MAIOR RECEITA "PER CAPITA" DA REGIÃO É EM ILHA SOLTEIRA

O Jornal da Ilha deste 8 de janeiro divulgou estatísticas de 2009 sobre as receitas e despesas e fez o comparativo entre cidades com faixa populacional de 20 a 30 mil habitantes e também a receita orçamentária per capta, que é a maior da região. O levantamento foi feito com base em relatório elaborado pela Amais (Associação dos Moradores Amigos de Ilha Solteira), com dados do Portal do Tesouro Nacional.

O comparativo foi entre os municípios de Andradina, Castilho, Pereira Barreto e Santa Fé do Sul e também entre 58 municípios com a mesma faixa populacional, entre os 645 de todo o Estado.

O município com maior receita líquida é Guararema, com mais de R$ 100,7 milhões; em segundo, Santa Fé do Sul, com R$ 80,3 milhões; em terceiro, Cordeirópolis, com R$ 80 milhões; em quarto, Ilhabela, com R$ 79,2 milhões.

Ilha Solteira aparece no 5º lugar entre as 58 cidades, com R$ 70 milhões. Pereira Barreto aparece na 19ª posição, com R$ 43 milhões.

Na mesma faixa populacional, a maior receita orçamentária per capta é de Cordeirópolis, com R$ 3.858,59; em segundo, Guararema, com R$ 3.731,48; em terceiro, Ilhabela, com R$ 3.042,51; em quarto, Ilha Solteira, com R$ 2.773,78; em quinto, Santa Fé do Sul, com R$ 2.750,47; e em 18º lugar, Pereira Barreto, com R$ 1.717,53.

Na comparação com os municípios vizinhos, Ilha Solteira tem a melhor receita orçamentária per capta, ou seja, o orçamento municipal dividido pelo número de habitantes.

Entre os cinco levantados, Ilha Solteira é a primeira, com R$ 2.773,78 para cada munícipe; em segundo, Santa Fé do Sul, com R$ 2.750,47; em terceiro, Castilho, com R$ 2.6122,53; em quarto, Pereira Barreto, com R$ 1.717,53; e em quinto, Andradina, com R$ 1.297,34.

AVANÇO NECESSÁRIO
Mesmo se colocando em uma situação bastante favorável frente aos demais municípios da mesma faixa populacional, Ilha Solteira tem encontrado dificuldades em elaborar e implementar políticas públicas que avancem ainda mais nas condições sócio-econômicas da população.

A farta mão de obra bem qualificada representada pela UNESP - professores e alunos de Graduação e Pós-Graduação - e CESP, não tem sido aproveitada adequadamente, o que seria uma vantagem competitiva com outros municípios.

Em março de 1994 publicamos na Folha da Ilha o artigo assinado "UNESP: Tecnologia Regionalizada" em que muitas idéias lá contidas até hoje poderiam ser consideradas atuais e necessárias.

Ano Novo, a esperança do avanço de nosso município em diferentes campos do conhecimento é renovada!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Por que a água evapora sem estar a 100° C ?

Pivô central: história e características

Vertedor triangular para aferir vazão