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BRASIL: rico, mas desigual

Potencia econômica, mas muito desigual, assim podemos definir nosso Brasil, o que prova que muito deve ser feito para minimizar esta diferença e as políticas de segurança alimentar deveriam ter um papel fundamental na inserção e preparação da população para o mercado de trabalho.  Os problemas de empregabilidade são cada vez maiores e o absurdo é que muitas empresas, pequenas, médias e grandes não preenchem suas vagas para trabalho. Juntos, os brasileiros que se encontram entre os 1% mais ricos do país possuem uma renda que, somada, supera o que é pertencente aos 40% mais pobres. Isso significa que para cada brasileiro que se encontra no topo da pirâmide de riqueza (média mensal de R$ 16.561,00), é preciso somar as rendas de 40 brasileiros do outro extremo (média mensal de R$ 393,00) para igualar os valores totais, segundo o IBGE . Os 10% da população mais pobre ganham R$ 137,00 mensais, na outra ponta, os 10% mais ricos, tem  renda média mensal de R$ 5....

Agronegócio reduz desigualdade no Centro-Oeste do país

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Cidades brasileiras que tinham os piores indicadores de emprego, renda, saúde e educação entre 2000 e 2009 conseguiram melhorias nesses setores, mas ainda vão levar 26 anos, a contar de agora, para alcançar um elevado grau de desenvolvimento. Há, porém, uma exceção: o Centro-Oeste. Apoiada na expansão da fronteira agrícola e seu impacto no emprego, a região saiu de um patamar de desenvolvimento similar ao do Norte e Nordeste e se aproximou do Sudeste. Tal retrato pode ser extraído do Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal, um indicador preparado por economistas da federação das indústrias fluminenses. O levantamento faz um raio-X do país com base em três indicadores: renda e emprego formal, saúde e educação. E se assemelha ao IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), divulgado pela ONU na semana passada. Encabeçada por Barueri (SP), a lista dos 15 municípios com os mais altos níveis de desenvolvimento tem 14 cidades paulistas. A hegemonia quase absoluta é quebrada p...