Domingo chuvoso no Noroeste Paulista

Neste Domingo (01/04/2018), foi registrado um grande volume de chuva nas estações da Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista operada pela Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira. 
Além de altos volumes, a chuva veio com forte intensidade na região. Em Ilha Solteira, foram registrados 75,7 mm, com intensidade máxima de 156 mm/h. Desde 1990 só choveu mais que esse volume em um único dia na cidade, apenas 6 vezes.
A estação Bonança, no município de Pereira Barreto, marcou 56,6 mm com sua maior intensidade de 91,2 mm/h. Também em Pereira Barreto (estação Santa Adélia) foram registrados 45,2 mm, com maior intensidade de 67,2 mm/h. Em Sud Mennucci, estação Santa Adélia Pioneiros, foram mensurados  28,2 mm, com intensidade máxima de 49,2 mm/h.
As outras estações do Noroeste Paulista também registraram precipitações maiores que 10 mm. Totalizando uma média de precipitação na região de 35,08 mm.

Canal Clima

Acompanhe as variáveis do tempo na região Noroeste Paulista clicando aqui.

SERVIÇO:
- Informações sobre agricultura irrigada e agroclimatologia no noroeste paulista são publicadas regularmente BLOG da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira em http://irrigacao.blogspot.com
- Números e gráficos das estações agrometeorológicas no noroeste paulista estão em http://clima.feis.unesp.br
- Canal da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira: http://www.feis.unesp.br/irrigacao/irrigacao.php 
- Canal CLIMA da UNESP Ilha Solteira: http://clima.feis.unesp.br
- Pod IRRIGAR - O Pod Cast da Agricultura Irrigada: http://podcast.unesp.br/podirrigar
- Informações também em (018) 3743-1959

Seminários em Irrigação e Drenagem - 1o Semestre 2018

Como divulgado em sala de aula - Irrigação e Drenagem -, teremos os temas e líderes para os Seminários do semestre. Os Grupos de trabalho para estes Seminários devem ser formados com até 4 elementos, tendo como Coordenadores os alunos identificados abaixo. Se eventualmente o Líder já estiver em algum grupo, a troca de liderança é permitida desde que comunicada ao Professor antecipadamente. Cabe ao Coordenador organizar e dar as diretrizes para que o grupo faça um excelente seminário. 

Todos os seminários devem ser acompanhados de monografias que devem ser entregues no momento da apresentação, não havendo limitação no número de páginas, ficando todos à vontade para aproveitar o trabalho para estudar o tema a fundo. Os três primeiros seminários acontecerão na manhã do dia da 1a. Prova, os quatro subsequentes na 2a. Prova e os seminários 8 a 10 na manhã da 3a. Prova. As apresentações devem sempre durar aproximadamente 15 minutos (10-20 minutos).

A nota da apresentação é feita em função da média de três critérios: APRESENTAÇÃO, MÍDIA e CONTEÚDO, já a Monografia tem como critérios a APRESENTAÇÃO (forma), o CONTEÚDO e os RECURSOS utilizados para preparar o documento.

TODOS os alunos até o final do curso deverão apresentar ao menos um seminário e a monografia irá compor outra Nota e as apresentações seguirão esta sequência:
1. SAI - Serviços Públicos de Assessoramento ao Irrigante: o que são, quem são e como atuam?***  Eder Nunes de Lima Milhossi
2. SAI - Serviço de Assessoramento ao Irrigante Privado: o que é, quem são e como atuam? Eduardo Augusto Pontes Pechoto
3. Apoio ao irrigante: Laboratório Móvel de Irrigação (MIL), o que é, como atuam e onde? Eduardo de Lima Felix
4. Revendas de projetos de irrigação no Estado de São Paulo: quem são, onde e como atuam? Fábio Gomes Assis Júnior
5. Como funciona e viabilidade técnica-econômica de um Perímetro ou Distrito de Irrigação.Felipe Moreira Pereira
6. Irrigação na cultura do citros: sistemas e manejo. Fernando Pavanin Martins
7. Irrigação de cana: luxo ou necessidade? Gabriel Paiola
8. Fabricantes de pivô central no Brasil: quem são e como atuam? Gabriela Valério Leardine
9. Fabricantes de sistemas de irrigação localizada no Brasil: quem são e como atuam? Bruno Henrique Zampar
10. Aspersores, fabricantes e suas aplicações para sistemas convencionais e mecanizados. Isabela Borges Cardoso

* Os Grupos devem estar preparados para a apresentação e também devem se encarregar de fazer os ajustes nos equipamentos multimídia e arquivos antes da chegada do Professor.
** As datas detalhadas e demais informações estão disponíveis no arquivo "Introdução à agricultura irrigada" que é a base das nossas aulas e pode ser acessado a partir da aba Atividades Acadêmicas no Canal da Irrigação da UNESP Ilha Solteira.
*** Exemplos do exterior são também bem vindos

Algumas dicas para uma apresentação em público...
- Apresentação ideal: 20% do tempo para a introdução, 70% para o desenvolvimento e 10% para a conclusão
- Powerpoint com efeitos MUITOS especiais? Melhor não, a não ser que seja absolutamente necessário
- Escreva frases-chave no Powerpoint. E por favor, ao falar, não repita o que está escrito. A platéia agradece!
- Para conter um ataque de riso (ou de choro) por causa do nervosismo, contraia os dedos dos pés como se estivesse agarrando o chão.
- Não comece a apresentação se desculpando ou dizendo que vai dar uma "pincelada" no assunto.
- Em geral, recuar um pouco acalma, pois faz você ver as coisas mais de longe.
- Quando parar alguns instantes de andar, evite ficar com os pés paralelos. É melhor manter um pé um pouquinho à frente do outro. Deixe sua postura mais descontraida e facilita quando você for andar novamente.
- Ande pelo palco/sala, pois a movimentação mostra segurança e disposição de comunicar. Só tome cuidado para não parecer um pêndulo e fazer todo mundo cair no sono.
- Divida a platéia mentalmente em quatro partes e passeie o olhar nelas à medida que for falando.
- Se der branco, pergunte o que o pessoal entendeu até o momento.
- Imagine as perguntas que podem ser feitas e estude além disso. Prepare também slides extras com as respostas para mostrar no final. Sua eficiência vai causar uma ótima impressão.

UNESP recebe visita de alunos de Agronomia da Faculdade de Andradina

Nesta manhã (23) a Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira recebeu 23 alunos do terceiro período da Faculdade de Agronomia de Andradina, coordenados pela Professora de Agrometeorologia Karem Cristine Pirola Narimatsu. As atividades foram iniciadas ás 8:30 com a recepção dos visitantes e apresentação da equipe e cronograma de visitas.

A manhã foi iniciada com a apresentação do aluno Pedro Fontes, que cursa graduação em Agronomia na UNESP, sobre o tema Redes Agrometeorológicas: para quem? Que abordou parte do trabalho de extensão realizado pela AHI direcionado para irrigantes e também para o público de forma geral.

A visita seguiu com a apresentação da Engenheira Agrônoma e Mestranda em Sistemas de produção Vegetal Emanoele Amendola sobre o Canal Clima da UNESP Ilha Solteira com seu histórico e funções.

A terceira apresentação da manhã foi com a Doutoranda em Irrigação e Drenagem Regiane Carvalho que abordou tópicos e deu noções básicas de Evapotranspiração para os visitantes que estão cursando a disciplina de Agrometeorologia.


Com o conhecimento sobre bases de dados climáticos e noções em evapotranspiração os alunos foram apresentados ao Software SMAI - Sistema para Manejo da Agricultura Irrigada - pela Engenheira Agrícola, e Mestranda em Agronomia, Daniela Araújo.

A visita ao Laboratório de Hidráulica e Irrigação se encerrou com um passeio pelo local onde a Engenheira Agrônoma Larissa Farinassi apresentou os equipamentos utilizados em aulas práticas e pesquisas sobre Agricultura Irrigada pela AHI



Por fim, os alunos foram levados para o Pomar da UNESP Ilha Solteira, onde foram recepcionados pelo Doutorando em Agronomia Diego Feitosa, e tiveram a oportunidade de conhecer uma estação agrometeorológica automática instalada segundo padrões internacionais indicados pela FAO e Organização Mundial de Meteorologia.


A Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira é formada por alunos dos cursos em graduação, mestrado e doutorado em Agronomia, Coordenados pelo Professor Dr. Fernando Braz  Tangerino Hernandez, e desenvolve trabalhos relacionados com o tema Agricultura Irrigada. Em nome de nosso Coordenador, agradecemos aos visitantes e a Professora Karem Narimatsu pelo interesse em conhecer nosso trabalho e oferecer aos integrantes da Equipe AHI da UNESP a oportunidade de se desenvolverem e aperfeiçoar seus conhecimentos a cada nova apresentação realizada.

Professora Karem e parte da Equipe AHI.

Visitantes da faculdade de Andradina e parte da equipe.
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Dia Mundial da Água - Reflexão, seriedade e planejamento



Pod Irrigar - Há que se comemorar no Dia Mundial da Água
Hoje é o Dia Mundial da Água, o Brasil é blindado com o privilégio de abrigar a realização do Fórum Mundial da Água e tem a oportunidade de colocar frente a frente os maiores especialistas sobre os recursos hídricos do mundo e ainda, dada a dimensão que o tema, "água", alcança, promover a interação com os jornalistas dos mais diferentes segmentos.
Mas, dado às sempre presentes matérias e documentários que retratam o descaso com o uso da água, obras inacabadas, desvio de recursos, o passivo ambiental reinante e a insegurança hídrica constatada mundo afora e Brasil a dentro, cabe a reflexão: há o comemorar?
Digo que sim, a água desde Gênesis (2,10) já irrigava os jardins do Éden e Deus colocou lá o homem para cuidar dele e cultivá-lo. A história nos conta que Impérios se formaram em pleno deserto administrando a água e hoje, a riqueza e as oportunidades continuam a brotar com mais facilidade quando se usa água para fazer o desenvolvimento. A água continua a ser a fonte da vida!
Vale também para o Brasil, vide os números do nosso PIB em 2017, e muitos ainda não perceberam que vem dos municípios ou das regiões onde a agricultura irrigada se destaca, os melhores resultados sócio-econômicos, com reflexos positivos até na educação. E irrigamos apenas 6,5 milhões de hectares para um potencial de 60 milhões de hectares. E precisamos avançar ainda mais para que efeitos multiplicadores da agricultura irrigada alcance a todos!
Mas, o maior desafio da atualidade é armazenar e usar com inteligência a água, em todos os setores da sociedade. Fazer isso não é uma tarefa fácil, pois depende do convencimento sobre a sua real importância - estratégica e econômica - da água, principalmente em condições de limitação deste recurso, de investimentos e de capacitação técnica.
Uma planta não fala, se manifesta apenas pelas folhas e a consequente perda de produtividade, que em ambiente irrigado, não seria inteligente deixar chegar à esta situação, pois os investimentos foram feitos exatamente para se ter a segurança hídrica no negócio de produzir alimentos.
Então precisamos estimar as transferências de água do solo para a atmosfera, pelo processo chamado de evapotranspiração. Fazemos isso com base nas condições atmosféricas - daí a necessidade do monitoramento climático - ou medindo a umidade do solo através de sensores e calculando o armazenamento de água no solo e a necessidade de irrigação para se chegar ao estado ótimo que é a capacidade de campo.
Isso é o dia a dia do Irrigante e para fazer o uso racional ou inteligente da água ele deve se capacitar e incorporar a gestão da água entre as suas atividades, que inclui ainda, manter pelo máximo de tempo que puder à água na microbacia hidrográfica em que ele está inserido. Para isso, não basta irrigar corretamente, com equipamentos modernos, mas deve também promover a infiltração da água no solo, com técnicas de conservação, recompor matas ciliares, proteger nascentes e muitas vezes construir barragens de terra.
A segurança hídrica então exigirá planejamento, armazenamento adequado e uso racional da água em todos os seguimentos da sociedade!
Este foi o tema da edição de hoje do [Pod Irrigar] - o Podcast da Agricultura Irrigada -, mas o Internauta também pode ouvir as outras dicas que estão disponíveis semanalmente a partir de http://podcast.unesp.br/podirrigar.


TerraViva Sustentável
Sobre o tema armazenamento, conservação e uso da água, participamos como entrevistado do Jornalista Tobias Ferraz, do Programa TerraViva Sustentável em 17 de março de 2018, quando a edição tratou da "Água no planeta e na agricultura". Estiveram também no programa o Pesquisador Rinaldo Calheiros do IAC e o Secretário de Meio Ambiente de Vinhedo Adriano Corazari. Assista também o primeiro, terceiro e quarto bloco do programa.


Dia Mundial da Água - Segurança hídrica


Chove nessa madrugada em parte do Noroeste Paulista

Depois de dias de temperaturas altas na região, na madrugada desta sexta-feira (16) duas estações registraram chuva no Noroeste Paulista.
Segundo a Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira que opera a Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista, em Ilha Solteira houve uma precipitação de 16,5 mm, com intensidade máxima de 49,2 mm/h.
No município de Populina foi registrado um volume de precipitação de 49 mm, com intensidade máxima de 67,2 mm/h. De acordo com a base histórica de dados, no acumulado já choveu 52% do esperado para o mês de março.


Mapa de chuva acumulada do dia 16/03/2018.


Gráfico: Chuva média histórica e em março de 2018 no Noroeste Paulista.

Até o momento, de todas as estações monitoradas, em Marinópolis registrou apenas 18 mm de precipitação, o que corresponde somente a 13% do esperado para todo mês.


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ALTAS TEMPERATURAS E TAXAS DE EVAPOTRANSPIRAÇÃO NO MÊS DE MARÇO

O mês de março mal chegou na metade e as temperaturas registradas na primeira quinzena do mês já ficaram acima da média histórica em toda a Região Noroeste Paulista. 

Dando destaque para as Estações Agrometeorológicas Bonança com 1,6°C e as estações de Santa Adélia e Santa Adélia Pioneiros que registraram 1,5°C acima da média histórica de março. 

As estações localizadas nos municípios de Ilha Solteira, Marinópolis, Paranapuã registraram 1,4°C acima na média para o mês de março, seguida pela estação localizada em Populina com 0,9°C e Itapura com 0,2°C. Dados que indicam que o mês de março está sendo mais quente do que o esperado baseando nos dados históricos do Canal CLIMA da UNESP

As Estações Bonança e Dracena registaram o hoje o dia mais quente do mês de março com 36,2°C em ambas. Estação Santa Adélia Pioneiros também registrou nessa tarde o dia mais quente do mês com 36,9°C. Porém, os dias mais quentes deste ano ainda continuam sendo dia 23 e 24 de janeiro com temperatura máxima de 37,8°C.

Gráfico: temperatura média e histórica do mês de março de 2018

A evapotranspiração de referência registrada pelas Estações Agrometeorológicas monitoradas pela Área de Hidráulica e Irrigação mostram que as taxas de evapotranspiração do mês de março já estão acima da base histórica de dados.

Gráfico 2: evapotranspiração histórica e no mês de março de 2018

Com as taxas de evapotranspiração acima do esperado, confirma que o mês de março está sendo mais quente mesmo. Com isso os irrigantes estão tendo que utilizar seus equipamentos de irrigação com maior frequência. Como foi o caso no Laboratório e Hidráulica e Irrigação.




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E o agronegócio brilha e sustenta o Brasil! De novo!

De novo!!! A agropecuária arrastando a economia brasileira para cima! Parabéns ao criador desta arte acima, que muito feliz para resumir o que vem acontecendo com o nosso Brasil! 

[Pod Irrigar] - Investimentos em sistemas de irrigação no Rio Grande do Sul é destaque
No momento que toda mídia deu destaque para a agropecuária e seus resultados absurdamente ótimos em 2017, novamente evitando que a nossa economia tenha crescimento negativo, na edição de 01 de março de 2018 do [Pod Irrigar] - o podcast da agricultura irrigada - nosso convidado vem de Dom Pedrito - RS, bem ali na divisa com o Uruguai. Marco Aurelio Sanchotene empreendeu, ousou e colhe resultados, mas também faz um panorama geral sobre o tempo no Rio Grande do Sul e como os sistemas de irrigação beneficia a agropecuária local e ainda detalha sobre o alto investimento e tecnologia feitos pelos produtores daquele a região. Ótimo para conhecer a realidade de outros locais, como por exemplo, um déficit hídrico tradicionalmente moderado, mas mesmo assim, o investimento em irrigação tem sido superior à regiões onde o déficit hídrico acentuado, como é o caso do Oeste Paulista, que tem entre 7-8 meses de déficit hídrico! Três minutos de muita informação e outras edições do Pod Irrigar podem ser acessadas a partir de http://podcast.unesp.br/podirrigar

Mais um Mestrado defendido - Foco da pesquisa é o manejo da irrigação em cana
Nosso Orientado, o Engenheiro Agrícola Alberto Mário Arroyo Avilez defendeu seu Mestrado no Programa de Pós-Graduação em Agronomia - Área de Concentração em Irrigação e Drenagem na Faculdade de Ciências Agrárias de Botucatu - UNESP nesta última sexta-feira, dia 02 de março de 2018. Trabalhando sua pesquisa em área comercial de produção, pode trazer à público importantes informações sobre a estimativa da evapotranspiração da cultura da cana de açúcar, incluindo o manejo da irrigação, o balanço hídrico diário e a evapotranspiração atual. 


Participaram da Banca Examinadora Fernando Braz Tangerino Hernandez (DEFERS UNESP Ilha Solteira), Júlio Cesar Thoaldo Romeiro (Diretor do EDR Regional Botucaut da CATI - Coordenadoria de Assistência Técnica Integral) e João Carlos Cury Saad (DER UNESP Botucatu).





AHI da UNESP Ilha Solteira tem nova Integrante
A Engenheira Agrícola e Ambiental Daniela Araújo de Oliveira é mais nova integrante da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira. Natural de Comodoro - MT, criada em Mineiros - GO, estudou na Universidade Federal de Mato-Grosso (UFMT) - Campus Rondonópolis. 

Integrada à AHI UNESP na última segunda-feira, já assistiu aulas e hoje teve a oportunidade de ir a campo e iniciar o aprendizado na manutenção de Estações Agrometeorológicas. Desejamos muito comprometimento, pro-atividade e com isso muito aprendizado e assim, possa em pouco tempo começar a colher os frutos do aprendizado realizado. Daniele deverá dar continuidade ao trabalho de mapeamento da expansão da área irrigada no Noroeste Paulista, com ênfase nos aspectos econômicos da agricultura irrigada e na potencialidade de expansão baseada na oferta de água de superfície. Estados sobre a evapotranspiração incremental em escala regional também será foco dos seus estudos.

PIB Agropecuário - 13%
Em 2017, mais uma vez, agronegócio segurou o PIB nacional, com 13% de crescimento, ante ao 1% do Brasil, foi o melhor resultado em toda a série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

UNESP melhorando a cada dia
Na avaliação do QS World University Rankings by Subject 2018, a UNESP sobe posições em três grandes áreas do conhecimento, no ranking que classifica as melhores universidades do mundo por áreas do conhecimento humano. Na edição de 2018, o Ranking analisou dados de publicações científicas em 48 assuntos compilados, distribuídos nas cinco grandes áreas do conhecimento, a saber: Artes e Humanidades; Engenharia e tecnologia; Ciências da Vida e Medicina; Ciências Naturais; e Ciências Sociais e Administração. Foram analisadas 1130 instituições de 151 países. A Unesp, no comparativo entre 2017 e 2018, subiu posições em três grandes áreas do conhecimento: Artes e Humanidades; Ciências da Vida e Medicina; e Ciências Naturais. 
Em Ciências da Vida e Medicina, com pontuação global de 59,5, a UNESP subiu 49 posições, saltando de 366 em 2017 para a posição 317 em 2018.

Oportunidade
Nesta terça-feira - 06 de março de 2018 - às 20 horas na Sala D1 no Campus Central da UNESP Ilha Solteira acontecerá a palestra de João Ricardo Lhullier Lugão sobre “Python e suas aplicações - muito além do processamento científico”. Sou da opinião de os Engenheiros Agrônomos deveriam se interessar mais por programação e daí, #ficaadica para participar. Inscrições em https://goo.gl/forms/sd8Sj69jZfmN62tf1

E está chegando a hora do III SEMINÁRIO “SOLO E ÁGUA NO CONTEXTO DO DESENVOLVIMENTO EM BACIAS HIDROGRÁFICAS” e o V WORKSHOP INTERNACIONAL DE IRRIGAÇÃO, que acontecerá entre os dias 13 a 16 de março de 2018 em Brasília - DF. Está com uma programação excelente e reunirá os mais renomados profissionais da iniciativa pública e privada, com os seguintes painéis: (A) Preservação, Conservação de Bacias hidrográficas; (B) Gestão do Uso Consuntivo da Água,Reuso e Educação Ambiental em Bacias Hidrográficas; (C) Economia de Água e Energia na Irrigação, Manejo da Matéria Orgânica e Tratamento de Água para Consumo Humano através de Polímeros naturais e (D) Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto em Bacias Hidrográficas. 

Apresentação de novo integrante - Daniela Araújo de Oliveira

Boa tarde, meu nome é Daniela Araújo de Oliveira, sou natural de Comodoro-MT, mas fui criada em Mineiros-GO, cidade que tenho enorme apreço.

Sou engenheira agrícola e ambiental formada pela Universidade Federal de Mato-Grosso (UFMT) Campus Rondonópolis, onde tive a honra de ser orientada pelo professor Marcos Henrique Dias Silveira, da área de Irrigação e Recursos Hídricos.

Me formei no início de 2017, e posteriormente comecei a trabalhar no Instituto Mato-grossense do Algodão, também na cidade de Rondonópolis-MT, no departamento de pesquisa em genética e melhoramento de sementes, onde permaneci até janeiro deste ano (2018).

Chego à Ilha Solteira para cursar a Pós Graduação em Agronomia - Sistemas de Produção, onde serei orientada do Professor Fernando Tangerino, o qual agradeço pela oportunidade.

Após poucos dias desde a minha chegada, já me sinto habituada ao ambiente de trabalho e estudos e por este motivo não posso deixar de agradecer também à toda equipe da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira, pelas boas vindas e acolhimento.


Obrigada e um abraço a todos! 

Segunda-feira de chuva em parte do Noroeste Paulista

Hoje, 26 de fevereiro, foi registrado um volume de chuva considerável em algumas estações da Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista, operada pela Área de Hidráulica e Irrigação da Unesp Ilha Solteira
Observamos, no mapa de chuva acumulada, que a estação que registrou o maior volume de chuva até o momento foi Santa Adélia Pioneiros (Sud Mennucci), com 32.8 mm, seguida por Marinópolis, com 32.5 mm, Itapura, com 26.9 mm e Bonança (Pereira Barreto), com 20.1 mm.
Nas outras estações monitoradas pela Área de Hidráulica e Irrigação não foi registrado chuva superior à 10 mm, que é o considerado ideal para agricultura.



Além de altos volumes, também registramos forte intensidade em algumas regiões do Noroeste Paulista. A estação de Sta. Adélia Pioneiros registrou uma intensidade de 79.2 mm/h às 13:15, Marinópolis registrou uma intensidade de 69.6 mm/h às 12:45, e por fim, Itapura registrou uma intensidade de 67.2 mm/h às 15:20.

A partir das 18:15 a chuva deu um trégua na região.


Acompanhe o monitoramento climático na região Noroeste Paulista clicando aqui.

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E mais um semestre se inicia e tentaremos ensinar as relações envolvidas com a agricultura irrigada

"Para o sucesso. atitude é igualmente tão importante quanto capacidade" (Harry F. Banks)


Volume, intensidade e número de dias sem chuvas devem ter boa compreensão para se ter segurança hídrica
O ano de 2018 começou com chuvas intensas e volumosas no Noroeste Paulista, mas irregulares entre os municípios da região, chovendo até o momento em média 380 mm, que representa 97% do esperado historicamente para os meses de janeiro e fevereiro, quando se tem a expectativa de chuvas de 390 mm, é o que informa o Canal Clima da UNESP Ilha Solteira a partir dos registros da Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista, operada pela Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira. Em 2017, foram 397 mm nos dois primeiros meses do ano.
Até o momento, o maior volume de chuvas acumulado ficou com Pereira Barreto, que em sua parte Noroeste (Estação Santa Adélia registrou 438 mm (36% superior ao esperado) e às margens do rio Tietê já choveu 393 mm - também superior ao esperado em 8%. Já em Itapura, no encontro dos rios Tietê com Paraná foi onde menos choveu na região, apenas 287 mm (25% à menos que o esperado para janeiro e fevereiro). O mapa abaixo ilustra esta situação da variação das chuvas na região, com destaque para o volume esperado e o ocorrido em 2017 e 2018.
Irregularidade das chuvas e uso de sistemas de irrigação
A irregularidade das chuvas, é sempre destaque e devemos sempre ter atenção para a escala que estamos analisando, pois, enquanto a evapotranspiração tem uma menor dispersão dentro de uma mesma região, a frequência de ocorrência das chuvas convectivas tem aumentada, o que significa que a dispersão na intensidade, no volume e no espaço de tempo em que as chuvas ocorrem, tem sido grande. Veja o caso do Noroeste Paulista, ainda que em média 97% da chuva esperada tenha ocorrido, exatamente onde mais choveu - Pereira Barreto - o município ficou 17 dias sem chuvas nestes quase dois primeiros meses de 2018. Na prática, os produtores de culturas anuais, como milho e soja, com sistema radicular menos profundos, tiveram que ligar os seus sistemas de irrigação para garantir a produtividade elevada, pois a taxa média de evapotranspiração de 4,0 mm/dia na região, esgotou a água armazenada no solo. Neste momento, o Noroeste Paulista convive com 5 dias sem chuvas apenas em Pereira Barreto e Sud Mennucci, mas foram 15 dias sem chuvas em Populina este mês.
É preciso também ter a compreensão sobre volume e intensidade das chuvas, Enquanto que o volume de chuvas é medido em milímetros e serve para o armazenamento de água no solo, em represas e também o lençol freático e garantir a segurança hídrica, a intensidade de chuva, medida em mm/hora, é importante para o planejamento de estruturas de contenção e condução de água, como por exemplo curvas de nível, terraços no campo, ou ainda, nas cidades, o dimensionamento de bueiros, galerias pluviais, canais ou tubulações de escoamento de água. Um planejamento inadequado de estruturas de captação, condução e armazenamento de água, pode resultar em grandes transtornos à sociedade, ao mesmo tempo, não investir em sistemas de irrigação nos parece uma decisão temerária para quem se propõe a produzir alimentos na maior parte do território brasileiro.
Intensidade das chuvas
Sobre a intensidade das chuvas, tivemos o caso da chuva de 31 de janeiro em Ilha Solteira, que fechou dois do quatro acessos à cidade devido à inundação de rodovias, quando volume e intensidade de chuva ocorreram simultaneamente. O Canal Clima da UNESP Ilha Solteira informa que o volume de chuva neste dia foi de 93 mm, muito alto, tendo ocorrido em apenas outras quatro vezes (25/01/2004 = 119 mm, 13/01/2008 = 120 mm, 20/03/2008 e 22/12/2008 = 94 mm e em 12/01/2013 = 132 mm), mas a intensidade da chuva também foi muito alta, registrando 62 mm em apenas uma hora, situação rara de acontecer, em que a intensidade de chuva superior à 62 mm/hora foi registrada em apenas três dias em Ilha Solteira, (em 21/12/2007 = 63 mm/h, 01/03/2010 = 67 mm/h e em 12/01/2013 = 85 mm/h), conforme os registros da Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista
Detalhes sobre as condições do tempo no Noroeste Paulista, o Internauta confere no Canal CLIMA da UNESP a partir de http://clima.feis.unesp.br

Consulta ao monitoramento climático na região Noroeste Paulista
A Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista monitora o tempo na região através de registros feitos à cada 10 segundos - chamado de tempo de varredura - e disponibiliza as variáveis climáticas em tempo real e também toda a base histórica de forma livre e gratuita no Canal Clima da UNESP Ilha Solteira (http://clima.feis.unesp.br) com atualização dos dados, gráficos, mapas e tabelas a cada cinco minutos.
Este monitoramento permite à sociedade acompanhar não somente as variações do tempo, mas também conhecer e entender os transtornos causados pelos eventos climáticos extremos, como por exemplo as inundações ou uma seca prolongada, ou ainda, a queda de produtividade na citricultura causadas por temperaturas elevadas.

Seca no Brasil? Racionamento de água?
O Jornalista Marcelo Hartmann produziu duas matérias esclarecedoras sobre segurança hídrica. Partiu da situação de desespero vivida pela Cidade do Cabo - que tem contagem regressiva para a água acabar - e fez um paralelo com o que pode acontecer aqui se não houver planejamento e conscientização. Temos falado e escrito muito sobre a segurança hídrica, mas gostei do destaque para "Uma crise hídrica ao sabor de desafetos políticos" na matéria que tem como título "Menos banho, multas, filas: Cidade do Cabo vive maior escassez de água de uma metrópole moderna", acompanhada da linha fina "As seis barragens que abastecem a cidade, somadas, estão com apenas 24,4% do volume. Se o nível cair a 13,5%, o governo instituirá o Dia Zero, quando nenhuma água sairá das torneiras". 
13,5%

Início das aulas 
Mais um semestre se incia e sempre é o momento de reflexão e decisão. Vivemos numa época de constante mudança, em uma sociedade espantosamente dinâmica, instável e evolutiva e certamente correrá sérios riscos quem não perceber isso e ficar esperando para ver o que acontece. Portanto, a adaptação a essa realidade será, cada vez mais, uma questão de sobrevivência.

Uma sociedade em desenvolvimento exige rompimento, mudança e novidade em linguagem, conceitos e modos. A cada dia que passa os produtos concorrentes ficam mais similares em termos de tecnologia e preços e estejam certos, o diferencial está e estará, portanto, na capacidade da empresa ou pessoas em se diferenciarem no mercado e este diferencial estará a cada dia mais na prestação de serviços. É preciso inovar, não dá para apenas copiar e é preciso criar uma nova postura e reinventar o setor nosso setor. Mas como fazer isso? Com certeza com a capacitação, com estudos, dedicação e foco!



De acordo com a Câmara Setorial de Equipamentos de Irrigação - CSEI - ABIMAQ em 2012 o Brasil incorporou mais 212 mil hectares irrigados, em uma taxa 21% maior que em 2011. Já em 2013 incorporamos 284 mil novos hectares, 34% mais do que em 2012 e em 2014, novos 221 mil hectares produziram sob sistemas de irrigação. Nestes últimos anos se consolidou a presença dos sistemas de irrigação tipo pivô central. Já os anos de 2014, 2015 e 2016, a crise hídrica pegou o setor em cheio o crescimento da área irrigada anualmente experimentou um declínio se considerado o desempenho dos anos anteriores e em 2015 recuamos para uma expansão de 187 mil novos hectares irrigados e retomamos o crescimento em 2016 com 218.500 novos hectares irrigados, mas incorporamos na última década anualmente mais de 180 mil hectares de área irrigada. Com todo este potencial de terras aptas à irrigação e mantido este ritmo de crescimento, levaríamos séculos anos para esgotar nossas potencialidades.


Aos estudantes e stakeholders da agricultura irrigada, pensem no fato de que com irrigação garantimos produtividades elevadas, a irrigação é ainda considerada uma das ações mitigadoras ao aquecimento global, tem ação agregadora da economia, temos agora o marco regulatório definido na Política Nacional de Irrigação, entre outros benefícios, então, BEM VINDOS à um mundo de oportunidades representada pela agricultura irrigada! Assim, fica a dica: vamos aproveitar a oportunidade e nos dedicar aos estudos, à capacitação técnica e vamos nos diferenciar, em cada área em que escolhemos atuar! Fé, obra e sucesso!

Em relação à disciplina de Irrigação e Drenagem, é recomendável um acompanhamento sistemático das aulas, não deixando para estudar somente na véspera da prova, pois operar a agricultura irrigada exige um conhecimento multidisciplinar. Na nossa primeira aula amanhã abordaremos as regras da disciplina, a bibliografia, as datas das provas, as atividades gerais e a introdução à agricultura irrigada e a irrigação. Também nas primeiras aulas faremos uma abordagem sobre o mundo dos negócios e as exigências do mercado de trabalho e a relação com o trabalho, liderança e empreendedorismo. Já estão disponíveis as ilustrações que usaremos em aulas ao longo do semestre. O roteiro de aula para o semestre e outras informações estão disponíveis na aba "Atividades Acadêmicas" do Canal da Irrigação.

Temos, além das aulas e da bibliografia da disciplina - nada deve substituir os livros textos recomendados - várias mídias de apoio que complementam os livros e são baseadas na Internet: este Blog (marcador "aula" principalmente) onde o estudante encontrará não somente informações sobre a agricultura irrigada e irrigação, mas também desde dicas de leitura/livros, de música (entretenimento) à como crescer na carreira. O Canal de Conteúdo da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira - ou simplesmente, Canal da Irrigação - traz os artigos publicados pela nossa equipe, fotos, ilustrações e acesso a todos os demais canais de mídia. As ilustrações utilizadas nas nossas aulas estão disponíveis também na aba Atividades Acadêmicas.


Principais produtos produzidos no campo brasileiro.



Canal CLIMA da UNESP Ilha Solteira oferece produtos que são gráficos e mapas de acompanhamento em tempo real de todas as estações e as principais variáveis climáticas, tais como temperatura, umidade do ar, velocidade e direção do vento, chuva, evapotranspiração, pressão atmosférica e radiação global e líquida, além da base histórica, tudo gratuito e com atualização a cada cinco minutos e é a parte visível da Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista foi implantada como parte do projeto “MODELAGEM DA PRODUTIVIDADE DA ÁGUA EM BACIAS HIDROGRÁFICAS COM MUDANÇAS DE USO DA TERRA”, financiado pela FAPESP. Por este canal facilmente se confere os números que mostram a mudança no tempo, de muito frio para a umidade relativa baixa, já crítica, que enfrentamos esta semana e sentida na garganta, nas narinas e nos olhos. Vários artigos técnicos já foram publicados a partir da execução deste projeto e estão disponíveis no canal TEXTOS TÉCNICOS do canal da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira e a TV Tem mostrou um dos nossos trabalhos que visa apoiar o uso eficiente da água. Confira!


No Canal YouTube da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira são ofertados videos que complementam as informações divulgadas de maneira escrita. Por fim, temos também a Fan Page da UNESP Ilha Solteira, onde divulgamos as últimas notícias produzidas pela nossa Equipe e as condições do tempo, quando se tornam adversas. Que tal CURTIR à na Fan Fage e ficar "antenado"? O nosso perfil no Facebook traz diariamente dicas de leitura, agricultura irrigada, negócios, música, cultura, entretenimento, carreiras, entre outros e ainda montamos Álbuns onde compartilhamos fotos sobre sistemas de irrigação, recursos hídricos, e muito mais. Fiquem a vontade para acompanhar-nos (Perfil Profissional e Institucional)! E apreciem sem moderação!

Datas das provas
1a. Prova (Peso 2) será em 16 de abril, a 2a. Prova (Peso 3) em 28 de maio e a 3a. Prova (Peso 3) em 25 de junho de 2018 e o Exame Final será em 2 de julho de 2018 às 10 horas. As P2 e P3 serão com matéria acumulativa e pode-se fazer consulta à material auxiliar. Todas as provas serão às 16:00 horas. Os seminários acontecerão nas manhãs dos dias das Provas.
MF = (2P1 + 3P2 + 3P3 + 2MR) / 10
MR = Seminários* e monografias** (* Notas diferentes para cada atividade, mas baseadas na média entre CONTEÚDO, MÍDIA e APRESENTAÇÃO; ** Pesos diferentes em função da dificuldade e a nota é a média entre CONTEÚDO, RECURSOS UTILIZADOS e APRESENTAÇÃO).

A probabilidade do teste T na correlação entre média das listas de exercícios e a média final do Primeiro Semestre de 2017 foi de 0,2%, comprovando mais uma vez as vantagens de investirem parte do tempo de estudos ao longo do semestre fazendo as listas propostas.

Como textos base para a nossas primeiras semanas de aula sugerimos os seguintes textos:


Comunicação e transparência de ações e do conhecimento
Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira para democratizar o conhecimento e a informação, utiliza diferentes linguagens na Internet para cumprir este propósito através do: Canal de ConteúdoCanal CLIMABLOGCanal YouTubeFan Page no Facebook, [Pod Irrigar] e IRRIGA-L Grupo de Discussão em Agricultura Irrigada.  Acreditamos que "que é preciso inovar, não dá só para copiar e é preciso criar uma nova empresa e reinventar o nosso setor, para tanto é fundamental a democratização e a transparência da informação, do conhecimento e de ações",  Também usamos de forma complementar nosso perfil do Facebook para divulgar nossos trabalhos de ensino, pesquisa e extensão e interagir com sociedade como um todo. Existem outros canais mantidos por outras Instituições como o Forum da Agricultura Irrigada. Também confira o vídeo sobre como aprimorar seu networking.


UNESP sobe no ranking de desempenho e já é a 4a. Universidade brasileira

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