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Aula Quatro - Agricultura irrigada e desenvolvimento

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Pod Irrrigar - A importância de um adequado bombeamento em um sistema de irrigação Em muitas regiões a chuva chegou, os armazenamentos da água no solo e nos reservatórios começaram a serem recompostos e é hora de iniciar o planejamento do uso futuro da água na agricultura. Normalmente a procura por sistemas de irrigação é associada ao período seco levando à muitas empresas de projeto e instalação a ter ritmos de trabalho diferente ao longo dos meses. Se você pensa em investir em sistemas de irrigação comece a planejar agora a sua aquisição. Sem correria, é possível fazer as escolhas adequadas entre várias opções de projeto.  Um bom projeto começa com a definição da lâmina de irrigação que para que chegue até a sua lavoura necessitará de um conjunto moto-bomba. Esta semana estive na Esalq-Usp participando do concurso de Livre Docência da Professora Patrícia Alves Marques e em uma das suas provas foi discutido o dimensionamento econômico de bombas hidráulicas. A Professora...

E que venha 2014 e com ele, novos e bons desafios!

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" A dificuldade está, não em gerar ideias, mas em escapar das velhas ." ( John Maynard Keynes ) Tempo no oeste paulista Esta semana foi marcada por extremos em relação ao tempo no oeste paulista. Aliás, as ocorrências de valores extremos comprovam a importância de redes agrometeorológicas, que são capazes de medir com grande precisão o que acontece com as variáveis climáticas. A Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista operada pela Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira é um bom exemplo deste trabalho. A partir destas informações é possível aos administradores, empreendedores e projetistas alicerçarem seus trabalhos com uma base sólida de dados e assim, construir estruturas e equipamentos capazes de suportar ou ao menos mitigar os extremos . Esta semana tivemos temperaturas elevadíssimas, passando dos 38ºC em toda região e chegando à 38,5ºC em Ilha Solteira. Daí a cena se repete, em pouco tempo, a temperatura caiu, a umidade relativa do ar sobe e o ...

E um novo semestre se inicia...

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"As federais, sofrem o assédio de grupos sindicais e partidários mais interessados em impor-lhes a agenda corporativa de funcionários e docentes e as fantasias ideológicas de estudantes. Perdem prestígio para as poucas universidades brasileiras, como as estaduais paulistas, que conseguem manter alguma qualidade e frequentar listas internacionais de excelência em ensino e pesquisa, e algumas privadas.  Não fossem essas distrações e a falta de um projeto claro para elas da parte do governo federal, as federais poderiam dedicar-se a construir para si um papel de maior relevância no sistema universitário nacional. Na impossibilidade de todas brilharem no ramo ultracompetitivo da pesquisa de ponta, deveriam escolher a missão - não menos nobre - de formar o exército de excelentes professores universitários de que o país tanto necessita." ( Editorial, Folha de São Paulo, 31 de julho de 2012, p.A.2 ). Esta semana receberemos o peruano  DANIEL NOE COAGUILA NUÑEZ que fará o seu ...

Editorial FSP: O custo dos desvios

Mapeamento de R$ 3,2 bilhões de verbas desviadas em 2011, segundo dados da PF, mostra que é preciso reforçar combate à corrupção  No ano em que seis ministros se viram obrigados a deixar seus cargos sob suspeita de irregularidades, a Polícia Federal contabilizou em suas operações, de acordo com dados que constam em relatórios internos, desvios de verbas públicas de cerca de R$ 3,2 bilhões. A cifra - um recorde - representa mais do que o dobro do valor apurado em 2010. Seria suficiente para construir 30 km de linhas de metrô ou liquidar quase metade do valor das obras de transposição das águas do rio São Francisco. Não é tarefa simples quantificar perdas causadas pela corrupção, mas estudos, mesmo parciais, apontam para valores elevados. De acordo, por exemplo, com estimativas do economista Marcos Fernandes da Silva, da Fundação Getulio Vargas, as finanças públicas teriam sido subtraídas ilegalmente em R$ 40 bilhões, no período de 2002 a 2008. A quantia, equivalent...

Editorial FSP: 11 milhões em favelas

Submoradias não são sinônimo de miséria, mas sua perpetuação expõe incapacidade do país de resolver seus problemas O Censo Demográfico do IBGE contou cerca de 11,4 milhões de pessoas vivendo em "aglomerados subnormais", o termo técnico que designa favelas, mocambos, palafitas, grotas e outros conjuntos de ao menos 51 moradias estabelecidas em assentamentos irregulares e carentes de serviços públicos. Trata-se de 6% da população. Embora as condições socioeconômicas médias nos "aglomerados subnormais" sejam inferiores às das áreas urbanas regulares, observe-se que a "favelização" em si mesma não diz muito sobre o nível de renda, escolaridade ou saúde. Cerca de 8,5% da população brasileira vive em extrema pobreza, com renda familiar per capita inferior a R$ 70 mensais. Quase metade dessas pessoas vive em áreas rurais. Mas 88% das casas dos "aglomerados subnormais" estão em regiões metropolitanas com mais de um milhão de habitantes. ...

Editorial FSP: Descrédito no ar

Atuação confusa do poder público no caso do suposto risco de explosão em shopping da capital eleva insegurança da população Atuações confusas e contraditórias da prefeitura, da Cetesb (agência ambiental do governo paulista), do Ministério Público e da Justiça no caso do shopping Center Norte revelam uma disfuncionalidade grave no sistema de proteção contra desastres na capital. Há quase um mês os paulistanos assistem às idas e vindas das autoridades, que ora atestam o risco de explosão iminente no local, ora dizem que não há o que temer. A Cetesb foi a primeira a alertar para riscos de explosão do shopping, inaugurado em 1984 no terreno onde antes havia um depósito de lixo. A presença de gás metano, decomposto do material orgânico, já era conhecida ao menos desde 2004. A primeira multa ao shopping em decorrência dessa anomalia ocorreu cinco anos depois. Ainda em 2009 uma empresa foi contratada pelo Center Norte para eliminar o acúmulo de gás, mas o contrato foi rompido em a...

Editorial FSP: Mais desigualdade

A diferença entre ricos e pobres, que diminuiu sensivelmente nas sociedades desenvolvidas durante a maior parte do século 20, dá sinais de recrudescimento em países como EUA e Inglaterra. Com algum senso melodramático, pesquisa encomendada pelo governo britânico projeta para as próximas décadas níveis de desigualdade social equivalentes aos do período vitoriano (1837-1901). Não é plausível imaginar um retorno às cenas dilacerantes dos romances de Charles Dickens (1812-70), que, como poucos, chamou a atenção para os extremos de miséria no apogeu do Império Britânico. O padrão de vida geral elevou-se de modo inimaginável, se comparado ao que vigia no século 19. Mesmo assim, aparece como um retrocesso o agravamento das diferenças entre ricos e pobres, em países onde tudo parecia encaminhar-se, não para um nivelamento irrealista, mas a padrões razoáveis de diferenciação baseados em mérito e esforço pessoal. Segundo a pesquisa, a parcela do 0,1% mais bem pago recebia, em 1979, 1,3% dos salá...