Você sabia?

Você sabia? A Rede Agrometeorológica da Unesp de Ilha Solteira é referência na medição de condições climáticas no Noroeste Paulista. 

                       


As estações agrometeorológicas são essenciais para avaliar o que acontece ao longo dos dias, meses e anos com uma variabilidade das condições climáticas cada vez maiores, estações automáticas interligadas constituindo redes são cada vez mais exigidas e valorizadas. A rede agro meteorológica do Noroeste Paulista, operada pela Área de Hidráulica e Irrigação da Unesp de Ilha Solteira, é um bom exemplo deste trabalho de expansão da medição precisa das variáveis climáticas, com leituras a cada dez segundos o que nós chamamos de tempo de varredura, a partir dessas informações é possível aos administradores públicos, privados, empreendedores, projetistas, alicerçarem seus trabalhos com uma base sólida de dados e assim constituírem estruturas e equipamentos capazes de suportar ou ao menos mitigar os extremos.
Com a implantação da rede agrometeorológica pela Unesp, com financiamento da Fapesp, outros municípios passam a contar com as informações climáticas de forma livre, gratuita e atualizada a cada 5 minutos, obtidas a partir do canal clima da Unesp de Ilha Solteira, através do link http://clima.feis.unesp.br

Atualmente, contamos com as estações das cidades de Ilha Solteira, Itapura, Santa Adélia, Bonança, Santa Adélia Pioneiros, Marinópolis, Populina e Paranapuã. Confira o Mapa da Temperatura e Umidade do ar dessas estações abaixo, atualizadas neste momento. 


Para estar sempre conferindo as variáveis climáticas com gráficos de 5 minutos e os mapas da direção e velocidade do vento, da temperatura e umidade do ar, da chuva instantânea, da evapotranspiração de referência, da chuva acumulada diária e todo o histórico climático dessas regiões, acesse nosso Canal Clima através do link: http://clima.feis.unesp.br/. 



Análise do Tempo do mês de Agosto para o Noroeste Paulista

     O tempo no Noroeste Paulista para o mês de Agosto, normalmente seco e quente, surpreendeu as previsões e se apresentou com chuvas e ventos fortes. Confira a análise feita até este dia 23.

Chuva:

     Para o mês de Agosto observa-se uma média de 39,3 mm de chuva na região, porém nota-se que essa média não representa a realidade , como visto em Itapura tivemos uma precipitação acumulada de 16,5 mm enquanto em Ilha Solteira 77,5 mm , onde em um só dia (20/08) foi registrada uma lâmina de 53,3 mm.

Chuva acumulada em Agosto. Canal Clima 

Ventos:

    No mês de Agosto a média dos ventos da região foi 4,6 km/h, onde a máxima velocidade registrada foi de 58,7 km/h em Bonança (Perreira Barreto) dia 20/08 às 22 horas e 39 minutos.

Temperatura:

     A temperatura média para o mês de Agosto foi de 22°C, onde as maiores médias foram registradas em em Ilha Solteira e Santa Adélia (pereira Barreto) com 23,1°C, enquanto as menores ficaram com as estações de Marinópolis e Populina com 21,7°C e 21,4°C respectivamente.

Temperatura Média na Região em Agosto.  Canal Clima.
Fique ligado na informação:

Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira disponibiliza as variáveis climáticas coletadas pela Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista através do Canal CLIMA da UNESP Ilha Solteira (http://clima.feis.unesp.br) de forma livre e gratuita e além de dar suporte ao irrigante para que ele pratique o adequado manejo da irrigação através da estimativa da evapotranspiração, oferece o acesso de dados para qualquer pessoa que deseja saber mais sobre o clima no Noroeste Paulista. A atualização de dados é feita a cada cinco minutos, com gráficos, figuras, tabelas, mapas e ainda o banco de dados histórico das oito estações automáticas.

Já a Imprensa, Internautas e demais interessados podem receber informações climáticas e os resultados das pesquisas e demais atividades desenvolvidas através do press-releases preparados pela Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira. O cadastro deve ser feito em http://www.agr.feis.unesp.br/faleconosco.php


SERVIÇO:
- Informações sobre agricultura irrigada e agroclimatologia no noroeste paulista são publicadas regularmente BLOG da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira em http://irrigacao.blogspot.com
- Números e gráficos das estações agrometeorológicas no noroeste paulista estão emhttp://clima.feis.unesp.br
- Canal da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira: www.agr.feis.unesp.br/irrigacao.php
- Canal CLIMA da UNESP Ilha Solteira: http://clima.feis.unesp.br
- Pod IRRIGAR - O Pod Cast da Agricultura Irrigada: http://podcast.unesp.br/podirrigar
- Informações também em (018) 3743-1959

Iniciando mais um semestre, gotejamento, comunicação, carreira e economia


[Pod Irrigar] - Irrigação por gotejamento em sub-superfície
A irrigação localizada, onde apenas parte das raízes recebem água tem nos sistemas de microaspersão e gotejamento seus principais representantes. No mundo - incluindo o Brasil - são os sistemas que proporcionalmente a base instalada os que mais crescem  e se beneficiam de uma estratégia de marketing que realça as características de utilizarem menor pressão e baixas vazões e ainda se bem instalados, manter as entre linhas das plantas, livres de ervas daninhas e com menor evapotranspiração, o que faz da irrigação localizada, o método com maior eficiência potencial na aplicação de água.



A pergunta que nos chega é se os critérios de projeto continuam os mesmos para o uso do gotejamento enterrado, o chamado gotejamento em sub-superfície, quais os cuidados devemos ter no projeto e quais culturas podemos utilizá-lo.
Fonte das imagens: Southern Irrigation, SepticplusAgplastik, Pioneer

Sim, os critérios de projeto continuam os mesmos: perda de carga deve ser de no máximo 20% da pressão de serviço, dividida em 11% na linha lateral e outros 9% na linha de derivação e o projeto deve obrigatoriamente conter ventosas adequadas à perfeita admissão e expulsão do ar da tubulação, hidrômetros e manômetros para monitorar um possível entupimento e drenos coletores de final de linha lateral permitem a limpeza rápida e necessária.

Enterrar gotejadores é uma variação da consagrada técnica de irrigação por gotejamento em superfície e pode minimizar ainda mais a evaporação levando ao aumento da eficiência do uso da água se adequadamente trabalhado. A profundidade em que as linhas laterais deverão ser enterradas depende principalmente das práticas agrícolas e da cultura a ser irrigada. Por exemplo, na cana, se a opção de irrigação for reposição completa da evapotranspiração, o gotejamento em sup-superfície se apresenta como uma opção viável, assim como o pivô central, quando em ambos a prática da fertirrigação deve ser considerada obrigatória. Em algodão, o gotejamento enterrado pode levar à uma melhor qualidade da fibra, enquanto que a irrigação com águas residuárias pode se configurar em uma solução para problemas de saúde pública.
Consagrado em muitos países, o gotejamento em sub-superfície exige alto investimento e principalmente, manutenção especializada, tendo a inclusão radicular no gotejador algo a ser evitado a todo custo. Mas é também um sistema muito eficaz que leva a água diretamente para as raízes e é especialmente adequado para locais sujeitos a ventos moderados. 
Experimentos com acerola e pupunha conduzidos pela UNESP aprovaram o uso do sistema em relação à produtividade das culturas, mas mostraram a obrigatoriedade do uso de herbicidas para inibir a inclusão radicular, prática nem sempre assimilada pelos irrigantes. Assim, o uso dos sistemas de irrigação por gotejamento em sub-superfície pode ser considerado mais adequado em projetos de médio a grande escala, onde se supõe contar com mão de obra mais especializada e apta a entender e realizar a manutenção do sistema.

Há também bons videos disponíveis que abordam o ISS - Irrigação por Sub-Superfície que permitem um melhor conhecimento do sistema. (A), (B), (C), (D), (E).

Início das aulas 
Mais um semestre se incia e sempre é o momento de reflexão e decisão. Vivemos numa época de constante mudança, em uma sociedade espantosamente dinâmica, instável e evolutiva e certamente correrá sérios riscos quem não perceber isso e ficar esperando para ver o que acontece. Portanto, a adaptação a essa realidade será, cada vez mais, uma questão de sobrevivência.
Uma sociedade em desenvolvimento exige rompimento, mudança e novidade em linguagem, conceitos e modos. A cada dia que passa os produtos concorrentes ficam mais similares em termos de tecnologia e preços e estejam certos, o diferencial está e estará, portanto, na capacidade da empresa ou pessoas em se diferenciarem no mercado e este diferencial estará a cada dia mais na prestação de serviços. É preciso inovar, não dá para apenas copiar e é preciso criar uma nova postura e reinventar o setor nosso setor. Mas como fazer isso? Com certeza com a capacitação, com estudos, dedicação e foco!
E este é um momento oportuno para que nossos estudantes reflitam também sobre a pressão que o Brasil recebe para facilitar a entrada de profissionais de outros países que estabelecem concorrência conosco. E há divisão de opinião entre os especialistas, uns dizem que a chegada de estrangeiros estimularia a nossa economia e a competitividade. Temos a vantagem do domínio da língua portuguesa, mas para vencer esta competição, só vejo um caminho, ter uma formação forte, adequada e diferenciada! David Uip expressa a sua opinião em relação ao programa do Governo Federal que recebe médicos estrangeiros: "a experiência de décadas me permite dizer, categoricamente, que não se resolve a carência de médicos no interior do Brasil contratando profissionais estrangeiros sem revalidação do diploma ou exame de proficiência em língua portuguesa. Qualquer médico brasileiro precisa comprovar o domínio do inglês fluente se quiser estagiar nos Estados Unidos, por exemplo."

Aqui na UNESP Ilha Solteira ofereceremos a disciplina de Irrigação e Drenagem. Pense numa área agricultável de 119 milhões de hectares, sendo 60 milhões de hectares de área potencial para a agricultura irrigada e irrigamos apenas 6,0 milhões de hectares. De acordo com a Câmara Setorial de Equipamentos de Irrigação - CSEI - ABIMAQ em 2012 o Brasil incorporou mais 212 mil hectares irrigados, em uma taxa 21% maior que em 2011. Já em 2013 incorporamos 284 mil novos hectares, 34% mais do que em 2012 e em 2014, novos 221 mil hectares produziram sob sistemas de irrigação. Nestes últimos anos se consolidou a presença dos sistemas de irrigação tipo pivô central. Em 2015 recuamos para uma expansão de 187 mil novos hectares irrigados, mas incorporamos na última década anualmente em torno de 150 mil hectares de área irrigada. Com todo este potencial de terras aptas à irrigação e mantido este ritmo de crescimento, levaríamos séculos anos para esgotar nossas potencialidades.
Aos estudantes e stakeholders da agricultura irrigada, pensem no fato de que com irrigação garantimos produtividades elevadas, a irrigação é ainda considerada uma das ações mitigadoras ao aquecimento global, tem ação agregadora da economia, temos agora o marco regulatório definido na Política Nacional de Irrigação, entre outros benefícios, então, BEM VINDOS à um mundo de oportunidades representada pela agricultura irrigada! Assim, fica a dica: vamos aproveitar a oportunidade e nos dedicar aos estudos, à capacitação técnica e vamos nos diferenciar, em cada área em que escolhemos atuar! Fé, obra e sucesso!

Em relação à disciplina de Irrigação e Drenagem, é recomendável um acompanhamento sistemático das aulas, não deixando para estudar somente na véspera da prova, pois operar a agricultura irrigada exige um conhecimento multidisciplinar. Na nossa primeira aula amanhã abordaremos as regras da disciplina, a bibliografia, as datas das provas, as atividades gerais e a introdução à agricultura irrigada e a irrigação. Também nas primeiras aulas faremos uma abordagem sobre o mundo dos negócios e as exigências do mercado de trabalho e a relação com o trabalho, liderança e empreendedorismo. Já estão disponíveis as ilustrações que usaremos em aulas ao longo do semestre. O roteiro de aula para o semestre e outras informações estão disponíveis na aba "Atividades Acadêmicas" do Canal da Irrigação.

Temos, além das aulas e da bibliografia da disciplina - nada deve substituir os livros textos recomendados - várias mídias de apoio que complementam os livros e são baseadas na Internet: este Blog (marcador "aula" principalmente) onde o estudante encontrará não somente informações sobre a agricultura irrigada e irrigação, mas também desde dicas de leitura/livros, de música (entretenimento) à como crescer na carreira. O Canal de Conteúdo da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira - ou simplesmente, Canal da Irrigação - traz os artigos publicados pela nossa equipe, fotos, ilustrações e acesso a todos os demais canais de mídia. As ilustrações utilizadas nas nossas aulas estão disponíveis também na aba Atividades Acadêmicas.

Principais produtos produzidos no campo brasileiro.



Canal CLIMA da UNESP Ilha Solteira oferece produtos que são gráficos e mapas de acompanhamento em tempo real de todas as estações e as principais variáveis climáticas, tais como temperatura, umidade do ar, velocidade e direção do vento, chuva, evapotranspiração, pressão atmosférica e radiação global e líquida, além da base histórica, tudo gratuito e com atualização a cada cinco minutos e é a parte visível da Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista foi implantada como parte do projeto “MODELAGEM DA PRODUTIVIDADE DA ÁGUA EM BACIAS HIDROGRÁFICAS COM MUDANÇAS DE USO DA TERRA”, financiado pela FAPESP. Por este canal facilmente se confere os números que mostram a mudança no tempo, de muito frio para a umidade relativa baixa, já crítica, que enfrentamos esta semana e sentida na garganta, nas narinas e nos olhos. Vários artigos técnicos já foram publicados a partir da execução deste projeto e estão disponíveis no canal TEXTOS TÉCNICOS do canal da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira e a TV Tem mostrou um dos nossos trabalhos que visa apoiar o uso eficiente da água. Confira!


No Canal YouTube da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira são ofertados videos que complementam as informações divulgadas de maneira escrita. Por fim, temos também a Fan Page da UNESP Ilha Solteira, onde divulgamos as últimas notícias produzidas pela nossa Equipe e as condições do tempo, quando se tornam adversas. Que tal CURTIR à na Fan Fage e ficar "antenado"? O nosso perfil no Facebook traz diariamente dicas de leitura, agricultura irrigada, negócios, música, cultura, entretenimento, carreiras, entre outros e ainda montamos Álbuns onde compartilhamos fotos sobre sistemas de irrigação, recursos hídricos, e muito mais. Fiquem a vontade para acompanhar-nos (Perfil Profissional e Institucional)! E apreciem sem moderação!

Datas das provas
1a. Prova (Peso 2) será em 26 de setembro de 2016, a 2a. Prova (Peso 3) em 7 de novembro de 2016 e a 3a. Prova (Peso 3) em 19 de dezembro de 2016.  A recuperação será em 11 de janeiro de 2016 às 10 horas (no LHI). As P2 e P3 serão com matéria acumulativa e pode-se fazer consulta à material auxiliar. Todas as provas serão às 16:00 horas. Os seminários acontecerão nas manhãs dos dias das provas, à exceção do 1o. Seminário que acontecerá no dia 19 de setembro às 16 horas.
MF = (2P1 + 3P2 + 3P3 + 2MR) / 10
MR = Seminários* e monografias** (* Notas diferentes para cada atividade, mas baseadas na média entre CONTEÚDO, MÍDIA e APRESENTAÇÃO; ** Pesos diferentes em função da dificuldade)

Como textos base para a nossas primeiras semanas de aula sugerimos os seguintes textos:


Como leitura adicional recomendamos a revista VOCÊ S/A como forma de acompanhar o que acontece no mercado de trabalho. Lembre-se também que desempenho e aprendizado depende da dedicação de cada um e estamos aqui para orientá-los para que tenham um ótimo futuro profissional. Aproveitem!

Comunicação e transparência de ações e do conhecimento
Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira para democratizar o conhecimento e a informação, utiliza diferentes linguagens na Internet para cumprir este propósito através do: Canal de ConteúdoCanal CLIMABLOGCanal YouTubeFan Page no Facebook, [Pod Irrigar] e IRRIGA-L Grupo de Discussão em Agricultura Irrigada.  Acreditamos que "que é preciso inovar, não dá só para copiar e é preciso criar uma nova empresa e reinventar o nosso setor, para tanto é fundamental a democratização e a transparência da informação, do conhecimento e de ações",  Também usamos de forma complementar nosso perfil do Facebook para divulgar nossos trabalhos de ensino, pesquisa e extensão e interagir com sociedade como um todo. Existem outros canais mantidos por outras Instituições como o Forum da Agricultura Irrigada. Também confira o vídeo sobre como aprimorar seu networking.


Chuva, frio e flores em agosto
Agosto e fim de semana de frio e chuva no Noroeste Paulista, com registros acumulados entre 16,5 mm em Itapura e 77,5 mm em Ilha Solteira repercute na imprensa. "Chove no final de semana quase o triplo do esperado para o mês em Ilha Solteira", "Em um só dia, chove quase o dobro do esperado para o mês em Ilha Solteira", "Lombo-faixas entopem e Avenida Brasil tem vários pontos de alagamento", "Ipês já colorem de amarelo Ilha Solteira" foram as manchetes do Ilhadenoticias.com.

Cana
O Brasil deverá produzir 684,77 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na safra 2016/2017, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Os números representam um crescimento de 2,9% em relação à safra anterior. O país é o maior produtor mundial de cana. A estimativa de área a ser colhida foi avaliada em 8,97 milhões de hectares, o que representa um aumento de 3,7% na comparação com a safra anterior. O incremento de mais 318,4 mil hectares é resultado da cana bisada do ciclo 2015/16. A cana bisada é aquela que não foi colhida em uma temporada, ficando para o período seguinte. Isso pode ocorrer, por exemplo, por motivos climáticos, e o agricultor opta por fazer a colheita posteriormente. Também contribuíram para o aumento da área a expansão de algumas unidades de produção e a reativação de outra em São Paulo. Se confirmada, será a segunda maior área colhida no Brasil.

Dica profissional

Economia, política
A Folha de São Paulo publicou esta semana Editoriais adequados a realidade que enfrentamos no Brasil e merecem reflexões.
"BNDES nos trilhos" analisa a situação dos principal banco de de investimentos no Brasil e mostra que começam a ser trazidos à luz os problemas acumulados na gestão anterior, que não foram poucos.
"Saneamento estagnado" alerta para o eterno problema de saúde pública ligada à falta de saneamento na maioria das cidades brasileiras. 

Entretenimento
Road Hog é um banda de alta qualidade formada por ilhenses. Compõem em inglês e tem muita sensibilidade na produção das músicas e dos videos. Vamos conhecê-la? Em julho foi destaque do NerdSite.

É possível produzir água?


O Instituto de Políticas Públicas e Relações Internacionais da UNESP produziu o especial “Água”, uma série de cinco entrevistas com especialistas em recursos hídricos da Universidade com o objetivo de alertar a todos sobre a escassez de água e todos apontaram a negligência do poder público e consumo insustentável como principais fatores para a escassez de água.

A Jornalista Genira Chagas nos entrevistou e falamos da importância da agricultura para a produção de água e da agricultura irrigada que com seus efeitos multiplicadores promove o desenvolvimento sócio-econômico e ainda contribui para a oferta de alimentos o ano inteiro com menores variações de preços. Muito não se dão conta que sem água não há produção agrícola e portanto, não há alimentos. Mas de que forma a agricultura contribui também para a produção de água?

A resposta é simples, mas na maioria das vezes não é compreendida ou percebida pela maioria da população. A produção de alimentos feita com técnicas de conservação do solo e da água promove a recarga do lençol freático e reduz a diferença entre as vazões máximas e mínimas de um manancial. Isto é possível pela combinação de dois fatores: o primeiro, com cobertura do solo, a energia da gota de água que vem do céu é minimizada e assim, o impacto desta junto ao solo é reduzido ou até mesmo inexistente, quando se tem uma ampla e densa cobertura florestal que intercepta a água e faz com que ela escorregue lentamente pelo tronco e galhos das árvores até o solo, quando acontece o segundo processo, que é a infiltração da água no solo.

A água quando chega ao solo tem dois processos a seguir: ou infiltra ou escorre pela sua superfície. Se a chuva toca diretamente na superfície do solo e chega em alta intensidade, tende a acontecer o escorrimento ou escoamento superficial, que com ele leva solo, dá início ou aprofunda processos erosivos e "mata" os córregos através do processo de assoreamento, pois o solo deslocado vai para o ponto mais baixo do terreno, chamado de talvegue, alterando também a qualidade da água de uma microbacia.

Já se o processo de infiltração da água no solo for preponderante, o armazenamento de água na região radicular será maior, o uso da irrigação será postergado e chegando ao lençol freático, vai recarregá-lo e gerar o que chamamos de escoamento de base, ou seja, teremos mais água "brotando" pelas nascentes. Diminuir as diferenças entre os extremos de vazão é o objetivo de toda ação de conservação do solo e da água, ou seja, as vazões máximas muitas vezes representam enchentes e asvazões mínimas podem resultar em problemas de abastecimento de água para os diferentes fins.

Entre as técnicas que promovem a infiltração da água no solo e o aumento do escoamento de base estão o plantio o direto, os terraços ou curvas de nível, as matas ciliares e as matas nas áreas mais íngremes do terreno, além das barragens de terra. Precisamos proteger nossas nascentes e plantar árvore é uma necessidade urgente! Também é urgente trabalhos de conscientização que evitem de forma permanente o desperdício de água em todos os usos, a intensificação do reuso da água e a adoção de boas práticas agrícolas, como o manejo da irrigação, baseado na quantidade de água armazenada no solo ou na estimativa da evapotranspiração. Estas são apenas algumas das ações necessárias, mas é essencial que todos tenham a percepção da importância e prática de se manter a água pelo maior tempo possível na bacia hidrográfica e assim “produzir mais água” e garantir maior segurança hídrica a todos os seguimentos da população.


Você já conhece nossos canais de Comunicação?


Mantenha-se sempre muito bem informado sobre as variáveis climáticas coletadas pela Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista, disponibilizada pela Área de Hidráulica e Irrigação da Unesp de Ilha Solteira. 

Prezamos pela democratização da informação de forma livre e gratuita, dando suporte ao irrigante para que ele pratique o adequado manejo da irrigação através da estimativa da evapotranspiração, oferecendo o acesso de dados para qualquer pessoa que deseja saber mais sobre o clima no Noroeste Paulista. 

Para estar sempre ligado nas últimas informações, acesse nossos canais abaixo: 
- Canal da Irrigação da UNESP Ilha Solteira: www.agr.feis.unesp.br/irrigacao.php
- Canal CLIMA da UNESP Ilha Solteira: http://clima.feis.unesp.br
- Pod IRRIGAR - O Pod Cast da Agricultura Irrigada: http://podcast.unesp.br/podirrigar
- IRRIGA-L - Grupo de Discussão em Agricultura Irrigada: http://www.agr.feis.unesp.br/irriga-l.php

Você também pode entrar em contato através do telefone (018) 3743-1959. 

Produtividade da água e quando a agricultura irrigada e o meio ambiente são destaques

"Não há maior riqueza que o conhecimento, nem pobreza que a ignorância." Ali ibn Abi-Talib

[Pod Irrigar] - Entendendo a produtividade da água
Estamos em período de déficit hídrico em boa parte da região Sudeste, o que inclui o Estado de São Paulo e o Noroeste Paulista, onde atuamos através da UNESP com foco na modernização da agropecuária alicerçada nos sistemas de irrigação.
Mas o trabalho da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira vai muito além do monitoramento climático da região que proporciona a construção de balanços hídricos que levam a conclusão técnica da grande vulnerabilidade econômica no campo quando não se conta com investimentos em sistemas de irrigação.
Entre as pesquisas realizadas com foco na agricultura irrigada estão o uso combinado de informações climáticas colhidas em solo através da Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista, com técnicas de sensoriamento remoto e geoprocessamento, que geram indicadores de desempenho dos sistemas de irrigação e coeficientes técnicos que subsidiam o uso racional da água que podem ser utilizados em outras regiões.
Um dos indicadores é a produtividade da água e vamos entender melhor este poderoso conceito. A produtividade da água em sistemas agrícolas nada mais é do que a relação de quanto se produziu a partir de cada unidade de volume de água utilizada na produção de um dado produto. Por exemplo, estudos da nossa equipe concluíram que na safra de milho irrigado se produziu entre 1,7 a 2,6 kg de grãos de milho para cada metro cúbico ou mil litros de água recebida pela cultura, enquanto que se produziu entre 7 e 13,3 kg de silagem de milho para cada metro cúbico de água.
Mas qual o sentido prático de avaliar a produtividade da água em uma região? O objetivo maior é identificar pontos de estrangulamentos e oportunidades para melhorar o lucro líquido da atividade econômica e ao mesmo tempo em que melhoramos a eficiência do uso da água, ou seja, com o mesmo volume de água, podemos e devemos produzir mais. Podemos então distinguir qual a melhor estratégia a ser adotada, se devemos buscar o aumento da produtividade, neste caso, temos problemas agronômicos a serem resolvidos ou diminuir o total de água aplicada, quando então identificamos problemas de gestão da água. E mais, analisando a produtividade da água em uma mesma cultura em escala regional, podemos identificar e até premiar os melhores produtores de alimentos e usuários da água em uma região.



Confira algumas sugestões de leitura sobre o tema produtividade da água:



Manejo da irrigação e gerenciamento dos recursos hídricos
A busca pela automação e uso de ferramentas tecnológicas que permitam a gestão correta dos equipamentos de irrigação é uma constante e tem sido cada vez mais frequentes seu uso. Para o gerenciamento a distância ou remoto dos sistemas de irrigação, especialmente em relação aos pivô centrais que irrigam grandes áreas destacamos o Irriger Connect e o Fieldnet, sistemas que permitem o controle total dos equipamentos, desde o acionamento e a setorização das lâminas a serem aplicadas até o diagnóstico e o registro de ocorrências.

Contudo, a tecnologia não resolve tudo sozinha e há a necessidade de treinamento constante para que se possa compreender os fatores envolvido no consumo da água pelas plantas e na aplicação da água ao solo. Assim, finalizamos mais um treinamento na UNESP Ilha Solteira, este promovido pela ANA e INOVAGRI e tratou da avaliação de sistemas de irrigação, quando determinamos a capacidade do sistemas de irrigação e com qual qualidade distribuímos esta água ao solo. Quanto mais uniforme a aplicação de água, maior a produtividade das culturas. Saiba como foi este curso! Viabilizada a transmissão on line você pode assistir a parte teórica pressionando AQUI!

No Espírito Santo, em Serra, cafeicultores também receberam treinamento para que possam fazer o uso eficiente da água e a iniciativa foi da INCAPER e SENAR.

E se o problema é estimar a evapotranspiração, a Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira tem a solução através do software SMAI - Sistema para Manejo da Irrigação que foi destaque em 30 de abril de 2016 no programa De Ponta a Ponta na TV Tem. E o melhor, é gratuito!

E ficamos muito satisfeitos com as fotos que recebemos direto da UFRGS - IPH, quando alunos da Professora Nilza dos Reis Castro utilizam o SMAI 2.0 para estimativa da evapotranspiração na disciplina de Irrigação e Drenagem.




E também o Programa Ciência Sem Limites abordou o trabalho e os valores da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira. Conheça-nos!



Agropecuária - Economia - Estatística
Melhora na percepção da economia faz agronegócio recuperar otimismo é o que diz pesquisa. O Agronegócio brasileiro retomou o otimismo neste segundo trimestre de 2016. O Índice de Confiança do Agronegócio (ICAgro), medido pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), saiu de 82,6 para 102,1 pontos, na comparação entre trimestres. A alta de 19,4 pontos, que volta aos maiores patamares da série histórica, iniciada no terceiro trimestre de 2013, foi causada, principalmente, pela combinação entre a melhora na percepção da economia e os bons preços das commodities.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) atualizou em seu site as informações sobre o mercado agrícola até julho deste ano. São dados, cotações e gráficos sobre dez produtos agropecuários: arroz, café, algodão, complexo carne, complexo soja, milho, trigo, feijão, leite e laranja.

O volume processado de cana-de-açúcar pela região Centro-Sul do Brasil somou 49,09 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na 2ª quinzena de julho de 2016, contra 49,67 milhões de toneladas registradas na mesma quinzena da safra anterior. Nesse mesmo período, a produção de açúcar totalizou 3,10 milhões de toneladas e o volume fabricado de etanol atingiu 2,06 bilhões de litros, dos quais 914,92 milhões de litros de anidro e 1,15 bilhão de litros de hidratado, segundo a UNICA.

Sustentabilidade e curiosidade/entretenimento

Chove em Ilha Solteira e Marinópolis depois de cerca de 70 dias e ventos fortes são registrados na região

Depois de aproximadamente 70 dias sem chuva, volta a chover em Ilha Solteira e Marinópolis e ventos fortes são registrados em toda a região Noroeste Paulista.


Segundo a Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira que monitora o clima na cidade e região foram registrados 10,4 milímetros de chuva e veio em alta intensidade, as 16:10 h chegou a ser registrada a intensidade de 97 mm/hora e os ventos chegaram a marcaram mais de 45,3 Km/h.





O destaque fica para a intensidade da chuva e padrão de chuvas. O Professor Dr. Fernando Braz Tangerino Hernandez destaca que o "monitoramento climático feito pela Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira  através da Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista vai muito além de oferecer aos Produtores de Alimentos Irrigantes a possibilidade de realizar o manejo correto da irrigação, pois podem contar com a estimativa e divulgação da evapotranspiração. A chuva de ontem, de 20 minutos apenas, mas em alta intensidade, pode ser prevista e antecipada pela Defesa Civil por exemplo, que pode se planejar para chuvas intensas. Chuvas intensas tem um padrão que antecipa sua ocorrência: ontem a temperatura caiu quase 11ºC em 15 minutos, ao mesmo tempo em que a velocidade do vento aumenta, o vento muda de direção e a umidade relativa sobe. E o resultado final foi uma chuva de baixo volume, com elevada intensidade, chegando a 97,2 mm/hora, deixando a sensação de que o volume foi grande, mas foram apenas 10,4 mm em Ilha Solteira. Nas cidades, alagamentos, no campo, curvas de nível e terraços muitas vezes não suportam uma intensidade alta da chuva". 



Gráfico ilustrativo das condições do tempo nos momentos que antecedem a chuva.

Recebemos as fotos da Avenida Brasil, em Ilha Solteira logo após as chuvas, mostrando a dificuldade das galerias pluviais escoarem o volume de água que caiu.








 Fotos cedidas por Juliana Aparecida Pereira da Silva.

Marinópolis
Em Marinópolis forma 30 minutos de chuva, deixando também 10,4 mm e a intensidade máxima da chuva chegou à 40 mm/hora às 17:55 horas e o vento máximo foi de 36,4 km/hora, vindo de Noroeste  às 17:53 horas recebendo a classificação de muito forte.

Noroeste Paulista
Ao longo da semana que encerrou, um pouco de chuva chegou a ser registrada em alguns municípios com maior volume em Itapura, com 4,8 mm, inferior aos 10 mm que caracteriza um dia de chuva na agricultura e assim, insuficiente para interromper a contagem que caracteriza a região com quase 70 dias sem chuva. 

A Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista operada pela Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira registra entre 70 dias sem chuvas em Paranapuã e 75 dias em Pereira Barreto, na região da margem direita do rio Tietê, onde se localiza a Estação Bonança. Em 2015, o número de dias sem chuvas - ou de seca - variou na região entre 49 e 61 dias, mas em 2013, a estação seca chegou a durar 94 dias, compreendendo o período entre 26 de junho a 28 de setembro. Em 2016, as últimas chuvas registradas tiveram grande variação na região, com 13 mm em Pereira Barreto (Estação Santa Adélia) e Itapura até 40 mm na porção oposta do município de Pereira Barreto (Estação Bonança) e em Marinópolis. 

O mês de agosto tradicionalmente seco e quente surpreende este ano com temperaturas baixas. no dia 11 de agosto a temperatura começou a cair bruscamente a partir das 18 horas e foi registrada uma das madrugadas mais frias do ano na região. Populina teve 8,1ºC às 05:29 horas, Marinópolis 9,1ºC às 05:46 horas e ventos forte nesta manhã e Ilha Solteira registrou 11,7º às 07:03 horas.
E desde domingo (14) as temperaturas voltaram a subir e assim registraram ontem temperaturas elevadas como em Ilha Solteira que chegou a 37,2ºC sendo a temperatura máxima mais alta registrada no mês de agosto no município.


E os ventos na região registrou 41 Km/hora e 27 Km/hora em Pereira Barreto respectivamente nas estações Bonança e Santa Adélia.





Fique ligado na informação
Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira disponibiliza as variáveis climáticas coletadas pela Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista através do Canal CLIMA da UNESP Ilha Solteira (http://clima.feis.unesp.br) de forma livre e gratuita e além de dar suporte ao irrigante para que ele pratique o adequado manejo da irrigação através da estimativa da evapotranspiração, oferece o acesso de dados para qualquer pessoa que deseja saber mais sobre o clima no Noroeste Paulista. A atualização de dados é feita a cada cinco minutos, com gráficos, figuras, tabelas, mapas e ainda o banco de dados histórico das oito estações automáticas.

Já a Imprensa, Internautas e demais interessados podem receber informações climáticas e os resultados das pesquisas e demais atividades desenvolvidas através do press-releases preparados pela Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira. O cadastro deve ser feito em http://www.agr.feis.unesp.br/faleconosco.php

SERVIÇO:
- Informações sobre agricultura irrigada e agroclimatologia no noroeste paulista são publicadas regularmente BLOG da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira em http://irrigacao.blogspot.com
- Números e gráficos das estações agrometeorológicas no noroeste paulista estão emhttp://clima.feis.unesp.br
- Canal da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira: www.agr.feis.unesp.br/irrigacao.php
- Canal no YouTube: http://www.youtube.com/fernando092
- Canal CLIMA da UNESP Ilha Solteira: http://clima.feis.unesp.br
- Pod IRRIGAR - O Pod Cast da Agricultura Irrigada: http://podcast.unesp.br/podirrigar
- Fan Page no FaceBook: https://www.facebook.com/ahiunespilhasolteira
- Informações também em (018) 3743-1959