Notas do Primeiro Semestre de 2018 divulgadas

As notas finais da disciplina de Irrigação e Drenagem estão disponíveis. Como exposto na primeira aula, nesta turma se manteve a correlação entre média dos relatórios e média final, com significância inferior à 1% (0,46%), ou seja, é um grande aprendizado fazer os estudos sistemáticos através dos relatórios ao longo do semestre.

No dia 25 de junho foram apresentados os últimos seminários da disciplina. aqui o registro da participação dos grupos. O seminário "Aspersores, fabricantes e suas aplicações para sistemas convencionais e mecanizados" recebeu nota 9,7 e fez uma excelente abordagem das opções de aspersores no mercado. Parabéns!


Outros seminários tiveram como objetivo apresentar e dar conhecimentos dos principais fabricantes  de sistemas de irrigação no Brasil: "Fabricantes de pivô central no Brasil: quem são e como atuam? " (Nota 8,0) e "Fabricantes de sistemas de irrigação localizada no Brasil: quem são e como atuam? " (Nota 5,0).

E por fim em "Irrigação de cana: luxo ou necessidade? " o grupo apostou na necessidade da expansão da área irrigada também em cana de açúcar e teve nota 8,7 e também merecem os parabéns pelo excelente trabalho de revisão e confronto das opiniões divergentes para esta cultura. ÓTIMAS FÉRIAS a todos!

Baixa umidade relativa do ar no Noroeste Paulista

A umidade relativa do ar significa a quantidade de vapor d'água contido na atmosfera em relação à quantidade máxima que poderia ser atingida na mesma temperatura.
A umidade do ar é mais baixa principalmente no inverno e início da primavera, no período da tarde, entre 12 e 16 horas.
Os níveis ideais de umidade do ar abrangem valores superiores a 50%.
Níveis de umidade relativa do ar
Estamos há 88 dias sem chuva em quase todo Noroeste Paulista, e como consequência do tempo seco, essa semana as estações da Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista registraram valores de umidade relativa do ar considerados críticos.
Os valores mais baixos de umidade do ar foram registrado na estação de Itapura, na segunda e quarta-feira, 20,1% e 23%, respectivamente.
Canal Clima da UNESP
Alguns problemas podem ser agravados devido à baixa umidade relativa do ar, como: complicações respiratórias e alérgicas, ressecamento da pele, ressecamento das mucosas do nariz e da garganta, irritação dos olhos, além do aumento de focos de incêndio em pastagens e florestas. 
É necessário tomar alguns cuidados:
- Evite fazer exercícios físicos ao ar livre entre 10 e 16 horas;
- Beba bastante água, principalmente crianças e idosos;
- Umidifique o ambiente domiciliar por meio de vaporizadores, toalhas molhadas, recipientes com água, etc.
- Evite aglomerações em ambientes fechados;
- Use creme hidrante;
- Mantenha o ambiente livre de poeira.
Efeitos e cuidados com o tempo seco.
SERVIÇO: 

- Informações sobre agricultura irrigada e agroclimatologia no noroeste paulista são publicadas regularmente BLOG da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira em http://irrigacao.blogspot.com
- Números e gráficos das estações agrometeorológicas no noroeste paulista estão em http://clima.feis.unesp.br
- Canal da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira: http://www.feis.unesp.br/irrigacao/irrigacao.php
- Canal CLIMA da UNESP Ilha Solteira: http://clima.feis.unesp.br
- Pod IRRIGAR - O Pod Cast da Agricultura Irrigada: http://podcast.unesp.br/podirrigar
- Informações também em (018) 3743-1959 

Laboratório de Hidráulica e Irrigação da UNESP recebe visita de alunos da UNORP

Nesta manhã (16) a Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira recebeu 23 alunos do terceiro ano de Agronomia, coordenados pelas Professoras Marta Cecília Mallasen Nemoto e Luciana Teixeira de Paula. As atividades foram iniciadas ás 9:00 com a recepção dos visitantes e apresentação da equipe.

A manhã foi iniciada com a apresentação Laboratório de Hidráulica e Irrigação pelo Prof. Dr. Fernando Braz Tangerino HernandezPedro Henrique Fontes, que cursa graduação em Agronomia na UNESP, continuou falando um pouco sobre o tema Redes Agrometeorológicas: para quem? Que abordou parte do trabalho de extensão realizado pela AHI direcionado para irrigantes e também para o público de forma geral.


A visita seguiu com a apresentação do Engenheiro Agrônomo e Doutorando Diego Feitosa, que mostrou aos alunos um conteúdo mais voltado para área de hidráulica.
Diego explicou um pouco sobre o Número de Reynolds e sobre associações de bombas (em série e paralelo)



A visita seguiu com a apresentação das Engenheiras Agrônomas e Mestrandas em Sistemas de produção Vegetal Emanoele Amendola e Daniela Araujo sobre o sistema de filtragem de água para irrigação e um sistema de bombeamento.


Finalizando a visita, a Engenheira Agrônoma e Mestranda Larissa Farinassi falou um pouco sobre o manejo da irrigação via solo, com enfoque na tensiometria. A Doutoranda Regiane Carvalho Bispo encerrou com o manejo da irrigação via clima, através de métodos de estimativa da evapotranspiração de referência e uso da fórmula de Penman-Monteith FAO.



Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira é formada por alunos dos cursos em graduação, mestrado e doutorado em Agronomia, Coordenados pelo Professor Dr. Fernando Braz  Tangerino Hernandez, e desenvolve trabalhos relacionados com o tema Agricultura Irrigada. Em nome de nosso Coordenador e Integrantes, agradecemos aos visitantes e as Professoras Marta e Luciana pelo interesse em conhecer nosso trabalho e oferecer aos integrantes da Equipe AHI da UNESP a oportunidade de se desenvolverem e aperfeiçoar seus conhecimentos a cada nova apresentação realizada.


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São até 74 dias sem chuva no Noroeste Paulista - Seca é antecipada e fragiliza a produção de alimentos e energia

Produtor de Alimentos holandês faz homenagem ao Brasil no campo - Jacobus Derkis se mudou com os irmãos e os pais para o Brasil há 60 anos. Com culturas de inverno, ele transformou parte da sua área de cultivo numa bandeira gigante. Como disse: "resolvi plantar uma bandeira!" Iniciativa sensacional. Sensibilidade, reconhecimento, homenagem, planejamento, profissionalismo, tudo junto em um momento de festa mundial. Parabéns Família Derks! As plantas (cevada, canola, triticale e tremoço branco) foram escolhidas a dedo para dar o efeito desejado. Assista a reportagem! A bandeira está em sua fazenda, em Campos de Holambra, Distrito de Paranapanema. Com 530 mil metros quadrados - 860 m de comprimento por 640 de largura, o equivalente a 50 campos de futebol, essa pode ser a maior bandeira nacional do mundo. O engenheiro agrônomo responsável, Érik Krabbnborg, estudou para que cada semente crescesse no mês de junho, destacando as cores da bandeira nacional durante a Copa. O sonho de homenagear o país foi de Jacobus Derks, holandês naturalizado brasileiro, um grande admirador do nosso futebol e da nação que o acolheu. Do alto, é possível até a leitura do lema Ordem e Progresso. Ele homenageia também o agricultor brasileiro que a cada ano amplia o volume de produtos agrícolas no país.

[Pod Irrigar] - São até 74 dias sem chuva no Noroeste Paulista - Seca é antecipada e fragiliza a produção de alimentos e energia
A região Noroeste Paulista tem o histórico de apresentar um período seco frequente. Na média são 85 dias sem chuvas por ano, o que por si já exige investimentos em sistemas de irrigação para ter a sustentabilidade do negócio de produzir alimentos, mesmo chovendo em média 1264 mm por ano. Mas o problema muitas vezes não está no volume total de chuvas, mas sim, na dispersão ao longo do ano.
Este ano parece que está mais crítico! E está, mesmo com "apenas" 74 dias em média no Noroeste Paulista sem chuva! No ano passado, o período seco começou em 21 de junho e neste ano o período seco começou em 1o. de abril, com redução do volume esperado. Temos apenas em média 534 mm, dos esperados 727 mm, redução de 27%. Seca antecipada com menos chuva, o resultado é esperado: agropecuária sofre e quem investiu em sistemas de irrigação, eles garantem a sustentabilidade do negócio de se produzir alimentos o ano todo.


Predominante na região, as pastagens são encontradas em situação crítica, tanto para quem não exagerou na lotação dos animais, que  tem plantas altas, como se fosse um "feno em pé" e pior para aqueles que entraram no período seco com o pasto totalmente exaurido e terão dificuldades para recompor seus pastos, mesmo quando as chuvas chegarem.

Fonte: João Manetti Filho.

Fonte: José Ricardo Solfa.

Esperamos pela chuva ou pelos investimentos em sistemas de irrigação!

Fonte: André Breda.

Este foi o tema da edição de 15 de junho de 2018 do [Pod Irrigar] - o Podcast da Agricultura Irrigada -, mas o Internauta também pode ouvir as outras dicas que estão disponíveis semanalmente a partir de http://podcast.unesp.br/podirrigar.

 Foto: Ivan Oliveira.

 Foto: Ivan Oliveira.


 Foto: Willimberg Barreto.

Foto: Patrick Campos.

Lá Vai Água F. C. Tetra campeão da CopaAgro

A Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira parabeniza as meninas que formaram a equipe  LÁ VAI ÁGUA F.C. pela conquista do Tetra Campeonato da Copa Agro de Futsal Feminino. Na última quarta-feira ocorreu a final do evento realizado pelo Centro Acadêmico da Agronomia UNESP Ilha Solteira.

A equipe composta pelas meninas da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira, que desenvolvem seus trabalhos de pesquisa no Laboratório de Hidráulica e Irrigação (LHI) e no Núcleo de Apoio Computacional à Irrigação (NACI), e por suas amigas de outros grupos e cursos, fizeram mais um campeonato invicto desde a sua primeira formação no início de 2014.

Nessa última quarta-feira (dia 13 de junho de 2018) o LÁ VAI ÁGUA F.C. disputou a final contra a boa equipe da República Puleiro das Anjas. Foi um jogo emocionante que finalizou em 2 a 2, levando a disputa para as penalidades.

O Lá Vai Água Venceu a disputa nos penaltis por 2 gols (Viviane e Adrielle) contra apenas 1 da equipe Puleiro das Anjas (Aleja).


Confira abaixo algumas fotos do jogo:





VOCÊ CONHECE A ROSA DO DESERTO?

Você conhece a rosa do deserto? Não! 

Que tal passar no Laboratório de Hidráulica e Irrigação e conhecer?

Com 72 dias sem chuva, com a paisagem amarelada e seca, essa semana o Laboratório de Hidráulica e Irrigação está mais colorido, a rosa do deserto cultivada no vaso da entrada floriu.

A (Adenium obesum) rosa do deserto ou lírio-impala é uma planta domesticada como é conhecida, desembarcou há poucos anos no Brasil, mas desde que chegou, vem reunindo um grande número de adoradores e a Área de Hidráulica e Irrigação é mais uma. 
Rosa do Deserto cor de rosa da LHI

Nativa da África e de vários países da Península Arábica, essa arvoreta que pode chegar até a 4 metros de altura na natureza, mas variedades anãs são largamente vendidas no mundo todo, especialmente por quem cultiva bonsais. Esta planta precisa de num local exposto ao sol por pelo menos 4 horas, caso contrário, não floresce. Suas flores têm formato de sino e belas cores, que variam do branco ao violeta, passando por várias tonalidades de rosa e vermelho. 

Rosa do Deserto
Ao contrário do que muitos admiradores pensam, as rosas do deserto toleram bem a água. O que essa planta não tolera é a solo encharcado. Por essa razão, é altamente recomendado que os cultivadores de Adenium cultivem a mesma em terra com alto nível de drenagem. A rosa do deserto não tolera temperaturas inferiores a 14°C, mas é uma espécie resistente e não exige grandes cuidados.
Rosa do Deserto
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72 dias sem chuva no Noroeste Paulista

Em média já são 72 dias sem chuvas no Noroeste Paulista, com início do período seco em abril. Em 2017, de acordo com os registros da Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista operada pela Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira, em média foram 86 dias sem chuvas maiores que 10 milímetros e o ciclo de seca começou em maio, em 2016 o início foi em junho com 76 dias. Se voltarmos um pouco mais no tempo, em 2010 o recorde ficou para Marinópolis, com 177 dias sem chuvas, com o período de seca iniciando em abril.
Do início de 2018 até hoje (13) a Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista registrou 4158 milímetros de chuva, contudo o mesmo período no ano de 2017 foram registrados 6344 milímetros, aproximadamente 35% a mais. 
Consulta ao Canal CLIMA da UNESP, onde são divulgados os registros feitos pelo monitoramento climático do Noroeste Paulista, mostra que as chuvas no mês de maio foram de 8 milímetros em média na região, sendo apenas 11% dos 71 mm previsto. Já no mês de junho, a média esperada é de 43 mm, entretanto até o momento os registros mostram valores médios de chuva de apenas de 6 mm, sendo a estação Santa Adélia, localizada no município de Pereira Barreto com maior volume total, equivalente a 12,4 milímetros.


Distribuição do volume de chuva mensal histórico e em 2018 até o mês de junho no Noroeste Paulista.

Devido à estiagem que ocorre na região Noroeste Paulista, é possível observar as pastagens secas, o que aumenta os riscos de incêndios consideravelmente. O período de longos dias sem chuva já é conhecido da região, o que acontece são apenas mudanças na intensidade e os meses de ocorrência. Também é sabido que a região Noroeste Paulista apresenta as maiores taxas de evapotranspiração do Estado de São Paulo, contudo muitas vezes esquecemos que há déficit hídrico em todos os anos. 
Com base no período seco notório até o momento, segundo Professor Dr. Fernando Braz Tangerino Hernandez da UNESP Ilha Solteira em entrevista na TV TEM “o setor canavieiro deve apresentar uma queda na produtividade e ainda sofrer consequências no próximo ano, devido a impossibilidade na renovação dos canaviais”, aproveite e confira a entrevista na integra a partir dos 03:51 min.

Imagem da entrevista para TV TEM.
Imagem da entrevista para TV TEM.
Evapotranspiração

Nos últimos dias os registros da Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista mostram aumento das temperaturas e também da evapotranspiração na região, neste mês a média até o momento é de 2,5 mm/dia, contudo ontem (12) a estação Santa Adélia (Pereira Barretos) apresentou evapotranspiração igual a 4,7 mm/dia. Neste cenário de aumento de evapotranspiração somado ao déficit hídrico os sistemas de irrigação devem trabalhar a plena carga, de acordo o Professor Dr. Fernando Braz Tangerino Hernandez “lavouras, como por exemplo de feijão e milho, não tem condições de suportar produtividades econômicas com um déficit hídrico grande no solo". Sendo assim, a solução para os agricultores nesse período de seca é a Irrigação.


Dados de evapotranspiração de 01/06 a 12/06.
Dados de temperatura média de 01/06 a 12/06.
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Novas oportunidades de capacitação em Pós-Graduação

Capacitação - Oportunidades em Pós-Graduação Stricto Senso


Estão abertas as inscrições para o Mestrado Profissional em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos (PROFÁGUA) com 272 vagas distribuídas nos 14 polos espalhados por todo o Pais. As aulas acontecem às sextas-feiras e sábados e são duas as linhas de pesquisas: Instrumentos de Política de Recursos Hídricos e Regulação e Governança de Recursos Hídricos. 
As inscrições podem ser feitas até o dia 14 de junho de 2018. Pressione AQUI para conhecer as condições e exigências para a efetivação da inscrição no curso.

Entretenimento
Um pouco de história da música mundial e dos grandes gênios. E ainda dá até para verificar como está a nossa compreensão do inglês. "Farewell Concert" é a gravação ao vivo do último concerto do Cream no Royal Albert Hall em 26 de novembro de 1968. Dirigido por Tony Palmer, o filme incorpora peças de seis performances com narração do apresentador da BBC Patrick Allen, juntamente com entrevistas com os próprios membros da banda, mostrando suas habilidades de tocar. Sugerimos começar assistir pela parte 1 de 11 com Sunshine Of Your Love, que segue com milhares de comentários. Aqui uma play list do Farewell Concert!

Análise do tempo em maio

O mês de maio de 2018 terminou e foi marcado por baixas temperaturas e umidade relativa do ar. A região Noroeste Paulista obteve média de temperatura diária do ar de 22,9°C, segundo dados da Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista, operada pela Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira. Ainda segundo o grupo, maio registrou as menores temperaturas do ano entre os dias 20 e 22 nas 9 estações agrometeorológicas operadas. Em Ilha Solteira a temperatura mínima registrada no ano foi de 8,8°C no dia 21, porém os municípios de Populina e Paranapuã, na barranca do Rio Grande, registraram as menores temperatura do ano na região com 4,2°C e 5,2°C respectivamente.

A umidade relativa do ar também foi destaque na região e em maio o índice médio no noroeste paulista foi de 39,7 %, sendo a menor registrada na estação Santa Adélia (Pereira Barreto - SP) com 24,6%.

A chuva também não apareceu no mês de maio, tendo média na região de 8 mm, apenas 11% dos 71 mm esperados. O município de Marinópolis registrou o maior volume no mês com 24 mm porém os outros 8 municípios monitorados seguiram com valores próximos de 6 mm ou no caso da estação Santa Adélia que registrou apenas 2 mm de chuva neste mês. No ano, a região já recebeu, em média, 521 mm que representa 24%  a menos do volume esperado de janeiro a maio (-163 mm) e 42% do esperado no ano.
Chuva espera e a de maio de 2018 no noroeste paulista.
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IoT a serviço da Irrigação

Há algum tempo nós vivemos conectados por meio da internet, mas agora começamos a ouvir falar em objetos conectados, que interagem e cooperam entre eles, criando novas aplicações ou serviços, e isso é possível devido a IoT, do inglês Internet of Things, para nós Internet das Coisas. O mercado da IoT tem despontado bastante na indústria, segurança, saúde e encontra-se em expansão nos centros agrícolas do mundo, incluindo no Brasil. Na agricultura, a Internet das Coisas pode ser empregada em toda cadeia de produção desde do plantio até a entrega dos alimentos, com isso otimizando as atividades agrícolas e diminuindo as perdas e desperdícios de alimentos.

Internet das coisas. Fonte: Google.
Em vista os cenários futuros, que mostram que o setor agrícola irá enfrentar enormes desafios, onde a previsão da FAO é que o planeta em 2050 necessitará de um aumento na produção de alimentos de 70% para alimentar 9 bilhões de pessoas, e que apesar da limitação de água, existe a necessidade de aumento da irrigação, já que 40% da produção mundial é resultante de áreas irrigadas que representam apenas 16% da área cultivada no mundo. Diante deste panorama, muitos países enfrentam o desafio de como manter todas as suas áreas irrigadas, e o Brasil segue na contramão, pois temos capacidade e precisamos aumentar nossas áreas irrigadas, sendo assim, seremos grandes responsáveis pelo aumento da produção mundial necessária até 2050.
Desta forma, ferramentas utilizando IoT serão indispensáveis para aprimorar a irrigação fazendo com que possamos receber e enviar informações conectando ferramentas, como por exemplo, sensores para manejo da água indicando quando e quanto se deve irrigar, sistemas de irrigação e bombas, estações agrometeorológicas, sensores que auxiliam no gerenciamento da energia, integração de dispositivos como  drones, VANTs (Veículo Aéreo Não Tripulado) e também imagens de satélites,  enfim uma infinidade de formas e benefícios, tudo de forma conectada permitindo guardar os dados na nuvem e automatizar as soluções ligadas a irrigação, fazendo assim com  que o produtor possa realizar uma “irrigação inteligente”.

Internet das coisas a serviço da agricultura. Fonte: Google.
O Pajaro Valley na Califórnia, é um exemplo que pode ser citado no âmbito da busca de soluções na IoT. Ao longo de uma década do uso intensivo da água os produtores viram seus poços secarem e a solução encontrada foi ferramentas na IoT, onde foram desenvolvidos sensores para medir em tempo real a tensão de água no solo, funcionando em rede de comunicação sem fio que através da internet permitiu aos produtores as tomadas  de decisão. Utilizando essa solução, a redução no consumo de água foi de 15 a 30%. Entretanto, um fator limitante encontrado, foi e é a relutância de muitos produtores na divulgação dos seus dados, sendo um dos maiores desafios a ser superado pelas soluções de tecnologia de informação na agricultura, pois isso limita a afirmação dessas novas ferramentas no mercado.
Por outro lado, no Brasil existem outros agravantes, a falta de preparo para uso dessas ferramentas e a infraestrutura dos nossos ambientes agrícolas, sendo desta forma, primordial políticas públicas que levem melhorias ao campo e também a difusão e capacitação dos agricultores para utilização dessas soluções.

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Frio continua no Noroeste Paulista

Na manhã de hoje, nossas estações da Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista, registraram a menor temperatura do ano em algumas localidades.


A temperatura mais baixa foi registrada em  Populina com 4,2ºC às 06:36, seguida pela estação de Paranapuã com 5,2ºC, Marinópolis com 6,2ºC, Itapura e S.A Pioneiros (Sud Mennucci) com 7,1ºC e por fim, a estação Bonança (Pereira Barreto) com 8,2ºC.


Em Ilha Solteira e em Pereira Barreto (Estação Santa Adélia) também foram registradas baixas temperaturas, com 9,3ºC e 11ºC, respectivamente, mas não chegaram à menor temperatura do ano registrada ontem (20/5/18).

Neste momento, a temperatura continua amena em todo o Noroeste Paulista.


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Baixas Temperaturas no Noroeste Paulista

Segundo o monitoramento da Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista, operada pela Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira, no sábado (19) em toda região do Noroeste Paulista foram registradas temperaturas amenas e garoa. No município de Marinópolis foi registrado o maior volume de chuva, com 12,4 mm. Contudo, a contagem dos dias sem chuva continuam abertas para os municípios Pereira Barreto (Estação Bonança e Santa Adélia), Ilha Solteira, Itapura e Populina que totalizam 48 dias e Paranapuã 35 dias, sem chuvas acima de 10 mm, essa considerada significativa para agricultura irrigada.

Mapa de chuva registrada no dia 19/05/2018
Temperaturas Baixas

Na manhã do dia de hoje (20) tivemos as menores temperaturas registradas no ano, a menor temperatura na região Noroeste Paulista chegou a 8,7 ºC às 06:42 horas em Pereira Barreto (Estação Santa Adélia). Os municípios de Sud Mennucci e Pereira Barreto (Estação Bonança) registram a mais alta temperatura mínima na região, com apenas 12,0 ºC, seguidos de Itapura com 10,1 ºC; Populina 9,5 ºC; Marinópolis 9,0 ºC e 8,8 ºC em Paranapuã.
O município de Ilha Solteira também registrou temperaturas muito baixas para a região chegando a 8,8 ºC na manhã de hoje (06:01 h), a menor desde 18 de julho de 2017 (8.3 ºC). Temperaturas iguais ou inferiores à 8,8 ºC ocorreram em apenas 1,07% dos dias e a menor temperatura já registrada pela Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira no município foi de 0,4ºC em 10 de julho de 1994.

Análise da temperatura mínima de 01/05/2018 a 20/05/2018
Ventos fortes

Ontem (19) ventou forte em todo o Noroeste Paulista com maiores velocidades registradas no município Marinópolis 38,5 km/hora às 21:27:40 horas e hoje foi registrado às 11:23:50 horas, vento de 24,8 km/h. Em Pereira Barreto que conta com duas estações em localizações opostas e fazem parte da Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista, a operada pela UNESP Ilha Solteira. A consulta ao Canal Clima daUNESP Ilha Solteira (http://clima.feis.unesp.br) mostra que na parte Sudeste do município, às margens do rio Tietê - Estação Bonança – também apresentaram ventos fortes no dia de ontem, sendo estes vindos de Sudoeste de até 32,6 km/hora às 21:22:00 horas e hoje a velocidade máxima, até o momento registrada, foi de 25,8 km/h, enquanto que em sua parte Noroeste - Estação Santa Adélia - ontem  registrou-se os  ventos Sudoeste de até 32,8 km/hora às 06:54:30 horas e hoje a velocidade chegou a 24,8 km/h.

Análise da velocidade máxima do vento de 01/05/2018 a 20/05/2018.

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