Aula SETE - Qualidade e disponibilidade da água para irrigação

"Contribuem para o desalento a incapacidade do governo Dilma Rousseff (PT) de apresentar um plano maior e mais duradouro de rearranjo da economia, o renovado isolamento político da presidente e o descompromisso do Congresso com a razão e a responsabilidade... Quase tão certo quanto o aperto monetário extra é o fracasso parcial do plano de redução do desequilíbrio das contas do governo, o tão falado ajuste fiscal... Não se sabe de onde a presidente Dilma Rousseff buscará forças para tanto, mas tal maré de problemas apenas poderá ser superada, no médio prazo, caso o governo apresente um plano profundo, ambicioso e pactuado de reformas." (Folha de São Paulo, Editorial, 28 de junho de 2015)

Pod Irrigar - Encontro mostrou a viabilidade da irrigação e fertirrigação em cana
Na última quinta-feira, dia 18 de junho de 2015 aconteceu em Bebedouro a 21ª Reunião do GIFC - Grupo de Irrigação e Fertirrigação de Cana-de-açúcar -, entidade que tem entre os seus objetivos promover, incentivar e fomentar a evolução dos conhecimentos de toda e qualquer forma de irrigação e fertirrigação de cana-de-açúcar, além de dedicar-se ao aperfeiçoamento dos processos e técnicas de irrigação e fertirrigação de cana-de-açúcar com vistas à qualidade e produtividade, à preservação do meio ambiente, à conservação de energia e à segurança operacional, atuando em prol do desenvolvimento tecnológico deste segmento.
Neste Encontro realizado em cooperação com a Coopercitrus e Coordenação do Engenheiro Agrônomo Ademário de Araujo da Terracal Alimentos e Bioenergia, após as boas vindas e apresentação do GIFC pelo Engenheiro Agrônomo Marco Viana, foram apresentados pelo Engenheiro Agrônomo Sergio Antonio Veronez os primeiros resultados dos experimentos conduzidos em Usinas em Goiás e Minas Gerais que se mostraram positivos ao uso da irrigação como opção para o aumento da produtividade dos canaviais.
Nesta direção as informações foram complementadas pela palestra do Prof. Dr. Rubens Duarte Coelho da ESALQ-USP que mostrou os resultados de um extenso trabalho de competição de variedades sob diferentes lâminas de irrigação que estão servindo de base para alimentar modelos que anteciparão a identificação da potencialidade das diferentes variedades estudadas, mas que também fez questão de frisar da importância do conhecimento total da área a ser irrigada, desde o conhecimento dos solos a serem trabalhados até o conhecimento climático total da região onde a cana está sendo cultivada, chamando a atenção para a importância da correta utilização de estações agrometeorológicas, bem como a sua correta alocação.
O Engenheiro Agrônomo Carlos Barth da NaanDanJain tratou da importância da qualidade da água para a fertirrigação - muitas vezes negligenciada -e como chegar a qualidade necessária para se utilizar na fertirrigação, que teve na palestra do Engenheiro Agrônomo Francisco Fernandes da Costa o relato da sua experiência em canaviais na região de Petrolina. O Dr. Glauber Gava da Apta complementou as informações com casos de sucesso que vem sendo desenvolvidos em Jaú.
Nos debates, se juntaram aos palestrantes o Engenheiro Agrônomo Egyno Trento Filho da RPA e o Prof. Dr. Paulo Alexandre Monteiro de Figueiredo da UNESP Dracena, que discutiram os temas apresentados e formularam as conclusões.
Assim, em cada evento que promove, o GIFC tem cumprido o seu papel de compartilhar a experiência de reconhecidos profissionais de diferentes regiões brasileiras em relação ao uso da irrigação e fertirrigação em cana, ampliando a convicção de que esta técnica é de fato uma das opções viáveis para a recuperação da produtividade dos canaviais. Esse foi o tema que desenvolvemos esta semana no Pod Irrigar - o Pod Cast da Agricultura Irrigada desta semana. Ouça também os anteriores.

Aulas - Qualidade e disponibilidade da água 
Estivemos na Microbacia do Cinturão Verde de Ilha Solteira e abordamos planejamento dos recursos hídricos considerando a microbacia como unidade de gestão, a qualidade e disponibilidade da água para irrigação. As aulas são sempre no mesmo lugar e com isso, a partir do registro fotográfico é possível verificar as transformações que o manancial passa a cada semestre, "sentindo" os efeitos das chuvas sobre o córrego e o seu entorno. A erosão tem aumentado e a calha do córrego está se aprofundando e as condições para a realização da prática de hidrometria já não são as melhores, ou seja, deveríamos procurar um trecho mais uniforme para que a vazão seja determinada com mais representatividade. Por outro lado, a realização da prática no local expõe todas as dificuldades e erros que podem ocorrer em uma medição de vazão, que se bem entendidas pelos alunos se constituem em um grande aprendizado, incluindo a discussão sobre o reservatório escavado tomado de Egeria densa (Elodea - 1, 2, 3. 4, 5, 6), um dos maiores problemas ambientais que afeta a operação da Usina Hidrelétrica de Jupiá (e também reservatórios em vários países) e base para várias pesquisas sobre o seu controle e ainda o completo assoreamento da represa, este tomado de taboa (Typha sp, 1, 2, 3), considerada espécie problema e indicador de degradação ambiental, proveniente de erosão e assoreamento. Discutimos os problemas decorrentes da ausência de conservação do solo, erosão assoreamento e como isso afeta a qualidade da água que pode ser classificada por fatores físicos, químicos e biológicos. As aulas deste semestre e dos demais são registradas e ganham uma página especial na aba "Atividades Acadêmicas" do canal de conteúdo da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira

Também, o Professor Antonio Guilherme preparou um material didático muito interessante sobre vazão para o seu curso de Geração de Energia da Faculdade de Engenharia da UERJ. Vale a pena conferir!

Em campo complementaremos a teoria - das condições globais dos recursos hídricos às condições locais - e lembramos que foi oferecida a oportunidade dos alunos aprenderem o software ILWIS para delimitação de bacias hidrográficas, informação necessária para a obtenção da vazão regionalizada, como alternativa para a obtenção da área da bacia hidrográfica, e depois a realização da Outorga do Uso da Água. Já sabemos a diferença entre Q7,10, Q1,10 e Q95, mas usaremos sempre o SIGRH, que é um portal de acesso às bases de consultas, comunicações e conhecimento acumulado, voltado para a comunidade de gerenciamento de Recursos Hídricos do Estado de São Paulo. Se o aluno desejar conhecer a fundo a teoria que envolve a regionalização de vazão a leitura pode ser feita na publicação "DAEE. Manual de cálculos das vazões máximas, médias e mínimas nas bacias hidrográficas do Estado de São Paulo. São Paulo, 1994, 64p." Em Ilustrações utilizadas em aulas, há alguns tutoriais sobre o ILWIS que será a base das aulas. Confira! Há também uma postagem específica neste Blog sobre a aplicação do software ILWIS na agricultura irrigada.

Nas aulas, algumas palavras e frases foram frequentes: Comitês das Bacias Hidrográficas, Outorga, Reservação, Barragens de terra, Intervenção, Recuperação, Licença Ambiental... todas visando o planejamento e uso da água. É importante entendermos bem o processo de Outorga do uso da água e a diferença entre a concessão Federal e a Estadual. Outros seminários virão e é importante se preparem bem. No semestre anterior, os primeiros seminários versaram sobre a agricultura irrigada e ainda o desenvolvimento do Cinturão Verde baseado na irrigação e conhecemos um pouco da agricultura irrigada nos Estados Unidos e da Itália, além da Argentina. Os alunos mostraram as diferenças entre países e regiões, suas características próprias e os desafios, enquanto que de um lado há muito o que avançar em área irrigada, em outros o desafio é manter a área irrigadas, devido a limitações de água em quantidade e qualidade. Em relação à prova, esta foi bem conceitual, mas remetendo a pontos básicos da legislação brasileira, que tem na Lei das Águas (Política Nacional de Recursos Hídricos de 1997) e na Lei 12.787/2013 que instituiu a Política Nacional de Irrigação seus fundamentos. As questões teóricas exploraram a multidisciplinariedade exigida para o sucesso da agricultura irrigada, exaustivamente defendida em aulas e no Pod Irrigar. De maneira geral podemos dizer que o bom entendimento da agricultura irrigada ilustrada em aulas exige uma leitura frequente dos alunos sobre os temas desenvolvidos, e não somente na véspera da prova, e assim, muitos dos alunos não conseguiram perceber a relação que envolve o solo, a atmosfera e a legislação em vigor. "A irrigação no Brasil - Situação e Diretrizes" é uma publicação importante para ser lida e disponibilizamos fotos e videos (1 e 2) sobre a irrigação na região Puglia - Itália e também nos Estados americanos do Arizona e California, que foram objeto de nossas visitas. Veja outras vídeos no canal da AHI no YouTube. Fechamos também a parte de disponibilidade e qualidade da água e um trabalho prático será realizado, já foi explicado em aula e também há detalhes neste blog. Destacamos alguns dos trabalhos de monitoramento da qualidade e disponibilidade da água em bacias hidrográficas realizados no noroeste paulista pela AHI que podem ser conhecidos a partir da aba Textos Técnicos do canal de Conteúdo. Juliana Caldas em seu artigo "Águas do Cerrado: questão estratégica para o País" afirma que o manejo racional dos recursos hídricos é preocupação da pesquisa agropecuária uma vez que Cerrado é origem de grandes bacias hidrográficas.

A EBC preparou uma matéria sobre o uso da água. Não gostei apenas da abordagem de que a agricultura é o setor que mais "gasta" como atividade econômica. Somos sim, o "maior usuário" da água, mas toda água que consumimos volta para a atmosfera, apenas mudará de bacia hidrográfica. Também, a cidade "suja" a água, nós, na agricultura, "limpamos" a água com o uso do solo que faz o trabalho de filtro. Mesmo assim, vale a pena conferir a reportagem que tem um excelente infográfico. A matéria começa assim... A Organização das Nações Unidas (ONU) revela que aproximadamente 70% de toda a água disponível no mundo - que já não é muita - é utilizada para irrigação. No Brasil, esse índice chega a 72%. Pelas análises dos últimos relatórios divulgados pela ONU, o uso da água tem crescido a uma taxa duas vezes maior do que o crescimento da população ao longo no último século. A tendência é que o gasto seja elevado em até 50% até 2025 nos países em desenvolvimento; e em 18% nos países desenvolvidos. “Hoje, 780 milhões de pessoas ainda vivem sem acesso a água potável para beber e muitas outras sem saneamento básico. Por isso trabalhamos com o tema de segurança hídrica; para garantir que a água esteja disponível para produção de alimentos, geração de energia, transporte e preservação de ecossistemas vitais”, disse o presidente do Conselho Mundial da Água, Benedito Braga, em entrevista relativa ao Dia Mundial da Água, comemorado em 22 de março. Leia a matéria completa! Confira o infográfico preparado pela EBC os dados e análises sobre o uso da água no Brasil e no mundo.

Usamos como exemplo pela busca da água em outras regiões e com isso viabilizar o desenvolvimento de toda uma região - além de mostrar o grau de excelência da engenharia brasileira - o Projeto Olmos no Peru, que além da transposição do Rio Huancabamba, contemplará a irrigação de uma área de 43,5 mil hectares e a construção de duas centrais hidrelétricas destinadas à geração de energia para abastecimento das terras irrigadas. "O túnel que foi construído Olmos talvez seja o espaço mais competitivo do Peru para levar a cabo uma agricultura de excelência. Pode parecer exagerado, mas é um dos poucos lugares no planeta onde, literalmente, pode-se cultivar de tudo”, diz o Engenheiro Agrônomo Fernando Cillóniz. Naquele pedaço de terra, situado nas proximidades da Cordilheira dos Andes, mais precisamente na região de Lambayeque, a 900 km de Lima, o solo é fértil, há incidência solar ao longo de todo o ano e a baixa umidade relativa ajuda a manter a ameaça de pragas distante. A produção de alimentos tem todos os recursos para se tornar o principal motor do desenvolvimento de uma das regiões mais necessitadas do Peru. Na verdade, quase todos. Falta a água. Apesar das condições favoráveis para a agricultura, o Vale do Olmos está situado em uma região desértica, onde não chove mais que 215 mm por ano, em média. O rio mais próximo, o Huancabamba, esbarra na geografia dos Andes, limitando seu curso à vertente Atlântica da cadeia de montanhas, exatamente no lado oposto. O desafio da irrigação em Lambayeque passa pela construção de um túnel de 20 km de extensão e 5,3 m de diâmetro, através da instável geologia dos Andes, por onde se pretende transportar, de uma vertente à outra, mais de 400 milhões de m3 de água por ano. A construção do túnel é uma das mais complexas obras de engenharia em execução no mundo, dadas a sua profundidade, que chega a 2 mil metros abaixo da superfície da montanha, e as características geológicas da Cordilheira dos Andes. A execução desta complexa obra pela Odebrecht repercutiu positivamente na imprensa (1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 - Banco Mundial) e abriu portas para a execução de outras obras pela empresa. Assista o video sobre o projeto Olmos e o que se espera desta terra no futuro.

As aulas dos semestres anteriores podem ser visualizadas a partir do canal "Atividades Acadêmicas" do Canal da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira. Videos destas aulas podem ser vistos no Canal da AHI no YouTube. Esperamos que os alunos aprendam e se motivem ainda mais.

Automação em irrigação
Os alunos da UNESP Ilha Solteira que participaram da XXXI Semana da Agronomia e do IX ENCIVI tiveram a oportunidade de assistirem a excelente palestra "Automação e instrumentação do sistema de manejo da irrigação" proferida pelo Gerente de Projetos da Irrigaterra e Engenheiro Agrônomo Marcelo Shimada que levou até os estudantes as diferentes válvulas, sensores, aspersores e acessórios utilizados nos diferentes projetos com automação, desde os mais simples, até os mais complexos, tanto em irrigação localizada ou irrigação de parques, jardins e campos esportivos, até em pivô central.  Abaixo, o painel de controle de um pivô central, que pode ser operado de qualquer lugar que tenha uma conexão com a Internet, até mesmo um celular.

Recursos e crise hídrica
O video/reportagem "Um lago, uma barragem e os agricultores da California sofrendo a jusante" ilustra a triste situação imposta pelo quarto ano de seca neste que é Estado mais rico americano (1). Veja no mapa onde fica o Lago McLure e o condado de Merced ilustrado no video. Um esclarecedor artigo sobre como os usuários se sentem em relação ao uso da água é "Rich Californians balk at limits: -"We’re not all equal when it comes to water"-", onde muitos não aceitam a restrição de água. A matéria ilustra a situação da rica região Rancho Santa Fé, repleto de condomínios e campos de golf. O Merced Irrigation District mantém página no Facebook e também um sítio com muitas informações úteis e o lema é direto "Your Water, Your Power, Our Way of Life! Veja também "Seca assola a California" com muitos comentários, fotos e informações que ilustram as perdas de água por evaporação e mudança da paisagem e ainda o uso de grama sintética como opção para manter o verde e economizar água. Mas há pessoas que acreditam que a Califórnia poderia ter evitado esta grande crise de água. E nós no Brasil, o que vamos fazer para garantir a segurança hídrica? O Chefe da EMBRAPA Soja José Renato Bouças Farias defende que a agricultura precisa discutir uso racional da água o quanto antes. Concordamos!

Agronegócios - Artigo
A Eldorado Brasil, empresa do ramo de papel e celulose, deve ampliar sua capacidade de fabricação de celulose para 4 milhões de toneladas por ano a partir da inauguração de sua segunda unidade de produção, em Três Lagoas (MS), com investimentos previstos de R$ 8 bilhões. Com a também ampliação da Fíbria haverá necessidade de estimados novos 500 mil hectares de florestas. A elevação da produtividade das áreas seria uma opção e a defendemos com o isso da irrigação no artigo "Perspectivas para a silvicultura irrigada" publicado na revista Irrigazine de junho de 2015.

Comitiva vai negociar venda de café do Brasil para restaurantes dos EUA. Liberação do mercado norte-americano para a carne bovina in natura é esperada para encontro dos presidentes Dilma Rousseff e Barack Obama. Na mira dos brasileiros estão as redes de restaurantes americanas, principalmente, as redes Tim Hortons e Burger King, controladas pelo 3G Capital.

XXV CONIRD - Congresso Nacional de Irrigação e Drenagem
XXV Congresso Nacional de Irrigação e Drenagem (CONIRD) terá como tema a "Agricultura irrigada no semiárido brasileiro", acontecerá de 8 a 13 de novembro em Aracajú - SE e a data limite para submissão de trabalhos ao XXV CONIRD será 30/06/2015 - terça-feira. Os artigos podem ser de natureza científico ou técnico. As normas para envio de trabalhos e as datas importantes estão disponíveis.

A ABID acredita na agricultura irrigada e seus efeitos multiplicadores e assim sendo, estimula a participação no CONIRD de todos os profissionais ou estudantes que tenham atividades "antes e depois da porteira". Os temas a serem explorados no XXV CONIRD são:
• Gestão da Agricultura Irrigada, em seus diversos aspectos de administração e capacitação de pessoas, bem como econômicos, sociais e ambientais, incluindo-se estudos e pesquisas das cadeias de valores dos negócios com base na agricultura irrigada, da introdução da irrigação e drenagem nas propriedades, das diversas infraestruturas necessárias, como da energia elétrica, de reservação das águas, etc.;
• Gestão da água na microbacia, procedimentos de outorga e licenciamento ambiental;
• Conservação da água e solo e desenvolvimento sustentável da irrigação;
• Reuso de água na produção agrícola e florestas plantadas;
• Agrometeorologia e mudanças climáticas;
• Engenharia de irrigação;
• Manejo da irrigação;
• Quimigação e Fertirrigação;
• Drenagem agrícola e recuperação de solos salinos;
• Agricultura de precisão na irrigação.

Em Aracaju, a ABID - Associação Brasileira de Irrigação e Drenagem faz parceria da Universidade Federal de Sergipe (UFS), sob a coordenação do Professor Raimundo Rodrigues Gomes Filho (+55 79 98160807) e o XXV será uma grande oportunidade para muitos intercâmbios acadêmicos, incluindo-se facilidades de alojamento para estudantes. O e-mail utilizado para enviar trabalhos é: trabalhos.conird2015@gmail.com Detalhes em http://www.abid.org.br A Secretaria Técnica está a cargo de Patrícia Vaz de Mello Lavall. Uma ótima notícia aos estudantes é que está sendo preparado um esquema alternativo de hospedagem visando baratear a participação, abrindo oportunidades à uma parcela maior de estudantes.


Os CONIRDs têm sido integrantes de parcerias anuais da ABID com uma das unidades federativas do Brasil, em um trabalho itinerante, com os Estados que vêm se candidatando para esse fim. Um dos principais objetivos é o de trabalhar anualmente com ênfase no estado parceiro, fomentando-se os planos e projetos para atender a agricultura irrigada no estado e no Brasil, perseguindo-se as melhores tecnologias e inovações para maior eficiência no uso da água e demais recursos naturais. O foco nas bacias hidrográficas, com melhor ordenamento da gestão compartilhada dos recursos hídricos, tendo-se como base os marcos legais a serem obedecidos para harmonizar os múltiplos interesses na utilização da água, faz do alcance socioeconômico da agricultura irrigada um estratégico setor para o desenvolvimento brasileiro.

Ranking Nature - UNESP é a terceira no Brasil e 6a. na América Latina
A Pró-reitora de Pesquisa da UNESP - Maria José Mendes Giannini - avalia levantamento Nature Global Index 2015 (1, 2) que classificou UNESP em 3º lugar no ranking nacional em pesquisas de alta qualidade e sexto na America Latina e Caribe. A pesquisa Nature Global Index analisou artigos publicados em 68 periódicos relacionados às áreas de física, química, ciências biológicas e ciências da terra e meio ambiente com impacto mundial. Para pontuar cada universidade, foram utilizados três indicadores. O primeiro refere-se ao número bruto de artigos, o segundo mede a participação das instituições em cada artigo, considerando o conjunto dos autores, e o último (WFC ou contagem fracionada ponderada) emprega uma ponderação para retirar o "peso excessivo" da área de astronomia na base de dados. As cinco primeiras colocadas no Brasil foram: USP, UFRJ, UNESP, Unicamp e UFMG. O Nature Index Global colocou o Brasil na 23ª posição em um ranking de países que mais publicaram artigos científicos em periódicos de grande impacto em 2014. Segundo o levantamento, foram 715 artigos lançados em 2014 por pesquisadores brasileiros em quatro diferentes áreas - Química, Ciências da Vida, Terra e ambiente e Ciências Físicas. Em 2013, primeiro ano analisado pelo relatório, o Brasil ocupou a mesma posição, mas publicou 670 artigos.Veja também os resultados do ranking publicado em 2014.

Curiosidades
Cada um busca a água à sua maneira. Na India pode ser assim...

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