Aula NOVE: agricultura irrigada, clima e desenvolvimento

"Quando os homens são puros, as leis são desnecessárias. Quando os homens são corruptos, as leis são inúteis." Thomas Jefferson

Pod Irrigar - Consumo e uso da água
Nestas duas semanas se intensificou o noticiário sobre a diminuição da água armazenada, das vazões e a falta da água é sentida cada vez por mais pessoas.
Muita desinformação tem circulado, com equívocos grosseiros sobre a captação, gasto, uso e desperdício da água. E o que é contraproducente: alguns setores tentam encontrar um bode espiatório para a crise, que tem causa muito mais de falta de chuvas - com meses seguidos atípicos - e falta de planejamento de médio e longo prazo.
Mas vejamos pelo lado bom! A crise coloca a água na agenda de toda a população, que começa a entender "na marra", que usar água sem desperdiçar é um dever de todos e não somente o dever dos administradores públicos de suprir com abundância este bem renovável, mas finito.
Assim, devemos desde escovar os dentes com a torneira fechada, diminuir os vazamentos em adutoras - seja na cidade, como no campo - e ainda implementar programas de manejo racional da água em todos os setores econômicos.
Muitos acreditam que a agricultura consome muita água, e não percebem a diferença entre usar a água. Assim como uma hidrelétrica, que para funcionar, a água é usada para ao entrar na turbina girar as pás ou rotores e vai parar do outro lado da barragem, a água para irrigação é captada, passa pela moto-bomba, é colocada ao solo, absorvida pelas raízes e passando pela planta ganhará a atmosfera novamente pela evaporação da água do solo e transpiração das plantas em um processo que denominamos de evapotranspiração e cairá na forma de chuva em uma outra bacia hidrográfica.
Em ambos os exemplos, geração de energia e produção de alimentos, não há perda de água ou melhor, usa-se água em uma atividade econômica que não polui ou leva a perda de qualidade da água. Mas para as duas atividades funcionarem, precisamos ter água disponível. Se não a temos, devemos construir barragens e armazená-la. Processos iguais, essenciais e que se diferem na escala, ou ordem de grandeza da quantidade de água necessária para produzir resultados.
Assim, tentar colocar o produtor de alimentos no meio deste crise é um grande equívoco. Faria melhor, se nossos profissionais que trabalham os nossos recursos hídricos investissem mais tempo no planejamento de médio e longo prazo, e não se enganem, além do combate ao desperdício, devemos incentivar de todas as maneiras, medidas que mantenham por mais tempo a água na bacia hidrográfica, ou seja, a infiltração da água no solo e o represamento da água em barragens. Esse foi o tema que desenvolvemos esta semana no Pod Irrigar - o Pod Cast da Agricultura Irrigada desta semana. Ouça também os anteriores

Aulas - Sistemas de irrigação para todos os fins
Nas nossas últimas aulas da disciplina de Irrigação e Drenagem estamos tratando dos métodos e sistemas de irrigação, ainda que já passamos por todos os métodos, o destaque até o momento está para a aspersão com o pivô central, carretel enrolador e aspersão convencional. Os sistemas de irrigação por aspersão foram visualizados e explicados, com ênfase no pivô central, com a possibilidade de aprender mais, através da visualização em campo.


Há diferentes emissores no mercado e alguns deles podem ser melhor conferidos através dos seus catálogos, que inclui os emissores para irrigação localizada (as principais empresas, os conceitos hidráulicos de cada tipo de emissor), conheceram os conceitos do sistema, alta frequência, baixa vazão e pressão, além de como as propriedades físico-hídricas do solo interferem na escolha ou manejo de cada sistema de irrigação.
O pivô central foi construído primeiramente em 1948. Seu inventor, Frank L. Zybach, submeteu o invento para ser analisado e finalmente foi patenteado em 1952, no Colorado - Estados Unidos. O pivô girava acionado por mecanismos de pistões movidos hidraulicamente pela água. O inventor produziu unidades até 1954, quando vendeu os direitos de fabricação para empresa americana Valley. O sucesso da agricultura irrigada começa com um bom e adequado projeto de irrigação, mas é necessário efetuar manutenção em um equipamento tipo pivô central, composto de inúmeros mecanismos mecânicos e elétricos, seja preventiva ou corretiva. Atualmente no Brasil os principais fabricantes são: AsperbrásBauerFockinkIrrigabrásKrebsLindsay - ZimmaticRomeiraValmont - Valley. Para evitar problemas futuros e percalços que podem comprometer a esperada produtividade da safra recomenda-se a cada 2 anos verificar a vazão do conjunto moto-bomba, dos aspersores, pressão dos aspersores e a uniformidade de distribuição de água no sistema. Muitas fazendas contam com pivôs centrais, mais ainda é raro no Brasil com o sistema de "corner", ou seja, irrigam toda a área quadrada (12). 


Há uma grande diversidade de emissores no mercado, desde aspersores de impactos até os emissores mais modernos do mercado para a distribuição uniforme da água sobre o solo. Sobre pivô central veja mais no video institucional da Lindsay (12), leia também um pouco de história em "Making Circles into Squares" e "Corner system addition for a center pivot irrigation system". Em 2013 visitamos a região de produção de grãos em Minnesota onde muitas fazendas contam com pivôs centrais, a maior parte deles com o sistema de "corner", ou seja, irrigam toda a área quadrada (12) . Este sistema ainda é raro no Brasil, o investimento é muito alto ainda se comparado ao preço da terra. Lá em Minnesota muitos dos equipamentos são bastante antigos, mas ainda funcionam bem, pois há uma boa manutenção e a mecanização é total, é raro ver pessoas no campo. Há uma grande diversidade de emissores, desde aspersores de impactos até os emissores mais modernos do mercado para a distribuição uniforme da água sobre o solo.

Pivô central equipado com sistema "corner" e aproveitamento de toda área até a estrada. A grama tem a função de proteger a área de drenagem. 

Com a neve nos Estados Unidos, é possível apenas um plantio de grãos por ano e assim mesmo, os equipamentos de irrigação são utilizados em parte do ciclo, como logo após o plantio, o solo tem alta umidade e assim, os pivôs não são ligados, mas são essenciais para garantir altas produtividades e os fazendeiros investem em irrigação. Em várias regiões brasileiras, o déficit hídrico é maior que seis meses e ainda assim, a maioria dos produtores preferem arriscar com a sorte e esperar a chuva, ao invés de investir em sistemas de irrigação e trabalhar com segurança em 2,5 safras por ano.

Esta é a "esquina dos pivôs", com vários equipamentos.


Pivôs muito antigos usados em Minnesota, ainda usando aspersores de impacto. A manutenção frequente garante vida longa ao equipamento.

Mas com um déficit hídrico crescente, seja sazonal, ou por veranicos, há um aumento do interesse pelos sistemas de irrigação, como pode ser verificado a cada semana, com exemplos do bom uso em todos os Estados brasileiros e assim, é muito comum a dúvida sobre qual seria o melhor sistema de irrigação. A resposta não é tão simples, pois não existe um melhor sistema de irrigação e sim aquele que melhor se adapta às condições de solo, topografia, clima, cultura a ser irrigada e ainda disponibilidade financeira e para avaliar e escolher o melhor sistema de irrigação o interessado deve procurar um Engenheiro Agrônomo ou Agrícola que saberá reunir as informações técnicas necessárias para a melhor decisão. A UNESP Ilha Solteira em seus canais de comunicação oferece informações que pode ajudar na tomada de decisão sobre agricultura irrigada oferecendo conteúdo sobre como produzir alimentos com o uso da irrigação. Também no Pod Irrigar, que é o Pod Cast da agricultura irrigada, semanalmente damos dicas de como melhor entender os processos envolvidos em agricultura irrigada.

Área de drenagem totalmente protegida, produção com pivô central com sistema "corner" para aproveitamento total da área e ainda o escoamento da produção direto na estrada asfaltada.

Na parte prática da aula montamos linhas de irrigação por aspersão semi-fixa, onde os alunos puderam manusear tubos de PVC com engate rápido, conhecer classe de pressão e diâmetro nominal, além de aspersores de impacto, bocal e ainda aprender sobre o lay-out dos sistemas, que podem ter disposição retangular, quadrada ou ainda triangular e com isso visualizar e discutir uniformidade da água aplicação da água a partir da sobreposição implantada.


Na parte prática da aula conhecemos os aspersores utilizados em irrigação paisagística e campos esportivos e aspersores de impacto e algumas características dos seus jatos tipo gear-drive (ou rotores)spray-head ou ainda os modernos MP Rotators (todos aspersores tipo pop-up). HunterFabrimar e Agropolo são os fabricantes do emissores visualizados em operação. No nosso canal no YouTube damos destaque para alguns emissores em operação. Confiram



Profissionais da água - Capacitação - Recursos hídricos - Crise hídrica
Estamos em plena crise por água, assim, entender dos recursos hídricos e seus usos é fundamental. Para isso, capacitação constante é o que se precisa ter. Richard Allen durante o II Inovagri Internation Meeting faz um alerta aos estudantes. Disse - "To the Students attending: Thank you for attending this conference, Thank you for entering the field of irrigation engineering and technology, This is a very important field for feeding the world, This is a very enjoyable area of work: play in water, watch plants grow, be outside but also play with computers, You students are the future of water management and resources use: Do not be afraid to work in any area of irrigation, gronomy or engineering; Nothing is perfectly known (yet); Nothing is perfectly developed; Please, exercise integrity and good judgement with data and modeling and reporting". Concordo com tudo o que ele disse! E ele deve saber o que fala, é o profissional atualmente mais citado pelo Google Academic quando tema é evapotranspiração. Só o seu Boletim 56 (Allen et al, 1998) tem 10.997 citações no momento em que eu faço a consulta. Allen já esteve em Ilha Solteira, tivemos o privilégio de hospedá-lo em nossa residência e participou do projeto que resultou na instalação da Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista, que tem a sua parte visível o Canal CLIMA da UNESP Ilha Solteira.


1a. SEJA - (1º Semana Júnior de Agronomia)
No dia 28 de janeiro de 2015 recebemos a visita de todos os alunos que compõem a Ramo da Terra, a Empresa Júnior do curso de Engenharia Agronômica da UNESP Ilha Solteira. Vieram apresentar o mais recente trabalho que é a promoção da 1a. SEJA - Semana Júnior da Agronomia que terá início em 10 de fevereiro de 2015.


Ao pensarem neste evento tiveram como objetivo trazer uma nova abordagem mercadológica aos alunos proporcionada por profissionais de destaque na iniciativa privada. Os temas a serem abordados serão: Oportunidades e exigências do mercado de trabalho, Liderança para os líderes do agronegócio, Como se preparar e se comportar em uma entrevista de emprego e demandas por profissionais nas empresas, Desafios atuais em agricultura de precisão, Custo de produção agrícola e Arborização e paisagismo, como um novo mercado em franca ascensão e as palestras acontecerão nos dias 10, 11 e 12 de fevereiro de 2015 no Anfiteatro D-1 no Campus Central da UNESP Ilha Solteira, entre as 19 e 22 horas e terão vagas limitadas.


Conversamos sobre o que pensamos sobre a Empresa Júnior e o papel que ela tem na formação complementar dos nossos alunos, especialmente pela oportunidade incrível para conjugar teoria e prática com a participação, aprendizado desenvolvimento do conhecimento tácito, aquele que o indivíduo adquire pela experiência. Ou seja, colocando a "mão na massa". Afinal, uma Empresa Júnior é uma associação civil sem fins lucrativos e com fins educacionais formada exclusivamente por alunos do ensino superior. Uma organização cujo objetivo primário é formar, por meio da vivência empresarial, empreendedores comprometidos e capazes de transformar o país.
A Empresa Júnior do curso de Engenharia Agronômica da UNESP Ilha Solteira chama-se Ramo da Terra e é composta por alunos dos diferentes anos do curso, possibilitando assim a continuidade da Empresa e com o apoio dos diferentes docentes está apta a buscar soluções técnicas e empresariais na agropecuária.


Ressaltamos também a importância dos alunos participarem do evento para entenderem e começarem a se preparar para o mercado de trabalho. Além de prestigiar a tão importante iniciativa dos colegas.

Em uma das suas reportagens a revista Exame pergunta "Consultoria júnior vale a pena?". Confira o que diz a reportagem e saiba mais sobre esta oportunidade, para as empresas e para os alunos.

Conhecimento Tácito - O que é isso?
Aulas práticas e atividades extras-classes, como por exemplo participar de diferentes grupos que atuam na Faculdade são ótimas oportunidades para acumular conhecimento tácito, cada vez mais valorizado em um processo de seleção de profissionais. Conhecimento tácito é aquele que o indivíduo adquiriu ao longo da vida, pela experiência. Geralmente é difícil de ser formalizado ou explicado a outra pessoa, pois é subjetivo e inerente às habilidades de uma pessoa. A palavra "tácito" vem do latim tacitus que significa "que cala, silencioso", aplicando-se a algo que não pode ou não precisa ser falado ou expresso por palavras. É subentendido ou implícito. Uma das referências teóricas para a noção de conhecimento tácito é Michael Polanyi, que ajudou a aprofundar a contribuição do saber tácito para a gênese de uma nova compreensão social e científica da pesquisa. Este autor também estudou sua relevância para os educadores.
Para Polanyy (1966), o conhecimento tácito é: "espontâneo, intuitivo, experimental, conhecimento cotidiano, do tipo revelado pela criança que faz um bom jogo de basquetebol, (…) ou que toca ritmos complicados no tambor, apesar de não saber fazer operações aritméticas elementares. Tal como uma pessoa que sabe fazer trocos mas não sabe somar os números. Se o professor quiser familiarizar-se com este tipo de saber, tem de lhe prestar atenção, ser curioso, ouvi-lo, surpreender-se, e atuar como uma espécie de detetive que procura descobrir as razões que levam as crianças a dizer certas coisas. Esse tipo de professor se esforça por ir ao encontro do aluno e entender o seu próprio processo de conhecimento, ajudando-o a articular o seu conhecimento-na-ação com o saber escolar. Este tipo de ensino é uma forma de reflexão-na-ação que exige do professor uma capacidade de individualizar, isto é, de prestar atenção a um aluno, mesmo numa turma de trinta, tendo a noção do seu grau de compreensão e das suas dificuldades." Pense nisso e aproveitem as oportunidades!

Crise hídrica
A crise hídrica que vivemos hoje não apareceu de repente e ao longo de 2014 foram várias as reportagens que mostravam a diminuição da água armazenada. Este vídeo de novembro de 2014 mostra o baixo nível da Barragem de Sobradinho e seus impactos. Já em 2015, em São Paulo, onde todas as atenções estão voltadas, o volume de água armazenada no sistema Cantareira voltou a diminuir hoje após sete dias de estabilidade. De acordo com a Sabesp, o complexo de represas amanheceu com 5% de sua capacidade preenchida, uma queda de 0,1 ponto percentual em relação ao estoque de sábado (5,1%). Mas nem tudo vai tão mal assim e escassez de água vira oportunidade de investimento em novos serviços e Elio Gasperi em "O paraíso da energia, segunda a doutora" observa que "Há dois anos a doutora Dilma apareceu em rede nacional de televisão anunciando que o Brasil entrara no paraíso do energia elétrica. Ela disse coisas assim: "A partir de agora a conta de luz das famílias vai ficar mais barata. É a primeira vez que isso ocorre no Brasil. Isso significa que o Brasil tem e terá energia mais que suficiente para o presente e para o futuro, sem nenhum risco de racionamento, de qualquer tipo de estrangulamento, no curto, no médio ou no longo prazo. Estamos vendo como erraram os que diziam meses atrás que não iriamos conseguir baixar os juros e nem o custo da energia. Tentavam amedrontar nosso povo."  Passados dois anos os juros estão onde estão, as tarifas de energia vão subir e o "risco do racionamento" está aí." Falou e disse a verdade! E FHC escreve: "Se mantido o rumo atual, o Brasil perderá um momento histórico e as gerações futuras pagarão o preço dos erros dos que hoje comandam o país. Depois de doze anos de contínua tentativa de desmoralização de quase tudo que meu governo fez, bem que eu poderia dizer: estão vendo, o PT beijou a cruz, tenta praticar tudo que negou no passado. Em vez disso, procuro soluções" no seu mais mais recente artigo publicado em jornais ontem. Enquanto isso, Belo Monte que deveria ofertar energia está com as obras atrasadas.

E o que preocupa, segundo a reportagem de Renata Agostini e Lucas Vettorazzo é que as "empresas não têm plano B para racionamento de água e energia", "crise do abastecimento freará produção", mas "Arquitetos criam sistema que capta água de chuva em casa", o Governador Geraldo Alckmin afirmou ontem que criará um comitê gestor para tratar da grave crise hídrica. Em suas palavras "Vamos ter um comitê para estar permanentemente dando total transparência, troca de informações, sugestões e propostas para esse trabalho"  e José Simão ironiza com "Água? O que é água?"

Participamos da matéria dos Jornalistas Mauro Zafalon e Tatiana Freitas com o título "Conflito das águas" que teve como base a publicação da ANA "Conjuntura dos Recursos Hídricos do Brasil - 2013" e tivemos a oportunidade de mostrar um outro lado dos nossos produtores de alimentos e da questão do uso da água. No Pod Irrigar desta semana trazemos a comparação com o uso da água em usinas hidroelétricas que também tem uso consultivo da água e não entram nas estatísticas hídricas. Pegue-se o exemplo da Usina de Ilha Solteira ou Três Irmãos ou Água Vermelha aqui no noroeste paulista: os irrigantes a montante das barragens sofrem e pagam caro para acessar a água porque o lago baixou seu nível, enquanto que os irrigantes a juzante das barragens "nada de braçada" literalmente, pois não há rebaixamento do nível d´água. O mesmo acontece com o uso para irrigação, a água captada passa pela planta e pelo processo de evapotranspiração ganhará a atmosfera e cairá novamente sobre o solo na forma de chuva. Nada se perde, nada se estraga da água! Os comentários sobre a matéria mostram o nível de desinformação dos leitores em relação ao uso da água para a produção de alimentos e muitos se esquecem que dependem destes, assim como da água, para viver!

GIFC - Grupo de Irrigação e Fertirrigação em Cana
Participamos no dia 30 de janeiro de 2015 da primeira reunião da Diretoria do GIFC (Grupo de Irrigação e Fertirrigação de Cana-de-açúcar) em Ribeirão Preto, SP, onde atuamos junto com o colega da UNESP Dracena Prof. Dr. Paulo Alexandre Figueredo do Conselho do GIFC. Na pauta, estratégias para a execução de pesquisa aplicada em irrigação em cana e estratégias de comunicação a ser adotada pelo GIFC de modo a aumentar o alcance do conhecimento já acumulado. O crescimento da produtividade da cana é fundamental para a produção de açúcar e energia (álcool e elétrica, produzida pelo bagaço) e o uso da irrigação é fundamental para fugir da vulnerabilidade imposta pela falta das chuvas!

a) congregar em seu quadro social empresas fabricantes de produtos e subprodutos derivados da cana-de-açúcar e produtores de cana-de-açúcar, representantes das empresas e também dos produtores supracitados, além de profissionais liberais, consultores, instituições de pesquisa e prestadores de serviço ligados à irrigação e fertirrigação de cana-de-açúcar sem vínculo com fabricantes de sistemas, peças e acessórios de irrigação e/ou fertirrigação;
b) promover, incentivar e fomentar a evolução dos conhecimentos de toda e qualquer forma de irrigação e fertirrigação de cana-de-açúcar;
c) identificar e expressar os legítimos interesses de seu quadro associativo, atuando junto às autoridades e órgãos públicos, aos usuários, aos fabricantes de sistemas de irrigação e fertirrigação, aos fornecedores de peças, equipamentos e serviços relacionados à irrigação e/ou fertirrigação de cana-de-açúcar, aos meios de comunicação e à opinião pública;
d) defender os interesses e os direitos de seus associados;
e) dedicar-se ao aperfeiçoamento dos processos e técnicas de irrigação e fertirrigação de cana-de-açúcar com vistas à qualidade e produtividade, à preservação do meio ambiente, à conservação de energia e à segurança operacional, atuando em prol do desenvolvimento tecnológico deste segmento;
f) promover a edição de boletins e publicações técnicas, bem como a produção e a divulgação, por meios convencionais ou eletrônicos, de informações de interesse de seus associados;
g) promover a troca de informações e experiências entre os associados sobre todos os assuntos que envolvam a irrigação e a fertirrigação de cana-de-açúcar, buscando permanente atualização e desenvolvimento técnico dos mesmos;
h) promover o desenvolvimento técnico dos associados através de palestras, cursos, seminários e de quaisquer outras atividades que objetivem aprimorar e otimizar o seu conhecimento técnico;
i) representar os interesses comuns dos associados junto aos fornecedores e fabricantes de peças, equipamentos e sistemas de irrigação e fertirrigação de cana-de-açúcar, bem como junto aos prestadores de serviço neste segmento;
j) fazer-se representar como participante e/ou apoiar eventos promovidos por outras entidades relacionados a assuntos de interesse do GIFC.

Eventos
E o III INOVAGRI MEETING está chegando. Dia 13 de fevereiro de 2015 será o último dia para enviar seus trabalhos. Você não vai perder esta oportunidade de estar em Fortaleza entre 31 de agosto e 3 de setembro com os maiores pesquisadores do mundo, vai?

Mudança de hábitos

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