BOLETIM DO CLIMA: 05 DE FEVEREIRO DE 2012
Prof. Dr. Maurício Augusto Leite, Prof. Dr. Luiz Sérgio Vanzela, Mestre em Agronomia Gilmar Oliveira Santos e Prof. Dr. Fernando Braz Tangerino Hernandez.
Bom Dia !!!
Neste momento (09:09 h.) a Estação Agrometeorológica Automática de ILHA SOLTEIRA operada pela Área de Hidráulica e Irrigação (AHI) da UNESP Ilha Solteira, registrou às 08:00 h., temperatura média do ar de 26,7°C, umidade relativa média do ar de 61,0% e velocidade do vento média de 4,5 km/h. a 66º sentido Nordeste.
Ontem, a temperatura média do dia foi de 29,5°C, sendo a mínima de 23,5°C (02:50 h.) e máxima de 36,1°C (15:52 h.). A umidade relativa média do ar foi de 61,4%, sendo a mínima de 34,5% (15:53 h.).
A evapotranspiração de referência em Ilha Solteira (ETo PN-M) ontem foi de 6,5 mm/dia. Essa data foi a maior ETo durante o ano de 2012, juntamente com o dia 31 de janeiro de 2012. De todas as estações agrometeorológicas automáticas do Noroeste paulista, a de Ilha Solteira tem a segunda maior média anual em 2012 de ETo, correspondendo a 4,9 mm/dia, sendo que a maior média é da Estação de Itapura (5,3 mm/dia).
Fazem oito (8) dias que não chove mais que 10 mm na Estação de ILHA SOLTEIRA. A última chuva 13,2 mm em 27/01/2012. Durante todo ano de 2012 choveu 250,9 mm.
Confira mais dados climáticos em TEMPO REAL no portal http://clima.feis.unesp.br.
Essas informações fazem parte da Rede de Estações Agrometeorológicas Automáticas do Noroeste Paulista, como parte fundamental para a execução do projeto “MODELAGEM DA PRODUTIVIDADE DA ÁGUA EM BACIAS HIDROGRÁFICAS COM MUDANÇAS DE USO DA TERRA”, financiado pela FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), e tendo como Coordenador paulista, o Professor Titular da UNESP Ilha Solteira, Dr. FERNANDO BRAZ TANGERINO HERNANDEZ.
Clique AQUI e saiba mais sobre a defesa de Dissertação do Mestrado em Agronomia (Sistemas de Produção) do Pós-Graduando Gilmar Oliveira Santos foi realizada no dia 03 de fevereiro de 2012.
Resumo: O Brasil possui um grande potencial hídrico, porém, apresenta deficiência em termos de monitoramento qualitativo e quantitativo das águas e conhecimento do entorno que possam acarretar em impactos ambientais. Assim, este trabalho teve como propósito apresentar o monitoramento qualitativo e quantitativo das águas para fins de irrigação e as influências ocasionadas pelo uso e ocupação do solo na microbacia do córrego do Ipê, município de Ilha Solteira, noroeste do Estado de São Paulo. Determinou-se o uso e ocupação do solo nos anos de 1978 e 2011 a partir de fotografias aéreas e por fusão de imagens de satélite CBERS 2B HRC e Landsat-5, respectivamente. Os períodos de análise qualitativos das águas foram realizados de 2006 a 2011 e quantitativo de 2009 a 2011. Foram georreferenciado quatro pontos de monitoramento na microbacia. Para constatar as influências utilizou-se a correlação de Pearson. A microbacia apresentou drástica mudança de uso e ocupação do solo, sendo o predomínio da pastagem dando lugar a cultura da cana-de-açúcar, que em ambas as análises obteve-se mais de 62% das áreas de preservação permanente em conflito com uso antrópico. O ferro total foi o parâmetro que apresentou maior poder de geração de danos aos sistemas de irrigação e os coliformes fecais e totais apresentaram valores preocupantes, principalmente nos pontos 3 e 4 de monitoramento, influenciando o desempenho dos sistemas de irrigação e impactando no consumo e em alimentos in natura. O manancial apresentou disponibilidade hídrica acima da Q7,10 durante todo o período de monitoramento. As reduzidas áreas de preservação permanente, a má conservação do solo e a expansão desordenada das áreas urbanas resultaram na deterioração da qualidade e disponibilidade hídrica, gerando impactos sócio-econômico e ambiental a região, uma vez que parte da microbacia é áreas de interesse estratégico para a expansão urbana prevista pelo Plano Diretor Municipal e ao mesmo tempo potencial de crescimento da agricultura irrigada.
Diego, Jean, Prof. Dr. Fernando Tangerino, Gilmar e Marcus
Gilmar e sua família que veio de Guriatã-MG para prestigiar a defesa de Mestrado.
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