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Mostrando postagens com o rótulo competitividade global

Aula UM e o potencial da agricultura irrigada brasileira

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Pod Irrigar - Potencial da agricultura irrigada brasileira e a irrigação no Chile Estive no Chile este mês. De férias, mas não pude deixar de aproveitar para conhecer um pouco da agricultura e da irrigação naquele país! Visitei propriedades, participei do turismo rural e conversei com profissionais que atuam diretamente com sistemas de irrigação, seja comercializando-os, seja fazendo a produção acontecer, manejando-os . De cara, sinto que o Brasil de maneira geral desperdiça oportunidades de transformar suas produções em atividades turísticas como o fazem muito bem alguns países, como por exemplo Chile, Estados Unidos e a Argentina. Claro que com plantações de frutas fica mais atrativo, mas sistemas de irrigação sempre despertam a atenção podem ser a motivação adicional para turismo rural integrando produção de alimentos, uso da água e sustentabilidade. Também desperdiçamos a oportunidade de ampliar a nossa área irrigada! Nos chama a atenção também que o pequeno Chile, com ap...

Aula Quatro: Notícias em 25 de agosto de 2013

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" King alcançou a perfeição em 28 de agosto de 1963. A linguagem corporal, as entonações da voz, a cadência das palavras, o ritmo das frases, a linguagem evocativa, a repetição dos temas essenciais, as referências culturais, históricas e religiosas, a ligação emocional com a audiência, a força das metáforas, a mistura de poesia com sermão, a simplicidade da estrutura e o extraordinário fecho, que combinava determinação, confiança e certeza moral, tudo formou um conjunto tão magistral que dificilmente terá concorrência no futuro." ( Carlos Eduardo Lins da Silva, na FSP, 25/082013, p.A.22, ao analisar o discurso que Martin Luther King proferiu - "I have a dream" (Eu tenho um sonho) -, talvez a mais importante peça retórica do século passado, comparável apenas ao "Blood, toil, sweat and tears" (Sangue, trabalho, suor e lágrimas) de Winston Churchill, de 1940). Onde irrigar? Nesta semana continuamos a discussão sobre onde a irrigação se faz necessári...

Artigo de Rogério Cezar de Cerqueira Leite: O risco de exportar pós-graduandos

O risco de exportar pós-graduandos Por Rogério Cezar de Cerqueira Leite Atualmente, é consenso no mundo acadêmico que o mais eficiente instrumento de desenvolvimento científico, tecnológico e cultural é a escola de pós-graduação. Todavia, esse é um mecanismo recente, exceto nos EUA, onde começou a se instalar já na primeira metade do século 20. Na França, o "doctorat de troisième cycle", que imitava o sistema de pós-graduação americano, só teve início em meados da década de 1950. O mesmo aconteceu com o Japão e com a maioria das nações europeias. Não é, portanto, de se estranhar que também no Brasil os cursos de pós-graduação tenham tomado tanto tempo para serem instalados. O primeiro mestrado brasileiro foi na área de eletrônica, no ITA, em 1964. A primeira escola de doutoramento só veio a ser iniciada em 1970, na Unicamp, em física. Por outro lado, a primeira bolsa para estudos no exterior foi concedida a Carlos Gomes por dom Pedro 2º. No final da ...

Artigo: O DRAMA DE CADA UM, por Vinicius Mota

A Itália está em crise. O Brasil não. A renda média de um italiano, de US$ 37 mil por ano, é quase três vezes a nossa. Se a renda per capita brasileira crescer 3% a cada 12 meses, vai levar 35 anos para atingir o ganho de hoje dos italianos. Que tal mirar a renda dos franceses em crise? Com 3% de alta no PIB per capita, o Brasil empata o jogo perto de 2055, com meio século de atraso. Tais dados relativizam, de um lado, o choro dos europeus por conta da crise e, de outro, os exageros sobre a ascensão do Brasil. O mundo rico vive uma crise da maturidade. Além das travas conjunturais, como a dívida elevada, a escala a que chegou a economia e a acomodação diante dos benefícios conquistados dificultam a continuidade da evolução. Quando o PIB da Itália aumenta 1%, coloca em média US$ 370 para cada cidadão na economia. Quando o Brasil cresce 1%, sobram US$ 130 para cada brasileiro. A cada um o seu drama. Os europeus se digladiam porque lhes restou a opção de diminuir seu...

BNDES deve financiar R$ 8 bi para eólicas e negócios no Brasil

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Valor é de pedidos de financiamento para a energia a partir do vento; empréstimos em 2011 chegarão a R$ 4,5 bi - Brasil tem grande potencial por ventos bons e constantes; crise nos EUA e Europa atrai fabricantes para o país Os investimentos em energia eólica no país estão em franca expansão. Um dos termômetros desse comportamento, a carteira de pedidos de financiamento junto ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), disparou neste ano e atingiu R$ 8 bilhões. Os desembolsos do banco para parques eólicos em 2011 devem chegar a R$ 4,5 bilhões, segundo estimativa da chefe do departamento de energia elétrica do banco, Márcia Leal. A carteira representa os pedidos de empréstimo, enquanto os desembolsos são os recursos efetivamente liberados. Se a expectativa do banco se concretizar, representará um crescimento de mais de 14.000% sobre as liberações de empréstimo do ano passado -de R$ 649 milhões. Nos nove primeiros meses de 2011, esse valor já quase triplico...

BRASIL SOBE NO RANKING DE COMPETITIVIDADE GLOBAL

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Brasil sobe 5 posições em ranking de competitividade global, para 53º lugar Infraestrutura e educação seguem mal avaliadas no país, mostra WEF. Suíça lidera ranking; EUA perderam posição pelo terceiro ano seguido. O Brasil subiu cinco posições no ranking de competitividade global, divulgado nesta quarta-feira (7) pelo Fórum Econômico Mundial (WEF, na sigla em inglês). Com a melhora, o país passa a ocupar a 53ª posição no levantamento, que inclui 142 países. A lista é liderada pela Suíça, seguida por Cingapura, Suécia e Finlândia. Os Estados Unidos perderam posição pelo terceiro ano, caindo do 4º para o 5º lugar no ranking. O relatório, que no Brasil é feito em parceria com o Movimento Brasil Competitivo e a Fundação Dom Cabral, aponta que o país se beneficia de um dos maiores mercados internos mundiais (10º) e um sofisticado ambiente de negócios (31º). O Brasil fica bem atrás, no entanto, nos quesitos infraestrutura (104º), desequilíbrios macroeconômicos (115º), má q...