAGRÍCOLA E AMBIENTAL"

O Processo Seletivo para o Projeto de Extensão "PLANEJAMENTO E GERENCIAMENTO HIDROAGRÍCOLA E AMBIENTAL" foi uma proposta enriquecedora de todos os ângulos possíveis, tanto para quem avaliou, como para quem foi avaliado. O sucesso já se enquadrou no ato de tentar ou de se envolver, e não apenas na vitória conquistada. A Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira agradece a todos os candidatos que participaram!
Foram duas etapas em que os candidatos passaram, como sendo a primeira realizada no período de 1º de junho até dia 19 de junho requisitando o preenchimento de um formulário online e envio do currículo em formato .pdf. E a segunda etapa foi realizada dia 21 de junho (quarta-feira) iniciando de acordo com o cronograma a seguir.

Esse é um projeto em continuidade que está no seu 13º ano e é desenvolvido na Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira sempre investiu em diferentes canais e comunicação e defendemos o uso da Internet como um dos meios de democratizar a informação e o conhecimento de agricultura irrigada. 

É preciso inovar sempre, não dá só para copiar e colar, é preciso criar uma nova empresa e reinventar o nosso setor, para tanto é fundamental essa democratização e a transparência da informação, do conhecimento e de ações, e diariamente trabalhamos para cumprir este propósito.



A equipe da Área de Hidráulica e Irrigação ficou extremamente feliz pelo alcance que o processo atingiu e a satisfação é enorme em receber candidatos excelentes e deseja muito sucesso a todos os participantes. E é com imenso prazer que é divulgado o nome do nosso novo integrante da equipe: PEDRO HENRIQUE DE VAL CASTRO ALMEIDA FONTES! 

Fique ligado na informação

Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira disponibiliza as variáveis climáticas coletadas pelaRede Agrometeorológica do Noroeste Paulista através do Canal CLIMA da UNESP Ilha Solteira(http://clima.feis.unesp.br) de forma livre e gratuita e além de dar suporte ao irrigante para que ele pratique o adequado manejo da irrigação através da estimativa da evapotranspiração, oferece o acesso de dados para qualquer pessoa que deseja saber mais sobre o clima no Noroeste Paulista. A atualização de dados é feita a cada cinco minutos, com gráficos, figuras, tabelas, mapas e ainda o banco de dados histórico das oito estações automáticas.

Já a Imprensa, Internautas e demais interessados podem receber informações climáticas e os resultados das pesquisas e demais atividades desenvolvidas através do press-releases preparados pela Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira. O cadastro deve ser feito em http://www.agr.feis.unesp.br/faleconosco.php

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Estudantes de Goiás visitam a UNESP Ilha Solteira


[PodIrrigar] - UNESP recebe alunos da Universidade de Rio Verde - Agricultura irrigada com foco no manejo da irrigação foi o objetivo da visita
A Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira dá atenção especial à extensão universitária, considerando-a fundamental para a melhor formação profissional dos alunos, pois através dela consegue unir a pesquisa e o ensino de forma prática desenvolvendo o chamado conhecimento tácito (A), aquele adquirido ao longo das experiências e vivências particulares de cada pessoa, uma vez que nossos alunos passam a interagir com a sociedade civil em suas atividades ou necessidades de forma direta.

Assim, são atividades classificadas como permanentes o monitoramento climático realizado através da Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista e a sua divulgação através do Canal Clima da UNESP e ainda, mantemos as portas do Laboratório de Hidráulica e Irrigação abertas para todos que desejam conhecer nossas instalações, como trabalhamos e ainda aprender mais sobre sobre a agricultura irrigada e as áreas correlatas, permitindo entender e aumentar a eficiência do uso da água na agricultura. Estas atividades permitem também colocar em prática a democratização do conhecimento e da informação, além de dar transparência às ações realizadas por nossa Equipe.


Neste propósito recebemos na UNESP nos dias 2 e 3 de junho, 26 estudantes de Engenharia Agronômica e Ambiental da UniRV - Universidade de Rio Verde - Goiás - coordenados pelo Prof. Dr. Gilmar Oliveira Santos que assistiram palestras e desenvolveram atividades práticas preparadas pelos nossos Orientados.

 

Coube a mim dar as boas vindas destacando a importância de uma formação técnica e profissional sólida e os valores defendidos, bem como operamos a comunicação na Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira de modo a atingir um público amplo e eclético.


Depois, nossos Orientados apresentaram em detalhes a Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista e o Canal CLIMA da UNESP Ilha Solteira, ensinando os visitantes como acessarem os dados e informações transmitidas. O funcionamento das estações automáticas e seus respectivos sensores foram observados na visita à Estação Agrometeorológica de Ilha Solteira e assim vivenciaram na prática todo o processo de coleta e disponibilização dos dados climáticos em tempo real para a sociedade, incluindo a evapotranspiração, necessária para se realizar o manejo correto da irrigação.



Também mostramos os seis canais de comunicação baseados na Internet que operamos e quais as métricas utilizadas para avaliar este trabalho de extensão universitária e de volta ao campo, ensinamos como fazer a avaliação dos sistemas de irrigação e a sua importância no aumento da produtividade e redução de custos operacionais, a operação do software SMAI - Sistema para Manejo da Irrigação - baseado na evapotranspiração, o manejo da irrigação via Solo e fechamos com a qualidade da água para irrigação.


Com mais esta visita, mais pessoas ficaram conhecendo nossas pesquisas e preocupações aqui na UNESP ligadas à agricultura irrigada e como lidamos com elas, ao mesmo tempo em que os nossos alunos, ao ensinarem, fortaleceram o aprendizado e assim, sem perceber, estão se tornando melhores profissionais e se qualificando para enfrentar o mercado de trabalho. Deste modo, é sempre um motivo de satisfação atender as demandas que nos chegam, pois temos a certeza de assim fazendo, estamos contribuindo para uma sociedade melhor.





Este foi o tema do [Pod Irrigar] em 9 de junho de 2017, e o Internauta também pode ouvir as outras dicas que estão disponíveis semanalmente a partir de http://podcast.unesp.br/podirrigar.


Água para todos - História da agricultura irrigada - Irrigação fazendo a diferença
Enquanto isso, houve vazamento no no canal da transposição do Rio São Francisco e o Ministério da Integração Nacional em nota oficial, diz que “Sobre o vazamento registrado na manhã deste sábado (10) em um trecho do canal do Eixo Leste do Projeto São Francisco, esclarecemos que o vazamento, que ocorreu próximo ao reservatório Copiti, entre Sertânia e Custódia (PE), já foi totalmente controlado. Não há nenhuma vítima e nenhuma casa de comunidades da região foi atingida, já que a água seguiu por um riacho até chegar ao rio Moxotó. Foram registrados apenas danos de pequenas proporções em cercas, estradas vicinais e bueiros. Ontem mesmo as equipes de programas ambientais do Projeto São Francisco foram mobilizadas para levantar os danos e programar a recuperação." (Video). 



Rio São Francisco: Captações serão suspensas. Como medida adicional para preservar os estoques de água nos reservatórios da bacia do rio São Francisco, a Agência Nacional de Águas, em articulação com os estados de Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Alagoas e Sergipe, o Comitê da Bacia Hidrográfica do São Francisco e usuários deve publicar uma resolução que institui o Dia do Rio, a partir do dia 21 de junho. Com a publicação da resolução, as captações realizadas em corpos d’água superficiais perenes de domínio da União na bacia hidrográfica do rio São Francisco serão suspensas todas as quartas-feiras. A medida inclui retiradas para todos os usos, inclusive perímetros de irrigação, mas exclui as captações para abastecimento humano e dessedentação animal, em conformidade com a Política Nacional de Recursos Hídricos (Lei 9.433/97), que considera esses usos prioritários em casos de escassez. A suspensão também vale para as aplicações de água para irrigação, mesmo que oriundas de volumes reservados previamente ao Dia do Rio. Desde o início de junho, a vazão média diária de defluência, autorizada pela ANA, nos reservatórios de Sobradinho e Xingó é da ordem de 600 m³/s, o menor patamar já praticado. O último ano de precipitação acima da média na Bacia foi registado em 2011. Desde então, tem chovido abaixo da média. Em 11 de junho, o volume equivalente dos reservatórios (Três Marias, Sobradinho e Itaparica) era 18,6%. Na mesma época do ano passado, o volume útil equivalente armazenado era 29,21%. Saiba mais...

Agronegócios - Clima - Produção agropecuária - Safra





Informática - Modernização - Administração - Gestão
"Como se preparar para a agricultura digital" por Antonio Carlos e Guilherme Melo que acreditam que a digitalização deverá ser a próxima onda que possibilitará ganhos de eficiência e de escala no setor.


Sobre o uso da informática, Tatiana Trícia de Paiva Revoredo assina o artigo "A digitalização da sociedade: economia da Web no Brasil - Impactos e reflexos na sociedade atual"

"Casos de Ensino em Administração: A Morte Simbólica em Mudanças Organizacionais: o Caso do Banco do Brasil" é um excelente artigo de Ana Maria Roux César, especialmente pela detalhada e didática metodologia empregada.

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