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Mostrando postagens com o rótulo meio ambiente; desenvolvimento sustentável

Resenha semanal da agricultura irrigada e muito mais

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" Mesmo com tantas ressalvas, o Ranking Universitário Folha é uma ótima iniciativa e veio para ficar. O jornal agiu bem ao dar espaço para as críticas e, segundo a Secretaria de Redação, mudanças serão estudadas para o ano que vem. É uma boa notícia, porque a academia, que não gosta de avaliações e odeia comparações, precisa ser chacoalhada de tempos em tempos ". ( Suzana Singer, FSP, 9/09/2012, p.A.7 ) Nos últimos 21 anos, 85 dias ininterruptos sem chuva é a média do noroeste paulista (base Ilha Solteira) , desde 1999 a Estação Marinópolis contabiliza 89 dias como intervalo de seca média e  completamos este ano 89 dias sem água que vem do céu na margem direita do rio Tietê, as temperaturas que passam dos 39ºC, a umidade relativa que caracteriza estado de atenção e de alerta e a evapotranspiração, que é a perda de água pela evaporação do solo e transpiração das plantas em alguns dias passou dos 6,5 mm/dia . Tudo isso somado leva à um déficit hídrico crescente e ao aumen...

ANÁLISE: Grandes hidrelétricas têm retorno triunfal pelo planeta

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No momento em que é grande a discussão sobre Belo Monte com o fator estratégico de geração de energia a favor e os danos ambientais contra, a Folha de São Paulo fez uma compilação interessante, que pode remeter à uma reflexão. Adoramos e veneramos a democracia, mas em termos de pensar grande no desenvolvimento de um país, enxergando longe, é necessário se ter um bom estoque de energia. E entre as dez maiores hidrelétricas do mundo, seis foram projetadas pela Ditadura, inclusive a Belo Monte, concebida em pelo regime militar em 1980 e atualmente em discussão. A Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira, com 3,4GW, a terceira maior do Brasil e já foi a maior, também foi concebida e construída pelos militares. Conheça as maiores hidrelétricas do mundo e veja a análise de Cláudio Angelo. Grandes hidrelétricas têm retorno triunfal pelo planeta Por CLAUDIO ANGELO Assim como a energia nuclear, as grandes hidrelétricas estão fazendo um retorno triunfal. Uma nova geração de usinas está sendo planeja...

BRASILEIROS CRIAM PLÁSTICO VEGETAL COM CAROÇO DE MANGA

Um grupo de pesquisadores da Universidade Federal de Uberlândia desenvolveu um plástico biodegradável que pode ser empregado em finas membranas utilizadas em processos para purificação de água, tratamento de efluentes e sessões de hemodiálise. O acetato de celulose, mais conhecido como "plástico vegetal", é produzido a partir da camada externa da semente da manga, composta principalmente de fibras, que recobre o embrião do caroço da fruta. Após constatarem que cerca de 480 mil toneladas de caroços de manga são descartados pelas indústrias de sucos a cada ano, os pesquisadores decidiram investigar a viabilidade do uso deste resíduo, que pode corresponder de 30% a 45% do peso da fruta, dependendo da sua variedade. "Por ser algo descartado pela agroindustria, este material representa uma inovação do ponto de vista da matéria¿prima empregada" diz a pesquisadora do Laboratório de Energias Renováveis e Meio Ambiente da UFU, Rosana Maria Nascimento de Assunção. O plástico...

POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS APROVADA DO SENADO

Com satisfação compartilhamos a notícia da aprovação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, ontem a noite no Senado , fruto do projeto de lei do Senado ( PLS 354/89 ) que será encaminhado à sanção do presidente da República. Demorou 21 anos a aprovação desta proposta para um dos mais sérios problemas do país, que é a ausência de regras para tratamento das 150 mil toneladas de lixo produzidas diariamente nas cidades brasileiras, que é o principal alvo de um projeto aprovado. Destacamos a participação ativa do Deputado Federal Arnaldo Jardim , como resultado do compromisso assumido pelo Deputado na campanha de 2006.

Dica de leitura: Economia da natureza

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Seria a natureza a única limitante do processo econômico? Existem barreiras biofísicas que impediriam o crescimento exponencial de produção de bens de consumo de tal forma que o mundo caminhasse para uma “estabilização das atividades econômicas”? Essas e outras questões envolvendo economia e ecologia estão presentes no livro A natureza como limite da economia - a contribuição de Nicolas Georgescu-Roegen, de Andrei Cechin, lançado na segunda-feira (19/4) na livraria da Edusp, a editora da Universidade de São Paulo (USP). Antes do lançamento, o autor e convidados debateram os principais pontos abordados na obra, na sede do Instituto de Estudos Avançados (IEA). O livro é resultado da pesquisa de mestrado de Cechin, com Bolsa da FAPESP, defendido em 2008 no Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais (Procam) da USP, com orientação de José Eli da Veiga, professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP. O título faz referência ao pensamento de Nicolas Geor...

Cana e gado dizimam 80% da mata ciliar na região

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A criação de gado e a expansão da cana-de-açúcar dizimaram as matas que margeiam os rios da região de Rio Preto. No total, 80% da vegetação ciliar, ou 29,1 mil hectares, o equivalente a 35,3 mil campos de futebol como o Teixeirão, foi devastado na bacia do Turvo/Grande, de acordo com a Coordenadoria de Biodiversidade e Recursos Naturais (CBRN), ligada à Secretaria de Estado do Meio Ambiente. O desmatamento tem implicação direta na água dos rios. “Destruir a mata é o principal problema que o rio pode enfrentar. Sem a cobertura vegetal, o risco de erosão e assoramento é muito grande, o que compromete a vida do próprio rio e a qualidade da água”, afirma Alcides Lopes Leão, professor do departamento de ciências ambientais da Unesp de Rio Claro. De acordo com a Polícia Ambiental, os maiores responsáveis pela destruição da mata ciliar na região são as plantações de cana e a pecuária. Acompanhada de policiais ambientais, a reportagem do Diário percorreu de barco cerca de 50 quilômetros no rio...

Uso irracional ameaça reserva de água

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Superexplorado, o aquífero Bauru, responsável por 65% do consumo de água em Rio Preto, corre o risco de secar completamente daqui a 20 anos caso a extração não seja reduzida em pelo menos um terço. A conclusão é de um estudo inédito do comportamento do aquífero no município feito a pedido do Departamento de Água e Energia Elétrica (Daee). “O que se percebe hoje é uma situação de total descontrole no uso da água do Bauru pelo rio-pretense”, diz Mateus Simonato, geólogo da Servmar, empresa de São Paulo responsável pela pesquisa. Os 1,97 mil poços privados instalados na cidade - 1,5 mil deles clandestinos - retiram 78 milhões de litros de água por dia do aquífero. Para evitar um colapso no Bauru, esse consumo deveria ser reduzido em pelo menos 30%, diz o professor do Instituto de Geociências da USP Ricardo Hirata, que participou da pesquisa como consultor. Como a extração é maior do que a capacidade de recarga do Bauru, o aquífero fica cada vez mais profundo. Atualmente, a ...

Vai faltar água boa para o consumo

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O consumo mundial de água está aumentando - mesmo em países onde a população cresce pouco - e as reservas de água boa estão cada vez mais ameaçadas pelas atividades humanas. Esse é o diagnóstico de dez entre dez especialistas. "O aumento do consumo está conectado ao crescimento econômico dos países. Quanto maior o PIB, maior o consumo", afirma Eduardo Mendiondo, do Departamento de Hidráulica e Saneamento da Universidade Federal de São Carlos. Mendiondo trabalha com um indicador chamado "pegada hidrológica", que mede o consumo total de água per capita ao ano - incluindo a água embutida nos produtos que consumimos. Ele acaba de fazer o cálculo para a realidade do País: "A pegada hidrológica de um brasileiro médio é de 1.340 m³ per capita ao ano. A de um norte-americano é de 2.500." O cálculo faz sentido já que, segundo dados da ONU, o consumo em países desenvolvidos é em média seis vezes maior do que nos países em desenvolvimento. Hoje, mais de 1 bilhão de p...

Não espere mais por Copenhague

É nítido a todos que a reunião de Copenhague, realizada nestes últimos dias na dinamarca foi simplesmente vergonhosa. Os lideres das maiores nações do mundo não só não conseguiram entrar em um consenso, como demonstraram como o mundo todo ainda está na mão de alguns países que como EUA e China que não se envergonham em ser responsáveis por grande parte da poluição mundial. Mas e agora, o que será do mundo? Será que cabe a nós, pobres mortais, o simples direito de reclamarmos e continuarmos sendo confortaveis poluidores em nossos lares? Cabe a cada um de nós, realizarmos hoje uma reunião de Copenhague dentro de nossas casas e de nossos costumes. Tome decisões concretas, não muitas, apenas uma, mas faça, decida por reciclar o lixo, por não jogar mais lixo na rua, por usar menos o carro, por plantar uma árvore, economize água, faça o que quiser, mas faça.

Uma vida sem impactos ambientais é possível?

08/09/2009 - 11h09 Por Redação Akatu Escritor americano passa um ano vivendo de maneira radicalmente ecológica e conta sua experiência em livro e filme. Mesmo morando no nono andar de um apartamento em Nova York, Colin Beavan, sua mulher Michelle e a filha de dois anos, Isabella, não usavam elevador. Qualquer meio de transporte movido direta ou indiretamente a combustíveis fósseis - elevador, automóvel, ônibus ou metrô - foi abolido, e a família só andava a pé ou de bicicleta. Eles só compravam comida local, produzida num raio de 400 quilômetros da cidade, e não usavam sacolas plásticas. A experiência teve algumas atitudes mais radicais, como não usar eletricidade dentro de casa. Isso significou deixar de assistir TV e lavar as roupas jogando-as dentro da banheira e pisando nelas, fazendo com os pés o trabalho de uma máquina de lavar. Da alimentação, foram cortados a carne vermelha e até o café; no banheiro, nada de xampu, pasta de dentes ou papel higiênico. Esse estilo de vida era a b...

DISTORÇÕES AMBIENTAIS

Agência FAPESP – Em reunião no início do mês em L'Aquila, na Itália, o grupo dos sete países mais desenvolvidos e a Rússia (G8) apontou que o desmatamento nas florestas brasileiras é responsável por aproximadamente 20% das emissões anuais de dióxido de carbono (CO2) em todo o mundo. No último dia de atividades da 61ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), na semana passada, em Manaus, o diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Gilberto Câmara, chamou a atenção dos participantes da maior reunião científica da América Latina para a necessidade de a comunidade científica nacional empenhar mais esforços na descoberta de números mais exatos sobre os impactos do desmatamento da Amazônia frente às mudanças climáticas. Ao comparar dados históricos de áreas desmatadas na região com informações sobre a biomassa florestal da floresta amazônica, Câmara criticou os números. “Esse número de 20% divulgado pelo G8 é um número ‘chutado’ que est...

Formiga ou elefante: impactos serão sempre impactos

A busca por um mundo menos insustentável passa, necessariamente, pela conscientização dos pequenos e grandes impactos ambientais, causados por todo tipo de atividade humana, seja ela individual, coletiva ou empresarial. Todas elas merecem atenção e um grande esforço que, por vezes, requer profundas mudanças culturais e comportamentais. Uma delas é o exercício da cobrança sistemática que todos nós devemos fazer em relação às práticas adotadas pelos primeiro e segundo setores (público e privado, respectivamente). Recentemente, ao prestar consultoria para um grande grupo empresarial, com fábricas em diversos estados brasileiros, reforcei minha convicção quanto à relevância do cidadão exercer seu poder de decisão de consumo e seu direito à informação. Quem já entrou numa fábrica com turnos ininterruptos e produção 24 horas vai entender o que vou dizer. Essa produção em escala possui um impacto enorme em consumo de água, energia e matérias-primas, independente do setor de atividades. Agora ...