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Córregio do Coqueiro: medição de vazão e coleta de água

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Ontem (22/11/2010), a Área de Hidráulica e Irrigação foi ao córrego do Coqueiro, coletar água e medir o volume de água dos cinco pontos distribuidos ao longo do córrego. Esse estudo é parte do monitoramento que vêm sendo desenvolvido desde de outubro de 2006 e denominado de Planejamento Integrado dos Recursos Hidroagrícolas na Micrbacia do Córrego do Coqueiro no Noroeste Paulista, com Financiamento do MCT/CNPq/CT-Agro/CT-Hidro/Mapa-SDC-SPAE nº44/2008 - Recuperação de Áreas Degradadas - CNPq . O córrego do Coqueiro é um afluente da margem direita do Rio São José dos Dourados é fonte de água para a irrigação, dessedentação animal e oferece água para o abastecimento público, atendendo duas cidades, Marinópolis e Palmeira d'Oeste. A coleta teve início no ponto 5, próximo do rio São José dos Dourados. Trecho com mata ciliar, apesar de não atender o Código Floresta. Figura 1 . Ponto 5, próximo a foz do córrego que desagua no rio São José dos Dourados. No dia 21 e na madrugad...

CONSUMO DE ÁGUA PELA POPULAÇÃO DE JALES

O Jornal de Jales de 03 de outubro de 2010, em sua página 2.02 (Geral) traz os dados de consumo de água pela população que sofreu - como toda a região - com até 177 dias sem chuva e agonizou com as menores umidades relativas no Estado de São Paulo, muitos dias chegando a valores inferiores a 10%. A chuva veio em 23 de setembro, mas o máximo consumo de água aconteceu em 17 de setembro, quando foram consumidos 14,5 milhões de litros de água em Jales. A vazão média do sistema de abastecimento foi de 604 mil litros de água por hora, significando um consumo médio de 310 litros por habitante em um único dia. Os picos de consumo aconteceram às 8 horas da manhã (894 m3 por hora) e às 20 horas (712 m3 por hora).

Assoreamento e má conservação do solo causam prejuízos em áreas próximas a córregos em Jales

Um levantamento comprova os prejuízos causados pelo assoreamento e a má conservação do solo em córregos da região de Jales. A degradação já obrigou prefeituras de alguns municípios a adotar medidas para garantir o abastecimento. Na propriedade de 32 hectares de Laércio Vian, são cultivados vários tipos de legumes. Durante 23 anos ele usou o córrego para irrigar a plantação, mas a partir de 2005, teve que se adaptar. É que neste ano faltou água e o produtor perdeu grande parte da plantação. O prejuízo chegou a R$15 mil. Para não ter o mesmo problema, Laércio não quis arriscar e construiu um poço artesiano. Para abastecer os mais de 10 mil habitantes de Palmeira D'Oeste e os cerca de 2 mil habitantes de Marinópolis, a empresa responsável pelo fornecimento de água nas duas cidades também recorreu à construção de um poço artesiano. De acordo com uma pesquisa da Área de Hidráulica e Irrigação da Unesp de Ilha Solteira , a causa dessa falta de água é a degradação de três córregos na regi...

MUITA CHUVA EM 2009 E CALOR EM FEVEREIRO

As estações agrometeorológicas operadas pela Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira registraram volume de chuva acima da média esperada na região. Em Ilha Solteira foram 1671 mm, ou seja, 31% acima do esperado que é de 1.277 mm em medições que se iniciaram pela CESP em 1967. Já Marinópolis, também no noroeste paulista, município que na agricultura sua base econômica e as uvas finas de mesa como destaque na produção, foram 1.531 milímetros em 2009, 32% acima da média histórica esperada que é de 1.162 milímetros. Chuva acima do histórico também ocorreu no município de Jales, com 2009 fechando com 20% acima do esperado que é de 1.360 mm, sendo registrado o total de 1.640 mm, de acordo com os dados da Estação Experimental de Viticultura (EEVT) da Embrapa Uva e Vinho, conforme artigo publicado pelo Pesquisador Marco Antonio Conceição no Jornal de Jales de 31 de janeiro de 2010 (página 1.08). O Pesquisador destaca também que de setembro a dezembro choveu 850 milímetros, o mai...