Irrigação e adubação para a maior produtividade da pastagem
"Produtividade de matéria seca e valor nutritivo do capim-marandu sob adubação nitrogenada e irrigação no cerrado paulista" é mais recente artigo publicado com a participação da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira.
O artigo conclui que é uma vantagem para o pecuarista o uso de adubação nitrogenada e irrigação para a produção de matéria seca de capim.
DUPAS, E.; BUZETTI, S.; SARTO, A.L.; HERNANDEZ, F.B.T.; BERGAMASCHINE, A.F. Dry matter yield and nutritional value of Marandu grass under nitrogen fertilization and irrigation in cerrado in São Paulo. R. Bras. Zootec., v.39, n.12, p.2598-2603, 2010. ISSN 1806-9290.
RESUMO
Objetivou-se com este trabalho avaliar a produtividade de matéria seca e valor nutritivo do capim-marandu (Brachiaria brizantha, cv. Marandu) utilizando doses de nitrogênio e irrigação por aspersão em dois períodos do ano, visando à redução da estacionalidade de produção de forragem.
O delineamento experimental foi de blocos ao acaso em esquema de parcelas subdivididas com cinco doses de nitrogênio (0, 50, 100, 150 e 200 kg/ha/corte) e as subparcelas definidas pelos períodos do ano (período das águas e da seca), com e sem irrigação.
No período das águas, nas parcelas com e sem irrigação, as doses de 175 e 161 kg/ha/corte promoveram as máximas produções de MS. No período da seca, a dose 171 kg ha-1 de N com irrigação propiciou a máxima produtividade de MS. No mesmo período, na ausência de irrigação, não houve resposta à adubação nitrogenada.
Os teores médios de PB foram de 10%, com e sem irrigação. Os teores de FDN decresceram com as doses de nitrogênio, enquanto os de FDA não foram influenciados pela adubação.
As parcelas sob irrigação atingiram o máximo teor de FDA com a dose de nitrogênio de 60 kg por hectare. A irrigação promove aumento de 15% na produtividade de matéria seca e aumenta os teores de fibra em detergente neutro.
Objetivou-se com este trabalho avaliar a produtividade de matéria seca e valor nutritivo do capim-marandu (Brachiaria brizantha, cv. Marandu) utilizando doses de nitrogênio e irrigação por aspersão em dois períodos do ano, visando à redução da estacionalidade de produção de forragem.
O delineamento experimental foi de blocos ao acaso em esquema de parcelas subdivididas com cinco doses de nitrogênio (0, 50, 100, 150 e 200 kg/ha/corte) e as subparcelas definidas pelos períodos do ano (período das águas e da seca), com e sem irrigação.
No período das águas, nas parcelas com e sem irrigação, as doses de 175 e 161 kg/ha/corte promoveram as máximas produções de MS. No período da seca, a dose 171 kg ha-1 de N com irrigação propiciou a máxima produtividade de MS. No mesmo período, na ausência de irrigação, não houve resposta à adubação nitrogenada.
Os teores médios de PB foram de 10%, com e sem irrigação. Os teores de FDN decresceram com as doses de nitrogênio, enquanto os de FDA não foram influenciados pela adubação.
As parcelas sob irrigação atingiram o máximo teor de FDA com a dose de nitrogênio de 60 kg por hectare. A irrigação promove aumento de 15% na produtividade de matéria seca e aumenta os teores de fibra em detergente neutro.
CONCLUSIONS
Considering the yield of dry mass and its nutritional value, a nitrogen dose of 170 kg/ha/cut is recommended, regardless to the season of the year, as well as irrigation in the dry season. The use of irrigation increases the dry weight yield and the neutral detergent fiber content. Crude protein and acid detergent fiber contents are not influenced by irrigation.
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