UNESP amplia o monitoramento climático na região oeste paulista


[Pod Irrigar] - UNESP amplia o monitoramento climático na região oeste paulista
A Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira tem sempre a preocupação de unir as atividades de ensino, pesquisa e extensão incorporando sinergia à elas de modo a transformar os dados gerados em informação, disponibilizando-as e divulgando-as, com o objetivo de permitir ao interessado planejar e gerenciar o meio ambiente e os recursos hídricos, especialmente o manejo da irrigação, ou seja, o quando e o quanto irrigar.
Foi assim que em 2010 a partir do projeto “Modelagem da Produtividade da Água em Bacias Hidrográficas com Mudanças de Uso da Terra”, financiado pela Fapesp implantamos a Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista que passou a registrar em condições padronizadas as variáveis agroclimáticas a cada dez segundos e também o Canal CLIMA da UNESP, onde os dados obtidos nas estações automáticas são disponibilizadas à todos os Internautas de forma livre e gratuita e assim, uma Rede de Monitoramento Ambiental que foi estabelecida para alicerçar as pesquisas em consumo de água pelas plantas, assume também um forte componente de extensão universitária, atendendo a toda a sociedade e permitindo uma infinidade de aplicações, cada dia mais relevante face às mudanças climáticas e eventos extremos cada vez mais frequentes.


E recentemente nos unimos à UNESP Dracena e colocamos em operação a nova estação automática, coletando dados padronizados que agora também cobre a região da Nova Alta Paulista que pode acessar e conhecer a variação da temperatura, da umidade relativa do ar, da velocidade e direção do vento e ainda ficar sabendo qual a radiação que incidiu sobre a região e qual foi a evapotranspiração acumulada à cada dia, informação fundamental para o uso eficiente da água na agricultura, uma vez que ela representa a transferência de água para a atmosfera através da evaporação do solo e  a transpiração das plantas.


Canal CLIMA da UNESP é atualizado a cada cinco minutos, conta com gráficos, mapas e informações detalhadas, disponibilizando de forma muito simples os valores extremos de cada variável climática, a extensão do período de seca, a frequência de ocorrência e o Internauta também pode acessar e fazer download de todo o banco de dados, segundo o seu interesse.


Estamos muito satisfeitos com esta parceria com a UNESP Dracena, viabilizada através do Professor Dr. Ronaldo Cintra Lima por duas razões muito objetivas: amplia o monitoramento agroclimático feito pela UNESP possibilitando mais oportunidades técnico-profissionais à toda a sociedade e também consolida a interação entre os Professores de diferentes Campi da nossa Universidade. Que venham novas parcerias!
Esse foi o tema que desenvolvemos na edição de 18 de maio de 2017 no Pod Irrigar - o Pod Cast da Agricultura IrrigadaOuça também os anteriores.



Água - Recursos hídricos - Potencial para o desenvolvimento
Sempre acreditamos no potencial da região Noroeste Paulista, especialmente para o desenvolvimento da mais moderna agricultura possível, aquela que tenha a segurança hídrica garantida pelos sistemas de irrigação, afinal, esta também a região dos Grandes Lagos, com topografia adequada, infra estrutura de transporte garantida por todos os modais (ferrovia, rodovia, hidrovia e aerovias), energia elétrica e ainda um inverno ameno. Mas a mesma abundância de água que pode ser usada para a irrigação, agora também passa a ser usada para a produção de peixes em tanque-redes, aumentando ainda mais o potencial de geração de renda da região.


Informática
Rogério Souza em sua 1º Vídeo Aula AutoCad para Irrigação. Excelente iniciativa do criador dos sites Irrigação.Net e Dr. Irrigação.


Tristeza
Eric Clapton sente os efeitos da neuropatia periférica e Regis Tadeu faz uma adequada homenagem a ele comentando os seus álbuns mais criticados. Em junho do ano passado, em entrevista à revista Classic Rock Magazine, Clapton, então com 71 anos, revelou que tem neuropatia periférica, uma doença que age no sistema nervoso e afeta o movimento dos pés e das mãos. Isso, inclusive, estaria tornando difícil a tarefa de tocar guitarra. "Ficar velho, cara, é duro. É difícil tocar guitarra e tive de entrar em acordo com o fato de que não vou melhorar", disse, à publicação. "E tive de descobrir como lidar com isso e outras coisas que vêm com o envelhecimento."

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