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E um novo semestre se inicia...

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"As federais, sofrem o assédio de grupos sindicais e partidários mais interessados em impor-lhes a agenda corporativa de funcionários e docentes e as fantasias ideológicas de estudantes. Perdem prestígio para as poucas universidades brasileiras, como as estaduais paulistas, que conseguem manter alguma qualidade e frequentar listas internacionais de excelência em ensino e pesquisa, e algumas privadas.  Não fossem essas distrações e a falta de um projeto claro para elas da parte do governo federal, as federais poderiam dedicar-se a construir para si um papel de maior relevância no sistema universitário nacional. Na impossibilidade de todas brilharem no ramo ultracompetitivo da pesquisa de ponta, deveriam escolher a missão - não menos nobre - de formar o exército de excelentes professores universitários de que o país tanto necessita." ( Editorial, Folha de São Paulo, 31 de julho de 2012, p.A.2 ). Esta semana receberemos o peruano  DANIEL NOE COAGUILA NUÑEZ que fará o seu ...

Notícias do agronegócios e mais...

No Valor Econômico temos: .  Um ano novo "menos positivo" para o campo : Após atingir resultados recordes em alguns de seus principais indicadores em 2011, o agronegócio brasileiro prepara-se para um ano "menos positivo". As rachaduras na economia do mundo desenvolvido e seus reflexos em países emergentes, na demanda global por alimentos e nos preços das commodities tendem a provocar a desaceleração do ritmo de crescimento do setor no país. Mas, de acordo com analistas, produtores, agroindústrias e governo, nada capaz, no cenário atual, de impedir novos avanços em 2012, ainda que em menor velocidade. E os números que poderão ser superados são expressivos. A colheita de grãos da safra 2010/11, por exemplo, somou 163 milhões de toneladas, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), quase 10% mais que em 2011/12. Isso apesar de a área plantada ter aumentado "apenas" 5%, para 50 milhões de hectares. O valor bruto da produção (VBP) agropecuária,...

Perda de competitividade inibe reação da indústria

Desde 2000, a indústria cresceu acima do Produto Interno Bruto (PIB) em apenas quatro anos. Nos demais, seu resultado foi inferior à média da economia brasileira. Em 2012, o setor poderá ensaiar uma recuperação e crescer na mesma toada esperada para o PIB, entre 3% e 3,5%. Essa possibilidade, contudo, anima pouco os economistas que acompanham o setor. A indústria brasileira, dizem, passa por uma crise mais profunda, e o pífio resultado de 2011 - uma alta próxima a 0,5% no ano em relação a 2010 - não foi reflexo apenas das medidas adotadas para desaquecer a demanda interna. Para a maioria dos analistas, a indústria, no máximo, vai acompanhar o PIB no próximo ano. Para o Banco Central, a ajuda dos segmentos de extrativa mineral e construção civil fará o setor como um todo crescer 3,7% em 2012, um pouco acima dos 3,5% projetados para o PIB. Além do câmbio desfavorável, nos últimos anos o aumento dos salários afetou o custo do setor e, consequentemente, a competitividade das comp...